...e espero não ter abusado da confiança de ninguém...
Meus caros leitores, colegas de lista, curiosos, passantes:
Gostaria de me desculpar, sinceramente, pela brincadeira de 1º de abril, que tinha, obviamente, um sentido de puro divertissement inocente, remetendo a uma das tradições mais antigas do nosso comportamento social: um dia devotado às mentiras, como todos sabem.
Sem habilidades jornalísticas para montar uma matéria crível, preferi bater na tecla do “grande prêmio de loteria” que leva o indivíduo a mudar de vida e desaparecer no mundo... (Não seria de todo despropositado se eu, por acaso, aderisse a jogos de azar, o que é virtualmente impossível.)
Ao mesmo tempo em que fico gratificado por ter recebido tantas mensagens pesarosas por minha partida repentina (todas elas registradas, como manifestações de atenção e carinho), guardo um sincero remorso por ter tentado (e conseguido, em parte) enganar colegas com essa mentira quase inocente.
Ficam, pois, apresentadas minhas desculpas formais, tanto pela brincadeira inicial, como por seu prolongamento indevido, através desse “advogado” que remete ao cavaleiro da triste figura, por demais óbvio para passar despercebido.
Tudo isso nos confirma, se ainda fosse preciso, que não devemos confiar na internet e, eventualmente, até em pessoas tão sérias que parecem incapazes de sair da linha traçada pelo “comitê central”.
Vamos dar por encerrado um assunto já fez muita gente perder tempo e nos desviou do foco pretendido por uma instância voltada para (nunca é demais lembrar) temas de relações internacionais e de política externa do Brasil.
Paulo Roberto de Almeida, 2 de abril de 2008
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
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3 comentários:
mesmo assim, a piada foi excelente. hauahuahua.
Na verdade, você descreveu - muito bem! - o sonho de muita gente - meu inclusive. Não o dinheiro, é claro, mas o projeto de vida
NÃO DEIXA DE SER UMA ESPÉCIE DE "ESTUDO ANTROPOLÓGICO", SOCIAL, QUE SEJA. HÁ OUTRO TEXTO QUE, DE FATO , DEVERIA SER ESCLARECIDO.
TALVEZ SE LEMBRE!!!!
DANIEL,SP
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