terça-feira, 8 de setembro de 2026

Quais as propostas em política externa dos candidatos à Presidência do Brasil em 2026? - BBC Brasil

 

Quais as propostas, especificamente em política externa, dos candidatos à Presidência do Brasil em 2026? No site BBC News Brasil, link https://www.bbc.com/portuguese/articles/cm2gryker9mo ("Eleição 2026: quais são as propostas dos candidatos?"), selecionando os botões "Política externa" e em seguida "Todos candidatos", obtemos o resultado do filtro. Os candidatos aparecem em ordem alfabética. Veja: 

Augusto Cury (Avante):
Ainda não apresentou propostas nesta categoria.

Clariana Barão (DC):
Cooperação internacional contra o narcotráfico e o tráfico de armas.

Edmilson Costa (PCB):
Solidariedade a Cuba;
Enfrentamento do "imperialismo estadunidense".

Flávio Bolsonaro (PL):
Retomar o cronograma interrompido de adesão à OCDE, incluindo o fim gradual do IOF sobre o câmbio;
Plano nacional de integração às cadeias globais de valor;
Posicionar o Brasil entre os principais destinos de investimento em transição energética.

Hertz Dias (PSTU):
Aumento dos investimentos em defesa nacional;
Converter parte do contingente de reservistas em uma força de defesa nos moldes do modelo suíço.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT):
Política externa “ativa e altiva”;
Fortalecer a presença brasileira em organismos multilaterais;
Liderar a agenda climática e de desenvolvimento sustentável nos foros internacionais;
Diversificar as parcerias comerciais, tecnológicas e financeiras do Brasil;
Investir nas “capacidades das Forças Armadas” e na Base Industrial de Defesa.

Pablo Marçal (PRTB):
Ainda não apresentou propostas. Elas serão inseridas assim que forem divulgadas pelo candidato.

Renan Santos (Missão):
Brasil liderando combate ao crime organizado na América do Sul;
Bloqueio e proibição de "financiamento estrangeiro, especialmente de fundações como a Open Society de George Soros, para ONGs que promovem agendas pró-crime e garantismo penal";
"Diplomacia do churrasco", usando a refeição em encontros internacionais;
Aliança estratégica com os EUA, para substituir importações chinesas por brasileiras;
Integração Lusófona, reposicionando países de língua portuguesa como bloco geopolítico coeso;
Propõe que o Brasil tenha armas nucleares*.

Ronaldo Caiado (PSD):
Fomentar abertura comercial e explorar novos mercados para o Brasil no exterior*.

Romeu Zema (Novo):
Abertura ao comércio exterior com redução gradual de tarifas.

Rui Costa Pimenta (PCO):
Apoio à Rússia na disputa com a Otan, ao governo venezuelano, à República Islâmica do Irã e à resistência palestina.

Samara Martins (UP):
Ainda não apresentou propostas nesta categoria.

Wilson Grassi (Democrata):
Atuação internacional baseada no interesse brasileiro, inclusive em negociações comerciais, ambientais, sanitárias, tecnológicas e de defesa;
Cooperação com países vizinhos para combater crimes transfronteiriços;
Fortalecer a defesa sanitária, acelerar a rastreabilidade da produção agropecuária e adotar padrões de bem-estar animal compatíveis com as exigências internacionais, além de ampliar a diplomacia sanitária para abrir e reabrir mercados para produtos brasileiros.

I) Consulta [ao link citado acima] realizada [por ADL] em 20/08/2026 às 14h05. 
II) Conteúdo sujeito a alterações/atualizações posteriormente. 

Até agora, disputam a Presidência, em ordem alfabética: Augusto Cury (Avante), Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), Flávio Bolsonaro (PL), Hertz Dias (PSTU), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Pablo Marçal (PRTB), Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara Martins (UP) e Wilson Grassi (Democrata). 

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Konstantin Samoilov, Russian exile, escaped from the FSB tentacles abroad, and is now in Luxembourg

 In this unscripted livestream, I am sitting down with you to explain exactly what happened, why we chose Luxembourg, and what this means for the future of this channel. The reality of opposing the Kremlin system means living with constant unpredictability, and I want to give you the unvarnished truth about the pressures and safety risks facing Russians abroad right now.

Join the live chat, and let’s talk.

I’m Konstantin Samoilov, a Russian in exile and creator of Inside Russia community. I talk to people inside the country every day, follow the numbers and the mood, study Russia under microscope and share my findings with the world. No hype — just facts. Sources: open public data and reporting 

https://www.youtube.com/live/Sz8xslNNNd8?is=jgv9o14nLUiqB00P 

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Livro sobre o Mercosul disponível no Internet Archive: Mercosul: Fundamentos e Perspectivas (1998)

Informo: 

Livro sobre o Mercosul disponível no Internet Archive: Mercosul: Fundamentos e Perspectivas (1998) 

3602. Mercosul: Fundamentos e Perspectivas (São Paulo: Editora LTr, 1998, 160 p.; ISBN: 85-7322-548-3), Brasília, 23 março 2020, 143 p. Reformatação completa do livro para fins de livre acesso nas redes de intercâmbio acadêmico. Divulgado no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2020/03/mercosul-fundamentos-e-perspectivas.html); na plataforma Academia.edu (link: https://www.academia.edu/42290608/Mercosul_fundamentos_e_perspectivas_1998_); disponível no Internet.Archive (7/09/2026; link: https://archive.org/details/1998-msul-fund-persp)

 

Simon Schwartzman se despede do blog, fica agora no Substack

 

Nova postagem no blog de Simon Schwartzman
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Adeus Simon’s site

By Simon Schwartzman on Sep 07, 2026 12:35 am

Comecei a publicar este blog 20 anos atrás, em janeiro de 2005. Foram quase 800 postagens acompanhadas e muitas vezes comentadas por centenas de colegas, amigos e companheiros de viagem. De lá para cá, mudou a tecnologia, os hábitos de leitura das pessoas, e chegou a hora de me mudar também.

Comecei, recentemente, a colocar minhas postagens também no Substack, uma nova plataforma de publicação online voltada principalmente para newsletters e blogs por assinatura. A partir de agora,ela substituirá este blog, e enviará o que for publicado para uma lista de endereços na qual quem tiver interesse pode se inscrever, se ainda não estiver lá . O acesso aos meus textos no Substack é gratuito, mesmo quando, de vez em quando, possa apareça alguma mensagem peguntando se o leitor pagaria alguma coisa se eu cobrasse.

Tenho também um espaço no Internet Archive onde coloco todos os meus textos, incluindo livros, artigos acadêmicos, postagens e inclusive textos de colegas em eventos que de alguma maneira ajudei a organizar, com a vantagem que eles podem ser facilmente pesquisados e podem ser baixados sem custo.

Entre uma coisa e outra, em pessoa, nas redes e em outros espaços na Internet, espero que continuemos nossas conversas, que é o que mais importa.

Um abraço grande, e até lá.

 

Artigos Recentes:

Inteligência artificial na educação
Nos ouvidos do Rei
Robert Verhine: A meta dos 10% do PIB em Educação: Símbolo ou Planejamento Estratégico?
O desperdício da inteligência
Aula de Democracia

Madame IE reescreve um dos meus capítulos de autobiografia do Estado: sobre as oligarquias, sempre presentes - Paulo Roberto de Almeida

 ADL:  Reescreva o texto/conteúdo da postagem do link:

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/09/autobiografia-de-um-fora-da-lei-9-das.html

(título da postagem, entre aspas: "Autobiografia de um fora-da-lei, 9: das oligarquias que me serviram - Paulo Roberto de Almeida"). 

O texto reescrito deverá manter a linha de pensamento/argumentos (de raciocínio argumentativo/expositivo); deverá utilizar a linguagem coloquial/popular do interior do Brasil (mas sem exageros na caricatura do linguajar); deverá ter, aproximadamente, 5500 caracteres.

==========

Aqui está a versão reescrita do ensaio de Paulo Roberto de Almeida, adaptada para o

linguajar simples e acolhedor do interior do Brasil, mantendo com fidelidade toda a linha cronológica e a argumentação crítica do autor original.

 

Autobiografia de um fora-da-lei, 9: das oligarquias que me serviram...


Olha aqui, meu compadre, senta aqui na beira do jirau com calma, pega um café passado na hora, porque a prosa hoje é comprida e puxada bem no rastro da nossa história. Quero te contar o causo de como essas tais de oligarquias — que é o nome  chique que o povo da cidade dá para as patotas de mandões — sempre viveram deitadas às minhas custas, mandando e desmandando no terreiro. O pessoal da farda, de todas as turmas que já se encastelaram no comando, foi o que deixou o prejuízo mais dolorido no lombo do povo, travando o passo da verdadeira democracia.

Se chamo esta história de "autobiografia de um fora-da-lei" , é porque nestes duzentos anos em que me firmei como dono do meu nariz, pouquíssimas vezes fomos governados pela lei justa; na maior parte do tempo, reinou o capricho dos homens fortes. Antes e depois dos militares, estiveram os mandões civis, barões do dinheiro e da terra, que dão as ordens mudando apenas a estampa da roupa ou o partido. Do tempo de colônia aos donatários e sesmeiros, a coisa começou torta.

Quando passei a cuidar da minha vida, as velhas oligarquias do latifúndio e do comércio logo tomaram conta de tudo, mantendo a escravidão e criando forças de repressão. Para fechar as portas, inventaram em 1850 a Lei de Terras, impedindo o caboclo ou ex-escravo de comprar um pedaço de chão e gerando a sina dos donos do poder descrita por Raymundo Faoro.

Os primeiros sustentáculos foram os sesmeiros virados "coronéis" da Guarda Nacional. Depois da Guerra do Paraguai, cresceu a oligarquia militar, que daria dor de cabeça por mais de cem anos, começando com o golpe sem rumo de 1889. Seguiram-se os barões do café e do açúcar no poder à base de eleições de mentira no café com articulação de Oswaldo Aranha e aliados levou à revolução de 1930, que de revolução teve pouco, sendo mais uma troca de guarda. Getúlio assumiu, mas o provisório esticou-se.

Após revoltas como a paulista de 1932, a Constituinte de 1934 e a Intentona Comunista de 1935 — que serviu de vacina e gerou o ranço anticomunista nos quartéis — , Getúlio deu o golpe do Estado Novo em 1937 sob pretexto do Plano Cohen. No fim, os 15 anos de Getúlio carimbaram a força do Estado e engordaram as oligarquias. Os militares viraram fiscais da República com arrogância, e a carruagem seguiu distribuindo benesses a fazendeiros, industriais, banqueiros e políticos profissionais. O Brasil seguiu profundamente desigual, gerando uma pindaíba crônica e uma ferida aberta de injustiças que é o mote para nossa próxima prosa. 


O fascismo de Mussolini tinha uma doutrina: ele mesmo a compôs num livro: versão francesa, 1938

BENITO MUSSOLINI

LA DOCTRINE DU FASCISME

IIIe ÉDITION

(Firenze, 1938 XVI — Stab. Grafici A. Vallecchi, Viale del Mille, 72)

 Versão em francês disponível neste link: 

https://fr.wikisource.org/wiki/La_Doctrine_du_fascisme/Texte_entier 

 

APPENDICE

Notes relatives au Ier chapitre.

 


Foi muito lido no Brasil:? Certamente: 

Existem traduções brasileiras do ensaio de Benito Mussolini (escrito em coautoria com Giovanni Gentile), publicado no Brasil sob o título A Doutrina do Fascismo em edições digitais e impressas recentes. [1, 2]
  • O texto original: Foi escrito em 1932 como um verbete da Enciclopedia Italiana, dividido em "Ideias Fundamentais" (por Giovanni Gentile) e "Doutrina Política e Social" (por Mussolini). [1, 2, 3]
  • Disponibilidade no Brasil: O texto circula no país em formato digital (como e-books na Amazon Brasil) e em coletâneas históricas dedicadas ao tema.
  •  ===============
  • Manifesto-Programa da Ação Integralista Brasileira 



    É certo que Plínio Salgado e a Ação Integralista Brasileira foram as forças mais polêmicas de toda a história do Brasil. Por onde passam seus nomes, nascem acirradas controvérsias e discussões. É ideia quase unânime que eram fascistas ou nazistas; lugar-comum que eram totalitários e queriam a ditadura de partido único. De qualquer forma, fato é que, ainda assim, em novembro de 1937, Plínio Salgado era o nome mais cotado para a Presidência da República: todas as pesquisas presidenciais o apontavam como o vencedor das eleições que deveriam acontecer em janeiro de 1938. Foi então que Getúlio Vargas, por motivos jamais conhecidos, proferiu um golpe de Estado. Todos os seguidores de Plínio Salgado que permaneceram foram perseguidos, presos, torturados e até mortos. Plínio nunca foi eleito. Mas o que era isso que esse caboclo, de família pobre e sem fortuna alguma, que construiu uma vida inteira do zero e liderou o maior movimento de massas da história da América Latina, propunha para a Nação e que tanto a animou? Qual foi o programa presidencial que despertou a ira de Getúlio Vargas e mudou para sempre a história do Brasil, sendo adotados até hoje a maioria de seus pontos, embora ainda não integralmente?Neste Manifesto-Programa, distinto de todos os outros programas presidenciais da história da República brasileira, o leitor aprenderá o que realmente foi a Ação Integralista Brasileira, qual era o genuíno pensamento político de Plínio Salgado e quais eram essas ideias que emocionaram milhões de brasileiros, levando centenas deles ao martírio até os dias de hoje.
     

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