A Revista Piaui traz matéria sobre o BNDES na Era Lula.
Apenas um trecho:
Em quinze dias de banco, Lessa mudou todos os diretores e superintendentes. “Aquilo lá estava coalhado de tucanos e gente favorável à privatização; eu não podia trabalhar com aquelas pessoas”, explicou. Funcionários tarimbados foram isolados em pequenas salas e deixados sem função. Alguns entraram em depressão e outros se aposentaram. Lessa fez um concurso público e aumentou o número de funcionários de 1 600 para os atuais 2 250. Os novos foram treinados no ideário desenvolvimentista e orientados a não conversarem muito com os antigos. “Foi um período de horror”, contou um velho funcionário. “Havia até câmeras nas salas para vigiar os funcionários.”
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Banco Nacional de Desenvolvimento das Causas Engajadas
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2 comentários:
Desperdício de know-how:
O convívio com funcionários mais antigos serve justamente para que os novatos queimem etapas de desenvolvimento profissional. Para que não cometam erros facilmente evitáveis.
Ben.
Banco Nacional de Desenvolvimento do Estado Surrealista
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