Trecho de um editorial do Estado de S.Paulo da última semana:
"De volta ao hotel onde estava hospedada em Nova York, depois de
pronunciar, como compete ao Brasil, o discurso de abertura de nova sessão da
Assembleia-Geral das Nações Unidas, a presidente Dilma Rousseff fez uma breve
pausa antes de se preparar para a etapa seguinte de sua agenda - encontros
bilaterais com os chefes de governo do Chile, Colômbia, França e Grã-Bretanha -
e compartilhou uma Veuve Clicquot com membros de sua comitiva. Havia, de fato,
o que comemorar."
Apenas um comentário: nós devemos pagar, também, pelos costumes etílicos dos nossos governantes?
Paulo Roberto de Almeida
O que é este blog?
Este blog trata basicamente de ideias, se possível inteligentes, para pessoas inteligentes. Ele também se ocupa de ideias aplicadas à política, em especial à política econômica. Ele constitui uma tentativa de manter um pensamento crítico e independente sobre livros, sobre questões culturais em geral, focando numa discussão bem informada sobre temas de relações internacionais e de política externa do Brasil. Para meus livros e ensaios ver o website: www.pralmeida.org.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Mudam as bebidas, permanecem os hábitos...
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2 comentários:
Se é pra pagar pelos hábitos etílicos do governante, prefiro pagar a cachaça do Lula que as bebidas caras da Dilma.
O problema é que o Lula deixou a caninha barata para trás e só consumia wiskhey 12 years old...
Paulo Roberto de Almeida
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