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Este blog trata basicamente de ideias, se possível inteligentes, para pessoas inteligentes. Ele também se ocupa de ideias aplicadas à política, em especial à política econômica. Ele constitui uma tentativa de manter um pensamento crítico e independente sobre livros, sobre questões culturais em geral, focando numa discussão bem informada sobre temas de relações internacionais e de política externa do Brasil. Para meus livros e ensaios ver o website: www.pralmeida.org.

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terça-feira, 17 de julho de 2018

Celso Lafer: livro de seus textos sobre RI, PExt-Br e diplomacia. em preparação pela Funag

Acabo de revisar uma versão pré-impressão deste livro: 

Relações internacionais, política externa e diplomacia brasileira: pensamento e ação
2 Volumes  
Brasília, Funag, 2018


Índice do Volume 1
  
Prefácio – Gelson Fonseca              
Introdução geral – Celso Lafer 

PARTE I - A reflexão da experiência
1. Uma vida na diplomacia: entrevista ao Cpdoc (1993)
2. Reflexões sobre uma gestão: 2000-2002 (2003) 
3. Uma trajetória diplomática: entrevista à revista Sapientia(2012)

PARTE II –Itamaraty
A instituição
4. A autoridade do Itamaraty (1992)
5. O Palácio do Itamaraty: Rio-Brasília (2001)
6. Uma diplomacia de fundação: O Itamaraty na cultura brasileira(2001)
7. Rio Branco e o Itamaraty: 100 anos em 10 (2002)
8. Rio Branco e a memória nacional (2012)
9. Desatar nós: posse do secretário-geral Osmar Chohfi (2001)
10. O retorno ao Itamaraty (2001)

Diálogos
11. José Guilherme Merquior: a legitimidade na política internacional (1993)
12. Gelson Fonseca Jr.: a legitimidade na vida mundial (1998)
13. Sergio Danese: Diplomacia Presidencial(1998)
14. Synesio Sampaio Goes: Navegantes, Bandeirantes e Diplomatas(2000)
15. Fernando Barreto: Os Sucessores do Barão, 1912-1964(2001)
16. Rubens Ricupero: a viagem presidencial de Tancredo (2010) 
17. Gelson Fonseca: A Diplomacia Multilateral do Brasil(2015)

Memórias
18. Horácio Lafer (1900-1965): sua atualidade (2015)
19. Diplomatas contra o Holocausto (2001) 
20. Saraiva Guerreiro: um empregado do Itamaraty (1992)
21. As lições das memórias de Lampreia (2010)

PARTE III – Relações internacionais
A necessidade do campo
22. O estudo das relações internacionais: necessidade e perspectivas (1982)
23. Discurso de agradecimento pelo prêmio Moinho Santista (2001)
24. Discurso de agradecimento como professor emérito do IRI-USP (2012)

O campo teórico
25. A política externa, a paz e o legado da Grécia clássica (1982)
26. Os dilemas da soberania (1982) 
27. Karl Deutsch e as relações internacionais (1982)
28. Aron e as relações internacionais (2005)
29. A Escola Inglesa: suas contribuições (2013)
30. Andrew Hurrell: sobre a ordem global (2008)
31. Zelotismo-Herodianismo na reflexão de Helio Jaguaribe (2013) 

Tópicos específicos 
33. Guerra e Paz: o painel de Portinari na sede da ONU (2004)
34. O desarmamento e o problema da paz (1984)
35. Direito e legitimidade no sistema internacional (1989) 
36. Obstáculos a uma leitura kantiana do mundo no século XXI (2005)
37. Direitos humanos e democracia no plano interno e internacional (1994)
38. O GATT, a cláusula de nação mais favorecida e a América Latina (1971) 
39. Comércio internacional, multilateralismo e regionalismo (1991)
40. Reflexões sobre a OMC aos 50 anos do comércio multilateral (1998)
41. Perspectivas da Argentina: Felix Peña (2004)
42. Empresas transnacionais: Luiz Olavo Baptista (1987)
43. O significado da Rio-92 e os desafios da Rio+20 (2002) 
44. Mundo, ciência, diplomacia (2015) 
45. Cúpulas ibero-americanas (1992)
46. O Diálogo Transatlântico: Carlos Fuentes (2013)
47. Armas nucleares (2017)
48. O mundo e os refugiados (2016) 
49. União Europeia, 50 anos: lições do passado, desafios futuros(2007) 
50. 60 anos do GATT e da Declaração Universal dos Direitos Humanos (2008)
51. Proteção de nacionais no exterior: decisão da corte da Haia (2004)
52. A independência do Kosovo e a Corte de Haia (2010)
53. Sobre o Holocausto (2011) 
55. Variações sobre o tempo (2011)  

Índice do Volume 2

PARTE IV –A inserção internacional do Brasil: a política externa brasileira

O Brasil no mundo
56. Segurança e desenvolvimento: uma perspectiva brasileira (1972) 
57. Panorama geral da situação internacional (1981)
58. Representação, controle e gestão em política externa (1984) 
59. Dilemas da América Latina num mundo em transformação (1988) 
60. A inserção internacional do Brasil (1992)
61. Diplomacia e parlamento (1992) 
62. Relações internacionais do Brasil: palestra na ESG (1992)
63. O mundo mudou (2001) 
64. Repúdio ao terrorismo (2001) 
65. O Brasil, sua gente e o Oriente Médio (2012)
66. O Brasil num mundo conturbado (2016)

Lições do passado
67. 1ª e 2ª conferências da paz de Haia, 1899 e 1907 (2010)
68. O Brasil e a Liga das Nações (2000) 
69. Conferência do Rio de 1992 (1998) 
70. Gerson Moura: a política externa de Vargas e Dutra (1992) 
71. Diplomacia de JK: dualidade a serviço do Brasil (2001)
72. Política exterior brasileira: um balanço da década de 1970 (1981) 
73. Brasil-EUA: história e perspectivas das relações diplomáticas (1982)
74. Possibilidades diplomáticas do governo Tancredo Neves (1985)
75. A viagem presidencial de Tancredo Neves: seu significado (1985)
76. A política externa do governo Collor (2017) 
77. Reflexões sobre o 11 de setembro (2003)
78. Um olhar sobre o mundo atual (2015)
79. A herança diplomática de FHC (2004) 
80. Ação, experiência e narração em FHC (2006) 

Parceiros vitais do Brasil
81. Brasil-Argentina – uma relação estratégica (2001) 
82. Relações Brasil-Portugal: passado, presente, futuro (2000) 
83. A política externa do Brasil para a América Latina (2014)
84. O Brasil na América Latina (2013) 
85. Reflexões sobre a CPLP: lusofonia, sonhos e realidade (2013)
86. Reflexões sobre o tratado de 1895 com o Japão (2015) 

Questões polêmicas
87. A ONU, Israel e o sionismo (1975) 
88. Entusiasmo no Itamaraty? (2003)
89. Partidarização da política externa (2009) 
90. A política externa: necessidades internas, possibilidades externas (2006) 
91. A política externa e a crise política (2005)  
92. Variações sobre a política externa (2006)
93. Novas variações sobre a política externa (2007)
94. Diplomacia brasileira: novas variações críticas (2010) 
95. Ahmadinejah no Brasil: um equívoco (2009)
96. O Brasil e a nuclearização do Irã (2010) 
97. O Mercosul, a Venezuela e a cláusula democrática (2009)
98. Asilo diplomático: o caso do senador Roger Pinto (2013)

PARTE V –Personalidades

Personagens
99. Gerson Moura (1939-1992): In Memoriam (1992)
100. José Guilherme Merquior: diplomacia da inteligência (2001)
101. Sérgio Vieira de Mello: uma vida na construção da paz (2003)
102. Em louvor de Aristides de Souza Mendes (1885-1954)(2004)
103. Homenagem a Celso Furtado (1920-2004) (2005)
104. Gilberto Dupas: uma homenagem (2009) 
105. Com coragem, Mandela fez o impossível (2013)
106. De Klerk: um herói da retirada (2014)
107. Octavio Paz: a democracia no mundo ibero-americano (2014) 
108. Sergio Paulo Rouanet e a questão da democracia (2014)
109. Shimon Peres (1923-2016): um estadista diplomata (2016) 
110. Rubens Ricupero: saudação ao professor emérito (2016) 
111. Koffi Annan e as Nações Unidas (2001)
112. Antonio Guterres na ONU (2017) 

Biobibliografia do autor

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Rubens Barbosa: livro e entrevista sobre agenda modernizadora do Brasil

'O que Trump está fazendo já repercute no Brasil', 

diz diplomata

Rubens Barbosa publica artigos no livro 

'O Lugar do Brasil no Mundo: Agenda Modernizadora'


Renata Tranches, O Estado de S.Paulo
14 Julho 2018 | 16h00

Em um cenário internacional de transformações e incertezas, o Brasil precisa encontrar seu lugar. O caminho a seguir deveria estar na pauta e nos debates entre os candidatos na próxima eleição, como afirma o diplomata Rubens Barbosa, ex-embaixador do Brasil nos EUA. Questões como a política econômica do governo Trump e a crise na Venezuela não deveriam ficar alheias ao debate político interno. Em seu livro O Lugar do Brasil no Mundo: Agenda Modernizadora, ele sugere ideias e propostas para esse debate em uma coletânea de artigos publicados no Estado entre 2014 e 2017. A seguir, a entrevista que Barbosa concedeu ao Aliás
Rubens Barbosa
Rubens Barbosa, autor de 'O Papel do Brasil no Mundo: Agenda Modernizadora' Foto: Amanda Perobelli/Estadão
Falta debate sobre a política externa brasileira entre os candidatos à Presidência?
Deveríamos colocar isso na agenda. Não se pode discutir apenas a macroeconomia, a estabilidade do País. O mundo está se transformando numa rapidez muito grande. Veja o que acontece com Trump. O que ele discute lá, o que mexe lá tem repercussão no mundo inteiro. Qual é o lugar do Brasil do mundo? Precisamos começar a discutir esse tema. Ele não está na pauta dos candidatos. Único tema que eu vi discutido nos últimos meses em termos de política externa foi o dos refugiados da Venezuela. É importante, mas é pouco.  
O que deveria estar na pauta? 
O Brasil é percebido como um país importante. Nós somos uma das dez maiores economias do mundo, apesar dessa crise toda pela qual estamos passando. Como estamos muito voltados para dentro, por causa da crise, não nos damos conta de que o Brasil é um país relevante no cenário global. E o problema é que ignoramos isso. Deveria haver no Brasil um debate de uma agenda política, diplomática, econômica e comercial e de inovação e tecnologia, que vai influir na própria formulação da política econômica. Mas aqui não há essa percepção que os fatores externos têm uma influência muito grande na definição da política econômica. O Brasil é um país muito grande, tem grandes problemas e há essa percepção de que o Brasil tem uma fronteira que delimita a autonomia do País de definir política econômica e agenda externa. Isso não existe.  
O próximo governo lidará pelo menos por dois anos com a política econômica do governo Trump. Como o Brasil pode se preparar para esse cenário? 
O que o Trump está fazendo já tem repercussão no Brasil, na economia brasileira. Quando ele baixa os tributos isso tem um impacto para a competitividade brasileira. Quando o novo governo fizer, espero que se faça, uma reforma tributária, vamos ter de levar isso em consideração. Não adianta nada congelar os tributos e ter de baixá-los para as empresas brasileiras serem competitivas no exterior. Sobre essa questão das barreiras que ele está colocando, do protecionismo americano, num primeiro momento pode ser que haja um produto brasileiro que se beneficie do desvio de comércio para a China ou da China ou de algum outro país para os EUA. Mas a médio e longo prazo, em termos comerciais, o Brasil vai perder como todos os outros países.  
De que outras formas essa política pode prejudicar o Brasil?
Um outro aspecto é que essas medidas americanas geram uma grande incerteza no cenário internacional. E essa incerteza vai fazer com que haja menos investimento e uma queda do crescimento global e do comércio exterior. Já estamos sentindo aqui no Brasil o aumento da taxa de juros lá nos EUA. O real se desvalorizou muito com relação ao dólar por causa da política monetária seguida pelos EUA.  
O sr. vê propostas nesta área nessas eleições? 
O que ocorre lá fora imediatamente tem impacto aqui no Brasil e uma das necessidade de todos os candidatos aqui é aumentar o comércio exterior, porque isso gera mais emprego no Brasil. Agora, o ambiente externo está se transformando em um algo diferente dos últimos anos, em que o Brasil poderia ter se beneficiado. Hoje, o ambiente externo de incerteza, de insegurança e de queda no crescimento e do comércio exterior não é tão favorável ao Brasil. Trump também está ameaçando taxar automóveis da Europa. Isso vai ter um efeito brutal. Automóveis são uma das áreas do comércio exterior que mais têm comércio. Terá efeito em todos os países, incluindo Brasil, que exporta para o México, para a Argentina. O futuro governo vai ter de se preocupar com essas coisas e vai ter de agir rapidamente para ajustar a economia brasileira a essa nova situação internacional. 
O que mais preocupa nessa nova situação? 
Um outro fator importante para o Brasil é o que o vai acontecer com a Organização Mundial do Comércio (OMC), que os EUA querem destruir, acabar com ela. A OMC é importante para o Brasil por causa do mecanismo de solução de controvérsias. Países de médio porte, como o Brasil, e pequenos têm de confiar nesses mecanismos de julgamento de diferenças comerciais entre as nações. Para nós, é importante que a OMC seja mantida com força nessa área de arbitragem, de solução de controvérsias.  
Como o senhor definiria hoje a política externa brasileira? 
Em resumo, o Brasil tem de terminar seu isolamento e o atraso do País em termos de inovação e tecnologia. O Brasil tem de definir onde está seu interesse a médio e a longo prazo, coisa que não estamos fazendo. O Brasil e o Mercosul nos últimos 18 anos assinaram três acordos comerciais. O mundo negociou mais de 400. Estamos isolados, o Brasil está isolado, atrasado e crescendo menos. Essa que é a realidade. Não adianta melhorar a situação aqui sem se colocar no mundo. Temos de aumentar a voz do Brasil no mundo, nos organismos internacionais e inserir o Brasil de novo nos fluxos dinâmicos da economia e do comércio exterior.  
Quais foram as consequências? 
Nós perdemos competitividade. Esse que é o grande problema hoje da economia, da produção nacional, da exportação nacional. É a perda da competitividade por políticas equivocadas, pelo aumento dos impostos, pela burocracia, pela ineficiência. Isso é resultado dos últimos 15, 16 anos. Com o nosso isolamento e a política de se privilegiar o sul, a política Sul-Sul, ficamos longe dos países desenvolvidos, onde estão tecnologia, financiamento e inovação.  
O senhor cita em seus artigos o exemplo da França, onde um movimento de centro venceu o debate polarizado entre esquerda e direita. Teremos algo parecido?
Bom, não vimos isso até aqui. Vamos ver quando começar o debate na TV, no qual todos os candidatos vão falar. Tem de haver um debate público em que essas ideias todas sejam discutidas. Temos de eleger um candidato que saiba qual é o desafio interno e o externo, e quais propostas ele vai apresentar para tirar o Brasil desse buraco que a gente está.  
Por que, como o senhor diz, as próximas eleições serão um divisor de águas? 
No segundo turno, vamos ter um debate entre dois modelos. Um modelo estatista, olhando para trás, e um modelo de reformas, de alguns candidatos que queiram fazer reformas. É entre isso que a população vai decidir e terá impacto nos próximos 10, 15 anos. Se a população brasileira escolher um candidato que olhe para trás e queira desfazer as reformas que foram feitas ultimamente, então a crise que estamos vivendo vai continuar muito forte e vai nos levar a uma situação próxima à da Grécia. Já estamos vendo isso no Rio de Janeiro. Se escolhermos um candidato que se proponha a fazer reformas, olhar para frente, abrir a economia, vamos ter a possibilidade de juntar aos fluxos dinâmicos da economia e do comércio internacional. A opção que a sociedade vai fazer terá muita importância para os jovens, que enfrentarão o problema do desemprego, da melhoria das condições de vida aqui no Brasil.  
A Venezuela é um tema importante. Houve uma mudança recente na abordagem ao tema? 
O Brasil tem de ter uma participação mais ativa para encaminhar alguma solução . Não sei como é que vai ser. A Venezuela, que está na fronteira, tem esse problema dos refugiados, dos direitos humanos que o Brasil tem de enfrentar. Há além disso a ameaça à nossa fronteira, por onde entram drogas, armas. Foi feita uma correção de rumo importante. Antes estávamos com a (ex-presidente) Dilma defendendo a Venezuela quando já se sabia que o país estava num caminho autoritário, pouco democrático. Com a mudança do governo aqui, o impeachment, o Brasil passou a criticar o regime na Venezuela e a cobrar do país mudanças políticas, liberdade dos presos políticos, autorização para levar ajuda humanitária. Com o novo governo, o Brasil terá de ter uma posição com outros países, com os EUA, com o México, a Colômbia, para resolver o problema e tornar a Venezuela democrática.

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Rubens Barbosa, livro: O lugar do Brasil no mundo: agenda modernizadora


Rubens Barbosa: 
O lugar do Brasil no mundo: agenda modernizadora
(São Paulo, Sesi-SP, 2018)

Sumário



Introdução ,    9


PARTE 1- AGENDA MODERNIZADORA

1.     Integração ou desintegração regional ,   15
2.     A nova agenda externa para o Brasil em um mundo em transformação ,  18
3.     A nova geopolítica global ,  36
4.     A nova revolução francesa | Modernização do Estado ,  39
5.     Agenda para um Brasil moderno ,   42
6.     As perspectivas das relações Brasil-EUA nos próximos dez anos ,     45
7.     Autoridade internacional para hidrovia ,   57
8.     Déficit diplomático ,  .60
9.     Desafio à política industrial brasileira ,  63
10.  Desafios internos e externos ,  66
11.  Desafios para o Brasil em um mundo em transformação ,  69
12.  Integração do Brasil à economia global ,   81
13.  Made in China 2025 ,  84
14.  Manifesto ,  87
15.  O Brasil e as recentes negociações comerciais e internacionais ,   89
16.  O Brasil e os acordos comerciais ,  105
17.  O Brasil e os BRICS ,   108
18.  O Brasil em um mundo em transformação ,  115
19.  O lugar do Brasil no mundo ,  .118
20.  Parceria transpacífico: liberalização competitiva ,  121
21.  Profissão: político ,  124
22.  Projeto de futuro ,  127
23.  Uma nova agenda para a área externa ,     130
24.  Tabuleiro das Nações e o Brasil ,     133


PARTE 2 – COMÉRCIO EXTERIOR

1.     A Camex e o interesse nacional ,   141
2.     A volta da China como grande potência ,   144
3.     Acordo comercial na América Latina ,  147
4.     China, economia de mercado? ,  .150
5.     Comércio exterior no novo governo ,  153
6.     Mercosul: 25 anos ,     156
7.     Mercosul passado a limpo ,   159
8.     Presidência brasileira do Mercosul ,     162
9.     Luz no fim do túnel ,  165




PARTE 3 – DEFESA

1.     A crise econômica e as Forças Armadas ,  171
2.     Base militar russa na Venezuela e chinesa na Argentina ,   174
3.     Defesa nacional: por um país mais seguro ,  177
4.     Defesa, uma questão de segurança nacional ,  .180
5.     Missão não cumprida ,  183
6.     Segurança cibernética ,  186


PARTE 4 – POLÍTICA EXTERNA

1.     A crise na Venezuela e o Brasil ,  191
2.     História esquecida: os soldados da borracha ,  194
3.     A política externa do governo Temer ,     197
4.     A política externa e a crise política ,  200
5.     A política externa do PT e do PSDB ,  204
6.     A política externa e as eleições ,  .210
7.     A volta da China como grande potência ,  .213
8.     Afinidades ideológicas ,  .216
9.     América do Sul em um mundo em transformação ,  219
10.  Balanço da política externa do governo Dilma ,     222
11.  Comédia de erros ,     225
12.  Déficit diplomático ,  228
13.  Donald Trump, presidente ,  231
14.  Entre a ética e a real política ,  234
15.  Fim da União Soviética ,  .237
16.  Grandes desafios para um ministério em crise ,  .240
17.  Históricas mudanças em Cuba: desafios e oportunidades , 243
18.  Missão não cumprida ,  246
19.  O Brasil e a OCDE ,  249
20.  O Brasil e o Oriente Médio ,     252
21.  O maior espetáculo da Terra ,  .255
22.  O Reino Unido e a Europa ,  258
23.  Os BRICS em nova fase ,     261
24.  Política externa e o interesse nacional ,  264
25.  Presidência brasileira do Mercosul ,  267
26.  Reforma do Conselho de Segurança ,  270


PARTE 5 – POLÍTICA INDUSTRIAL

1.     Política industrial: um debate necessário ,  275
2.     Política industrial: um debate necessário 2 ,  278


PARTE 6 – POLÍTICA INTERNA

1.     A política externa e a crise política ,  .283
2.     Conselho de Relações Interacionais ,  286
3.     Governo e PT atacam o Brasil no exterior ,  289
4.     Novothink tankem São Paulo ,  292
5.     O Brasil em primeiro lugar | Hora da verdade ,    295
6.     Por falar em corrupção ,  299
7.     Síndrome do pessimismo ,  302