terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

ZELENSKYY at the Munich Conference-2026 - FULL SPEECH (YouTube)

 ZELENSKYY at the Munich Conference-2026

FULL SPEECH

Ukrainian President Volodymyr Zelenskyy’s speech at the 62nd Munich Security Conference, taking place on February 13–15, 2026, in the heart of Bavaria.

During his address, the President of Ukraine will outline the country’s position on the current security situation, international support for Ukraine, European and Euro-Atlantic integration, as well as broader global challenges and threats.

https://youtu.be/PqenCQA3sAc?si=JWSC5418HnPvi8kK

A Polarização e o Fim da Confiança: Um nó a ser desatado - DIOGO DUTRA Revista ID

 A Polarização e o Fim da Confiança

Um nó a ser desatado
DIOGO DUTRA
Revista ID, FEV 16, 2026

I. A polarização como sistema: da disputa ao aprisionamento
Muito já se escreveu sobre a polarização. Mas é necessário atualizar radicalmente nosso entendimento sobre esse fenômeno. A polarização política atual não é apenas uma intensificação de divergências ideológicas. Ela se transformou em um sistema de bloqueio social e político, uma estrutura complexa que aprisiona o debate público em dois polos rígidos e mutuamente reativos.

No passado, a polarização era vista como parte inerente da democracia. Um certo grau de confronto entre visões de mundo é saudável e necessário. O problema contemporâneo é que a polarização deixou de ser adversarial e passou a ser existencial: o outro não é apenas oponente, mas ameaça. E, como mostra a teoria dos sistemas complexos, quando um sistema entra em regime de lock-in por atratores binários, qualquer possibilidade de reorganização interna se torna cada vez mais difícil.

Essa configuração nos leva a um novo tipo de paralisia democrática. A existência de dois polos fixos e profundamente rejeitados impede que surjam alternativas. A política vira um jogo de eliminação, não de escolha. A sociedade passa a funcionar sob lógica de guerra preventiva.

II. O papel da rejeição: um novo eixo de análise política
Um dos fatores mais críticos, mas ainda pouco discutidos com a devida centralidade, é a lógica da rejeição como eixo estruturante da política polarizada. Em especial no contexto brasileiro, com sistema de dois turnos, os índices de rejeição passaram a ser tão ou mais relevantes que as intenções de voto.

Durante muito tempo, análises eleitorais tradicionais basearam-se unicamente em intenção declarada de voto. No entanto, o cenário atual exige outro tipo de lente. Uma candidatura viável hoje não é apenas aquela que agrega apoios, mas principalmente aquela que consegue reduzir sua taxa de rejeição a níveis sustentáveis. Essa inversão é decisiva: o que define o campo político não é mais o entusiasmo, mas o medo.

É nesse ponto que se revela a falsidade da ideia de que só existe um caminho para vencer “o outro”. A lógica “para tirar Lula, é preciso Bolsonaro” ou “para tirar Bolsonaro, é preciso Lula” é um sintoma do aprisionamento do pensamento público dentro da armadilha binária. Ela só se sustenta quando se ignora a variável da rejeição. Quando ela é incorporada, percebe-se que existem sim alternativas viáveis fora do binarismo, desde que a análise e a opinião pública estejam dispostas a reconhecê-las.

Além disso, é importante observar que os chamados “núcleos duros” de cada campo político — o lulopetismo e o bolsonarismo — provavelmente representam uma fatia minoritária da sociedade, estimada em algo entre 15% e 20% do eleitorado cada. A maior parte da população transita por identificações parciais, motivações circunstanciais e, sobretudo, por rejeição ao outro campo, e não por engajamento afirmativo. No entanto, as pesquisas e análises políticas raramente conseguem distinguir com clareza essas camadas, o que gera a falsa impressão de que “está tudo dominado” por um dos lados. Essa sensação de impotência generalizada intensifica o cinismo, o medo e o radicalismo defensivo.

Sistemas eleitorais mais sofisticados (como votações preferenciais, votação condicional ou sistemas de segundo turno instantâneo) incorporam esse fator. No Brasil, mesmo que o modelo oficial não o faça, a cidadania ativa pode e deve fazê-lo. É uma escolha política e cultural deliberada — e talvez a mais urgente que tenhamos diante de nós.

III. Confiança em ruínas: Fukuyama e a anatomia do colapso
Para entender o enraizamento da polarização, é essencial retornar ao conceito de confiança como infraestrutura invisível da democracia. Francis Fukuyama, em seu livro Trust, desenvolve uma teoria poderosa: as sociedades que conseguem gerar confiança entre cidadãos — para além da família, do clã ou do partido — são aquelas que criam instituições resilientes e economias inovadoras. Já as sociedades de baixa confiança dependem de mediações formais ou autoritárias e se tornam presas fáceis de rupturas.

Quando aplicamos essa leitura ao Brasil e a outros países em processo de polarização avançada, o quadro é claro: o tecido da confiança se dissolveu. Não se confia mais nas instituições (Congresso, STF, imprensa), não se confia mais nos dados (pesquisas eleitorais, estatísticas públicas), não se confia sequer na palavra do outro. Isso tem efeitos profundos: sem confiança mínima, todo o espaço democrático se transforma em trincheira.

Como Fukuyama propõe, a confiança não é uma crença ingênua. Ela é um bem cultural, produzido ao longo do tempo por experiências de reciprocidade e previsibilidade social. Quando essas experiências são sistematicamente rompidas por crises, fake news, oportunismo institucional ou guerras culturais, não sobra base para o funcionamento coletivo. O resultado é o isolamento, a radicalização e a tentação do autoritarismo.

IV. O desbloqueio possível: repactuar ou afundar
Diante desse cenário, não há solução mágica. Mas há um caminho: trabalhar deliberadamente pelo desbloqueio da polarização como prioridade nacional. Isso significa reconhecer que qualquer tentativa de reforma — tributária, educacional, climática, institucional — será sabotada enquanto a polarização seguir como regime dominante.

O centro político, frequentemente acusado de irrelevância ou oportunismo, precisa assumir o papel estratégico de ser o vetor de desbloqueio. Isso exige responsabilidade, mas também pragmatismo: abrir mão de projetos pessoais, rearticular convergências, aceitar imperfeições. Mais do que liderar, é necessário desarmar.

Mas não basta esperar que esse movimento venha das elites. A cidadania também precisa operar sob nova lógica. Isso implica, entre outras coisas:

abandonar a ideia de “voto moral” puramente identitário;
aceitar que a democracia exige negociação e impureza;
votar estrategicamente, levando em conta não só afinidade ideológica, mas o efeito sistêmico do voto sobre o ciclo de polarização.
Nesse processo, é importante abandonar a fantasia de que um herói solitário irá resolver o impasse. O desbloqueio da polarização não será feito por uma única figura carismática, mas por uma engenharia política ampla, composta por uma chapa equilibrada, por uma equipe de governo com capacidade de diálogo entre espectros diversos e por lideranças intermediárias capazes de construir pontes. Esse movimento de coalizão e arquitetura política é que pode oferecer as bases de um novo ciclo democrático, mais plural e menos reativo.

Talvez este primeiro ciclo de governo seja ainda limitado. Talvez seu principal papel seja criar condições mínimas para que, no próximo ciclo, possamos voltar a discutir projeto de país com alguma racionalidade. Mas esse recomeço só será possível se formos capazes de desarmar o atual regime de desconfiança e medo.

Despolarizar não é um projeto de poder. É um projeto de sobrevivência democrática. Não se trata de apagar diferenças, mas de permitir que outras possibilidades possam emergir, fora da lógica do medo e da eliminação. A polarização não é o destino. É o sintoma. E todo sintoma pode ser tratado, desde que nomeado com precisão.

Revista ID é uma publicação apoiada pelos leitores.

Hostilidade contra os muito ricos, uma especialidade da Oxfam

 A hostilidade contra os muito ricos, estimulada por entidades "beneficientes" como a Oxfam, resulta em que eles emigram para outras paragens:


No ano passado, 1.200 milionários brasileiros decidiram que a grama do vizinho é, de fato, mais verde. Levaram com eles não só a saudade, mas R$ 46 bilhões que deixaram de circular na nossa economia. Menos milionários aqui significa menos investimentos, empregos, salários mais baixos e menor arrecadação para serviços públicos. É um efeito dominó que chega até o seu bolso. Enquanto os super-ricos buscam segurança pessoal e financeira em lugares como EUA, Portugal e paraísos fiscais do Caribe. Já o Brasil enfrenta um dilema: um cenário macroeconômico com recordes positivos - Bolsa em alta, desemprego em baixa - mas uma crescente incerteza tributária e de segurança que espanta o capital. A questão não é “ser contra os ricos”. É entender que, enquanto nossos vizinhos como Costa Rica e Uruguai desenrolam o tapete vermelho para atrair investimentos e gerar prosperidade para todos os seus cidadãos, nós corremos o risco de ver a riqueza e as oportunidades irem embora. A grande pergunta é: o que acontece quando a maré da economia, inevitavelmente, virar? Estamos preparados para a debandada? Este não é um problema para eles. É um desafio para nós.
https://www.youtube.com/watch?v=Stdk_gOIWwI

Só em janeiro, investidores estrangeiros colocaram mais de R$ 26 bilhões na Bolsa brasileira, isso é mais dinheiro do que em todo o ano passado inteiro. O impacto é direto. Bolsa em forte alta, recordes sendo renovados e dólar pressionado para baixo, mas o mais importante é entender o porquê. Com incertezas políticas e fiscais nos EUA, dólar mais fraco e preços elevados por lá, investidores globais estão reduzindo exposição ao mercado americano e buscando alternativas, e o Brasil aparece no radar por dois motivos principais: "Primeiro: as ações brasileiras continuam relativamente baratas quando comparadas a outros mercados. Segundo: em um cenário global de realocação de capital, países emergentes voltam a ganhar espaço.". Dinheiro não tem ideologia, ele vai para onde enxerga oportunidade. Se o fluxo continuar, mesmo com solavancos no caminho, a tendência estrutural pode seguir positiva por mais algum tempo.
https://www.youtube.com/watch?v=K5AoJD12R6U

Desemprego diminui, mas os gastos com seguro desemprego aumentam - Airton Dirceu Lemmertz

 Sempre foi assim: incentivos perversos fazem com que o desemprego diminua, mas os gastos com seguro desemprego aumentam signficativamente:


De: Airton Dirceu Lemmertz:

Bem-vindo a um dos maiores paradoxos da economia brasileira atual. Em 12 meses, os gastos com seguro-desemprego saltaram de R$ 47 bilhões para R$ 57 bilhões, enquanto o desemprego caía. A explicação revela um sistema quebrado e existem duas razões principais: "1) Conceitos Diferentes: “desempregado” para a estatística: quem procura emprego. Que é diferente do “desempregado” para receber o auxílio: quem não tem trabalho formal. 2) Incentivos Perversos: o desenho dos nossos programas sociais cria uma armadilha. Com uma série de benefícios atrelados a não ter um emprego registrado com o Bolsa Família, e entre outros, o sistema desestimula a formalidade e a busca por trabalho.". Hoje, 15 milhões de beneficiários do Bolsa Família não trabalham nem procuram emprego, logo, não entram na estatística de desemprego. Muitos acumulam benefícios. O resultado é um ciclo vicioso: informalidade, déficit na previdência e impostos mais altos para todos. O Brasil não gasta pouco com o social, gasta mal. Gastamos 16,8% do PIB com proteção social - mais que a média dos países ricos - com resultados infinitamente piores. Se o gasto já explode com o desemprego na mínima, o que acontecerá quando a economia desacelerar? É uma bomba-relógio fiscal.
https://www.youtube.com/watch?v=3Qv2Kdak6nM

Nunca tantos brasileiros pediram as contas. 9 milhões em 12 meses. Parece loucura em meio a notícias de crise, mas é o oposto: é um sinal de força. Com o desemprego nos menores níveis históricos e a renda subindo acima da inflação, o poder trocou de mãos. Agora, ele está com o talento. O pedido de demissão não é sobre abandonar o trabalho. É sobre buscar algo melhor. Os mais jovens estão puxando a fila, e a moeda de troca deles não é apenas o salário. É saúde mental, qualidade de vida e flexibilidade. Para as empresas, isso não é um problema. É um ultimato. A rotatividade de 36% é o custo da inércia. O preço de não ouvir, de não adaptar, de não criar um plano de carreira que faça sentido. Quem não evoluir, vai gastar uma fortuna contratando e treinando a equipe do concorrente. Estamos na era da “Rotatividade Estratégica”. Onde ficar parado é o maior risco de todos. Sua empresa está preparada para este novo jogo? Ou você está pensando em ser o próximo a pedir as contas?
https://www.youtube.com/watch?v=pLliKiaUbWI

O Brasil vive um paradoxo: nunca tivemos tão pouca gente desempregada, mas a inadimplência e as falências - de pessoas e empresas - atingiram os maiores níveis desde 2017. A razão tem nome e sobrenome: juros altíssimos. A grande surpresa é: não é só aqui. Nos EUA, a economia mais forte do mundo, as falências empresariais também bateram o recorde da última década. Só que a causa é outra. No Brasil: o crédito caro sufoca. Empresas, especialmente as PMEs, não conseguem rolar dívidas ou investir. O “remédio” para a inflação virou um veneno para o crescimento. Nos EUA: o tarifaço de Trump. Barreiras comerciais encareceram insumos, desorganizaram cadeias de produção e espremeram as margens. Quem pagou a conta? As pequenas e médias empresas, que não têm fôlego para absorver o choque. Duas potências e dois caminhos, um destino trágico para muitos negócios. A lição é clara: não basta ter crescimento econômico. É preciso ter crescimento EQUILIBRADO. Políticas mal desenhadas, seja aqui ou lá, sempre deixam um rastro de destruição. E a sua empresa, como está navegando neste cenário?
https://www.youtube.com/watch?v=IyzrjEtciNE

A taxa de desemprego não mede todo mundo que não trabalha, ela mede apenas quem não trabalha e está procurando emprego. Quem não procura, simplesmente não entra na conta. Hoje, cerca de 15 milhões de pessoas não trabalham e nem procuram emprego. Elas não aparecem na taxa de desemprego, por isso, para entender o momento da economia, o dado mais importante é emprego, não desemprego. O que os números mostram é impressionante. Nos últimos cinco anos, o Brasil ganhou 23 milhões de pessoas empregadas. Com mais gente trabalhando, aconteceu o óbvio, o consumo subiu, e cresceu ainda mais porque os salários aumentaram em termos reais, acima da inflação. Quando você multiplica mais gente empregada por renda maior, o resultado é um salto histórico na massa salarial. Mais de R$ 100 bilhões a mais por mês entrando na economia. Com esse volume de dinheiro circulando, não é surpresa que o consumo e a atividade econômica tenham avançado. A economia às vezes parece confusa, mas os dados contam uma história bastante clara.
https://www.youtube.com/watch?v=QKSCaBvni04

A lógica do mercado de trabalho que conhecíamos foi invertida. Por décadas, foi simples: os mais velhos se aposentavam, abrindo espaço para os mais novos. Essa engrenagem quebrou. Hoje, conseguir o primeiro emprego está mais difícil para a Geração Z do que para um profissional com 65 anos: "1. Custo de vida disparou: aposentadorias já não pagam as contas. Parar de trabalhar virou um luxo para poucos. 2. Longevidade ativa: muitos simplesmente não querem parar. A experiência se tornou um ativo valioso para as empresas.". Os dados são brutais: nos EUA, a idade média de contratação subiu para 42 anos. A participação de jovens com até 25 anos no mercado caiu pela metade desde 2022, enquanto o número de contratados com mais de 65 anos quase dobrou. O resultado? Uma “guerra fria” geracional. Os jovens enfrentam um funil de entrada cada vez mais estreito e promoções mais lentas. Os mais velhos continuam no jogo, forçando as empresas a repensarem benefícios, flexibilidade e treinamento para uma força de trabalho que não tem data para sair. A “aposentadoria” como um marco definitivo está se tornando uma ideia do século passado. Estamos diante de uma mudança estrutural profunda que redefine não apenas carreiras, mas o próprio ciclo da vida em sociedade. O trabalho vai nos acompanhar por muito mais tempo.
https://www.youtube.com/watch?v=J9gG7-3DAmw

A mitologia das "terras raras", uma longa história - memórias de Roberto Campos

A mitologia das "terras raras" tem uma longa história atrás de nós. Copio trecho das memórias de Roberto Campos, Lanterna na Popa, sobre os mesmos mitos ao início dos anos 1960:


 


Teorias conspiratórias sobre a nova ordem mundial - Wikipedia

Tudo o que vcs sempre quiseram saber sobre as teorias conspiratórias – origens, artigos e livros, principais defensores, suas concepções e posicionamentos – está num longo artigo da Wikipedia, cujo link eu disponibilizo aqui aos interessados:
Nova Ordem Mundial (teoria conspiratória)
Wikipedia:


(o artigo tem 27 páginas aproximadamente, mas deve corresponder a todas as curiosidades).


Canadian Prime Minister Mark Carney blindsides Trump by forming a super alliance of 40 powerful countries to defeat his disastrous MAGA agenda

Canadian Prime Minister Mark Carney blindsides Trump by forming a super alliance of 40 powerful countries to defeat his disastrous MAGA agenda

Carney has become one of Trump's most brilliant adversaries...

According to Politico, the European Union, composed of 27 nations, as well as a geopolitical bloc of 12 Indo-Pacific countries, have begun negotiations to form one of the largest economic alliances in the entire world. This historic pivot comes as Trump continues to wage erratic tariff wars on close allies, turning the once-stable United States into a deeply unreliable partner.

The talks are being led by Canada and will be the fruit of Carney's vision of a world in which the so-called "middle powers" unite to undermine Trump's tariffs and make themselves immune to his bullying coercion.

If successful — and it certainly appears to be heading in that direction — the supply chains of countries as far off as Canada, Malaysia, and Germany could be intwined into one super supply chain.

“The work is definitely coming along,” a Canadian government official said to POLITICO. “We’ve had very fruitful discussions on it with other partners around the world.” 

“We see a lot of value in increasing trade among the EU and [Comprehensive and Progressive Agreement for Trans-Pacific Partnership] parties, which would also contribute to enhancing supply chain resilience,” stated a Japanese trade official.

Last month, Carney gave an astonishing speech at the Davos World Economic Forum during which he announced the end of American dominance, stating that the "bargain no longer" works for the rest of the world. American hegemony once offered benefits, now it offers only chaos.

"Let me be direct, we are in the midst of a rupture not a transition," Carney said during that speech. "Over the past two decades a series of crises in finance, health, energy, and geopolitics have laid the bare risks of extreme global integration."  

"But more recently, great powers have begun using economic integration as weapons," he said, referring to Trump. "Tariffs as leverage. Financial infrastructures as coercion. Supply chains as vulnerabilities to be exploited. You cannot live within the lie of mutual benefit through integration when integration becomes the source of your subordination."

He predicted that allied nations would "diversify to hedge against uncertainty" and "rebuild sovereignty" and that's exactly what's happening with this nascent trade alliance. Carney said that the deal will "create a new trading bloc of 1.5 billion people."

Left out in the cold would be the American people, who will be forced to stand by as the citizens of other nations enjoy easier, cheaper access to reliable goods. Trump has made us a world pariah, and the price will be shouldered by your wallet.

“We hope that if that’s a success, if you can see tangible benefits in different areas, that could also entice other countries to join in and team up in a positive sense,” said Klemens Kober, the Director of Trade Policy, EU Customs, Transatlantic Relations at the Association of German Chambers of Industry and Commerce.

“So the more the merrier," Kober added.

This is what happens when you elect an ignorant conman and give him unilateral power over foreign policy. Trump and his MAGA sycophants thought that the rest of the world would simply roll over as America proceeded to pillage and ransack their coffers. Instead, they'e banding together to completely shatter the balance of power forever.


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