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Este blog trata basicamente de ideias, se possível inteligentes, para pessoas inteligentes. Ele também se ocupa de ideias aplicadas à política, em especial à política econômica. Ele constitui uma tentativa de manter um pensamento crítico e independente sobre livros, sobre questões culturais em geral, focando numa discussão bem informada sobre temas de relações internacionais e de política externa do Brasil. Para meus livros e ensaios ver o website: www.pralmeida.org.

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terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Energy Statecraft of Brazil - Book by Klaus Guimarães Dalgaard (disponivel na Funag)



FUNAG publica o livro “The Energy Statecraft of Brazil - The Rise and Fall of Brazil's Ethanol Diplomacy”
O livro “The Energy Statecraft of Brazil - The Rise and Fall of Brazil's Ethanol Diplomacy”, do professor-assistente da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Klaus Guimarães Dalgaard, analisa o desenvolvimento da política energética do Brasil entre 2012 e 2017. Originalmente apresentada como tese de doutorado defendida na London School of Economics and Political Science (LSE) em 2012, a obra foi atualizada com análise em novas entrevistas com fontes primárias e secundárias. A apresentação é feita pelo diretor do Departamento de Energia, ministro João Genésio de Almeida Filho.
O livro já está disponível para download gratuito na biblioteca digital da FUNAG.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

IPRI, 30 anos; reuniao com coordenadores de pos em RI, na VI CORE, 10/11/2017 - Paulo Roberto de Almeida

O "discurso" abaixo não foi pronunciado, por diversas razões, entre elas por falta de tempo, como sempre acontece nos seminários acadêmicos: começamos sempre tarde, pelos atrasos naturais do modo brasileiro de comportamento em face de horários estritos, e acabamos atrasando todo o desenrolar do seminário porque as pessoas falam demais e ultrapassam o tempo devotado a cada um. Por isso preferi não falar, abrindo imediatamente a palavra aos ex-diretores do IPRI, os que me precederam no cargo (pelo menos o que puderam estar em Brasília para a VI Conferência de Relações Exteriores, organizada pela Funag), para depois dar espaço às falas dos coordenadores de cursos de pós-graduação em RI das universidades brasileiras.
Não foi pronunciado, mas nada impede que se faça o registro de minhas intenções ao escrever estas palavras, um dia antes. Em postagem subsequente, vou trancrever a pequena nota de registro sobre essa reunião.
Paulo Roberto de Almeida 


Saudação aos coordenadores de cursos de pós-graduação em RI

Paulo Roberto de Almeida
 [Objetivo: reunião no quadro da VI CORE; finalidade: saudação aos coordenadores ]


Caros coordenadores, colegas de carreira, demais participantes,
Gostaria, em primeiro lugar, de saudar e agradecer, a cada um de vocês, a presença, nesta reunião que marca os 30 anos do IPRI, do qual sou diretor; no ano passado, na V CORE, realizada em Belém, comemoramos os 45 anos da Funag, presidida pelo embaixador Sérgio Eduardo Moreira Lima; o CHDD, atualmente dirigido pelo embaixador Gelson Fonseca, e que está, aliás, cumprindo os 15 primeiros anos de sua existência formal. Datas simbólicas como estas, envolvendo nossos principais órgãos de interação com a comunidade acadêmica, e com a sociedade civil de modo geral, nos oferecem a oportunidade de fazer um balanço retrospectivo do que conseguimos fazer, no período decorrido desde o marco inaugural, apresentar uma avaliação das iniciativas empreendidas no período recente, e também traçar algumas linhas prospectivas sobre o que gostaríamos, ou sobre o que desejaríamos fazer no período que se abre à nossa frente.
Encontros como este podem, de fato, oferecer essa bem-vinda visão externa que nós, responsáveis internos, necessitamos para reavaliar nosso trabalho, recolher sugestões quanto a novas iniciativas e disponibilizar novamente um espaço de interação entre, de um lado, operadores da política externa, que somos os diplomatas, e, de outro lado, os analistas, os pesquisadores, os estudiosos da política externa, da diplomacia brasileira, e das relações internacionais, de modo geral, o que representa, justamente, uma ponte, um espaço de diálogo e uma nova oportunidade para um recíproco enriquecimento em nossas esferas respectivas de atuação. Diplomatas, por mais pragmáticos que sejam, não se guiam apenas pela agenda de trabalho das organizações internacionais, pelas relações concretas entre Estados no plano bilateral, pelo fluir dos fatos e processos reais no plano do cotidiano, mas se apoiam, igualmente, numa determinada visão do mundo, numa concepção que se têm, que é adquirida, sobre o papel do Brasil no sistema internacional, numa interpretação mais vasta do que é possível fazer para, na famosa equação do ex-chanceler Celso Lafer, transformar oportunidades externas em possibilidades internas de desenvolvimento e de inserção mundial.
Essa visão do mundo, a memória histórica sobre a evolução do sistema internacional no último meio século, os desenvolvimentos recentes nos planos econômico, político, militar e mesmo cultural nos são dados, justamente, pela comunidade acadêmica que gravita em torno da diplomacia, que respira política externa, e que está continuamente examinando, com lupa ou telescópio, por vezes com bisturi ou aparelho de radiografia, a constante mutação das dinâmicas mundiais e a postura do Brasil no confronto com esses processos externos.
O Brasil, como todos podem constatar, vive um momento de transição, não apenas ao recompor as bases materiais de uma conjuntura econômica significativamente afetada pela pior recessão de toda a nossa história, mas também ao preparar-se para um novo período eleitoral, que vai colocar as bases políticas para seu itinerário para uma outra data relevante em nossa trajetória como nação: os dois séculos desde a independência, no ano de 2022, em  comemorações a serem comandadas pelo presidente que elegeremos dentro de pouco menos de um ano. Isso significa que temos cinco anos, aproximadamente, para nos prepararmos para o que eu chamaria de “momento de reflexão”, não apenas sobre os nossos últimos duzentos anos, mas também sobre as próximas etapas da construção da nação, sobretudo no terreno da educação, da pesquisa, do oferecimento de “tijolos conceituais” para essa grandiosa tarefa pertencente ao edifício intelectual de um projeto nacional de desenvolvimento econômico e social.
O que eu gostaria de propor aos pesquisadores de relações internacionais, aos analistas de nossa política externa, aos observadores engajados de nossa diplomacia é justamente um esforço concentrado em torno da perspectiva do Bicentenário, em 2022. Já dispomos, de certa forma, de uma cartografia e de um relato do que fizemos até aqui, e para isso eu me permito citar a obra recentemente publicada do embaixador Rubens Ricupero, “A Diplomacia na Construção da Nação, 1750-2016”, na verdade cobrindo uma cronologia um pouco mais ampla do que essa, pois parte da restauração da soberania portuguesa, em 1680, e assina um prefácio em julho de 2017, já no âmbito do governo atual. Creio que se trata de uma boa base para nossas reflexões e para novas pesquisas em torno dos episódios e processos mais importantes cobertos nessa obra que já nasce clássica.
Nosso papel, o da Funag, o do IPRI e também do CHDD, é justamente o de favorecer uma contínua interação entre operadores da política externa brasileira, os diplomatas, e vocês, que são analistas críticos daquilo que fazemos, ou que poderíamos fazer, no plano complexo e diversificado de nossas relações exteriores, de nossa inserção internacional. Por isso mesmo, abro a palavra, na sequência aqui feita em ordem alfabética, para que possamos registrar suas observações, comentários e sugestões para nosso trabalho conjunto no próximo ano e mais além.
Muito obrigado.


Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 9 de novembro de 2017

VI Conferencia de Relacoes Exteriores, Funag-Itamaraty, 8 a 10/11/2017 - discurso inagural

Transcrevo abaixo o discurso de abertura da VI Conferência de Relações Exteriores, organizada pela Fundação Alexandre de Gusmão, proferido pelo presidente da Funag, embaixador Sérgio Eduardo Moreira Lima, e realizada no Itamaraty, entre os dias 8 e 10 de novembro.
Não estive presente na abertura, por motivo de viagem e imediata obrigação de aula no programa de doutorado em Direito do Uniceub, mas participei do terceiro dia, presidindo uma sessão dividida em duas fases, uma voltada aos 30 anos de existiencia do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI-Funag), do qual sou Diretor atualmente, e outra para a interação com os coordenadores de cursos de pós-graduação em RI das universidades brasileiras.
Nessa abertura, destaco o trecho voltado para o IPRI:

"Nesta VI edição da CORE, comemora-se 30º aniversário do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI), razão pela qual convidamos ex-diretores do Instituto para participar da Conferência e da Reunião de Coordenadores, paralela a este evento.  O IPRI é órgão da FUNAG que tem por finalidade desenvolver e divulgar estudos e pesquisas sobre temas atinentes às relações internacionais; promover a coleta e a sistematização de documentos relativos a seu campo de atuação; fomentar o intercâmbio científico com instituições congêneres nacionais e estrangeiras; e realizar cursos, conferências, seminários e congressos na área de relações internacionais."

Transcrevo agora a íntegra do discurso inaugural:


Palavras do Embaixador Sergio Eduardo Moreira Lima, Presidente da FUNAG, na cerimônia de abertura da VI Conferência sobre Relações Exteriores (CORE), no Auditório Paulo Nogueira Batista, em Brasília, 9 de novembro de 2017.
Senhor Ministro de Estado das Relações Exteriores, Senador Aloysio Nunes Ferreira,
Embaixador Paulo Estivallet de Mesquita, Subsecretário-Geral da América Latina e do Caribe;
Ministro Michel Arslanian Neto, Diretor do Departamento de Integração Econômica Regional;
Senhores coordenadores e coordenadoras de cursos de Relações Internacionais,  
Caros colegas, professores e alunos,
Senhoras e senhores,

Gostaria de dar as boas vindas aos participantes da VI Conferência sobre Relações Exteriores (CORE), sobretudo aos que vieram de outras cidades. Sejam benvindos. A Fundação Alexandre Gusmão realiza, anualmente, a CORE, que já se vem tornando tradicional no meio acadêmico. Ela aproxima professores, pesquisadores, alunos e diplomatas. Seu foco recai na compreensão das tendências da evolução do poder no cenário internacional, desafios regionais, globais e oportunidades para o Brasil.
2.      A primeira Conferência foi organizada em conjunto com a Universidade de Fortaleza, em 2012. As quatro edições seguintes foram realizadas, respectivamente, com a Universidade de Vila Velha; com a Universidade de Brasília, em homenagem ao 40º aniversário do Curso de Relações Internacionais; com a PUC-Rio, em comemoração aos 15 anos do primeiro curso de pós-graduação em Relações Internacionais no Brasil; e com a Universidade da Amazônia, em Belém, para marcar o lançamento do livro Pedro Teixeira, a Amazônia e o Tratado de Madri, os 400 anos da fundação daquela cidade histórica - na presença do belenense Embaixador Baena Soares, ex-secretário Geral da OEA e ex-Presidente da Funag - e também os 45 anos da Fundação Alexandre de Gusmão.  
3.      A participação do Ministro Aluízio Nunes na abertura da VI CORE ressalta a importância que o Itamaraty atribui a este espaço de reflexão e interação entre diplomacia e academia. Sem o apoio da alta chefia desta Casa, especialmente, do chanceler e Presidente do Conselho da Funag não teria sido possível criar as condições que levaram a Fundação a ser incluída entre os melhores think tanks do mundo, classificação atribuída pela Universidade da Pensilvânia. Tampouco seria provável que 186 países estivessem acessando o portal e a Biblioteca Digital da Funag, que caminha para atingir a marca de 2 milhões de acessos.
4.      A Conferência está dividida em cinco painéis temáticos, sendo eles: i) O futuro da integração na América do Sul: desafios políticos e econômicos; ii) Estratégia de inserção do Brasil na Economia Global; iii) A liderança brasileira em Desenvolvimento Sustentável e o futuro do Acordo de Paris; iv) A reforma da ONU e o futuro do multilateralismo; e v) O retorno da geopolítica e os principais focos de tensão globais.
4.      Muito agradeço aos moderadores e palestrantes, professores e diplomatas, a participação na CORE e a contribuição para o êxito de seus trabalhos, bem como aos coordenadores de Relações Internacionais, que vieram de todas as regiões deste imenso Brasil para enriquecer os nossos debates. Com eles, teremos também, a exemplo dos anos anteriores, reunião para troca de ideias sobre política externa, relações internacionais do Brasil, expectativas, demandas, críticas, que fortalecerão o diálogo em prol do conhecimento, da qualidade do debate e do aprimoramento de nossas instituições governamentais e acadêmicas ligadas ao tema.
5.      Uma palavra de reconhecimento às Subsecretarias do Itamaraty, a Coordenação de Projeto da Funag e a equipe técnica do IPRI, que tanto contribuíram no planejamento e organização deste evento. A exemplo dos anos anteriores, o IPRI colabora na preparação da Reunião de Coordenadores dos Cursos de Relações Internacionais, este ano representados nos níveis de mestrado e de doutorado pelos Professores escolhidos dentro de suas instituições para coordenar o Curso.  
6.      Nesta VI edição da CORE, comemora-se 30º aniversário do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI), razão pela qual convidamos ex-diretores do Instituto para participar da Conferência e da Reunião de Coordenadores, paralela a este evento.  O IPRI é órgão da FUNAG que tem por finalidade desenvolver e divulgar estudos e pesquisas sobre temas atinentes às relações internacionais; promover a coleta e a sistematização de documentos relativos a seu campo de atuação; fomentar o intercâmbio científico com instituições congêneres nacionais e estrangeiras; e realizar cursos, conferências, seminários e congressos na área de relações internacionais.
7.      Essas atribuições traduziram-se, em 2017, em extenso calendário de eventos acadêmicos, como palestras-debates com professores brasileiros e estrangeiros, a série de palestras “Encontro IPRI-IRBr: Percursos Diplomáticos”, palestras ministradas por Embaixadores de carreira, lançamentos de publicações e a edição dos números 4 e 5 do periódico “Cadernos de Política Exterior”, além do seminário “O Brasil e a Grande Guerra: diplomacia e história, realizado na segunda-feira última no Rio de Janeiro .
8.      Durante o ano de 2017, a Funag colaborou com diversas iniciativas em conjunto com o Itamaraty. Destaco o Curso para Diplomatas da CPLP, a IV Mesa-Redonda “O Brasil, o BRICS e a Agenda Internacional” e a Conferência “Micro e Pequeno Empreendedorismo Brasileiro no Exterior”, além de seminários como a “Novas Disciplinas do Comércio Internacional”, “Os Tribunais Internacionais e a Regulação da Economia Internacional”, “Diálogo sobre Financiamento de Florestas e Mudança do Clima”, “Palácios: Expressão Espacial do Poder Político” e o “Centenário de Roberto Campos”.
9.      Gostaria de ressaltar, igualmente, algumas das principais obras editadas pela Fundação no ano de 2017: “A Obrigação Universal do Desarmamento Nuclear", do juiz da Corte Internacional de Justiça Antonio Augusto Cançado Trindade, os volumes da série “Barão do Rio Branco: caderno de notas”, a edição revista da A Integração Brasil-Argentina – Historia de uma ideia na "visão do outro"; “Os Desafios e Oportunidades na Relação Brasil-Ásia; "A Security Council for the 21st Century: Challenges and Prospects"; “A diplomacia do marechal: intervenção estrangeira na Revolta da Armada”,  “Formação da Diplomacia Econômica no Brasil” e “The Non-Proliferation Treaty and Latin America as a Nuclear Weapon-free Zone”.  Diplomacia Presidencial; e Oswaldo Aranha, um Estadista brasileiro (em dois volumes).
10.     A FUNAG possui uma Biblioteca digital com mais de 600 livros. Com mais de 1,5 milhão de livros baixados entre janeiro e setembro deste ano, o acesso digital gratuito à Biblioteca Digital da FUNAG tem contribuído para democratizar o conhecimento das relações internacionais e disciplinas correlatas. Concorre, também, para que a literatura especializada brasileira nesses campos alcance os grandes centros editoriais formadores de opinião no mundo. Não se trata de um resultado trivial. Este ano, o Brazilian Diplomatic Thought, Policymakers and Agents of Foreign Policy (1750-1964) foi recomendado pelo Kings College de Londres, prestigiosa universidade britânica, a seus alunos de pós graduação.  Foi também apresentado em Londres durante a Conferência Internacional de Editores Diplomáticos, patrocinada pelo Foreign Office.
11.     É com satisfação que convido, assim, todos os presentes a conhecer as atividades da FUNAG, principalmente sua biblioteca digital.
12.     Agradeço a atenção de todos e formulo os melhores votos de êxito aos participantes da VI CORE. De acordo com o Programa, o Ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, fará a abertura oficial da Conferência com sua palestra magna.

Muito obrigado. 
 Embaixador Sergio Eduardo Moreira Lima

sábado, 4 de novembro de 2017

Seminario O Brasil e a Grande Guerra: IHGB-RJ, 6/11/2017, 9:00hs



Seminário “O Brasil e a Grande Guerra: Diplomacia e História”
A Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG), o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) e a Embaixada da França no Brasil convidam para o seminário “O Brasil e a Grande Guerra: Diplomacia e História”. O evento será realizado em 6 de novembro, às 9h, na sede do IHGB, Rio de Janeiro. Confira a programação completa.
Inscreva-se.
Serviço
Seminário: “O Brasil e a Grande Guerra: Diplomacia e História”.
Local: Av. Augusto Severo, nº 8, 9º, 13º andar, Glória 20021-040, Rio de Janeiro.
Data e hora: 6 de novembro, às 9h.

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Quando do início da guerra na Europa, fui convidado pelo jornalista Alberto Dines para dar uma entrevista em vídeo para emissão especial que ele preparava para o seu "Observatório da Imprensa". Não disponho do link para essa emissão, se ainda estiver disponível.
Mas transcrevo abaixo a ficha do texto-guia para a emissão que eu tinha preparado para aquela ocasião.


2622. “A guerra de 1914-1918 e o Brasil: impactos imediatos, efeitos permanentes”, Hartford, 26 junho 2014, 5 p. Roteiro para gravação de um depoimento em vídeo para emissão especial do Observatório da Imprensa, sobre o impacto da Primeira Guerra Mundial sobre o Brasil em termos políticos, econômicos, culturais e militares; depoimento por meio de webcam; feitas duas gravações de dois minutos cada. Publicado em Mundorama (28/07/2014; ISSN: 2175-2052; link: http://www.mundorama.net/?p=14424); postado duas vezes no Diplomatizzando (links: http://diplomatizzando.blogspot.com/2014/06/o-brasil-e-primeira-guerra-mundial-no.html e http://diplomatizzando.blogspot.com/2014/07/a-primeira-guerra-mundial-e-o-brasil.html). Emissão “Os 100 anos da guerra que não acabou”, com Alberto Dines, Programa n. 736 do Observatório da Imprensa (em 5/08/2014; sem link atual). Postado novamente no blog Diplomatizzando (15/08/2017; link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/a-grande-guerra-e-seus-efeitos-sobre-o.html). Relação de Publicados n. 1138.


quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Macron acabou com o populismo na Franca? - Palestra no IPRI (31/10)


A Fundação Alexandre de Gusmão – FUNAG e o seu Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais – IPRI – têm o prazer de convidar para a palestra-debate “Does Emmanuel Macron’s Election mean the end of populists in France?”, a ser proferida pelos professores da Science Pos, Marc Lazar e Dominique Reynié. A palestra será realizada no Auditório Embaixador Paulo Nogueira Batista, no anexo II do MRE, no dia 31 de outubro de 2017, às 09h.

Confira a programação. Será disponibilizado certificado de participação. 
Palestra: “Does Emmanuel Macron’s Election Mean The End of Populists in France?”.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Seminario “Brasil-India - Instituto Rio Branco, Brasília, 24-25/10/2017

Convite seminário
"Brasil-Índia: 70 anos de relações diplomáticas"


A Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG), o Ministério das Relações Exteriores e o Indian Council of World Affairs (ICWA) promoverão o Seminário “Brasil-Índia: 70 anos de relações diplomáticas”, a realizar-se nos dias 24 e 25 de outubro de 2017, no Instituto Rio Branco, em Brasília.

Com o objetivo do aprofundar o debate sobre as relações bilaterais entre o Brasil e a Índia, o seminário será composto por palestras sobre "70 anos das relações Brasil-Índia: de onde viemos, desafios atuais nas relações bilaterais e caminhos para maior aproximação"; e  por 3 painéis: (i) segurança alimentar e energética: complementaridades e possibilidades de cooperação entre Brasil e Índia; (ii) evolução das relações econômicas e comerciais Brasil-Índia e perspectivas futuras; e (iii) parceria entre Brasil e Índia para a construção da governança global no século XXI. 

Para mais informações e inscrição visite a página oficial da FUNAG.

Serviço

Seminário: “Brasil-Índia: 70 anos de Relações Diplomáticas”.
Local: Instituto Rio Branco.- Brasília/DF.
Data e hora: 24 e 25 de outubro, às 9h30.
 
O evento será em inglês.

domingo, 17 de setembro de 2017

Cadernos de Politica Exterior, publicacao do IPRI - exemplares disponiveis

Retiro da página pertinente na Biblioteca Digital da Funag, os links para os Cadernos de Política Exterior, do qual sou um dos editores, ao lado do vice-diretor do IPRI, Marco Tulio Cabral, e que se dedica a expor, analisar e discutir os grandes temas da política internacional, da política externa brasileira e questões afins.
Paulo Roberto de Almeida

Cadernos de Política Exterior

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Trata-se de uma publicação semestral que reúne textos sobre política externa e relações internaciona.. 

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Cadernos de  Política Exterior - Ano 2 • Número 3 • Primeiro Semestre 2016
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Cadernos de Política Exterior - Ano 1 - Número 2 - Segundo Semestre 2015
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Cadernos de Política Exterior - Ano 1 - Número 1 - Primeiro Semestre 2015
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terça-feira, 5 de setembro de 2017

A Uniao Europeia e sua politica exterior - lancamento de livro - IRBr, 12/09, 16hs


A Fundação Alexandre de Gusmão e a Delegação da União Europeia no Brasil convidam para a Mesa-Redonda de lançamento do livro A União Europeia e sua Política Exterior, de autoria de Olivier Costa, que será realizada na terça-feira 12/09 às 16h30 no Auditório do Instituto Rio Branco (SAFS lote 2/3, em frente ao STJ).
 
O evento será aberto pelo Presidente da FUNAG, embaixador Sérgio Moreira Lima, pelo Subsecretário-Geral de Assuntos Políticos Multilaterais, Europa e América do Norte, embaixador Fernando Simas Magalhães, e pelo Diretor-Geral do Instituto Rio Branco, embaixador José Estanislau do Amaral Souza Neto. 
Haverá então palestra do embaixador da União Europeia no Brasil, João Gomes Cravinho, seguida de comentários da chefe da Divisão da Europa Meridional e da União Europeia, conselheira Viviane Rios Balbino, e do professor Eduardo Viola, da UnB. 
Após o término do evento, será realizado coquetel, a ser oferecido pela Delegação da União Europeia.
 
A versão digital do livro "A União Europeia e sua Política Exterior" pode ser baixada gratuitamente no seguinte endereço:
http://funag.gov.br/loja/index.php?route=product/product&product_id=867
 
O evento é aberto ao público mediante inscrição, que pode ser realizada na página da Fundação Alexandre de Gusmão:
http://www.funag.gov.br/index.php/pt-br/