O que é este blog?

Este blog trata basicamente de ideias, se possível inteligentes, para pessoas inteligentes. Ele também se ocupa de ideias aplicadas à política, em especial à política econômica. Ele constitui uma tentativa de manter um pensamento crítico e independente sobre livros, sobre questões culturais em geral, focando numa discussão bem informada sobre temas de relações internacionais e de política externa do Brasil. Para meus livros e ensaios ver o website: www.pralmeida.org.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Los Argentinos: irrecuperaveis chauvinistas: de Puerto Iguazu a Paso de los Libres - PRAlmeida e CLPalazzo

Mais uma etapa de uma viagem de redescobrimento: percorrendo um longo, mas agradável trajeto entre a famosa tríplice fronteira e uma fronteira bilateral do rio Uruguai, nos deparamos com diversos exemplos da famosa piada sobre o melhor negócio do mundo, que seria, segundo alguns maldosos, comprar um argentino pelo seu valor real de mercado e vendê-lo pelo preço que eles acreditam valer...
Enfim, começamos a segunda-feira saindo de Foz de Iguaçu pela ponte Tancredo Neves, com uma parada no Free Shop argentino da fronteira para comprar um GPS com memória dos mapas do Mercosul, e seguimos pela Ruta Nacional 12, por algumas horas, sob barro e sob chuva, com alguns controles da Gendarmeria pelo caminho.
Paramos, premidos pela fome, no restaurante do Tio Otto, que tinha uma parede absolutamente repleta de latas de cerveja de todos os lugares do mundo, mas proclamando solenemente que a melhor cerveja do mundo era a artesanal de Puerto Rico.
Nunca soubemos que esse "associated state" do Império fabricava a melhor cerveja do mundo, até que descobrimos que o povoado no qual estávamos se chamava, justamente, Puerto Rico, no meio do caminho entre Iguazu e Posadas, no mapa do Google aqui reproduzido:

Assim fomos, numa velocidade compatível com nossa vontade de chegar logo em algum lugar, sem um planejamento prévio quanto a isso. Aliás, o plano era viajar via Corrientes, mas desistimos logo de partida, preferindo seguir encostado no Brasil.
A escolha foi então a de entrar novamente no Brasil para dormir em Uruguaiana, para algumas últimas providências bancárias e outras, do lado brasileiro, antes de penetrar nas terras incógnitas do neoliberalismo macriano.
Depois de desistirmos de atravessar na altura de Santo Tomé-São Borja, caminho que já tinhamos feito em 2009, decidimos fazer o caminho de Itaqui, a primeira e única República Soviética do Brasil.
Sim, pouca gente sabe que naquela tresloucada aventura de 1935 -- mais conhecida como Intentona Comunista, mal dirigida pelo inepto ex-"Cavaleiro da Esperança", o comandante positivista, pessimamente educado no marxismo, Luiz Carlos Prestes (e mais mal orientado ainda pelos ignorantes da III Internacional, o Komintern) --, um punhado de bravos comunistas da cidadezinha de Itaqui, nas barrancas do rio Uruguai, cumpriu rigorosamente as ordens do Comitê Central do Partido Comunista do Brasil (sim, o velho Partidão), e tomou o poder na prefeitura local. Não me lembro agora quantas horas durou esse "poder soviético", mas deve ter sido desbaratado sem muito esforço.
Infelizmente, quando chegamos a Alvear, a última balsa para Itaqui já tinha partido, assim que tivemos de continuar pelo lado argentino até Paso de los Libres, antes de atravessar a fronteira novamente e entrar em Uruguaiana.
No caminho, inevitáveis provas de que os argentinos são os melhores do mundo, e não apenas em matéria de futebol ou Vaticano, mas nessas coisas de produzir o que de melhor existe no mundo, em qualquer área ou setor.
Entre Misiones e Corrientes, inúmeros cartazes de estrada, separados, uns dizendo "Podrán imitarnos", e mais adiante, "Pero igualarnos jamás", ou algo do gênero.

Esta foto, de um caminhão de combustível proclamando o orgulho de ser argentino, confirma o chauvinismo, que deve servir para alguma coisa: compensar as perdas das últimas oito décadas talvez. Mais de um psicanalista argentino (a Argentina possui mais ou menos a metade de todos os psicanalistas de todo o mundo) já analisou esse estranho sentimento de ser argentino, com milhares de livros vendidos a esse respeito, como este aqui, por exemplo:

El atroz encanto de ser argentinos | Marcos Aguinis

Mas vamos descobrir mais a partir de amanhã...
Paulo Roberto de Almeida
com Carmen Lícia Palazzo

Venezuela em ruptura democrática: Unasul e Mercosul nao reagirao?

La Nación (Argentina) – Maduro evitó a la Asamblea y rindió cuentas ante la Corte

Daniel Lozano

Dio su discurso sobre el estado del país en la sede del tribunal chavista y no en el Congreso, como manda la Constitución

CARACAS – "Todavía no hay victoria total, está pendiente. Le doy las gracias al año 2016 porque me enseñó a ser mejor presidente, me enseñó que soy más poderoso que todos los ataques y dificultades, maldades y perversidades." Nicolás Maduro vivió ayer una de esas paradojas tan revolucionarias: impartió su discurso anual al país, pero no rindió cuentas a la nación de lo hecho durante el año pasado.

El jefe del Estado se escabulló amparado en el Tribunal Supremo revolucionario (TSJ), acompañado por sus incondicionales, y no en la Asamblea Nacional, como dicta la Constitución. Entre ovaciones, aplausos y asentimientos constantes de cabeza durante las cinco horas de la "sesión especial" en la sede judicial. Sin una sola crítica, sin un solo murmullo.

La primera vez en la historia de Venezuela que sucede algo así, como si el "hijo de Chávez" estuviera decidido a batir todos los récords posibles, incluyendo la subida de los precios, la caída del PBI o el número de homicidios, uno cada 18 minutos durante 2016, según el Observatorio Venezolano de la Violencia.

Maduro, que se definió a sí mismo como "presidente pueblo, pueblo presidente", justificó su ausencia ante elPoder Legislativo por la declaración de desacato fabricada por el TSJ y acusó a los partidos de la oposición democrática de estar controlados por la oligarquía y el imperialismo.

"Otro gobierno no hubiera sobrevivido este 2016", confesó el mandatario, "un año terrible, muy duro, en el que hemos derrotado al golpismo en todas sus expresiones: políticas, económicas, mediáticas, nacionales, internacionales". El líder de la revolución convirtió su discurso anual en algo parecido a los resúmenes que se dan en las televisiones a final de año, una repetición de las banderas bolivarianas, prédicas políticas y amenazas contra la oposición escuchadas durante 365 días.

l presidente no realizó grandes anuncios políticos, con laexcepción del culebrón monetario "estrenado" en diciembre: hoy mismo comenzarán a distribuirse de forma progresiva los nuevos billetes de 500, 1000, 2000, 5000, 10.000 y 20.000 bolívares, exactamente 33 días más tarde de lo prometido por el propio presidente. Maduro también se ha visto obligado a extender un mes más la vigencia del billete "maldito", el de 100 bolívares, hasta el 20 de febrero. El "marrón", como se lo conoce en Venezuela, ha resucitado en tres ocasiones tras las medidas gubernamentales que provocaron el caos monetario.

"Irresponsabilidad y piratería que generó cinco muertes y 350 comercios saqueados", recordó Jesús Torrealba, secretario de la Mesa de la Unidad Democrática (MUD).

Capítulo especial obtuvieron los Comités Locales de Abastecimiento (CLAP), cuyo papel fue "estelar, larespuesta socialista a la guerra económica". Los controvertidos CLAP son la versión modernizada de la libreta de racionamiento cubana: bolsas de comida a precios subvencionados cuyo reparto irregular y salpicado por tramas corruptas se realiza por afinidad política a través de consejos comunales chavistas.

Maduro no dudó en comparar su "victorioso" sistema de gobierno frente a los problemas que estarían viviendo Brasil, la Argentina o España y tampoco tuvo rubor en confesar que tras el "traspié" en las elecciones parlamentarias de 2015 viajó a Cuba, donde Raúl Castro le prometió todo su apoyo.

domingo, 15 de janeiro de 2017

Argentina: uma viagem de re-observacao - Paulo Roberto de Almeida e Carmen Lícia Palazzo

Já fiz o anúncio da viagem, e do roteiro, nesta postagem:
http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/01/em-viagem-de-carro-para-argentina-e.html
Quando digo que é de re-observação é porque já tentamos fazer a mesma viagem sete anos atrás e tivemos de voltar para trás, por falta de gasolina: eram os tempos daquele casal adepto do populismo econômico, os K, que tinham congelado várias tarifas, inclusive eletricidade e, no nosso caso, gasolina.
As consequências de quaisquer intervenções de governantes malucos na economia são sempre as mesmas: distorcem os preços relativos e causam penúrias imediatas nos mercados respectivos. Ou seja, não apenas faltou energia elétrica -- e quando estávamos em Buenos Aires ocorreram vários apagões, que afetaram inclusive hospitais, e aquela viúva maluca foi à televisão pedir pelo amor de Deus aos argentinos não usarem o ar condicionado, num verão de 40 graus -- como sobretudo faltou gasolina, o que nos impossibilitou de seguir adiante.
Desta vez parece que agora vai.
O trajeto até aqui foi tranquilo, a despeito do calor.
Primeira etapa, apenas uma curta esticada de 400 kms de Brasília a Uberlândia, como expliquei na postagem acima.
Segunda etapa, essa que vai acima, atravessando o território paulista, do sul de Minas ao Norte do Paraná. Interiorzão de São Paulo com tarifas de pedágios razoáveis, na faixa de R$ 4,80 na maior parte dos casos. Lamento que não exista um transponder utilizável em vários estados, como nos EUA, com o usuário pagando no seu cartão apenas as passagens efetivamente cruzadas, pois os automáticos em serviço requerem uma assinatura fixa, que não compensa passagens aleatórias como as nossas.
Terceira etapa, já em território paranaense, começou com surpresas: pedágios na altura de R$ 18 ou R$ 21, extorsivos, na suposição de que seja para trajetos mais longos, mas isso deve certamente prejudicar os usuários de curta distância.
Trajeto todo feito em território paranaense, desde Cornélio Procópio (que preciso verificar quem foi, na Wikipedia), como ilustrado no mapa do Google:
Agora em Foz do Iguaçu, aproveitamos para descansar um pouco, visitar uma mesquita nas proximidades do hotel, e preparar a entrada no território de los hermanos, nesta segunda-feira. Ficamos pela segunda vez no Hotel Bela Itália, uma boa opção indo para o centro, antes de tomar o caminho da Argentina, na ponte Tancredo Neves. Falta só comprar repelente, para evitar os mosquitos argentinos, que devem ser mais agressivos do que os brasileiros, sobretudo se forem peronistas...
De Foz a Corrientes são, pela contagem do Google Maps, 625 kms, o que supostamente daria para fazer em sete ou oito horas de viagem, dependendo de quanto tempo se leva no controle alfandegário.
Adelante...




sábado, 14 de janeiro de 2017

Lula, o mestre do cinismo - Josias de Souza

 Candidatura de Lula é uma aposta no cinismo

Josias de Souza

14/01/2017 04:30


Dentro de seis dias, o PT deve deflagrar uma cruzada por eleições diretas e lançar a re-re-recandidatura de Lula. Numa reunião do diretório nacional do partido, o pajé do petismo aceitará o sacrifício de retornar ao Planalto para salvar o país. Não é propriamente um projeto político. Trata-se de uma aposta no poder de sedução do cinismo.

Só há uma coisa pior do que o antipetismo primário. É o pró-petismo inocente, que engole todas as presunções de Lula a seu próprio respeito. Isso inclui aceitar a tese segundo a qual o xamã da tribo petista veio ao mundo para desempenhar uma missão que, por ser divina, é indiscutível.

Todos os líderes políticos cultivam a fantasia da excepcionalidade. Mas nunca antes na história desse país surgiu um personagem como Lula. Dotado de uma inédita ambição de personificar a moral, acha que sua noção de superioridade anistia os seus crimes. E avalia que seu destino evangelizador o dispensa de dar explicações.

Não é a hipocrisia de Lula que assusta. A hipocrisia pelo menos é uma estratégia compreensível para alguém que é réu em cinco inquéritos e convive com o risco real de ser preso. Melhor ir em cana fazendo pose de presidenciável perseguido do que amargando a fama de corrupto.

O que espanta é perceber que, em certos momentos, Lula parece acreditar de verdade que sua missão sublime no planeta lhe dá o direito de cometer atentados em série contra a inteligência alheia. Desprezadas a lógica e as evidências, sobram o cinismo e a licença dada por Lula a si mesmo para tratar os brasileiros como idiotas. Mesmo sabendo que já não encontra tanto material.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Ricardo Bergamini escreve sobre a esquizofrenia economica brasileira

Miopia Econômica
Ricardo Bergamini
13 de janeiro de 2017

Taxa de crescimento, de câmbio, de juros, de inflação, de desemprego, Carga Tributária, Política Fiscal e Política Tributária são termômetros, não febre.
Nos governos e nas empresas os responsáveis pelos indicadores relativos aos termômetros são os tesoureiros com os seus fluxos de caixa, cabendo à Diretoria e ao Conselho de Administração a responsabilidade por cuidar da febre.
Pela enésima vez vou repetir as minhas colocações de que por deformação cultural somente nos preocupamos com os indicadores do termômetro. Se os senhores pesquisarem na internet irá verificar que não faltam artigos abordando os indicadores do termômetro, mas raramente se encontra algum artigo abordando a febre, ou seja: preocupamo-nos mais com as consequências do que com as causas.

Análise dos termômetros econômicos e a febre

Taxa de Crescimento Econômico
Somente ocorre de forma robusta e sadia por dois fatores: descoberta de novas tecnologias e consequente aumento de produtividade, ou aumento de poupança.
A febre é a farsa usada pelo governo do PT de produzir crescimento econômico pela ilusão monetária, com base no aumento de crédito internacional promovido pela emissão de dólares falsos pelos Estados Unidos, para financiar as guerras do Iraque e do Afeganistão gerando uma grande liquidez internacional (no Brasil saindo de 25,39% do PIB em 2002 para 54,48% do PIB em 2015), porém esse modelo ao atingir o esgotamento da capacidade de endividamento das famílias e das empresas se transforma em uma tragédia econômica cuja correção leva muito tempo.
Nos governos militares que utilizaram essa mesma estratégia do falso crescimento lastreado na emissão de dólares falsos emitidos pelos Estados Unidos para financiar a guerra do Vietnam, a partir de 1980 se iniciou a sua bancarrota e ficamos patinando na maionese até o Plano Real em 1994.

Taxa de Câmbio
É um indicador que mostra desequilíbrio nas relações exógenas do Brasil com o resto do mundo.
A febre ocorre por desequilíbrio na carga tributária entre as nações, gerando contrabando, ou desconfiança, risco jurídico, provocando fuga de capital.

Taxa de Juros
É o termômetro menos importante para análise, sendo apenas o preço do dinheiro, que da mesma forma que qualquer outro produto ou serviço, se tiver em abundância o preço desce e caso contrário sobe. Fico pasmo ao ver pessoas preocupadas com esse termômetro. Até os feirantes conhecem a lei da oferta e da procura.
A febre é o descontrole imoral e criminoso de gastos públicos, gerando déficits monstruosos, tendo que serem cobertos com vultosos empréstimos, que os investidores nacionais e internacionais agradecem calorosamente por essa prática criminosa dos governos.

Taxa de Inflação
É um termômetro que indica que a economia está em desequilíbrio entre a oferta monetária e a quantidade de produtos ofertados.
A febre é que somente o governo federal tem poder de combater com a politica monetária e cortes de gastos público.

Carga Tributária
É um termômetro que tem como únicos e exclusivos responsáveis os governos (Federal, Estaduais e Municipais).
A febre é que da mesma forma que nos condomínios, aumentou as despesas, aumenta o rateio da taxa condominial.

Política Fiscal
É um termômetro para apuração das despesas do governo.
A febre é o imoral, criminoso e injusto gastos públicos, principalmente com pessoal, tais como:
- Em 2015 o Regime Geral de Previdência Social (INSS) destinado aos trabalhadores de segunda classe (empresas privadas) com 99,6 milhões de participantes (contribuintes e beneficiários) gerou um déficit previdenciário da ordem de R$ 78,9 bilhões.
- Em 2015 o Regime Próprio da Previdência Social destinado aos trabalhadores de primeira classe (servidores públicos) – União, 26 estados, DF e 2067 municípios mais ricos, com apenas 9,6 milhões de participantes (contribuintes e beneficiários) gerou um déficit previdenciário da ordem de R$ 114,3 bilhões.
- O Congresso Nacional é constituído por 513 deputados federais e 81 senadores e para atenderem a esses 594 senhores, segundo o ministério do planejamento, em dezembro de 2015 existiam 24.896 servidores ativos que custaram R$ 5,4 bilhões. Considerando também os 10.360 servidores inativos que custaram R$ 3,5 bilhões o custo total com essa imoral e criminosa usina de gastos públicos foi de R$ 8,9 bilhões.

Política Tributária
É o termômetro para apuração das receitas.
A febre é a imoral, criminosa, injusta e monstruosa forma de arrecadação brasileira, conforme abaixo:
A composição da Carga Tributária dos Estados Unidos tem como base 83,07% de sua arrecadação incidindo sobre a Renda, Lucro, Ganho de Capital, Folha Salarial e Propriedade (classes privilegiadas da nação americana).
A composição da Carga Tributária do Brasil tem como base 52,82% de sua arrecadação incidindo sobre Bens e Serviços, ou seja: feijão, arroz, ovo, remédio, transporte, dentre outros (na grande maioria atingindo as classes menos privilegiadas, ou miseráveis).

Nota: Antes de encerrar gostaria de saber onde se poderia debater esses assuntos no Brasil? Se souberem me avisem!
Ricardo Bergamini

Em viagem: de carro para a Argentina e Uruguai - Paulo Roberto de Almeida e Carmen Lícia Palazzo

No verão de 2009, tentamos atravessar a Argentina para simples turismo, de carro, pelo país. Não foi possível.
Em virtude do populismo econômico dos Kirchner, ao congelar os preços da gasolina, simplesmente não havia combustível para abastecer nosso automóvel.
Tivemos de voltar para trás: passamos uma semana no Uruguai (Colônia, Montevidéu e Punta del Este) e depois retrocedemos ao Brasil.
Agora parece que vai dar certo, pelo menos não parece faltar gasolina no país de Macri.
Abaixo o nosso esquema tentativo de viagem.
Fizemos, como planejado, o trajeto Brasília-Uberlândia, saindo as 15h40, chegando no Hotel JVA, nosso velho conhecido, às 21h30.
Toca dormir para uma longa jornada neste sábado.
Paulo Roberto de Almeida


Viagem a Mendoza, Buenos Aires – Janeiro-Fevereiro 2017
Paulo Roberto de Almeida, Carmen Lícia Palazzo
Esquema provisório: 12 janeiro  2017

Dia
Etapa
Estrada
Km
Km. T.
Observações
1 Sx 13
Brasília – Uberlândia
050
422
422
6-7hs
2 Sa 14
Uberlândia – Ourinhos
497, 153
848
1.270
Prata, Marília, 12hs
3Do 15
Ourinhos - Foz do Iguaçu
369
670
1.940
10h00
4 Se 16
Foz  - Corrientes
RN 12
625
2.565
Fronteira, chip
5 Te 17
Corrientes - Rosário
RN 11
758
3.323

6 Qa 18
Rosário - cidade

30
3.353
Mestrado Econ, 5-6
7 Qi 19
Rosário - Córdoba
RN 9
434
3.787
5hs
8 Sx 20
Córdoba

40
3.827
passeios
9 Sa 21
Córdoba - Mendoza
RN 7
681
4.508
9hs
10 Do 22
Mendoza

40
4.548
passeios
11 Se 23
Mendoza

60
4.608
passeios
12 Te 24
Mendoza

60
4.668
passeios
13 Qa 25
Mendoza

30
4.728
Mestrado Econ.7-8
14 Qi 26
Mendoza-V. Mackenna
RN 7
462
5.190
7hs
15 Sx 27
Vicuña M.-Buenos Aires
RN 7
600
5.790
8hs
16 Sa 28
Buenos Aires

40
5.830
passeios
17 Do 29
Buenos Aires

40
5.870
passeios
18 Se 30
Buenos Aires

30
5.900
Mestrado Eco.9-10
19 Te 31
Buenos Aires – Colônia
RN 9
120
6.020
Ferry
20 Qa 1
Colônia

40
6.060
passeios
21 Qi 2
Colônia – Montevideo
RN 1
180
6.240
2h30
22 Sx 3
Montevideo

20
6.260
passeios
23 Sa 4
Mvd - Porto Alegre
R8-116
800
7.060
11hs
24 Do 5
Porto Alegre

50
7.110
passeios
25 Se 6
Porto Alegre

50
7.160
passeios
26 Te 7
Porto Alegre – Torres
101
192
7.352
2h30
27 Qa 8
Torres – Florianópolis
101
275
7.627
4hs
28 Qi 9
Florianópolis

60
7.687
passeios
29 Sx 10
Flops – São Paulo
101,116
704
8.391
10hs
30 Sa 11
São Paulo

40
8.431
passeios
31 Do 12
São Paulo

40
8.471
passeios
32 Se 13
São Paulo – Brasília
BR 50
1.006
9.477
13hs