O que é este blog?

Este blog trata basicamente de ideias, se possível inteligentes, para pessoas inteligentes. Ele também se ocupa de ideias aplicadas à política, em especial à política econômica. Ele constitui uma tentativa de manter um pensamento crítico e independente sobre livros, sobre questões culturais em geral, focando numa discussão bem informada sobre temas de relações internacionais e de política externa do Brasil. Para meus livros e ensaios ver o website: www.pralmeida.org.

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sexta-feira, 18 de maio de 2018

Antonio Houaiss: um intelectual diplomata (projeto)

Em 1953, com base em denúncia de colega de carreira, Amaury Banhos Porto de Oliveira, Paulo Augusto Cotrim Rodrigues Pereira, Jatyr de Almeida Rodrigues e Antonio Houaiss foram submetidos a processo administrativo no Itamaraty. Eles foram afastados do Itamaraty, sem qualquer defesa, pelo presidente Getúlio Vargas, que os colocou em disponibilidade inativa, não remunerada, com base em sumária “exposição de motivos” do Conselho de Segurança Nacional. A condenação dos quatro foi anulada em 1954 pelo Supremo Tribunal Federal, por vício de forma e cerceamento da defesa.
Em 1964, Antonio Houaiss, então ministro de segunda classe, foi aposentado compulsoriamente pelo novo regime. O inquérito de 1964, que o afastou do Itamaraty, bem como sua própria defesa, “inútil” como ele antecipava, figuram no livro de Antonio Houaiss, A Defesa (Rio de Janeiro: Avenir, 1979).
Paulo Roberto de Almeida

ACERVO MEMORIAL DIGITAL ANTONIO HOUAISS


Antonio Houaiss (15 de outubro de 1915 – 7 de março de 1999) foi um intelectual brasileiro, era o quinto de sete filhos de um casal de imigrantes libaneses, Habib Assad Houaiss e Malvina Farjalla, radicados no Rio de Janeiro. Com dezesseis anos, começou a lecionar português. Foi professor, filólogo, diplomata de carreira, acadêmico, ecdota, lexicógrafo, tradutor, orador, conferencista, crítico literário, ensaísta, político, teórico do socialismo, ministro de Estado, foi presidente da Academia Brasileira de Letras, Ministro da Cultura e membro da Academia das Ciências de Lisboa. Autor de livros, organizou e elaborou duas enciclopédias. Publicou dois dicionários bilíngues inglês- português, organizou o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, traduziu o romance Ulisses de James Joyce. Antonio Houaiss ingressou no Ministério das Relações Exteriores em 1945, enquanto Conselheiro – Ministro de 2a. Classe foi cassado pelo Regime Militar em 1964.

A primeira fase do projeto: 

Dispersos de Antônio Houaiss (2012-2015) 
Instituições envolvidas: PPGF UFRJ, CEBELA e PUC RJ

O projeto, dispersos de Antônio Houaiss, consistiu no levantamento, classificação, organização e arquivamento de material localizado, criando uma base de dados que consta de documentações referentes à vida política, da atuação cultural e científica de Antônio Houaiss. Acervo digital sobre curadoria do Centro Brasileiro de Estudos Latino Americanos – CEBELA, feita a localização de escritos e registros audiovisuais, e dos produtos culturais e intelectuais. Coletado e digitalizado em banco de dados e disponível no site do acervo digital

A segunda fase do projeto: 

Consolidação, construção do blog e conclusão (2015-2016)
Instituições envolvidas: Instituto de Medicina Social – UERJ, CEBELA e PUC RJ

Por consolidação, entende-se o retorno às fontes, para o aprofundamento, na localização de material cultural, diplomático e político, processo esse iniciado no ‘Projeto Dispersos de Antonio Houaiss.Considera-se Consolidação todo material que venha somar ao já existente, a localizado, como texto ou depoimento oral de autoria de Antônio Houaiss não publicado em obra (livro) de sua assinatura exclusiva, incluídos artigos de imprensa e entrevistas a meios gráficos e eletrônicos e discursos 

Desenvolvimento do Site e Conclusão do projeto

Abertura


O segundo acesso, consta do material relacionado a Vida Cultural de Antônio Houaiss: Filologia, Literatura e Cultura:


Biografia de Antônio na Academia Brasileira de Letras, Teses e Dissertações sobre a Tradução de Ulisses de James Joyce, Artigos sobre as Traduções de Ulisses de James Joyce, Apresentação dos Tradutores para língua portuguesa de Ulisses  de James Joyce, Teses e Dissertações sobre o Dicionário Antônio Houaiss, Artigos sobre a Comissão Machado de Assis e a Participação de Antônio Houaiss e Textos sobre a atuação de Antônio Houaiss como membro da Academia Brasileira de Letras (1971 até a sua morte em 1999). Foi presidente da Academia Brasileira de Letras de 1995-1996.
O terceiro acesso, Diplomacia, Política e Sociedade.


Biografia de Antônio no Ministério de Relações Exteriores, acesso a processo de cassação, documentações que fazem parte do Maço diplomático (disponível no blog matriz, fotos, artigos de amigos próximos sobre a sua carreira diplomática, homenagem de seu médico em discurso na Academia Brasileira de Letras, imagem de documentos do Dops, artigos sobre diplomacia. Um pequeno histórico sobre Ruanda no início dos anos de 1960, tabela cronológica das atividades diplomáticas de Antônio Houaiss e imagens que registram a sua vida social, correspondência aos seus amigos próximos e duas correspondências de conteúdo diplomático, constando de seleções de material, que estão no blog matriz em sua totalidade.

O quarto acesso 

COMENTÁRIOS E COLABORAÇÕES. 

Destina-se a colaborações, comentários e perguntas, buscando atender a demanda do usuário.


Toda colaboração deve ser enviada para o depositotabletgsar@gmail.com para ser postado. Está dividida em campos temáticos. Traduções de Ulysses de James Joyce, Machado de Assis e o estabelecimento do seu texto submetidas as regras criadas por Antônio Houaiss e por último Diplomacia e Cultura.

O quinto acesso

MATRIZ / BANCO DE DADOS 

Tem a função de ser o Banco de Dados que concentra o que foi localizado e digitalizado, e informações adicionais como referências e localizações de fontes.



Gustavo Saboia de Andrade Reis
Mestre em Filosofia – PPGF – UFRJ, Psicólogo – USU.
 Pesquisador Bolsista Faperj – Instituto de Medicina Social – UERJ


Professor Dr. André Rangel Rios 
Coordenador de Pesquisa 
Instituto de Medicina Social - UERJ

segunda-feira, 26 de março de 2018

Itamaraty cria grupo de trabalho do bicentenário da Independência (DOU, 26/03/2018)

Publicado em: 26/03/2018 | Edição: 58 | Seção: 1... - Paulo Roberto de Almeida

Publicado em: 26/03/2018 | Edição: 58 | Seção: 1 | Página: 162
Órgão: Ministério das Relações Exteriores / Gabinete do Ministro
PORTARIA Nº 270, DE 22 DE MARÇO DE 2018
O MINISTRO DE ESTADO DAS RELAÇÕES EXTERIORES, no uso de suas atribuições legais, resolve:
Art. 1° Fica instituído grupo de trabalho do bicentenário da Independência ("Grupo de Trabalho"), incumbido de propor e organizar atividades comemorativas do bicentenário da Independência do Brasil, vinculado ao Gabinete do Ministro de Estado das Relações Exteriores.
Art. 2° Compete ao Grupo de Trabalho:
I - propor projetos e iniciativas de cunho histórico e acadêmico no âmbito da celebração do bicentenário da Independência;
II - coordenar-se com as demais iniciativas existentes, de órgãos públicos e privados, tendentes aos mesmos objetivos;
III - indicar representantes do Ministério das Relações Exteriores na Comissão Nacional do Bicentenário;
IV - promover a publicação, no âmbito do Ministério das Relações Exteriores e da Fundação Alexandre de Gusmão, de obras e coleções alusivas ao tema objeto desta Portaria;
V - suscitar programas de cooperação internacional relativas ao tema;
VI - colaborar em todas as iniciativas e empreendimentos visando recuperar e preservar a memória do Ministério das Relações Exteriores nos temas pertinentes às suas competências.
Art. 3° O Grupo de Trabalho será composto por representantes das seguintes unidades administrativas do Ministério das Relações Exteriores:
I - Gabinete do Ministro de Estado
II - Secretaria Geral das Relações Exteriores;
III - Fundação Alexandre de Gusmão e seus órgãos subsidiários;
IV - Instituto Rio Branco;
V - Subsecretaria-Geral de Cooperação Internacional, Promoção Comercial e Temas Culturais;
VI - Subsecretaria-Geral do Serviço Exterior;
VII - Secretaria de Planejamento Diplomático.
§ 1º O Grupo de Trabalho será coordenado pelo chefe de Gabinete do Ministro de Estado, que designará os seus representantes e um coordenador adjunto, incumbido de auxiliá-lo na organização das atividades comemorativas do bicentenário da Independência do Brasil.
§ 2º A Fundação Alexandre de Gusmão atuará como secretaria de apoio técnico e administrativo do Grupo de Trabalho do Bicentenário.
§ 3° O coordenador e o coordenador-adjunto poderão convidar servidores, acadêmicos, especialistas e representantes de órgãos e entidades públicas e privadas, quando considerar necessário, para contribuir para o cumprimento do objeto desta Portaria.
§ 4° Os representantes designados para compor o Grupo de Trabalho desempenharão suas atividades sem prejuízo daquelas decorrentes de seus respectivos cargos ou funções, sendo a participação considerada prestação de serviço relevante e não remunerada.
Art. 4º O Grupo de Trabalho não constitui unidade gestora autônoma.
Art. 5° Os casos omissos relacionados com o cumprimento do objeto desta Portaria serão resolvidos pelo coordenador ou pelo coordenador-adjunto.
Art. 6º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
ALOYSIO NUNES FERREIRA

segunda-feira, 19 de março de 2018

Claudio Humberto: sempre ferino contra o Itamaraty

Sem comentários, ou apenas um: o jornalista padece da necessidade de falar mal de alguém, sempre...

19 DE MARÇO DE 2018
O Ministério das Relações Exteriores oficializou como Gaoa (Grupo de Apoio Operacional e Logístico) o que antes existia apenas no anedotário do Itamaraty como “Departamento de Escadas e Corredores (DEC)”, para onde são despachados diplomatas malquistos pela cúpula, com a maior pinta de desterro. Funciona no porão do anexo 2, conhecido por “Bolo de Noiva”, onde o lixo se acumula, não há água, telefone ou extintor de incêndio e lâmpadas estão queimadas.
O Itamaraty juntou no porão do Bolo de Noiva embaixadores do melhor nível com colegas que têm má fama e, inclusive, extensa ficha policial.
Asilaram no Gaoa os embaixadores Antonio Pedro e Patrícia Lima, após 5 anos no Sudão. Também fizeram elogiado trabalho no Kuaite.
Carlos Henrique Cardim, um dos mais respeitados intelectuais do Itamaraty, também acabou no porão do Bolo de Noiva.

Entre profissionais com imensa contribuição à diplomacia, enfiaram no Gaoa também uns malucos, espancador e um assediador mulheres.

O Itamaraty sob o regime militar - livro de Jamil Chade

Não conheço o livro, mas já gostei. Não é difícil explicar.
Isso porque, quase dez anos atrás escrevi um capítulo num livro "dedicado" (que palavra feia) ao AI-5 sobre o papel do Itamaraty nesses anos de chumbo, aqui referido:
Paulo Roberto de Almeida, “Do alinhamento recalcitrante à colaboração relutante: o Itamaraty em tempos de AI-5”, in: Oswaldo Munteal Filho, Adriano de Freixo e Jacqueline Ventapane Freitas (orgs.), “Tempo Negro, temperatura sufocante": Estado e Sociedade no Brasil do AI-5 (Rio de Janeiro: Ed. PUC-Rio, Contraponto, 2008; 396 p. ISBN 978-85-7866-002-4; p. 65-89); disponível na plataforma Academia.edu (link: https://www.academia.edu/5794095/066_Do_alinhamento_recalcitrante_%C3%A0_colabora%C3%A7%C3%A3o_relutante_o_Itamaraty_em_tempos_de_AI-5_2008_).
Vou tentar comprar imediatamente o livro do Jamil...
Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 19 de março de 2019

Porto Alegre: Jamil Chade lança em maio “O caminho de Abraão”. O livro é o primeiro “romance-denúncia” do jornalista autor de livros que mostraram a corrupção na FIFA e Comitê Olímpico Internacional

Nos encontramos só uma vez, foi em 2015 no estúdio da Rádio Guaíba, quando Jamil Chade lançou por aqui o maravilhoso “Política, Propina e Futebol”, denunciando a corrupção na Fifa. Depois disso viramos “amigos virtuais” e comecei a prestar mais atenção no trabalho do correspondente do jornal O Estado de São Paulo na Europa. Jamil faz parte de um seleto time de correspondentes brasileiros no exterior. Em 2014, foi um dos pesquisadores que colheu material para a Comissão Nacional da Verdade. Seu trabalho consistiu em pesquisar os arquivos da ONU para entender qual foi a participação da diplomacia brasileira na defesa do regime militar. É autor junto com o jornalista búlgaro Momchil Indjov, do livro “Rousseff”: A história de uma família búlgara marcada por um abandono, o comunismo e a Presidência do Brasil., que conta em paralelo as histórias da presidente Dilma Rousseff e de seu meio-irmão Luben-Kamen Russev, a quem ela jamais conheceu pessoalmente. A obra explica como Dilma e seu meio-irmão búlgaro formaram suas visões de mundo, ambos perseguidos por aparelhos repressores estatais. Enquanto a brasileira foi presa e torturada por se identificar com o marxismo e opor-se à ditadura militar, Luben-Kamen foi perseguido por não apoiar o regime comunista.”Observar esse paralelo é mapear a tragédia do século 20. Ambos viveram a ditadura, mas cada um de um lado da Cortina de Ferro”, explica Chade.
Com missões a mais de 70 países, Chade viajou com Papa Bento XVI e Papa Francisco ao Brasil, percorreu a África com o secretário-geral da ONU, Ban Ki Moon, acompanhou refugiados no Iraque, Somália, Darfur e Libéria, e centenas de outras histórias. Suas reportagens sobre os bastidores do esporte mundial renderam ao repórter diversos prêmios, além de participações na CNN, BBC, canais espanhóis, canadenses, suíços e de diversos países. Chade tem três livros publicados. “O Mundo Não é Plano” (2010) foi finalista do Prêmio Jabuti. Na Suíça, o livro venceu o prêmio Nicolas Bouvier, principal reconhecimento jornalístico do país. Em 2011, ele publicou “Rousseff” e, em 2014, lançou o e-book “A Copa como ela é” pela editora Cia das Letras. Em 2014, (...) [sic]

JAMIL CHADE é o correspondente do jornal O Estado de S. Paulo na Europa desde 2000 e colunista da Radio Estadão. Em 2011 e em 2013, Chade foi premiado como o melhor correspondente brasileiro no exterior pela entidade Comunique-se. Com missões a mais de 65 países, Chade viajou com Papa Bento XVI e Papa Francisco ao Brasil, percorreu a África com o secretário-geral da ONU, Ban Ki Moon, acompanhou refugiados no Iraque, Somália, Darfur e Libéria, e centenas de outras histórias. Suas reportagens sobre os bastidores do esporte mundial renderam ao repórter diversos prêmios, além de participações na CNN, BBC, canais espanhóis, canadenses, suíços e de diversos países. Chade tem três livros publicados. “O Mundo Não é Plano” (2010) foi finalista do Prêmio Jabuti. Na Suíça, o livro venceu o prêmio Nicolas Bouvier, principal reconhecimento jornalístico do país. Em 2011, ele publicou “Rousseff” e, em 2014, lançou o e-book “A Copa como ela é” pela editora Cia das Letras. Em 2014, Chade foi um dos pesquisadores que colheu material para a Comissão Nacional da Verdade. Seu trabalho consistiu em pesquisar os arquivos da ONU para entender qual foi a participação da diplomacia brasileira na defesa do regime militar.
Política, Propina e Futebol,  sobre os bastidores da Rio 2016 fazem parte do livro Rio 2016: Olympic dreams, hard realities (Brookings Institute Press),

Chega às livrarias em maio meu primeiro “romance-denúncia”. “O caminho de Abraão” (Editora Planeta) Logo anunciaremos lançamentos em São Paulo, Rio, Porto Alegre e Brasilia. Trata-se de um grito desesperado contra o populismo, demagogia e a xenofobia. Contra líderes de todos os lados que, em nome do suposto bem de uma comunidade, defendem injustiças abomináveis contra outros seres humanos. O livro é, acima de tudo, um apelo para que passemos a ver o mundo em sua complexidade e o impacto profundo da desigualdade e da perda de direitos fundamentais. Desejaria que esse livro fosse apenas uma ficção. Mas, lamentavelmente, não o é. Vivemos um período perigoso. Liberdades de pensamento e conquistas garantidas nas últimas décadas estão sob ameaça. Um mundo em que líderes populistas contam meias-verdades e vendem soluções fracassadas. Em partes do mundo, essa política é traduzida na construção de muros. Em outras, num extremismo religioso à serviço de um projeto de poder. Não temos líderes, mas charlatões e vendedores de ilusão, sustentados pela arma do ódio e do medo. Como humanidade, estamos perdemos todas as grandes batalhas das últimas décadas: Afeganistão, Iraque, Líbia, a das drogas na América Latina, a da criminalidade no Brasil, a do terrorismo. A paz sustentável e a segurança jamais virão da mera vitória militar em uma guerra. Mas da garantia de que todos tenham seus direitos assegurados, inclusive aqueles que não pensam como nós.

sábado, 17 de março de 2018

Centenario de Oliveira Lima - textos de 1967

Manoel de Oliveira Lima nasceu há mais de 150 anos atrás (25/12/1867), no Recife, e morreu, há quase 90 anos (24/03/1928) em Washington.
Foi, sem qualquer sombra de dúvida, o maior historiador diplomático brasileiro (até aqui, mas dificilmente será superado).
Aos cem anos de seu nascimento, em 1967, o Itamaraty, aliado à Academia Brasileira de Letras e ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiros, instituições às quais o diplomata-historiador foi filiado, lhe prestavam uma homenagem, ao publicar uma série de conferências, palestras, discursos, ensaios preparados ou pronunciados especialmente para essa ocasião.
Tenho o prazer de colocar à disposição do público interessado o livro publicado 50 anos atrás, por meio deste arquivo em pdf carregado na plataforma Academia.edu. Bastante pesado (mais de 40MB), está na forma em que foi scannerizado, mas pode ser objeto de uma rotação no sentido do relógio em qualquer leitor de arquivos desse tipo.
Neste link:
https://www.academia.edu/36185370/Centenario_de_Oliveira_Lima_1867-1928_

Paulo Roberto de Almeida 
Brasília, 17 de março de 2018




quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

O Itamaraty na Cultura Brasileira - Alberto da Costa e Silva (org.)


O Itamaraty na Cultura Brasileira


Organizador: Alberto da Costa e Silva
Realização: Instituto Rio Branco
1a. edição: Instituto Rio Branco, 2001 (grande formato, ilustrada)
Produção Executiva: Arte 21 – Escritório de Arte e Projetos Culturais
Coordenação Geral de Produção: Karla Osório Netto
Programação Visual: Lumen Argo – Arte e Projeto Evandro Salles

Sumário da 1a. edição:
O Itamaraty na Cultura Brasileira, Celso Lafer *15
Diplomacia e Cultura, Alberto da Costa e Silva *26
Varnhagen, História e Diplomacia, Arno Wehling *40
Ritmos de Uma Vida: Brazílio Itiberê da Cunha Músico e Diplomata, Celso de Tarso Pereira *58
Joaquim Nabuco, Evaldo Cabral de Mello *88
Pai e Filho (Luis Guimarães Júnior e L. G. Filho), Sérgio Martagão Gesteira *106
Aluízio Azevedo, A Literatura como Destino, Massaud Moisés *136
Domício da Gama, Alberto Venancio Filho *158
Oliveira Lima e Nossa Formação, Carlos Guilherme Mota *180
Gilberto Amado Além do Brilho, André Seffrin *198
A Vida Breve de Ronald de Carvalho, Alexei Bueno *214
Ribeiro Couto, o Poeta do Exílio, Afonso Arinos Filho *232
Viagem à Beira de Bopp, Antônio Carlos Secchin *252
Guimarães Rosa, Viajante, Felipe Fortuna *270
Antônio Houaiss, A Cultura Brasileira e a Língua Portuguesa, Leodegário A. de Azevedo Filho *288

Vinícius de Moraes, O Poeta da Proximidade, Miguel Sanches Neto *302
Vinícius, Poeta e Diplomacia, na Música Popular, Ricardo Cravo Albin *316
João Cabral, um Mestre sem Herdeiros, Ivan Junqueira *336
O Fenômeno Merquior, José Mario Pereira *360
Os Autores, *380
2a. edição: Editora Francisco Alves, 2002 (brochura)
Acréscimo de Nota final (sobre funções e títulos diplomáticos), por José Roberto de Andrade Filho

Proposta de 3a. edição: (formato a definir)


Paulo Roberto de Almeida (21/03/2018)