O que é este blog?

Este blog trata basicamente de ideias, se possível inteligentes, para pessoas inteligentes. Ele também se ocupa de ideias aplicadas à política, em especial à política econômica. Ele constitui uma tentativa de manter um pensamento crítico e independente sobre livros, sobre questões culturais em geral, focando numa discussão bem informada sobre temas de relações internacionais e de política externa do Brasil. Para meus livros e ensaios ver o website: www.pralmeida.org.

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terça-feira, 30 de maio de 2017

Politica externa e relacoes economicas internacionais do Brasil - IPRI-IPEA, Sexta, 2/06

DOIS CONVITES PARA UMA MESMA SEXTA-FEIRA, DIA 2/06/2017
 
 
Relacões econômicas internacionais do Brasil, de Bretton Woods aos nossos dias
Ministro Paulo Roberto de Almeida (IPRI-Funag/MRE)
 
A DINTE/ IPEA  e o IPRI/ FUNAG/ITAMARATY realizarão no dia 2  de junho seu primeiro Seminário Conjunto.
A iniciativa faz parte do programa de trabalho do Acordo de Cooperação IPEA/MRE.
O Seminário constará de apresentação de paper do Ministro Paulo Roberto de Almeida.
O tema será “ A Economia Política das Relações Econômicas Internacionais do Brasil: paradigmas e realidades de Bretton Woods à atualidade”.
O Instituto de Pesquisa em Relações Internacionais (IPRI) é o órgão de pesquisa da  FUNAG do ITAMARATY.

Local . Auditório do 11 o andar do IPEA. 10 hs. Dia 2 de junho de 2017.

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A política externa brasileira no contexto internacional, 1987-2017
Embaixador Sérgio Florêncio (IPEA)
 
A Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG) e o seu Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI) abrem inscrições para a palestra-debate “A política externa brasileira no contexto internacional, 1987-2017”, com o embaixador Sergio Florêncio (IPEA). O evento será realizado em 02 de junho, esta sexta-feira, às 15h, no auditório Paulo Nogueira Batista, anexo II, do Palácio Itamaraty.
As vagas são limitadas e será disponibilizado certificado de participação. Inscreva-se!

Sobre o palestrante
Sergio Augusto de Abreu e Lima Florêncio Sobrinho
Atualmente é diretor de estudos e relações econômicas e políticas internacionais do IPEA. Mestre em Economia - University of Ottawa (1977). Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade do Estado da Guanabara (UEG), atual Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ (1968). Graduado no Curso de Preparação à Carreira de Diplomata pelo Instituto Rio Branco (1970). Vasta experiência na área de Economia, com ênfase em Economia Internacional, desenvolvimento econômico e Relações Internacionais. Ministro de primeira classe do Itamaraty, e desde 1971 desempenhou inúmeras missões diplomáticas, destacando-se como Embaixador do Brasil junto aos Estados Unidos Mexicanos (México) em 2008; Embaixador Alterno na delegação brasileira permanente em Genebra-Suíca, em 2006; e Embaixador do Brasil junto à República do Equador, em 2002.

Serviço:
Tema: A política externa brasileira no contexto internacional, 1987-2017
Palestrante: Sergio Florêncio
Local: Auditório Paulo Nogueira Batista, Palácio Itamaraty, Anexo II, Brasília – DF
Data: 02 de junho de 2017, às 15h

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Livros: preparando a redacao de ensaio sobre as relacoes economicas internacionais no entre-guerras

Com vistas a retomar a redação do segundo volume de minha série de três sobre a diplomacia econômica do Brasil, desta vez cobrindo a República até Bretton Woods, ando comprando livros, de preferência antigos, mas também podem ser recentes, desde que tratando da situação econômica mundial no período entre-guerras, já que esse segundo volume -- provisoriamente intitulado "A Ordem Internacional e o Progresso da Nação: as relações internacionais na era republicana".
Estes são os mais recentes que acabo de encomendar no site do Abebooks.com, que recomendo...
Paulo Roberto de Almeida

domingo, 26 de maio de 2013

Brasil-Argentina: uma análise equilibrada por um conhecedor - Dante Sica


Dez anos de kirchnerismo e a relação com o Brasil

26 de maio de 2013 | 2h 06
DANTE SICA - O Estado de S.Paulo
As administrações kirchneristas completaram dez anos de governo ininterrupto, período que a presidente Cristina Kirchner chamou de "década ganha" (em contraste com a chamada "década perdida" dos anos 80), com certo fundamento se a análise se restringir a comparar pontas do ciclo. Mas considerar estes últimos anos como um todo e como um único esquema de política econômica é, a nosso ver, um erro. Porque, de acordo com nosso diagnóstico, ele é composto por três etapas, não uma só. Uma diferença que não é irrelevante, já que os resultados a que se chega seguindo esse caminho abrem um leque de dúvidas quanto aos benefícios da década.
A primeira etapa é a da abundância, caracterizada por alto crescimento num ambiente de baixa inflação, em que a economia mostrava fortalezas macroeconômicas inéditas. Isso se traduziu rapidamente em melhoria dos indicadores sociais, acompanhada por uma política agressiva das autoridades nacionais nesse campo. Nessa etapa, soube-se aproveitar o vento de popa externo que favoreceu toda a região. A isso se somou um ponto de partida pós-crise de 2001-02 muito favorável, com recursos produtivos ociosos e um câmbio real muito elevado, o que possibilitou um crescimento a taxas inéditas sem se chocar com as restrições fiscais e externas, evitando repetir a história das décadas anteriores. Porém, lamentavelmente, durante esse período se falhou em assentar as bases para sustentar o crescimento.
Isso deu passagem a nova etapa, na qual, em vez de melhorar e mudar essas questões, se tentou remendar as falhas da anterior. Uma etapa em que ficou de lado a abundância, as restrições fiscal e externa começaram a operar em maior ou menor medida e, portanto, os graus de liberdade da política econômica se reduziram. Assim, em meio a uma volatilidade mais acentuada associada a essas margens menores e a um contexto externo conturbado, a economia mostrou maior heterogeneidade em termos de crescimento, com tendência à desaceleração e uma característica que distinguiu essa fase: inflação ascendente até se estabilizar em níveis elevados.
Esse período terminou em 2011. Nesse ano todos os remendos nas inconsistências vindas da etapa anterior se mostraram insuficientes para conter as pressões de todo lado sobre a política econômica, forçando uma mudança de regime. Isto é, não só modificações sobre uma mesma base de política econômica, mas uma mudança total das regras do jogo. Isso abriu nova etapa, a da escassez.
Esse período apagou o crescimento. O investimento despencou e a economia parou de gerar postos de trabalho no setor privado. A economia voltou assim a entrar em cheio, definitivamente, nos ciclos stop-and-go que a caracterizaram em todo o pós-guerra, com uma sucessão de recessões e expansões no marco da inflação alta, embora com uma diferença não desprezível: o contexto internacional, representado pelo preço da soja em torno de US$ 500 a tonelada, e uma pressão fiscal inédita, com uma arrecadação que subiu 10% do PIB em todos esses anos. Num cenário com essas características, é praticamente inexplicável que haja falta de dólares e problemas fiscais. Só o mau desempenho das autoridades pode explicar isso.
Uma década de relação oscilante com o Brasil - A relação com o Brasil foi sempre um reflexo dessas etapas por que transitou a economia argentina nas administrações kirchneristas. Os primeiros anos se caracterizaram por forte aumento das importações do sócio principal, o que deteriorou rapidamente o saldo comercial bilateral. Mas também foi marcada por intensa chegada de investimentos brasileiros, que vieram substituir os de países desenvolvidos. Decisões de investimento que foram enquadradas numa estratégia de internacionalização de empresas do país vizinho, na qual o mercado argentino desempenha papel importante.
Mas no contexto de aumento incessante das importações vindas do Brasil começaram a se fazer ouvir vozes reclamando regulamentações do comércio que protegessem a produção argentina, sobretudo no setor industrial, situação que se agravou com a crise internacional. Assim se intensificaram os primeiros acordos sobre cotas para diversos produtos sensíveis.
Esse panorama se agravou ainda mais já bem entrada a terceira etapa. A necessidade de sustentar o superávit comercial como única ferramenta de geração genuína de divisas na economia obrigou a Argentina a implementar restrições amplas e universais à importação de todo tipo de produtos. O objetivo foi reduzir os déficits comerciais mais significativos em nível setorial, alcançando vários itens de que o Brasil é um dos principais provedores, o que endureceu as posições. Em especial porque a redução das importações oriundas do Brasil muitas vezes não foi compensada por maior produção argentina, mas por um aumento simultâneo da entrada de produtos de outras origens.
Esse cenário piora se somarmos a análise dos maus sinais provenientes do lado do investimento, que têm muito que ver com esse clima negativo em matéria comercial, mas também com a crescente incerteza para fazer negócios na Argentina. O caso Vale, incluindo a forma como se tratou a situação em ambos os países, parece ser a gota d'água do velho formato em que se baseou a relação bilateral (ainda que por trás da decisão da empresa mineradora haja questões próprias de seu negócio), abrindo a porta para um novo cenário que terá de se definir em algum momento próximo.
Assim, a relação bilateral parece estar passando por um equilíbrio muito precário. No entanto, o vínculo histórico e estratégico que nos liga permitirá superar esta e qualquer outra contingência. A vontade política e a vocação de integração nos dois países sempre foram suficientes para resolver as questões em aberto. Mas as tarefas pendentes terão de seguir esperando um momento mais oportuno.
DANTE SICA É ECONOMISTA, DIRETOR DA CONSULTORIA ABECEB.COM, FOI SECRETÁRIO DE INDÚSTRIA DA ARGENTINA 

domingo, 17 de março de 2013

Economia das relacoes internacionais em falta na Unesp: alunos reclamam

Se fosse uma simples questão de adquirir conhecimentos eu poderia recomendar meus livros, que cobrem tanto a economia das relações internacionais, como as relações econômicas internacionais e a diplomacia econômica do Brasil. O problema para os alunos do curso de RI da Unesp-Franca é que eles precisam da matéria dada por um professor, que nem sempre virá no momento mais adequado para permitir sua formação.
Aí está o protesto.
Paulo Roberto de Almeida 

Alunos da Unesp reclamam de falta de professor e temem não se formar

Estudantes de Relações Internacionais de Franca fizeram uma petição.
Coordenação do curso diz que fará concurso e nega prejuízo a alunos.

Rodolfo Tiengo Do G1 Ribeirão e Franca, 14/03/2013 15h26
Alunos da Unesp em Franca reclamam de falta de professor em curso de Relações Internacionais (Foto: Eliana Assumpção/Divulgação Unesp)Alunos da Unesp reclamam de falta de professor (Foto: Eliana Assumpção/Divulgação Unesp)
Alunos da Unesp de Franca (SP) dizem ter medo de não se formar neste ano em razão da ausência de um professor para lecionar duas disciplinas. Cem estudantes do quarto ano de Relações Internacionais alegam que a universidade se negou a contratar um docente para os módulos de economia política internacional e relações comerciais internacionais. Eles fizeram uma petição e entregaram à direção da universidade. A coordenação do curso informou que a abertura de um concurso público já foi confirmada e que os estudantes não terão problemas para se graduar. A reitoria da Unesp, em São Paulo (SP), alegou que o problema está sendo resolvido.
De acordo com os estudantes, a contratação do professor é requerida pelo campus de Franca desde que entrou em vigor, por meio da resolução nº 20, o novo projeto pedagógico do curso – que prevê a inclusão das disciplinas como obrigatórias - e que têm carga total de 120 horas. Como a solicitação não foi atendida, os alunos ingressantes na universidade em 2010 – para os quais a nova resolução já era válida - não tiveram as aulas de economia política programadas para serem dadas no terceiro ano e correm o risco de não ter as de relações comerciais, que segundo a grade curricular estão previstas para o segundo semestre deste ano.
“É frustrante. Muitos tentarão arrumar emprego e não conseguirão. Quero tentar o mestrado, mas não poderei prestar”, disse Kaique Rodrigues Dantas de Carvalho, de 21 anos, estudante do quarto ano de Relações Internacionais da Unesp, um dos autores da petição que foi elaborada no final de fevereiro e disponibilizada pela internet para recolhimento de assinaturas.
A falta do professor afetará também os estudantes do terceiro ano, disse Carvalho. “O tempo de contratação de um professor demora de um ano a um ano e meio. Se esse concurso não for aberto agora, as pessoas do terceiro ano terão o mesmo problema.”
De acordo com estudante, o documento foi entregue à direção da Unesp em Franca e à reitoria, em São Paulo, como última tentativa de resolver a questão e de ter direito às aulas . Caso isso não aconteça, os universitários pretendem entrar na Justiça.
Unesp
Em nota, a reitoria da Unesp em São Paulo comunicou que o assunto tem sido encaminhado com a Unesp de Franca desde 2012 e a expectativa é de que o problema seja solucionado neste semestre. A universidade nega que a falta do professor resulte na não conclusão do curso pelos alunos. “Não há nenhuma possibilidade de que os alunos do curso de Relações Internacionais sejam prejudicados, inclusive em relação a não concluírem a sua graduação”, informou.
O coordenador do curso de Relações Internacionais em Franca, professor Marcelo Passini Mariano, disse que recebeu ainda na quarta-feira (13) a confirmação de que a universidade abrirá concurso público para um professor efetivo e um substituto para lecionar as disciplinas e que estas serão facilmente encaixadas na grade de aulas dos alunos do quarto ano ainda em 2013. “Já está tudo correto, tem concurso aprovado. (...) O projeto pedagógico tem flexibilidade, são disciplinas que poderiam ser dadas tanto no quarto quanto no terceiro ano”, disse.
Contatada pelo G1, a assessoria de imprensa da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado, à qual a Unesp é ligada, disse que a universidade tem autonomia para esclarecer dúvidas sobre sua grade curricular. A reportagem também procurou a direção da Unesp em Franca, que não retornou nossa solicitação até a publicação desta reportagem.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Seminario de relacoes economicas internacionais no Itamaraty

Recebido da Funag-MRE:


Com o intuito de dar seguimento à reflexão sobre a conjuntura e as tendências das relações econômicas internacionais e os desafios e oportunidades que se apresentam ao Brasil, e com base nas pesquisas e trabalhos conduzidos em 2011 em algumas das principais instituições de pesquisa brasileiras, o Ministério das Relações Exteriores (MRE), em parceria com a Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG), tem o prazer de convidar Vossa Senhoria para o “IV Seminário sobre Pesquisas em Relações Econômicas Internacionais” (vide programa no corpo de e-mail), que será realizado nos dias 28 de março (das 14 às 18h00 horas) e 29 de março (das 9h30 às 13h00) de 2012, na Sala San Tiago Dantas, do Palácio Itamaraty, em Brasília.    
As inscrições serão gratuitas, mas a participação se dará sem custos para o Ministério das Relações Exteriores. Caso tenha interesse em participar, agradeceríamos enviar, até 16 de março de 2012, para tiago.nunes@itamaraty.gov.br, com cópia para aurelio.avelino@itamaraty.gov.br, nome completo, cargo, instituição, e-mail e telefones para contato.

Programação:
IV Seminário sobre Pesquisas em Relações Econômicas Internacionais
Data: 28 e 29 de março de 2012
Local: Sala San Tiago Dantas, Palácio Itamaraty, Brasília – DF
Organização: DEC/FUNAG

Programa
28/03/12 – Tarde
14h00 – 14h30 – Credenciamento
14h30 – 15h00 – Abertura
15h00 – 16h25 – Painel I: China
- A Concorrência de Produtos Brasileiros e Chineses em Terceiros Mercados
Autora/Palestrante: Lia Valls Pereira (FGV-RJ)

- Relações Comerciais entre o Brasil e a China: a Concorrência em Terceiros Mercados e os Desafios para a Indústria Brasileira
Autores/Palestrantes: Ariane Danielle Baraúna da Silva e Álvaro Barrantes Hidalgo (UFPE)

- O Intercâmbio Comercial Brasil-China: o Caso das Regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste
Autores: Paulo Ricardo Feistel (UFSM), Álvaro Barrantes Hidalgo (UFPE) e Uacauan Bonilha (UFSM)
Palestrante: Paulo Ricardo Feistel (UFSM)

- Discussão/Debate
16h25 – 16h40 – “Coffee Break”

16h40 – 18h05 – Painel II: África e BRICS
- A África na Agenda Econômica do Brasil: Comércio, Investimentos e Cooperação.
Autores: Pesquisadores do CINDES
Palestrante: Pedro da Motta Veiga (CINDES)

- O Papel das Instituições Formais e Informais para o Crescimento Econômico: Brasil, Rússia, Índia e China em Perspectiva Comparada
Autores: José Alexandre Ferreira e Thales Castro (UNICAP)
Palestrante: José Alexandre Ferreira (UNICAP)

- Análise das Relações Bilaterais entre o Brasil e a Índia pós-Década de 1990
Autores/Palestrantes: Jacqueline A. H. Haffner (UFRGS) e Marcel Jaroski Barbosa (ULBRA)
-Discussão/Debate

29/03/12 – Manhã
09h30 – 10h55 - Painel III: Estudos sobre Exportações Brasileiras e MERCOSUL
- Estimativas dos Índices de Restritividade das Exportações Brasileiras de Manufaturados
Autores: Honório Kume e Guida Piani (IPEA)
Palestrante: Honório Kume (IPEA)

- Análise da Comercialização do Óleo Essencial de Tangerina: um Enfoque das Relações Comerciais entre Brasil e Europa
Autores: Andrea Cristina Doerr, Rúbia Strassburger, Aline Zulian, Jaqueline Carla Guse, Maykell Leite da Costa (UFSM)
Palestrante: Andrea Cristina Doerr (UFSM)

- O Âmbito Político-Institucional do MERCOSUL: a Política Externa Brasileira e o Desenvolvimento Institucional do Bloco
Autores/Palestrantes: Luiz Augusto E. Faria e Giulia R. Barão (UFRGS)
- Discussão/Debate

10h55 – 11h10 – “Coffee Break”

11h10 – 13h00 - Painel IV: EUA, NAFTA e G-20 
- Hegemonia em Tempos de Crise: Lições da Reação dos EUA às Crises e Contestações dos Anos 1970
Autores/Palestrantes: Filipe Almeida do Prado Mendonça e Carlos Eduardo Carvalho (UNESP, UNICAMP, PUC-SP)

- A Crise Financeira dos EUA e suas Prováveis Repercussões na Economia Global e na América Latina: uma Abordagem pós-Minskyana  
Autor/Palestrante: David Ferreira Carvalho (UFPA)
Participação: Flávio Augusto Sidrim Nassar (UFPA)  

- O NAFTA e as Assimetrias: o Caso do México
Autores: Luiz M. de Niemeyer e Mayla Pereira da Costa (PUC-SP) 
Palestrante: Luiz M. de Niemeyer (PUC-SP)

- Estimando o Desalinhamento Cambial para o G-20 e em Alguns Países Selecionados utilizando Análise baseada em Fundamentos
Autor/Palestrante: Emerson Marçal (EESP-FGV)

-Discussão/Debate

13h00 – Encerramento