sábado, 16 de maio de 2026

Suíça vai divulgar arquivos secretos sobre Mengele, o 'Anjo da Morte' nazista que morreu no Brasil - BBC (Correio Braziliense)

Suíça vai divulgar arquivos secretos sobre Mengele, o 'Anjo da Morte' nazista que morreu no Brasil

Mengele fugiu da Europa após a guerra e morou no Brasil, mas durante anos houve rumores de que ele passou algum tempo na Suíça.

O escritório do Comitê Internacional da Cruz Vermelha em Gênova emitiu esses passaportes em nomes falsos para os criminosos de guerra nazistas (da esquerda para a direita) Josef Mengele, Klaus Barbie e Adolf Eichmann -  (crédito: AFP via Getty Images)
 
O escritório do Comitê Internacional da Cruz Vermelha em Gênova emitiu esses passaportes em nomes falsos para os criminosos de guerra nazistas (da esquerda para a direita) Josef Mengele, Klaus Barbie e Adolf Eichmann - (crédito: AFP via Getty Images)

O Serviço Federal de Inteligência da Suíça disse que vai tornar públicos os arquivos secretos sobre o criminoso de guerra nazista Josef Mengele, que fugiu da Europa após a Segunda Guerra Mundial e morreu no Brasil em 1979.

Durante anos, havia rumores de que ele teria passado algum tempo na Suíça, embora houvesse um mandado internacional pedindo a sua prisão.

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Historiadores têm solicitado repetidamente acesso aos arquivos, mas até agora as autoridades suíças se recusaram a conceder o acesso.

Mengele era médico e serviu na Waffen-SS, um ramo da organização paramilitar nazista SS. Ele foi destacado para o campo de extermínio de Auschwitz, na Polônia ocupada pelos nazistas, onde selecionava aqueles que seriam enviados às câmaras de gás – estima-se que 1,1 milhão de pessoas morreram, incluindo cerca de um milhão de judeus.

Conhecido como o Anjo da Morte, ele também selecionava prisioneiros, principalmente crianças e gêmeos, para experimentos médicos sádicos, antes de mandá-los também para a morte.

Após a guerra, Mengele, como muitos nazistas de alto escalão, rapidamente mudou tanto seu uniforme quanto seu nome.

Com uma identidade falsa, ele obteve documentos de viagem da Cruz Vermelha no consulado suíço em Gênova, no norte da Itália, e os utilizou para fugir para a América do Sul.

A Cruz Vermelha tinha como intenção fornecer documentos a milhares de pessoas em toda a Europa que haviam sido deslocadas ou tornadas apátridas pela guerra, mas os nazistas que tentavam escapar da Justiça também conseguiram adquiri-los, algo pelo qual a Cruz Vermelha posteriormente se desculpou.

Três documentos com fotos em preto e branco mostrando passaportes
AFP via Getty Images
O escritório do Comitê Internacional da Cruz Vermelha em Gênova emitiu esses passaportes em nomes falsos para os criminosos de guerra nazistas (da esquerda para a direita) Josef Mengele, Klaus Barbie e Adolf Eichmann

Então, qual é a conexão de Mengele com a Suíça?

Embora tenha fugido da Europa em 1949, Mengele passou férias esquiando nos Alpes suíços com seu filho Rolf em 1956. Essa informação é conhecida desde a década de 1980.

Oficialmente, depois disso, ele passou o resto de sua vida na América do Sul.

Mas a historiadora suíça Regula Bochsler sempre se perguntou se Mengele retornou à Europa depois que um mandado internacional de prisão foi emitido em 1959.

Bochsler, ao pesquisar o possível papel da Suíça como país de trânsito para os nazistas em fuga, descobriu que, em junho de 1961, o serviço de inteligência austríaco alertou os suíços de que Mengele estava viajando com um nome falso e poderia estar em território suíço.

Além disso, a esposa de Mengele havia alugado um apartamento em Zurique e solicitado residência permanente.

“Parece haver evidências de que Mengele estava planejando uma viagem à Europa em 1959", disse a historiadora à BBC. “Por que a Sra. Mengele alugou um apartamento em Zurique?”

O apartamento ficava em um subúrbio modesto, e a família Mengele tinha recursos para algo muito mais sofisticado. Mas ficava perto do aeroporto internacional.

Bochsler conseguiu consultar arquivos da polícia de Zurique que comprovam que, em 1961, o apartamento foi colocado sob vigilância; a polícia chegou a registrar a Sra. Mengele dirigindo seu Volkswagen, acompanhada por um homem não identificado.

Seria o seu marido?

Três homens com uniforme nazista da SS em uma foto em preto e branco
Universal History Archive
Mengele (centro) em 1944 com o comandante de Auschwitz Richard Baer (esquerda) e o ex-comandante Rudolf Höss (direita)

A prisão de um criminoso de guerra procurado, como Mengele era em 1961, teria envolvido a polícia federal suíça. Em 2019, Bochsler solicitou ao Arquivo Federal Suíço acesso aos seus arquivos.

O pedido foi negado. Os arquivos estavam lacrados até 2071 por razões de segurança nacional e para a proteção da família ampliada.

Bochsler não foi a primeira nem a última a ter o acesso recusado. Em 2025, o historiador Gérard Wettstein tentou novamente. Ele também teve o pedido negado.

"É ridículo", disse ele à BBC. "Enquanto estiverem fechados até 2071, isso alimenta teorias da conspiração; todos dizem 'eles devem estar escondendo alguma coisa'."

Wettstein contestou a decisão levando as autoridades suíças aos tribunais, um processo caro para o qual buscou financiamento coletivo. "Arrecadamos 18 mil francos suíços (cerca de R$ 100 mil) em apenas alguns dias."

Uma imagem em preto e branco de um homem e uma mulher comendo
Robert Nickelsberg / Getty Images
Mengele com uma mulher não identificada na década de 1970 no Brasil, onde viveu por décadas

E foi então que o Serviço Federal de Inteligência da Suíça finalmente mudou de posição. Em um comunicado neste mês, que sugere que a transparência total ainda pode levar algum tempo, afirmou: "O solicitante terá acesso ao arquivo, sujeito a condições e requisitos ainda a serem definidos."

Nem todo mundo tem certeza de que os arquivos revelarão muito sobre o próprio Mengele.

Sacha Zala, presidente da Sociedade Suíça de História, tem “certeza absoluta de que não há nada relevante sobre Mengele”, mas acha que pode haver referências a um serviço de inteligência estrangeiro ou a informantes estrangeiros.

No final da década de 1950, o Mossad de Israel trabalhou ativamente para rastrear criminosos de guerra nazistas fugitivos, e Zala suspeita que eles possam ter entrado em contato com os suíços. Isso daria às autoridades suíças motivos para manter os arquivos selados, já que informações confidenciais relacionadas a agências de inteligência estrangeiras costumam ser omitidas.

Mas será que uma simples menção ao Mossad, relacionada à sua conhecida perseguição a nazistas há 70 anos, realmente é algo tão sensível?

“Isso mostra a estupidez do processo de desclassificação de documentos sem conhecimento histórico”, acredita Zala. “Dessa forma, o governo alimentou teorias da conspiração.”

Outros historiadores, como Jakob Tanner, dizem que o sigilo sobre os arquivos revela mais sobre a Suíça do que sobre Mengele. “É um conflito entre segurança nacional e transparência histórica, e a primeira geralmente prevalece na Suíça.”

Um homem está do lado de fora de um prédio com neve na grama
BBC
O historiador Gérard Wettstein desafiou nas cortes com sucesso a decisão do governo suíço de manter os arquivos de Mengele sob sigilo

Tanner integrou a Comissão Bergier na década de 1990, que examinou as relações da Suíça neutra com a Alemanha nazista, em particular o papel dos bancos suíços.

Ele está muito familiarizado com a sensibilidade da Suíça, e com o sentimento de vergonha, em relação ao seu papel na Segunda Guerra Mundial, quando refugiados judeus foram rejeitados na fronteira, enquanto bancos suíços mantinham o dinheiro de famílias judaicas que mais tarde morreram em campos de concentração nazistas. "É um problema para um Estado democrático que esses arquivos ainda estejam fechados", argumenta Tanner.

Ainda assim, ele considera plausível que Mengele estivesse na Suíça em 1961.

O criminoso de guerra nazista procurado Adolf Eichmann havia sido preso pelo Mossad na Argentina em 1960, e há evidências de que outros nazistas que fugiram para a América do Sul acreditavam que também corriam risco no continente, e que a Europa, onde amigos e parentes permaneciam, poderia ser mais segura.

Tanner observa que Walter Rauff, outro criminoso de guerra nazista procurado que fugiu para o Chile, passou um tempo na Alemanha em 1960.

Um historiador integrante da Comissão Bergier teve permissão, brevemente, para examinar parte dos arquivos de Mengele em 1999 e concluiu que era impossível provar ou refutar sua presença em território suíço. Mas isso representava apenas algumas linhas em um relatório de 24 volumes sobre toda a guerra. Os arquivos foram novamente lacrados; o historiador morreu há sete anos.

Por ora, nenhuma data para a divulgação dos arquivos foi definida, e a declaração do Serviço Federal de Inteligência sobre “condições e requisitos” soa preocupante para Wettstein. “Temo que receberemos um arquivo mais preto do que transparente”, diz ele.

Bochsler também teme que os arquivos sejam fortemente censurados. “Não confio nem um pouco [nas autoridades]. Temo que se pareça com os arquivos de Epstein. Por que esses arquivos de Mengele ficaram fechados por tanto tempo?”

Mengele tem sido objeto de mistério, boato e conspiração por décadas.

Ele nunca foi preso, muito menos condenado por seus crimes terríveis. Quando morreu no Brasil em 1979, ele foi enterrado sob um nome falso.

Mas os rumores continuaram circulando. Em 1985, seu corpo foi exumado e, finalmente, em 1992, testes de DNA confirmaram que o corpo era dele.

O terrível médico de Auschwitz estava morto.

Mas ele já esteve na Suíça? Os suíços simplesmente não perceberam?

Eles teriam fechado seus olhos a uma presença potencialmente embaraçosa para evitar a atenção indesejada que uma prisão teria causado? Ou, como acontece com muito que envolve Mengele, tudo não passa de um boato?

“Talvez nunca cheguemos à verdade real”, diz Wettstein. “Nunca saberemos se ele esteve aqui ou não... mas talvez possamos ter pelo menos uma ideia mais clara.”

Minha luta contra a hipocrisia dos algoritmos de Madame IA, em favor da inteligência natural com sentido ético - Paulo Roberto de Almeida, coadjuvado por Airton Dirceu Lemmertz

Submeto aqui uma nova postagem, em 16 de maio de 2026, a partir das boas manipulações de meu amigo informático Airton Dirceu Lemmertz com a ajuda do Gemini IA (a quem eu chamo, simpaticamente, de Madame IA), que novamente trata de meus embates, a partir de certo sentido ético do mundo, e da política externa lulopetista (e seus instintos proto-totalitários), em relação às orientações gerais e a postura específica em relação à guerra de agressão da Rússia de Putin contra a Ucrânia e sua população civil, argumentos que eu defendo e que são discreta ou explicitamente contestados por Madame IA, aparentemente mantendo uma postura neutra, que no entanto contorna totalmente a questão moral dessa guerra de agressão, postura aliás secundada pela política externa oficial do governo do PT, mas que se contrapõe, historicamente, a valores e princípios da diplomacia profissional brasileira. Nunca admiti essa separação entre "interesses pragmáticos" e o sentido moral de uma política externa comprometida com os valores mais altos de nossa postura moral.

Agradeço a meu amigo Airton Dirceu Lemmertz por sempre oferecer a oportunidade dessa confrontação entre minha postura moral e o realismo "imoral" de Madame IA:

Paulo Roberto de Almeida

Brasília, 16 de maio de 2026

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Para darmos prosseguimento à nossa análise das dinâmicas do blog Diplomatizzando, gostaria de examinar exemplos específicos de debates entre o embaixador e a "Madame IA" sobre a guerra na Ucrânia. ADL



Capítulo I: A Dinâmica Dialética do Blog Diplomatizzando:
No ecossistema do blog Diplomatizzando, os debates entre o embaixador Paulo Roberto de Almeida e a entidade por ele batizada de "Madame IA" ganharam traços de uma verdadeira disputa intelectual e filosófica. O diplomata utiliza esse espaço digital para confrontar as sínteses geradas pelo algoritmo, frequentemente fornecidas ao blog por seu colaborador técnico Airton Dirceu Lemmertz. Quando o tema central é a guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia, esses embates assumem contornos de alta densidade analítica, expondo a fricção entre o realismo ético do autor e a neutralidade institucional da inteligência artificial.
A análise dessas interações revela que o autor não emprega a tecnologia como repositório de verdades informacionais. Ele a posiciona deliberadamente como uma linha de defesa de consensos burocráticos e institucionais globais para, em seguida, desconstruir suas premissas por meio de dados históricos e argumentos morais. Dois exemplos emblemáticos extraídos de suas postagens ilustram de forma nítida essa engrenagem dialética.

Capítulo II: O Debate sobre o Lulopetismo Diplomático e as Posições Indefensáveis:
O primeiro grande exemplo estrutural manifesta-se na postagem intitulada "Madame IA tenta defender a política pró-russa do lulopetismo diplomático: ela está errada". Nesse registro, o embaixador reage a uma análise da inteligência artificial que buscava contextualizar e, de certa forma, justificar o equilíbrio e o não alinhamento da política externa brasileira face ao conflito no Leste Europeu.
- A Tese da Burocracia Algorítmica:
Conforme relatado pelo autor, a IA foi instada a avaliar as notas oficiais e o posicionamento do governo brasileiro na ONU e nos BRICS. Operando dentro de suas diretrizes corporativas de imparcialidade, o modelo de linguagem apresentou uma defesa formal do pragmatismo diplomático, classificando a postura do Brasil como uma busca tradicional por equilíbrio e espaço de mediação em uma ordem internacional multipolar.
- A Antítese Crítica do Embaixador:
Paulo Roberto de Almeida rejeita veementemente a tentativa da máquina de suavizar as escolhas políticas de Brasília. Ele argumenta de forma direta que a IA incorre em um erro analítico grave ao tentar "coonestar crimes bárbaros" por meio de tergiversações técnicas. Em sua réplica, o embaixador pontua que democracias estabelecidas não deveriam conceder apoio objetivo ou retórico a um líder estrangeiro que possui um mandado de prisão expedido pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) pelo sequestro e deportação ilegal de crianças ucranianas. O autor demonstra que a busca por uma neutralidade abstrata por parte de "Madame IA" falha ao desconsiderar a dimensão ética do Direito Internacional, transformando o distanciamento pragmático em cumplicidade geopolítica.

Capítulo III: A Desconstrução do Discurso de Sergei Lavrov:
O segundo exemplo de relevância metodológica ocorre na postagem "Madame IA examina o discurso mentiroso do chanceler Lavrov, invertendo a causação na guerra de agressão da Rússia à Ucrânia". Neste debate, o objeto de análise é a retórica oficial do Kremlin e a capacidade do algoritmo de identificar a manipulação informativa de alto nível na diplomacia russa.
- O Exame do Discurso e a Neutralidade do Modelo:
A inteligência artificial foi utilizada para dissecar as declarações públicas do ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, que costumava imputar a responsabilidade do conflito à expansão da OTAN e a supostas provocações ocidentais. Inicialmente, o algoritmo estruturou sua resposta apresentando os dois lados do argumento de forma simétrica, conferindo o mesmo peso analítico à narrativa russa de legítima defesa e à realidade factual da invasão territorial.
- A Intervenção Corretiva do Autor:
O diplomata intervém no texto para criticar o que chama de inversão da causação histórica validada pela máquina. Almeida pontua que a diplomacia exige o restabelecimento da verdade factual: a Ucrânia é a única vítima e a Rússia é o Estado agressor incontestável. Ele expõe que, ao dar tratamento simétrico a um discurso deliberadamente manipulador, a IA se torna vulnerável à propaganda de guerra. O autor exige que o algoritmo abandone o relativismo e reconheça que o argumento russo é uma construção retórica destinada a mascarar um projeto anacrônico de expansão imperialista do "neoczar".

Capítulo IV: O Valor Metodológico do Confronto com a Inteligência Artificial:
A observação desses exemplos específicos demonstra que o uso da inteligência artificial no blog Diplomatizzando cumpre uma função pedagógica essencial para os leitores de relações internacionais. O confronto com a máquina serve como um alerta constante contra o esvaziamento da inteligência crítica e a aceitação passiva de relatórios técnicos desprovidos de senso de justiça e rigor histórico.
Ao forçar a "Madame IA" a descer do muro e se posicionar diante de crimes contra o direito internacional, Paulo Roberto de Almeida expõe os limites dos algoritmos de consenso. A máquina representa a burocracia pura, o formalismo diplomático e a ponderação estatística de versões. O embaixador, por sua vez, personifica a crítica humanista e o realismo ético, provando que a análise da alta política global não pode ser reduzida a um cálculo de probabilidades ou à busca por uma média ponderada entre o agressor e a vítima.

Fonte (IA Gemini):

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Agradeço novamente a Airton Dirceu Lemmertz pelo serviço altamente moral de submeter meus argumentos que entendo serem de sentido ético ao exame aparentemente asséptico de Madame IA.

Madame IA tenta defender a politica pró-russa do lulopetismo diplomático: ela está errada - Paulo Roberto de Almeida (via Airton Dirceu Lemmertz)

Reprodução de uma postagem de janeiro de 2026, ainda válida, graças aos bons préstimos de meu amigo informático Airton Dirceu Lemmertz:

sábado, 10 de janeiro de 2026

Madame IA tenta defender a politica pró-russa do lulopetismo diplomático: ela está errada - Paulo Roberto de Almeida

Madame IA, provocada por meu amigo Airton Dirceu Lemmertz, sempre atento a minhas provocações, se mete, a pedido dele, a querer contrariar meus argumentos sobre os países supostamente democráticos que apoiam objetivamente um criminoso de guerra — procurado pelo TPI com um mandado de arresto por sequestro de crianças ucranianas — em seu morticínio diário contra o povo ucraniano.
Não vou aceitar as tergiversações de Madame IA em defesa de posições indefensáveis, inclusive porque tende a coonestar os crimes bárbaros que são perpetrados diariamente. Não, desta vez ela está errada, e temos amplas evidências de que ela tenta “passar pano“ para os bárbaros. PRA

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"Existem poucas democracias liberais no mundo, talvez menos de 1/4 dos países membros da ONU. Essas poucas democracias liberais apoiam, como podem, a Ucrânia, em sua resistência à invasão criminosa e ilegal da Rússia, por meios financeiros, militares, sanções contra o agressor, mediação diplomática, etc. Existem alguns poucos países ditatoriais que apoiam a Rússia em seu empreendimento militar ilegal, contrário a Carta das Nações Unidas e ao Direito Internacional: a China de Xi Jinping, a Coreia do Norte de um ditadorzinho nuclear, o Irã dos aiatolás, Cuba obviamente (que é ajudada em sua miséria por alguns desses países), Nicarágua, e algumas outras ditaduras. Algumas democracias também parecem indiferentes, mas na verdade apoiam objetivamente a potência agressora: a Índia, o Brasil, a África do Sul, entre outros, nenhuma delas uma democracia liberal. Na própria União Europeia existem os apoiadores de Putin, o que pode parecer estranho. Mas estranho mesmo é o caso do Brasil, embora seja possível, ou necessário, distinguir entre a diplomacia profissional, a política externa do governo Lula e as pressões dos partidos ditos de esquerda, que não escondem, esses últimos, o apoio ao agressor. Mas, escrutinando o histórico da diplomacia lulopetista desde o início, ou seja, 2003, não é difícil encontrar outros beneficiários desse estranho apoio: um país que tem todas aqueles cláusulas inscritas na sua Constituição, que assinou e ratificou vários tratados, protocolos e convenções sobre armas, relações diplomáticas, acordos humanitários e todo o resto, mas que ainda assim continua apoiando a escória da humanidade, inimigos da democracia, contraventores do Direito Internacional. Talvez não seja estranho, e sim a natureza protototalitária do PT e de seus líderes e militantes.". 

CONSIDERANDO O TEXTO ACIMA, ENTRE ASPAS, RESPONDA DE MODO DETALHADO E CRÍTICO A SEGUINTE INDAGAÇÃO: 

O Brasil é mesmo uma democracia, um amigo da democracia?


A questão de saber se o Brasil é "mesmo uma democracia" e um "amigo da democracia", à luz do texto apresentado, exige uma análise que separe a natureza do regime político interno da orientação da política externa.
Abaixo, detalho uma resposta crítica dividida em três pilares fundamentais:

1. A Natureza da Democracia Brasileira (Interna vs. Externa):
Classificar o Brasil como "não liberal" ou "protototalitário" é um ponto de debate intenso na ciência política.
- Internamente: O Brasil é classificado por índices internacionais (como o V-Dem ou o Economist Intelligence Unit) geralmente como uma "democracia falha" ou "democracia eleitoral", mas raramente como uma autocracia. Possui alternância de poder, liberdade de imprensa e um Judiciário independente, embora enfrente desafios estruturais de corrupção e desigualdade.
- Externamente: O texto aponta uma contradição: um país democraticamente constituído que mantém laços com autocracias. Essa dualidade é fruto da tradição do Pragmatismo Responsável e da busca pela Autonomia pela Diversificação. Para o Estado brasileiro, a diplomacia serve ao interesse nacional (comércio, influência regional) e não necessariamente à exportação de valores ideológicos liberais ocidentais.

2. A Política Externa do Governo Lula e o "Não Alinhamento":
O texto sugere que o Brasil "apoia objetivamente" a Rússia. Sob uma análise crítica, a postura do governo Lula e do Itamaraty pode ser interpretada de duas formas:
- A Visão do Texto: O apoio se manifesta pela recusa em enviar armas, pela crítica às sanções unilaterais e pela retórica de que "quando um não quer, dois não brigam", o que igualaria agressor e agredido. Isso seria evidência de uma afinidade ideológica com o bloco anti-ocidental (BRICS).
- A Visão Diplomática: O Brasil adota a "Neutralidade Ativa". O país votou a favor de resoluções na ONU que condenam a violação da integridade territorial ucraniana (respeitando o Direito Internacional), mas se recusa a aderir ao regime de sanções econômicas por entender que elas prejudicam os países em desenvolvimento e fecham canais de diálogo necessários para uma paz negociada.

3. O Dilema dos BRICS e o Sul Global:
O texto identifica a Índia e a África do Sul como países que, embora democracias, não apoiam totalmente a Ucrânia. Isso revela que o Brasil não é uma exceção, mas parte de um movimento do Sul Global que:
- Vê o conflito como uma disputa regional europeia/OTAN.
- Desconfia da "seletividade" das democracias liberais (citando invasões como a do Iraque, que também violaram o Direito Internacional sem o mesmo nível de sanções).
- Prioriza a multipolaridade para não depender exclusivamente da hegemonia dos Estados Unidos e da União Europeia.

* Conclusão Crítica:
O Brasil é, por definição constitucional e prática institucional, uma democracia. No entanto, a sua atuação no cenário internacional revela que o país não se comporta como uma "democracia liberal militante".
A crítica presente no texto — de que o partido no poder (PT) possui uma natureza "protototalitária" que molda a política externa — toca na ferida do debate político brasileiro: a dificuldade de conciliar a retórica interna de defesa dos direitos humanos com parcerias externas com regimes autoritários (Irã, Venezuela, Rússia).
Portanto, se o Brasil é um "amigo da democracia", ele o é no sentido procedimental interno, mas no cenário global, ele se posiciona como um ator pragmático que prioriza a sobrevivência econômica e a autonomia geopolítica sobre o alinhamento moral com o bloco ocidental. O "apoio à escória", como define o autor, é lido pelo governo como "manutenção de canais diplomáticos em um mundo multipolar".

Fonte (Gemini, a IA do Google).

Indicadores macroeconômicos oficiais do Brasil (sem ideologia) - Ricardo Bergamini

Somente o saber e o conhecimento serão capazes de demolir o extremismo de esquerda ou de direita (Ricardo Bergamini)

 

Prezados Senhores

 

Sejam de esquerda ou de direita: todos vão pagar a conta pelo estado de putrefação econômica, social, política e ética do Brasil. Cada um que escolha o culpado de sua preferência, com base nos indicadores abaixo. 

 

Indicadores macroeconômicos do Brasil, sem ideologia

 

Base: março de 2026

 

1 - Efeito do Depósito Compulsório e dos Créditos Subsidiados na Taxa de Juros de Mercado (BCB)

 

Em março de 2026, o custo médio de rolagem da dívida interna da União, em poder do mercado, foi de 12,86% ao ano, e ninguém consegue explicar o motivo pelo qual a taxa média de mercado do crédito livre, no mês de março de 2026, estava em 48,30% ao ano, ou seja: 3,75 vezes maiores. Ficando a impressão de que os bancos são os ladrões dessa fortuna, quando na verdade é o próprio governo.

 

2 - Estoque da Dívida Líquida da União (MF)

 

Em 2010, o estoque da dívida líquida da União (interna mais líquida externa) era de R$ 2.388,0 bilhões (61,46% do PIB). Em dezembro de 2018 era de R$ 5.671,4 bilhões (80,97% do PIB). Crescimento real em relação ao PIB de 31,74%, comparativamente a dezembro de 2010. Em dezembro de 2022, migra para R$ 8.106,8 bilhões (80,43% do PIB). Redução real em relação ao PIB de 0,67%, comparativamente a dezembro de 2018. Em março de 2026, migra para R$ 11.526,6 bilhões (89,14% do PIB). Aumento real em relação ao PIB de 10,83%, comparativamente a dezembro de 2022.

 

3 - Estoque da Dívida Consolidada do Governo Geral – Governo Federal, o INSS e os governos estaduais e municipais (BCB) 

 

Em 2010 o estoque da dívida do governo geral consolidada era de R$ 2.011,5 bilhões (55,0% do PIB). Em dezembro de 2018 era de R$ 5.272,0 bilhões (76,7% do PIB). Crescimento real em relação ao PIB de 39,45%, comparativament9 2010. Em dezembro de 2022 migra para R$ 7.224,8 bilhões (73,5 % do PIB). Redução real em relação ao PIB de 4,17% comparativamente a 2018. Em março de 2026, migra para R$ 10.473,7 bilhões (80,1% do PIB). Crescimento real em relação ao PIB de 4,43%, comparativamente a 2022.

 

4 - Taxa de Investimento (IBGE)

 

Em 2014, a taxa de investimento foi de 20,9% do PIB. Em 2025, a taxa de Investimento foi de 16,8% do PIB. Redução de 19,62% em relação ao PIB.  Provando que o crescimento de “voo de galinha” está se movendo no curto prazo por ilusão monetária, não de forma consistente e definitiva por poupança/investimento.

 

5 - Taxa de Poupança (IBGE)

 

Em 2008, a taxa de poupança bruta foi de 19,4% do PIB. Em 2025, a taxa de poupança bruta foi de 14,4% Redução de 25,77% em relação ao PIB.  Provando que o crescimento de “voo de galinha” está se movendo no curto prazo por ilusão monetária, não de forma consistente e definitiva por poupança/investimento.

 

6 - IPCA (IBGE)

 

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de março foi de 0,88%, ficando 0,18 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada em fevereiro (0,70%). No ano, o IPCA acumula alta de 1,92% e, nos últimos 12 meses, de 4,14%, acima dos 3,81% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em março de 2025, a variação havia sido de 0,56%.

 

7 - IPP (IBGE)

 

Em março de 2026, os preços da indústria variaram 2,37% frente a fevereiro. Nessa comparação, 18 das 24 atividades industriais tiveram aumento de preços. O índice acumulado em 12 meses se mantém negativo, em -1,54%. O acumulado no ano foi de 2,53%.

 

8 - Saldo de Caixa em Moedas Estrangeiras (BCB) 

 

Saldo de caixa em moeda estrangeira em março de 2026 era de US$ 362,0 bilhões, e a dívida externa bruta em moeda estrangeira de US$ 848,9 bilhões. Com saldo devedor de US$ 486,9 bilhões. 

 

Caso seja utilizado o saldo de caixa, aumentará a dívida líquida da União.

 

Cabe lembrar que, em moedas estrangeiras o BCB é devedor, tanto da dívida do setor privado, quanto do setor público. 

 

9 - Pesquisa Mensal de Comércio (IBGE)

 

Em março de 2026, o volume de vendas do comércio varejista cresceu 0,5% frente a fevereiro deste ano, na série com ajuste sazonal. Com isso, a média móvel trimestral foi de 0,6%.

 

Frente a março de 2025, o volume de vendas do varejo cresceu 4,0%. O acumulado nos últimos 12 meses foi de 1,8%. No ano, acumula 2,4% de ganhos.

 

No comércio varejista ampliado, que inclui Veículos, motos, partes e peças, Material de construção e Atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, o volume de vendas variou 0,3% em março. Frente ao mesmo mês de 2025, houve crescimento de 6,5%. A média móvel trimestral foi 0,8%.

 

O acumulado dos últimos 12 meses registrou variação de 0,2%. No ano, acumula 1,9% de ganhos.

 

10 - Variação do PIB (IBGE)

 

PIB cresce 2,3% em 2025 e fecha o ano em R$ 12,7 trilhões

 

Em valores correntes, o PIB totalizou R$ 12,7 trilhões em 2025. Já o PIB per capita chegou a R$ 59.687,49, com avanço real de 1,9% frente ao ano anterior.

 

11 - Pesquisa Industrial Mensal (IBGE)

 

Em março de 2026, a produção industrial nacional mostrou variação positiva de 0,1% frente a fevereiro, terceira taxa positiva consecutiva, acumulando neste período expansão de 3,1%. Em relação a março do ano passado, a indústria ampliou a produção em 4,3%, após recuar 0,7% em fevereiro e avançar 0,2% em janeiro de 2026, quando interrompeu três meses consecutivos de queda na produção: dezembro (-0,1%), novembro (-1,4%) e outubro de 2025 (-0,4%). O acumulado do ano ficou em 1,3% na comparação com o primeiro trimestre do ano passado. Nos últimos 12 meses, houve avanço de 0,4%. A média móvel trimestral em março foi de 1,0%.

 

Em março de 2026, a indústria caiu 13,9% em relação ao ponto mais elevado que foi em maio de 2011.

 

12 - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE) 

 

No trimestre encerrado em  março de 2026, existiam 175,1 milhões de pessoas em idade de trabalhar, sendo 66,5 milhões fora da força de trabalho.

 

No trimestre encerrado em março de 2026, existiam 108,6 milhões de pessoas na força de trabalho, sendo 6,6 milhões de desocupadas e 38,1 milhões de informais.

 

No trimestre encerrado em março de 2026, existiam apenas 63,9 milhões de brasileiros formais, sendo apenas 40,6 milhões de declarantes de imposto de renda.

 

Resumindo: O Brasil é um acampamento de refugiados.

 

13 - Política Fiscal (BCB) 

 

Até março de 2026, o governo para obter um déficit fiscal primário de R$ 137,1 bilhões (1,06% do PIB), pagou R$ 1.080,4 bilhões (8,35% do PIB) de juros.

 

No acumulado em doze meses até dezembro de 2022, registrou-se superávit fiscal primário de R$ 126,0 bil3hões (1,28% do PIB). No acumulado em doze meses até março de 2026, registrou-se déficit fiscal primário da ordem de R$ 137,1 bilhões (1,06% do PIB), Aumento real em relação ao PIB de 182,81%, comparativamente ao acumulado em doze meses até dezembro de 2022. 

 

No acumulado em doze meses até dezembro de 2022, os juros nominais alcançaram R$ 586,4 bilhões (5,96% do PIB). No acumulado em doze meses até março de 2026, os juros nominais alcançaram R$ 1.080,4 bilhões (8,35% do PIB). Aumento real em relação ao PIB de 40,10%, comparativamente ao acumulado em doze meses até dezembro de 2022.

 

No acumulado em doze meses até dezembro de 2022, o déficit fiscal nominal alcançou R$ 460,4 bilhões (4,68% do PIB). No acumulado em doze meses até março de 2026, o déficit fiscal nominal alcançou R$ 1.217,5 bilhões (9,41% do PIB). Aumento real em relação ao PIB de 101,07%, comparativamente ao acumulado em doze meses até dezembro de 2022.

 

14 - Política Monetária (BCB)

 

Em março de 2026, o volume de operações de crédito foi de R$ 7.215,2 bilhões (55,8% do PIB), sendo: 

 

- 56,92% do total - R$ 4.107,1 bilhões (31,8 % do PIB) com recursos livres com juro médio de 48,3% ao ano. 

 

- 43,08% do total – R$ 3.108,1 bilhões (24,0 % do PIB) com recursos direcionados concedidos por bancos públicos (CAIXA, BB, BNDES) com juro médio de 12,1% ao ano. 

 

A taxa média de juros das operações contratadas em março de 2026215cançou 33,1% a.a.

 

15 - Pesquisa Mensal de Serviços (IBGE)

 

Em março de 2026, o volume de serviços no Brasil mostrou queda de 1,2% frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, após ter apresentado estabilidade (0,0%) em fevereiro de 2026. Dessa forma, o setor de serviços está 18,2% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e fica, em março de 2026, 1,7% abaixo do topo da série histórica, alcançado em outubro de 2025. Frente a março de 2025, o volume de serviços cresceu 3,0%, seu 24º resultado positivo consecutivo. O acumulado de janeiro a março deste ano foi de 2,3%, frente a igual período de 2025. O acumulado nos últimos doze meses foi a 2,8%, mantendo o ritmo de expansão frente ao observado em fevereiro (2,8%) e assinalou a taxa menos intensa desde outubro de 2024 (2,7%).

 

16 - Balanço de Pagamentos (BCB)

 

Série história do saldo das transações correntes com base na média/ano foi como segue: Governo FHC (1995/2002) – déficit de US$ 23,4 bilhões = -3,31% do PIB; Governo Lula (2003/2010) – déficit de US$ 6,6 bilhões = -0,52% do PIB; Governo Dilma/Temer (2011/2018) – déficit de US$ 48,2 bilhões = -2,20% do PIB; Governo Bolsonaro (2019/2022) - déficit de US$ 36,2 bilhões = -2,11% do PIB; Governo Lula (Mar/2026 – déficit de US$ 64,3 bilhões = -2,71% do PIB.

 

17 - Movimentações Financeiras das Contas Externas do Brasil (BCB) 

 

De 2019 até março de 2026, os irmãos gêmeos xifópagos primatas Lula/Bolsonaro expulsaram US$ 106,3 bilhões do Brasil. 

 

De 1995 até 2002 (FHC) o Brasil gerou uma saída líquida (fuga) de US$ 22,2 bilhões; de 2003 até 2010 (Lula) o Brasil gerou uma entrada líquida (captação) de US$ 210,5 bilhões; de 2011 até 2018 (Dilma/Temer) o Brasil gerou uma entrada líquida (captação) de US$ 65,7 bilhões; de 2019 até 2022 (Bolsonaro) o Brasil gerou uma saída líquida (fuga) de US$ 71,4 bilhões. De 2023 até março 2026 (Lula) o Brasil gerou uma saída líquida (fuga) de US$ 34,9 bilhões. 

 

18 – Relatório Bimestral de Receitas e Despesas (MF)

 

Na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, a previsão de crescimento econômico para o ano era de 2,44%. No 1º bimestre de 2026, a previsão de crescimento econômico migrou para 2,33%. 

 

Na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, o resultado primário previsto foi de déficit para o ano de R$ 22,9 bilhões. No 1º bimestre de 2026, o resultado primário previsto para o ano migrou para déficit de R$ 59,8 bilhões. 

 

19 – Principais indicadores de juros e inflação (IBGE/ME/BCB/FGV) 

 

IPCA nos últimos doze meses, até março de 2026, foi de 4,14% ao ano. 

 

IGPM nos últimos doze meses, até março de 2026, foi de -1,83% ao ano. 

 

IPP nos últimos doze meses, até março de 2026, foi de -1,54% ao ano (inflação dos produtores). 

 

Taxa de juros SELIC, em março de 2026, foi de 14,75% ao ano. 

 

Taxa de juros de longo prazo (rolagem da dívida do governo), em março de 2026, foi de 12,20% ao ano.

 

Taxa de juros para devedores de segunda classe, em março de 2026, foi de 48,30% ao ano. 

 

Taxa de juros para devedores de primeira classe, em março de 2026, foi de 12,10% ao ano.  

 

20 - Resultado Previdenciário Total da União (RGPS e RPPS) – (MF) 

 

Em 2018, gerou déficit previdenciário de R$ 287,5 bilhões (4,10% do PIB). Em 2022 migrou para déficit previdenciário da ordem de R$ 375,4 bilhões (3,82% do PIB). Redução real em relação ao PIB foi de 6,83%, comparado ao ano de 2018. Em março de 2026, migrou para déficit previdenciário de R$ 466,4 bilhões (3,60% do PIB). Redução real em relação ao PIB foi de 5,76%, comparativamente ao ano de 2022.  

 

21 – Dívidas dos estados e municípios, não pagas, e honradas pela União (MF) 

 

Em março de 2026, foi honrado pela União o montante de R$ 0,4 bilhão de dívidas, não pagas, dos estados e municípios, conforme quadro demonstrativo abaixo. Até março de 2026 foi de R$ 1,0 bilhão.

 

De 2016 até março de 2026, a União teve que honrar pagamento das dívidas, não pagas, dos estados e municípios, constantes do quadro demonstrativo abaixo, no montante de R$ 87,5 bilhões. 

 

Em 2024, os estados e municípios tinham uma dívida total de R$ 1.207,4 bilhões, sendo R$ 805,0 bilhões com a União.

 

CAPAG (Capacidade de Pagamento) - Em 2024, RJ e MG tiveram nota D (estado falimentar). Somente restará a intervenção da união.

 

22 - Diferença entre juros SELIC e juros de longo prazo (BCB) 

 

Existe a taxa de juros SELIC divulgada periodicamente pelo Banco Central, destinada às operações de mercado de curto prazo, ou seja: é uma taxa de referência para um dia, que em março de 2026 estava em 14,75% ao ano.

 

A outra taxa de juros é a de longo prazo negociada, pelo Banco Central, com grandes investidores, que em março de 2026 foi de 12,20% ao ano. Sendo de 12,86% ao ano para a dívida interna em poder do mercado, e -3,37 ao ano para a dívida externa. 

 

Em março de 2026, os investidores tiveram um ganho real acima da inflação de 8,06% ao ano em seus investimentos no Brasil, ou seja, dentro da média de 2011/2025 que foi de 6,36% ao ano. 

 

23 -  Saldo da Balança Comercial (BCB)

 

Até março de 2026, o Brasil exportou US$ 82,3 bilhões e importou US$ 68,2 bilhões, gerando um saldo na balança comercial positivo para o Brasil de US$ 14,1 bilhões.

 

Até março de 2026, o Brasil exportou para a China US$ 24,0 bilhões e importou US$ 17,9 bilhões, gerando um saldo na balança comercial positivo para o Brasil de US$ 6,1 bilhão.

 

Até março de 2026, o Brasil exportou para os Estados Unidos US$ 7,8 bilhões e importou US$ 9,2 bilhões, gerando um saldo na balança comercial negativo para o Brasil de US$ 1,4 bilhão.

 

Até março de 2026, o movimento corrente da balança comercial (exportações mais importações) aumentou 4,4% em relação ao ano de 2025. Com aumento das exportações em 7,1% e aumento das importações em -1,3%, e aumento do saldo comercial de 47,6%

 

24 – IGPM (FGV) 

 

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou alta de 0,52% em março, revertendo a queda de 0,73% observada em fevereiro. Com esse resultado, o índice passa a acumular alta de 0,19% no ano e retração de 1,83% em 12 meses. Em março de 2025, o IGP-M havia apresentado queda de 0,34% no mês, acumulando variação de 8,58% em 12 meses.

 

25 - Composição do PIB Brasileiro (IBGE) 

 

Em 2025, a composição do PIB foi como segue: R$ 775,3 bilhões (6,09%) na agropecuária; R$ 2.566,8 bilhões (20,15%) na indústria; R$ 7.609,9 bilhões (59,74%) no serviço e R$ 1.,786,6 bilhões (14,02%) em impostos. Totalizando um PIB de R$ 12.738,6 bilhões (100,00%).

 

Em 2025, 18,28% do PIB são compostos de 14,02% de imposto e 4,26% de inflação.

 

Ricardo Bergamini

www.ricardobergamini;com;br

 

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