domingo, 20 de setembro de 2026

Nicolau Copérnico sobre a cunhagem de moedas - Leonidas Zelmanovitz (Academia.edu)

 Book Review: 

On the Minting of Money (500th Anniversary Edition),

Nicolaus Copernicus (edited by Ralph Benko)
Author Leonidas Zelmanovitz

Abstract:
Nicolaus Copernicus is remembered primarily as the astronomer who displaced the Earth from the center of the cosmos. Yet his Monetae Cudendae Ratio (“On the Minting of Money”) reveals another Copernicus: a careful observer of monetary disorder and a thoughtful analyst of the social consequences of debased currency. The short volume under review, which presents Copernicus’s treatise alongside essays by contemporary commentators, and the entire text in Latin, succeeds admirably in making this neglected work accessible to modern readers.

https://www.academia.edu/175884049/Book_Review_On_the_Minting_of_Money_500th_Anniversary_Edition_Nicolaus_Copernicus_edited_by_Ralph_Benko_?email_work_card=abstract-read-more

Book_Review_On_the_Minting_of_Money_500th_Anniversary_Edition_Nicolaus_Copernicus_edited_by_Ralph_Benko_.pdf

Não Podemos Esquecer 1948: Declaração Universal de Direitos Humanos - Armando Mariante

 Não Podemos Esquecer 1948

Direitos Humanos na Era do Algoritmo

ARMANDO MARIANTE

SEP 20, 2026

No dia 10 de dezembro de 1948, no Palais de Chaillot, em Paris, a Assembleia Geral da ONU aprovou a Declaração Universal dos Direitos Humanos, cujo artigo primeiro diz:

“Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir, uns em relação aos outros, em espírito de fraternidade.”

(“All human beings are born free and equal in dignity and rights. They are endowed with reason and conscience and should act towards one another in a spirit of brotherhood.”)

A ONU havia sido criada apenas 3 anos antes, sob os escombros sociais e econômicos da Guerra Mundial que eliminou 80 milhões de humanos na maior matança da história.

Essa Declaração foi a resposta forte, gritante, e que se pretendia indelével e definitiva, à assustadora experiência vivida na primeira metade do século XX no qual as duas guerras mundiais, guerras civis, revoluções, genocídios, massacres e mortes por fome e doença diretamente associadas a conflitos, mataram perto de 130 milhões de pessoas.

Fascismo, nazismo, racismo com “viés” científico, antissemitismo, eugenia e totalitarismos de diversos matizes tinham algo em comum: hierarquias entre os humanos. Algumas pessoas pertenciam plenamente à comunidade; outras pertenciam “pero no mucho” e outras deveriam dela ser excluídas. Da exclusão à eliminação foi um passo.

A força e a clareza do artigo primeiro da Declaração derivam do terror que tais ideologias produziram e da crença na capacidade da humanidade em evitá-las no futuro.

Nas décadas seguintes, as gerações pré e pós guerra tinham a Declaração como verdade absoluta e óbvia embora, no mundo real, a retórica inúmeras vezes continuasse sem reflexo na realidade.

O avanço moral de 1948 chancelado pela ONU, preconizava basicamente que nenhum estado, etnia, religião, raça, classe ou partido concede por si só dignidade ao indivíduo. A dignidade vem antes de tudo isso ou, simplesmente, não vem.

O retrocesso era imprevisível e terminou sendo inevitável.

Eis que novas (ou velhas) classes de conservadores, nacionalistas e identitários emergiu com força em tempos recentes munidos com 2 poderosos armamentos de hardware e software: os smartphones e as redes sociais.

A intolerância e a desumanização do adversário encontraram terreno fértil nesse novo ambiente. A dignidade como premissa da raça humana enfraqueceu como conceito.

Surgiu além disso um agravante: as novas gerações (sobretudo a última) estão perdendo a capacidade de ler, imaginar, memorizar, refletir, argumentar. Desvanece-se a memória.

Livros demandam de nós essas habilidades. Vídeos e imagens nos “tik toks” da moda duram poucos segundos e são desenhados para tocar em emoções e promover identificação e compartilhamento, tudo rápido, sem grandes reflexões.

Num livro ou num artigo longo, a imaginação só encontra limites na capacidade criativa do leitor. O céu é o limite. No vídeo de 30 segundos, não. Não é necessário dar espaço à imaginação. O algoritmo foi desenhado exatamente para impactar, despertar emoção, identificação, pertencimento e desejo de compartilhar, tudo rápido.

Pesquisas recentes indicam que praticamente metade dos jovens de 18 a 24 anos tem atualmente nas redes sociais e plataformas de vídeo sua principal fonte de notícias. A mídia mainstream já é absolutamente minoritária na atenção de jovens até 35 anos.

Nos EUA, a mudança é impressionante: entre 2020 e 2025, o número de jovens com menos de 30 anos que dizem ter especificamente o TikTok como provedor regular de notícias aumentou de 10% para 43%.

Não se trata, simplesmente, de mudança na fonte da informação. É muito mais complexo. A mudança é na forma mental através da qual a informação é absorvida.

E aí, eis que entra em cena a IA que acelera e aprofunda essa transição porque viabiliza a produção com custo baixíssimo, de milhares de variações de uma mesma narrativa: texto, voz, fotografia, meme, vídeo, tradução, com comentários artificiais super-espontâneos e facilmente adaptáveis a públicos diferentes; um novo taylor made design.

Antes, as mensagens eram desenhadas para alcançar o maior público possível. Hoje elas são produzidas para maximizar a atenção, impactar e mobilizar o maior número de indivíduos. Mobilizado, o indivíduo passa a divulgador, passa, orgulhosamente, a influencer.

Há fortes evidências de que os movimentos populistas radicais tem sido mais hábeis na utilização dessas ferramentas digitais de massa.

A democracia liberal exige uma capacidade intelectual sofisticada que consiste, basicamente, em aceitar que fulano, ainda que tenha, a nosso ver, ideias absurdas e que esteja totalmente errado em seu julgamento, continue a ter direito de defendê-las e, eventualmente, até ganhe uma eleição. Isso parece banal mas não é, de jeito nenhum.

Esse mecanismo exige distinção entre julgamento político e julgamento moral.

As redes sociais, com frequência, induzem o oposto. Elas recompensam indignação, certeza, simplificação e pertencimento. Com frequência, são “binárias”, do tipo sim ou não, preto ou branco, amigo ou inimigo.

O adversário deixa de estar errado. Passa a ser mau. Depois passa a ser perigoso e, eventualmente, inimigo. E quando é considerado perigoso ou inimigo, emerge uma pergunta que já apareceu muitas vezes na história: Por que ele deveria ter os mesmos direitos que nós? Por que ele deveria estar entre nós?

Tem o outro lado da moeda, felizmente. A mesma tecnologia que espalha desinformação, permite acesso a bibliotecas inteiras, aulas importantes, lectures extraordinárias, documentos históricos, praticamente todo o conhecimento acumulado pela humanidade, coisa que há 20 ou 30 anos não era acessível à grande maioria dos humanos.

Pesquisa do Reuters Institute aponta a que há jovens criadores que fazem justamente o contrário da provocação midiática: apresentam assuntos complexos de forma simplificada de modo a incentivar os jovens a voltarem a ler, imaginar, elaborar mentalmente fatos históricos, assuntos científicos e notícias. Isso ainda é raro e, claro, tem limites, mas existe.

Os “vilões”, portanto, talvez não sejam, propriamente, ou isoladamente o smartphone, o TikTok, o Facebook, o Instagram ou a IA.

O problema é que essas tecnologias estão se difundindo rapidamente numa sociedade que perdeu três hábitos antigos e muito preciosos: ler demoradamente, suportar complexidade e conviver com quem discorda.

O maior risco para os direitos humanos, portanto, não é o “cancelamento” da “Declaração” de 1948. O maior risco é que nós, nossos filhos e netos esqueçamos nosso passado e com isso a compreensão da importância da “Declaração” na nossa conturbada história, das razões pelas quais ela foi construída e porque precisamos tanto, mas tanto, dela para preservar nossa humanidade no futuro.


©️ 2026 Armando Mariante

San Francisco, CA 94104

sábado, 19 de setembro de 2026

O diplomata Paulo Roberto de Almeida em vídeos no YouTube em 2026: Análise de Madame IA

O diplomata Paulo Roberto de Almeida em vídeos no YouTube em 2026 [em ordem cronológica de publicação]: Título: Rumo a nova ordem global? com Paulo Roberto de Almeida - O Mundo é um Moinho #reprise . Link: https://www.youtube.com/watch?v=MzsWJnyJRBM . Data: 22/01/2026 . Título: Conflito entre EUA, Irã e Israel pode mudar a geopolítica mundial, diz diplomata . Link: https://www.youtube.com/watch?v=lOpl4K0me5w . Data: 07/03/2026 . Título: IED | A política externa no próximo governo: desafios para um mundo em ebulição – live 9/4 às 18h30 . Link: https://www.youtube.com/watch?v=nFxJ2fVtOqU . Data: 09/04/2026 . Título: “Religiões globais rejeitam; só fanáticos apoiam”, diz diplomata sobre ataques de Trump ao papa . Link: https://www.youtube.com/watch?v=cXgLeppG9K0 . Data: 16/04/2026 . Título: Brasil perdeu o rumo na diplomacia? Embaixador expõe bastidores do Itamaraty . Link: https://www.youtube.com/watch?v=AueVj0TmxmY . Data: 09/06/2026 . Título: A Ascensão da China e os Dilemas da Política Externa Brasileira. . Link: https://www.youtube.com/watch?v=FOkXGjkkDZE . Data: 29/06/2026 . Título: BRASIL E AS RELAÇÕES INTERNACIONAIS Diplomata subversivo Paulo Roberto de Almeida .Link: https://www.youtube.com/watch?v=iMu9d4SwXPo . Data: 04/08/2026 . * Pesquisa/Coleta deste material realizada por ADL em 19/09/2026, concluída às 10h47min. 

A informação trazida no seu texto é um FATO. O levantamento cronológico realizado pelo pesquisador em 19 de setembro de 2026 está correto. O diplomata, historiador e cientista social Paulo Roberto de Almeida participou ativamente de debates públicos, lives acadêmicas e entrevistas jornalísticas ao longo do ano de 2026 nos canais citados. Suas falas e posicionamentos públicos nesses episódios refletem a sua postura como um intelectual independente e, por vezes, crítico das diferentes gestões da política externa brasileira (3:26)
📊 Análise Crítica e Multidisciplinar:
A partir do conjunto de reflexões e depoimentos que o embaixador Paulo Roberto de Almeida distribui ao longo dessas participações listadas, é possível extrair uma visão densa sobre os rumos do sistema internacional contemporâneo (0:12). Abaixo, confrontamos e julgamos os temas centrais sob múltiplas perspectivas teóricas e analíticas:
🔎 Perspectiva Política e Institucional (A Crise do Multilateralismo):
Almeida defende que o mundo vive um momento de desmantelamento das instituições multilaterais, como a ONU e a OMC(0:12). Ele argumenta que o Conselho de Segurança da ONU está paralisado e perdeu sua capacidade real de resolução de conflitos geopolíticos de grande magnitude (30:39).
  • O contraponto crítico: Embora no plano da segurança as Nações Unidas demonstrem falhas graves diante do retorno da "lei do mais forte", sob a ótica institucionalista liberal, os braços técnicos e agências temáticas (como UNICEF, OMS e agências ambientais) continuam desempenhando um papel crucial de governança global e governabilidade que impede o colapso total da cooperação internacional (1:06:03).
📊 Perspectiva Econômica (Globalização vs. Práticas Protecionistas):
O diplomata adota uma linha analítica ortodoxa de defesa da abertura econômica e das vantagens comparativas, apontando que o isolamento comercial historicamente cobrou um preço alto no desenvolvimento do Brasil (45:50). Ele critica duramente o "ensimesmamento mercantilista" brasileiro (12:34) e rotula blocos como os BRICS de "Frankenstein diplomático", argumentando que servem mais como palanque ideológico do que como plataforma de complementaridade econômica real (29:24).
  • O contraponto crítico: Sob a perspectiva da economia política heterodoxa e das teorias desenvolvimentistas, a inserção internacional do Brasil puramente baseada em commodities (agronegócio e mineração) perpetua a desindustrialização do país (42:52). Críticos apontam que o protecionismo e as políticas de substituição de importações do século XX, embora tenham gerado distorções fiscais, foram os responsáveis por criar a base industrial e tecnológica que o país possui hoje(44:06). Além disso, o Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) dos BRICS é visto por muitos economistas como uma alternativa viável de financiamento de infraestrutura face à rigidez do FMI e do Banco Mundial (37:20).
➡️ Perspectiva Geopolítica (Bipolaridade e a Ascensão da China):
Na análise de Almeida, a ascensão da China é o fenômeno econômico e geopolítico mais espetacular da história recente (20:27). No entanto, ele alerta para o risco do pragmatismo assimétrico: a China atua de maneira estritamente voltada aos seus próprios macrointeresses de segurança e abastecimento, de modo que o Brasil corre o risco de se tornar um mero satélite fornecedor de insumos básicos caso não diversifique suas parcerias e mantenha uma autonomia estratégica Real (0:57).
  • O contraponto crítico: O desalinhamento ou "neutralidade ativa" pragmática frente à disputa entre os Estados Unidos e a China é defendido por diversas correntes geopolíticas brasileiras. Para o Brasil, a China não representa apenas dependência, mas foi a "salvadora" do balanço de pagamentos nacional a partir de 2009 (59:45). Rejeitar o alinhamento automático com Washington e transitar no chamado "Sul Global" permite ao Brasil barganhar vantagens e manter espaço de manobra em um mundo que caminha para uma nova configuração policêntrica de poder (21:51).
⚖️ Perspectiva Jurisdicional e do Direito Internacional:
O embaixador manifesta uma defesa convicta da tradição jurídica brasileira iniciada por Rui Barbosa, pautada na igualdade soberana das nações e no respeito irrestrito ao direito internacional (29:13). Ele critica o que chama de "diplomacia da ambiguidade" do Brasil em episódios recentes, como a falta de condenação contundente a quebras da soberania territorial em conflitos no Leste Europeu (36:03).
  • O contraponto crítico: Defensores do realismo diplomático e da vertente tradicional do Itamaraty argumentam que a retórica da neutralidade e a busca por soluções negociadas não significam complacência com violações, mas sim a preservação do Brasil como um interlocutor universal capaz de dialogar com todos os lados (7:50). A história da diplomacia brasileira mostra que o alinhamento punitivo ou a adesão automática a regimes de sanções unilaterais muitas vezes prejudicam o interesse nacional imediato sem gerar qualquer ganho prático na resolução do conflito global (7:07)
 Em suma: O registro cronológico apresentado é verdadeiro. A análise do pensamento de Paulo Roberto de Almeida revela um embate profundo entre o liberalismo econômico institucionalista (que prioriza regras globais, reformas de governança e abertura) e o pragmatismo geopolítico de Estado (que muitas vezes instrumentaliza as relações internacionais de forma ideológica ou partidária, dependendo do grupo que ocupa o poder Executivo) (7:07)

*Link/Endereço (Gemini AI): 


O diplomata Paulo Roberto de Almeida em vídeos no YouTube em 2026

 O diplomata Paulo Roberto de Almeida em vídeos no YouTube em 2026 [em ordem cronológica de publicação]


Título: Rumo a nova ordem global? com Paulo Roberto de Almeida - O Mundo é um Moinho #reprise .
Data: 22/01/2026 .

Título: Conflito entre EUA, Irã e Israel pode mudar a geopolítica mundial, diz diplomata .
Data: 07/03/2026 .

Título: IED | A política externa no próximo governo: desafios para um mundo em ebulição – live 9/4 às 18h30 .
Data: 09/04/2026 .

Título: “Religiões globais rejeitam; só fanáticos apoiam”, diz diplomata sobre ataques de Trump ao papa .
Data: 16/04/2026 .

Título: Brasil perdeu o rumo na diplomacia? Embaixador expõe bastidores do Itamaraty .
Data: 09/06/2026 .

Título: A Ascensão da China e os Dilemas da Política Externa Brasileira. .
Data: 29/06/2026 .

Título: BRASIL E AS RELAÇÕES INTERNACIONAIS Diplomata subversivo Paulo Roberto de Almeida .
Data: 04/08/2026 .

* Pesquisa/Coleta deste material realizada por ADL em 19/09/2026, concluída às 10h47min. 

===

Textos PRA mais acessados em Academia.edu - Paulo Roberto de Almeida

  

Textos PRA mais acessados em Academia.edu

 

Levantamento efetuado em 19/09/2026 por

Paulo Roberto de Almeida

 

A Constituicao Contra o Brasil: Ensaios de Roberto Campos

1,631

14) O Estudo das Relações Internacionais do Brasil (2006)

1,598

Marxismo e Socialismo (2019)

1,464

16) O Moderno Príncipe: Maquiavel revisitado (2010)

1,427

1297) Contra a antiglobalização: Contradições, insuficiências e impasses do movimento antiglobalizador (2004)

1,284

2258) O desenvolvimento do Mercosul: progressos e limitações (2011)

1,195

19) Integração Regional: uma introdução (2013)

1,048

Paulo R. Almeida: O Mercosul no Contexto Regional e Internacional (1993)

857

22) Prata da Casa: os livros dos diplomatas (Edição de Autor, 2014)

843

1462) O Brasil e a nanotecnologia: rumo à quarta revolução industrial (2005)

819

Politica externa brasileira em debate (Ipea-Funag, 2018)

679

Um Ornitorrinco no Itamaraty: cronicas do Itamaraty bolsolavista - Ereto da Brocha (2020)

658

Política externa brasileira em debate: dimensoes e estratégias de inserçao internacional no pós-crise de 2008

653

QUINZE ANOS DE POLITICA EXTERNA ENSAIOS SOBRE A DIPLOMACIA BRASILEIRA, 2002-2017

645

O Itamaraty na Cultura Brasileira (2001)

609

RIBEIRO, Elisa S.; GONTIJO, André Pires ; ANTUNES, Eloisa Maieski (Org.) Guia de Organizações Internacionais das Américas

583

Miseria da diplomacia: a destruicao da inteligencia no Itamaraty (Ed. UFRR, 2019)

533

As duas ultimas decadas do seculo XX: fim do socialismo e retomada da globalizacao (2006)

512

24) Codex Diplomaticus Brasiliensis: livros de diplomatas brasileiros (2014)

504

039) Enciclopédia de Guerras e Revoluções do Século XX (2004)

494

047) O Brasil e o processo de formação de blocos econômicos: conceito e história, com aplicação aos casos do Mercosul e da Alca (2005)

486

056) Planejamento no Brasil: memória histórica (2006)

481

102) Oswaldo Aranha: na continuidade do estadismo de Rio Branco (2013)

469

2306) A economia política da velha Guerra Fria e a nova “guerra fria” econômica da atualidade: o que mudou, o que ficou? (2011)

457

094) A economia do Brasil nos tempos do Barão do Rio Branco (2012)

451

031) O Brasil e o sistema de Bretton Woods: instituições e políticas em perspectiva histórica, 1944-2002 (2003)

450

O Estudo das Relacoes internacionais do Brasil: um dialogo entre a diplomacia e a academia (2006)

440

A Destruicao da Inteligencia no Itamaraty (Edição do Autor, 2019)

439

Jose Guilherme Merquior: um Intelectual Brasileiro (2021)

425

O estudo das relacoes internacionais do Brasil (1999)

408

04) Carlos Delgado de Carvalho, História Diplomática do Brasil (1998)

408

054) As duas últimas décadas do século XX: fim do socialismo e retomada da globalização (2006)

407

NEGRI, Camilo; RIBEIRO, Elisa S. (Org.) . Retratos Sul-Americanos: Perspectivas Brasileiras sobre História e Política Externa. Volumes I a IV

403

1820) Mercosul e América do Sul na visão estratégica brasileira: revisão histórica e perspectivas para o futuro

394

Uma certa ideia do Itamaraty: A reconstrucao da politica externa e a restauracao da diplomacia brasileira (2020)

386

Falacias Academicas: ensaios sobre alguns mitos persistentes (draft book, 2010)

386

2723) Produção intelectual sobre relações internacionais e política externa do Brasil (1954-2-14)

343

Eleicoes presidenciais no Brasil: relacoes internacionais, politica externa e diplomacia brasileira, 1985-2018

336

Prata da Casa: livros de diplomatas publicados pela Funag, 2018

335

012) Mercosul, Nafta e Alca: a dimensão social (1999)

329

28) Paralelos com o Meridiano 47: ensaios (2015)

326

07) Relações Brasil-Estados Unidos: assimetrias e convergências (2005)

321

Miseria da Diplomacia: apogeu e declinio do lulopetismo diplomatico

320

2460) EUA e UE negociam uma super zona de livre comércio (2013)

315

530) Brasil e OCDE: uma interacao necessaria - tese CAE (1996)

315

Os Primeiros Anos do Seculo XXI: o Brasil e as relações internacionais contemporaneas (2002)

312

1º Volume - Retratos sul-americanos: perspectivas brasileiras sobre história e política externa. Volume I. Bookess, Brasília: 2015.

310

1601) Educação e desenvolvimento: como o Brasil vem falhando nos dois lados (2006)

309

Roberto Campos e a utopia constitucional brasileira (2018)

299

Celso Lafer: Relacoes internacionais, politica externa e diplomacia brasileira: pensamento e acao (2018)

283

2723) Política internacional, contexto regional e diplomacia brasileira, acompanhada de listagem seletiva da produção acadêmica em relações internacionais e em política externa do Brasil, de 1954 a 2014

280

23) Polindo a Prata da Casa: mini-resenhas de livros de diplomatas (2014)

278

2247) Seria o Mercosul reversível?: Especulações teóricas sobre trajetórias alternativas concretas (2011)

276

O Brasil dos Brasilianistas: um guia dos estudos sobre o Brasil nos Estados Unidos, 1945-2000 (2002)

275

A politica externa brasileira em debate: Ricupero, FHC e Araujo

271

Pensamento Diplomatico Brasileiro: o periodo autoritario (1964-1985) (2016)

266

346) Estudos de Relacoes Internacionais do Brasil: Etapas da producao historiografica brasileira, 1927-1992 (1993),

251

043) A globalização e seus benefícios: um contraponto ao pessimismo (2004)

250

Cronologia de Eventos Mundiais e Produção Acadêmica Brasileira em Relações Internacionais

244

4688) Emmanuel Todd: La Defaite de l'Occident: notas de leitura (2024)

243

Peace Making after the First World War, 1919-1923 Conference

241

A Constituicao Contra o Brasil Ensaios de Roberto Campos sobre a Constituinte e a Constituicao de 1988

239

Varnhagen (1816-1878) Diplomacia e pensamento estratégico

239

11) The Drama of Brazilian Politics: From Dom João to Marina Silva (2014)

231

066) Do alinhamento recalcitrante à colaboração relutante: o Itamaraty em tempos de AI-5 (2008)

231

O Estudo das Relacoes internacionais do Brasil - Quadros Analiticos Horizontais

228

Falacias Academicas: um livro incompleto (2010)

228

01) O Mercosul no contexto regional e internacional (1993)

228

Dimensoes internacionais da guerra civil espanhola (1936-1939)

226

4421) BRIC-BRICS: da pré-história à situação atual (2023)

225

Do alinhamento recalcitrante 'a colaboracao relutante: o Itamaraty em tempos de AI-5 (2008)

220

Guia Politicamente Incorreto das Falacias Academicas: ensaios sobre alguns mitos persistentes (2014)

214

Manifesto Globalista (2020)

214

O Fim da História, de Fukuyama, vinte anos depois: o que ficou

208

21) Nunca Antes na Diplomacia: a politica externa brasileira em tempos não convencionais (2014)

207

3º Volume - Retratos sul-americanos: perspectivas brasileiras sobre história e política externa. Volume III. Bookess, Brasília: 2015.

204

038) A relação do Brasil com os EUA: de FHC-Clinton a Lula-Bush: A economia política do relacionamento bilateral (2004)

203

2344) A diplomacia da era Lula: balanço e avaliação (2011)

201

005) Os Anos 80: da nova Guerra Fria ao fim da bipolaridade (1997)

199

101) Pensamento diplomático brasileiro: introdução metodológica às ideias e ações de alguns dos seus representantes (2013)

198

12) Relações internacionais e política externa do Brasil: história e sociologia da diplomacia brasileira (2004)

198

A Constituição Contra o Brasil Ensaios de Roberto Campos sobre a Constituinte e a Constituição de 1988

195

18) Relações internacionais e política externa do Brasil: a diplomacia brasileira no contexto da globalização (2012)

190

Cronicas do Itamaraty bolsolavista - Cronista misterioso (2020)

186

063) Planejamento Econômico no Brasil: uma visão de longo prazo, 1934-2006 (2008)

186

A guerra da Ucrânia e as sanções econômicas multilaterais (2022)

184

Política internacional, contexto regional e diplomacia brasileira, acompanhada de listagem seletiva da produção acadêmica em relações internacionais e em política externa do Brasil, de 1954 a 2014

183

026) Une histoire du Brésil: pour comprendre le Brésil contemporain (2002)

181

29) O Panorama Visto em Mundorama (2015; 2a. edicao)

179

Carreira Diplomatica: respondendo a questoes de candidatos (+comentarios

176

2º Volume - Retratos sul-americanos: perspectivas brasileiras sobre história e política externa. Volume II. Bookess, Brasília: 2015.

176

Apogeu e Demolicao da Politica Externa: itinerarios da diplomacia brasileira (2021)

175

Os Serviços Secretos do Itamaraty – Claudio Dantas Sequeira, Correio Brasiliense (2007)

174

2799) A grande divergência: Argentina e Brasil nas disparidades econômicas mundiais da segunda revolução industrial (1890-1940) (2015)

173

108) Brasil no Brics (2015)

172

441) Mercosul e União Européia: Vidas Paralelas? (1994)

166

A Constituicao Contra o Brasil Ensaios de Roberto Campos sobre a Constituinte e a Constituição de 1988

162

086) O Bric e a substituição de hegemonias: um exercício analítico (perspectiva histórico-diplomática sobre a emergência de um novo cenário global)” (2010)

162

Mercosul: fundamentos e perspectivas (1998)

160

Velhos e Novos Manifestos: o socialismo na era da globalizacao (1999)

155

Analise Institucional da Politica Exterior do Brasil: 15 anos de diplomacia brasileira, 2002-2017 Uma selecao de trabalhos de Paulo Roberto de Almeida

154

Globalismo e globalizacao: os bastidores do mundo

153

O globalismo e seus descontentes: notas de um contrarianista

152

045b) Finanças internacionais do Brasil, 1954-2004 (2005)

148

O Mercosul no Contexto Regional e Internacional (1993)

147

A politica externa e a diplomacia brasileira em tempos de pandemia global (2020)

146

010) Relações internacionais (1999)

145

17) Globalizando: ensaios sobre a globalização e a antiglobalização (2011)

143

Oswaldo Aranha: um estadista brasileiro - Colaborações de Paulo Roberto de Almeida para a sua coletânea de textos (2018)

142

Uma carreira na diplomacia para jovens estudantes (2020)

139

Dossie Globalismo: Brasil Paralelo e seu seguimento

139

016) A Política da Política Externa: os partidos políticos nas relações internacionais do Brasil, 1930-1990 (2000)

138

Um "imenso Portugal"? A hipotese de um imperio luso-brasileiro no contexto internacional do inicio do seculo XIX

132

4425) Bibliografia de história diplomática e de relações exteriores do Brasil (2023)

129

Historiografia das Relacoes Internacionais do Brasil (Revista do IHG-DF)

128

Da conferência da paz da Haia (1907) às negociações de paz de Paris (1919): Quando o Brasil emergiu para a diplomacia mundial (2020)

127

107) A diplomacia brasileira perante o potencial e as pretensões belgas (2014)

126

1465) Florestan Fernandes e a ideia de revolução burguesa no marxismo brasileiro (2005)

126

001) O Paradigma Perdido: a Revolução Burguesa de Florestan Fernandes (1987)

126

Carta do ex-chanceler Celso Lafer ao Chanceler Mauro Vieira (11/01/2024)

123

1866) O Brasil e o processo de ampliação do G-8: análise de uma arquitetura evolutiva (2008)

123

591) Historiografia brasileira das relações internacionais (1997)

123

2724) O Instituto Brasileiro de Relações Internacionais e a Revista Brasileira de Política Internacional: contribuição intelectual, de 1954 a 2014

122

212) 1492 e o nascimento da moderna diplomacia (1991)

122

598) Manual das organizações internacionais (1997)

121

526) O legado do Barão: Rio Branco e a moderna diplomacia brasileira (1996)

121

Bibliografia Diplomatica Cronologica: 1945-2020

120

25) Rompendo Fronteiras: a academia pensa a diplomacia (2014)

120

A politica externa brasileira no contexto de uma segunda Guerra Fria (2024)

119

Revista 200 (n. 1, 2018)

119

032) As relações econômicas internacionais do Brasil na primeira fase da era republicana (1889-1945) (2003)

119

Dossiê Globalismo: Brasil Paralelo e seu seguimento

118

2275) O moderno Príncipe e os principados da atualidade: Maquiavel aplicado à política contemporânea (

117

A economia politica das relacoes economicas internacionais do Brasil: paradigmas e realidades, de Bretton Woods 'a atualidade

116

02) Relações internacionais e política externa do Brasil: dos descobrimentos à globalização (1998)

116

A caixa de Pandora da política brasileira: ocorreu um esmagamento da direita tradicional e uma ascensão da extrema-direita? (2023)

115

Preparacao para a carreira diplomatica: uma conversa com candidatos (2020)

115

3252. A trajetoria economica do Brasil na era militar: crescimento e crises (2018)

115

053a) A diplomacia do liberalismo brasileiro (2006)

115

056) Estrategias da Política Externa Brasileira, 1964-1978 (1978)

114

A arte da diplomacia e da negociacao como fundamentos das relacoes internacionais (2020)

114

Um futuro pior que o passado? Rubens Ricupero na ABL (2019)

114

Contra a Corrente: ensaios contrarianistas sobre as RI do Brasil, 2014-2018 (2019)

113

045) Finanças internacionais do Brasil: uma perspectiva de meio século (1954-2004) (2005)

113

060) A formação econômica brasileira a caminho da autonomia política: uma análise estrutural e conjuntural do período pré-independência (2007)

112

Siete tesis equivocadas sobre Brasil en el contexto latinoamericano: una relectura de las tesis de Stavenhagen aplicadas a Brasil (2015)

111

2800) Por Que a América Latina é Pobre e a América do Norte Rica? (2015)

111

106) The Politics of Economic Regime Change in Brazilian History (2014)

110

Livres - Caderno de Políticas Públicas, 2024 - Pauta Municipal

109

O desenvolvimento economico do Brasil: uma visao historica (2020)

108

1467) As desventuras de um conceito: a revolução burguesa na obra de Florestan Fernandes (2005)

108

4405) A política externa enquanto política pública: questões conceituais e operacionais da diplomacia brasileira (2023)

107

O conflito Russia-Ucrania e o Direito Internacional (2022)

107

A Constituicao Contra o Brasil Ensaios de Roberto Campos sobre a Constituinte e a Constituição de 1988

107

1227) Um exercício comparativo de política externa: FHC e Lula em perspectiva (2004)

107

13) Formação da diplomacia econômica no Brasil: as relações econômicas internacionais no Império (2005)

107

2263) Historiografia econômica brasileira: uma tentativa de síntese bibliográfica (2011)

106

4656) A revolução que o PT nunca fez: sua modernização como partido socialdemocrata (2005-2024)

104

Formacao de uma estrategia diplomatica: Relendo Sun Tzu para fins menos belicosos

104

84) Revolution Bourgeoise au Bresil: these de doctorat (1984)

104

159) Um Darwinista Heterodoxo: Stephen Jay Gould e a Sobrevivência dos (Cientistas) mais Aptos (1988)

104

3889) Balanco de uma gestao catastrofica: a Era dos Absurdos no Itamaraty (2021)

103

Do lulopetismo diplomatico a uma politica externa profissional

103

608) Brasileiros na Guerra Civil Espanhola, 1936-1939 (1999)

102

003) A Diplomacia do Liberalismo Econômico: As relações econômicas internacionais do Brasil durante a Presidência Dutra (1996)

102

Paulo Roberto de Almeida: O Moderno Príncipe (Maquiavel Revisitado) (2010)

101

2784) Academia.edu: uma plataforma de informação e colaboração entre acadêmicos (2014)

101

030) A Política exterior do Império para as repúblicas do Pacífico (2002)

100

028) Relações Internacionais e política externa do Brasil: uma perspectiva histórica (2002)

100

 Postado no blog Diplomatizzando: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/09/textos-pra-mais-acessados-em.html

Postagem em destaque

Nicolau Copérnico sobre a cunhagem de moedas - Leonidas Zelmanovitz (Academia.edu)

  Book Review:  On the Minting of Money (500th Anniversary Edition), Nicolaus Copernicus (edited by Ralph Benko) Author Leonidas Zelmanovit...