O que é este blog?

Este blog trata basicamente de ideias, se possível inteligentes, para pessoas inteligentes. Ele também se ocupa de ideias aplicadas à política, em especial à política econômica. Ele constitui uma tentativa de manter um pensamento crítico e independente sobre livros, sobre questões culturais em geral, focando numa discussão bem informada sobre temas de relações internacionais e de política externa do Brasil. Para meus livros e ensaios ver o website: www.pralmeida.org.

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domingo, 2 de outubro de 2016

Seminario 200 anos de Varnhagen, no IHGB, RJ: 25-26/10

Em homenagem aos 200 anos do nascimento do patrono da historiografia brasileira, Francisco Adolfo de Varnhagen (nascido em 17/02/1816, perto de Sorocaba, SP), o Instituto Histório e Geográfico Brasileiro organiza, em sua sede no Rio de Janeiro, seminário em homenagem ao grande historiador, diplomata e estrategista da nacionalidade, nos dias 25 e 26 de outubro, sempre pela tarde.
A parte final deste pequeno folder de programação, de apresentação de obras publicadas, ainda precisa ser ajustada, mas o essencial das palestras está confirmado.
O livro ali faltante é o resultante do seminário organizado pela Fundação Alexandre de Gusmão em abril passado, no Instituto Rio Branco, já objeto de algumas postagens minhas neste mesmo espaço, cujos dados são os seguintes:
Sérgio Eduardo Moreira Lima (org.): Varnhagen (1816-1878): diplomacia e pensamento estratégico (Brasília: Funag, 2016, 260 p.;  disponível no site da Funag, link: http://funag.gov.br/loja/download/1156-varnhagen-1816-1878.pdf ). 


Publiquei pequeno resumo de minha contribuição a esse último livro, nestes dois artigos sequenciais de Mundorama:

“O pensamento estratégico de Francisco Adolfo de Varnhagen”, Mundorama; (primeira parte, 17/02/2016, link: http://www.mundorama.net/2016/02/17/o-pensamento-estrategico-de-francisco-adolfo-de-varnhagen-por-paulo-roberto-de-almeida/); divulgado por inteiro no Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/02/o-pensamento-estrategico-de-varnhagen.html).

  “Impactos do pensamento estratégico de Francisco Adolfo de Varnhagen”, Mundorama; (segunda parte, 19/02/2016, link: http://www.mundorama.net/2016/02/19/os-impactos-do-pensamento-estrategico-de-francisco-adolfo-de-varnhagen-por-paulo-roberto-de-almeida/).

Paulo Roberto de Almeida 
Brasília, 2 de outubro de 2016.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

New York Times: fiquem longe da agua da Baia da Guanabara

‘Não caia na água do Rio’, alerta capa do New York Times

O Estado de S.Paulo, 19/05/2014
Foto de Ana Carolina Fernandes para o NYT
Um dos mais influentes jornais do mundo, o The New York Times publica nesta segunda-feira, na sua capa, uma dura crítica ao Rio, que será sede da próxima Olimpíada e, em menos de um mês, começa a receber jogos da Copa do Mundo. A matéria tem o título: “Aviso para os velejadores olímpicos: não caiam na água do Rio” e aponta o dedo principalmente para a ineficácia governamental para organizar os Jogos de 2016.
A matéria, que aparece na capa da edição europeia e também na distribuída nos EUA, é assinada por Simon Romero (correspondente no Rio) e Christopher Clarey e ilustrada com a imagem acima, da fotógrafa Ana Carolina Fernandes. Uma imagem que retrata um Rio muito diferente daquele que aparece na propaganda oficial do Rio/2016. Infelizmente, um cenário que os velejadores vão encontrar já em agosto, quando acontecerá o primeiro evento teste dos Jogos, exatamente da vela.
“Nico Delle Karth, um velejador austríaco que está se preparando para 2016, disse que é o lugar mais sujo no qual ele já treinou”. Assim começa a reportagem, uma das mais duras publicadas pela grande imprensa internacional sobre os preparativos para a próxima Olimpíada. “Ele encontrou de tudo, desde pneus de carros até colchões. A água cheirava tão mal que ele sentia medo de colocar o pé nela para encostar seu barco na areia”, prossegue o NYT.
O jornal lembra que, enquanto corre para terminar seus estádios a um mês da Copa, o Brasil já sofre “críticas mordazes” pela preparação para os Jogos de 2016. A matéria cita as críticas recentes de dois dirigentes importantes: Francesco Ricci Bitti, presidente da Associação das Federações Internacionais, John D. Coates, vice-presidente do COI. Ambos lembraram dos atrasos nas obras: nem 10% do prometido está pronto.
“A Baía de Guanabara oferece o tipo de imagem de cartão postal que as autoridades do Rio querem mostrar como anfitriões dos Jogos de 2016, mas tornou-se o ponto central de reclamações, transformando águas poluídas do Rio em um símbolo de frustrações com os preparativos os Jogos”, escreve o jornal.
As críticas do NYT, extensas, passam pelo jogo de empurra-empurra entre governos municipal, estadual e federal sobre quem faz o que no Rio/2016, lembram que o velódromo do Pan foi desmontado para dar lugar a um 10 vezes mais caro, que o Engenhão está fechado e destacam que o problema da poluição não surgiu ontem.
A reportagem pode ser lida na íntegra no site do NYT.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Columbia University e o Brasil: Centro de estudos brasileiros em Columbia, Escritorio da Columbia no Rio de Janeiro

O fato de a Columbia University ter instalado um escritório de representação no Rio de Janeiro é uma excelente notícia para o estímulo dos intercâmbios recíprocos, assim como o é o apoio dado pela Fundação Lemann ao Centro de Estudos Brasileiros da Columbia em New York. Apenas gostaria de deixar registrado que esse centro foi criado, inicialmente, por iniciativa do Embaixador Rubens Barbosa, e o apoio de personalidades como Armínio Fraga, tendo sido seu primeiro diretor o conhecido brasilianista Albert Fischlow, depois seguido por Thomas Trebat, que justamente assumiu o escritório da Columbia no Rio de Janeiro.
Quanto ao centro, tendo seu mais recente diretor, Marc Hertzman, assumido um cargo de professor na Universidade do Illinois em Urbana, onde também existe um Centro de Estudos Brasileiros apoiado pela Fundação Lemann, aguarda-se a designação de um novo diretor.
Paulo Roberto de Almeida

March 19, 2013Bookmark and Share

Columbia Opens Global Center in Rio de Janeiro


In an ongoing strategy to broaden Columbia’s already extensive global presence and perspective, University President Lee C. Bollinger joins this week with faculty, alumni, Brazilian leaders and a delegation of international visitors to open a Columbia Global Center in Rio de Janeiro, Brazil—the University’s second in South America.
“The opening of our Rio center marks an important milestone in fulfilling Columbia’s distinctive vision of global engagement,” said Bollinger. “The driving principle of the Columbia Global Centers always has been to foster academic collaboration across national boundaries, discover new knowledge, and address challenges facing our society by connecting students and faculty on our home campuses in New York City to partners around the world. It is fitting that Rio de Janeiro, a truly global capital, completes the initial phase in the evolution of Columbia Global Centers, and we look forward to working here in ways that not only deepen our own understanding of Brazil and South America but enhance our contributions to life and learning.”
L-R: Provost John Coatsworth; Mailman School Dean Linda Fried; Marina Grossi, president of the Brazilian Business Council for Sustainable Development; Israel Klabin, director of the Brazilian Foundation for Sustainable Development; Sociology Professor Saskia Sassen; and Architecture Dean Mark Wigley at the opening of the Columbia Global Center in Rio de Janeiro, Brazil
L-R: Provost John Coatsworth; Mailman School Dean Linda Fried; Marina Grossi, president of the Brazilian Business Council for Sustainable Development; Israel Klabin, director of the Brazilian Foundation for Sustainable Development; Sociology Professor Saskia Sassen; and Architecture Dean Mark Wigley at the opening of the Columbia Global Center in Rio de Janeiro, Brazil
In addition to Rio, Columbia has opened centers in Amman, Beijing, Istanbul, Mumbai, Nairobi, Paris and Santiago. Columbia Global Centers promote and facilitate international collaborations, research projects, academic programming and study abroad, enhancing the University’s historic commitment to global scholarship and problem-solving.
With a series of panel discussions and special events this week, President Bollinger,Thomas J. Trebat, director of Columbia’s Rio center, and Safwan M. Masri, Columbia’s vice president for global centers, will join with deans, faculty members and local dignitaries to discuss the future of cities, global perspectives on education, freedom of expression and economic development.
Initial programs and projects based in Rio include a close partnership with Columbia’sGraduate School of Architecture, Planning and Preservation, which has already opened a Studio-X laboratory in the city for experimental work in urban design. The Center is facilitating Brazilian projects for Columbia Law SchoolColumbia Business SchoolColumbia University Medical Center, including the Mailman School of Public Health, and the School of International and Public Affairs. Columbia’s School of the Arts is looking to launch film projects in Brazil, and the Global Scholars Program also seeks a Brazilian component.
“From almost any perspective—economic, political, social, cultural—Brazil exudes vibrancy and growth and has enormous contributions to make to the global community of nations,” said Trebat. “With its national focus now turned squarely toward improving education for all of its citizens and expanding knowledge in all fields, Brazil and its iconic city of Rio de Janeiro are also absolutely perfect hosts for this, the newest Columbia Global Center.”
Columbia Global Centers encourage new relationships across schools, institutes, and academic departments within the University. Some of the research and scholarly initiatives are regionally focused while others involve multiple centers engaged in truly global conversations. The centers also support a significant expansion of opportunities for Columbia students to do hands-on research and service-learning abroad, particularly those who may not want to spend a full semester or academic year off-campus.
Some universities in the United States have built branch campuses and degree-granting schools abroad. Columbia is taking a different path. The Columbia Global Centers provide flexible regional hubs for a wide range of activities and resources intended to enhance the quality of research and learning at the University. They are built on the belief that establishing an interactive network of partnerships across geographic boundaries and collaborations across traditional academic disciplines can help address complex challenges by bringing together scholars, students, public officials, private enterprise and innovators from many fields.
The Rio center occupies about 2,500 square feet of office space in the heart of the city’s commercial center, with close proximity to local universities, research centers and the city transportation system. It houses a small classroom, a seminar room, and offices for use by faculty, students and staff. “The addition of an eighth node in Rio de Janeiro represents an important milestone in the evolution of the network of Columbia Global Centers,” said Masri. “The opportunities the vibrant city of Rio—indeed Brazil—has to offer are vast, in terms of student and faculty engagement as well as partnerships with local universities and institutions. The global center in Rio will also serve as an important hub as we embark on addressing global themes across the network; particularly universal education, health, and the future of cities and urbanization. Brazil is an incredible model of development and reform, provides easy access to the rest of the region, and has graciously welcomed and supported our presence, for which we are incredibly grateful.”
—by Columbia News Staff
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April 23, 2013Bookmark and Share

Lemann Foundation Makes Commitment to Brazilian Studies at Columbia


With the primary goal of building capacity to recruit and fund scholars and students dedicated to social and civic engagement in Brazil, the Lemann Foundation has signed a multi-million dollar agreement with Columbia University for the benefit of several related initiatives. The gift is Columbia’s largest ever for Brazil-related efforts and is the largest gift from a Brazilian donor.
“Combined with the University’s newly established presence in Brazil through its Global Center in Rio, this gift will substantially strengthen Columbia’s already-robust bilateral relationships,” said Columbia Provost John H. Coatsworth. “This generous gift stands out as a game changer for Brazilian studies at Columbia.”
Specifically, the gift establishes and endows the Lemann Center for Brazilian Studies; establishes the Lemann Professorship of Brazilian Studies enabling Columbia to recruit top-notch scholars focused on social issues in Brazil; endows the Lemann Foundation Interschool Fellowship Fund so that Columbia can recruit and fund master’s degree students at the School of International and Public Affairs, the Mailman School of Public Health, the School of Social WorkColumbia Journalism School, and the Graduate School of Architecture, Preservation, and Planning; supports the Picker Center for Executive Education in exploring the feasibility of executive education programs in Brazil; and helps fund collaborations and exchanges organized and executed by the new Global Center in Rio de Janeiro.
Columbia has a long history of scholarship in Brazilian studies. Two of the most important works on Brazilian history—Gilberto Freyre’s The Masters and the Slaves (1934) and Frank Tannenbaum’s Slave and Citizen (1946)—were shaped by Columbia’s intellectual leadership.  Two of the most prominent American scholars focusing on Brazil, Albert Fishlow and Alfred Stepan, have taught at Columbia for decades.
The University has also brought to its New York campus a distinguished set of visitors that includes former President Fernando Henrique Cardoso, Vice President Dr. Michel Temer, and current and former Central Bank presidents Francisco Gros, Arminio Fraga, and Henrique Mereilles. Columbia has also developed ties and collaborations with several prominent Brazilian institutions and scholars. The most notable initiatives include the creation of the Ruth Cardoso Chair, in collaboration with CAPES (the Brazilian federal agency for the support and evaluation of graduate education), FAPESP (the state of São Paulo research foundation) and the Brazilian Fulbright Commission; and agreements with the Fundação Getúlio Vargas, the University of São Paulo, and the Instituto Ling, among others.
—by Columbia News Staff

quinta-feira, 11 de abril de 2013

O Brasil e' um pais normal? O Rio tem governantes racionais? Nao acredito

Após estupro de turista, prefeitura do Rio proíbe circulação de vans na Zona Sul
Usuários e motoristas criticaram a decisão porque terão de gastar mais com transporte, os outros meios podem ficar sobrecarregados e porque a medida pode gerar desemprego.


Será que é possível acreditar nesse tipo de "providência"?
Só pode ser um Primeiro de Abril atrasado...
Ou seja, incapazes de resolver um problema de segurança, as "otoridades" resolvem punir toda a população...
Decididamente, não estamos num país normal...
Paulo Roberto de Almeida

terça-feira, 9 de abril de 2013

Por que me envergonho do meu pais (existem muitos motivos, mas este pertence ao momento)

O Brasil, o Rio, os brasileiros (não todos, claro, apenas uma minoria ativissima) desceram até um nível de degradação moral que é difícil de acreditar que isto esteja acontecendo em nosso país.
E, no entanto, acreditem, a realidade é muito pior do que essa aqui descrita, mas muito pior.
Por acaso ficamos sabendo, porque se trata de uma estrangeira.
Quantas mulheres brasileiras não enfrentam o mesmo destino, ou pior?
Eu me envergonho do meu país, profundamente...
Me sinto mal ao ler coisas como essa.
Paulo Roberto de Almeida

Turista estuprada foi oferecida a homem no Rio

08 de abril de 2013 | 19h 37
FÁBIO GRELLET - Agência Estado
A turista norte-americana de 21 anos estuprada dentro de uma van quando tentava seguir de Copacabana, na zona sul do Rio, para a Lapa, no centro, no último dia 30, também foi oferecida pelos criminosos a um homem, que a recusou alegando que ela estava "muito estragada". O homem, ainda não identificado, seria um criminoso morador de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, a quem o grupo entregou um envelope, enquanto mantinha o casal de estrangeiros refém. Ao ver a moça, já abusada pelo grupo, o homem teria feito cara de nojo. Depois que ele reclamou do estado da vítima, o grupo riu.
O episódio foi contado nesta segunda-feira pelo delegado Gilbert Stivanello, da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). No sábado à noite, uma equipe liderada por Gilbert deteve um adolescente de 14 anos que atuava como cobrador na van onde a menina foi estuprada. Ele foi localizado em um abrigo municipal no centro do Rio. Em depoimento, segundo a polícia, o adolescente negou ter participado dos estupros, mas admitiu ter agredido com uma barra de ferro o namorado da norte-americana, um francês de 22 anos, para evitar que ele reagisse enquanto a namorada era estuprada pelos comparsas.
Três adultos que participaram do estupro estão presos e foram denunciados nesta segunda pelo Ministério Público à Justiça do Rio por estupro, roubo e corrupção de menor. Até a noite desta segunda, o juiz da 32ª Vara Criminal não havia decidido se aceita ou não a denúncia.
Segundo a polícia, o adolescente contou que, quando começou a trabalhar com o grupo, já sabia dos crimes que eles cometiam. Na noite do 30, quando chegou para trabalhar, ele teria ouvido dos colegas que iriam "caçar gringos". O grupo passou várias vezes pela avenida Nossa Senhora de Copacabana enquanto procurava suas vítimas. O casal de turistas, que morava no Rio devido a um intercâmbio para estudar, embarcou na van na altura da rua Miguel Lemos. Ao longo do trajeto, outros passageiros embarcaram, mas tiveram que sair da van depois que um comparsa, que se passava por passageiro, anunciou um assalto. O casal de estrangeiros foi obrigado a permanecer e a moça passou a ser estuprada. A van foi até São Gonçalo, onde a moça foi oferecida. O adolescente teria desembarcado antes.

sábado, 2 de junho de 2012

Rio Branco: exposicao lembra sua vida e obra (RJ)



Rio Branco: 100 Anos de Memórias

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Rodrigo Domit · Rio de Janeiro, RJ
29/5/2012 · 0 · 0
Exposição retrata a história e a memória do Barão do Rio Branco

O Ministério das Relações Exteriores e a Fundação Alexandre de Gusmão apresentam a exposição Rio Branco: 100 Anos de Memória, em homenagem ao Barão do Rio Branco, patrono da diplomacia brasileira, ao ensejo do primeiro centenário de sua morte. A mostra ocupa três salas do Palácio do Itamaraty (Av. Marechal Floriano, 196, Centro), e está aberta de segunda a sexta das 11h às 16h.

A primeira sala apresenta a trajetória de José Maria da Silva Paranhos Júnior, família, juventude e atividades de jornalista, deputado, historiador e erudito, culminando na sua faceta mais conhecida, de diplomata, insuperável advogado do Brasil no estabelecimento pacífico das fronteiras, e de estadista.

A seção seguinte é dedicada à permanência de Rio Branco na memória nacional e sua rápida identificação com a modernização do Brasil na virada do século XIX para o XX, com obras de artistas plásticos, cineastas, escritores e ilustradores que retrataram o Barão e seu tempo. São relembrados os monumentos, escolas, ruas, praças, cédulas e selos que imortalizaram a figura e o nome deste ícone nacional.

Por fim, são exibidos registros cinematográficos da comoção popular em torno do falecimento do Barão, que levou ao adiamento do carnaval, pela primeira e única vez, na cidade do Rio de Janeiro.

Mais informações:
Museu Histórico e Diplomático
Telefone: (21) 2253-2828

Serviço:
Exposição Rio Branco: 100 Anos de Memória
Palácio do Itamaraty
Av. Marechal Floriano, 196, Centro
De segunda a sexta, das 11h às 16h
onde fica
Museu Histórico e Diplomático
Palácio do Itamaraty