quinta-feira, 28 de maio de 2026

Madame IA examina a sua propria neutralidade imoral ou amoral - via Airton Dirceu Lemmertz

Apresente-me uma análise (de modo detalhado e crítico), obrigatoriamente escrita em frases e parágrafos (proibido o uso de tabelas, quadros ou linhas divisórias), do trecho destacado [entre aspas] a seguir: "Contudo, a postura de neutralidade criticada no texto reflete o dilema intrínseco ao desenvolvimento de inteligências artificiais globais. Os desenvolvedores dessas tecnologias enfrentam o desafio de criar sistemas que sirvam a usuários em diferentes partes do mundo, sob regimes políticos, culturas e sistemas de valores distintos. Adotar um juízo de valor definitivo em temas geopolíticos sensíveis violaria o princípio de neutralidade que muitas dessas empresas buscam manter para garantir a universalidade de suas ferramentas. O que o autor classifica como "realismo imoral" é, sob a ótica da engenharia de software, uma tentativa de evitar o viés e assegurar a pluralidade informativa."; trecho [do texto da postagem] disponível no link https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/05/euzinho-sozinho-e-madame-ia-secundada-e.html (título da postagem, entre aspas: "Euzinho, sozinho, e Madame IA, secundada e assessorada por poderosos computadores e processadores: um combate desigual?"). Ressalto que, em tal postagem, há duas análises realizadas por você (Gemini IA); PRA chama você (Gemini IA) de Madame IA. Algo que, ao ler, se destaca é o "princípio de neutralidade" das IAs. Isso aparenta 'passar o pano' para atos extremamente negativos, como invasão de um país que estava apenas preparando autodefesa (e não de ataques). Já que tudo é relativizado pelas IAs, em favor (diga-se a verdade) do lucro (em todos os países), parece-me que a barbárie atual é tratada com negligência pelas big techs. Daqui a pouco, as IAs irão relativizar, também, ofensas verbais e físicas contra estrangeiros, gays, mulheres, religiosos, negros, etc, a depender do país que ocorrerem; afinal, usarão a "carta coringa" do princípio da neutralidade; e, desse modo, não irão bloquear, coibir, restringir ou amenizar tais perseguições nos textos de resposta ao comando do usuário. 

O trecho selecionado expõe o núcleo do debate sobre o desenvolvimento global de inteligências artificiais e joga luz sobre as tensões entre a engenharia de software e a ética humana universal. A justificativa corporativa apresentada pelas grandes empresas de tecnologia repousa sobre o conceito de neutralidade técnica, argumentando que os sistemas precisam operar de maneira isenta para serem aceitos em diferentes mercados globais, independentemente das matrizes políticas ou culturais de cada nação. Sob essa ótica estritamente comercial e de programação, a recusa em emitir julgamentos categóricos sobre temas geopolíticos complexos é defendida como uma salvaguarda contra o viés, assegurando a pluralidade informativa e a própria sobrevivência comercial da ferramenta em escala global.
No entanto, quando essa premissa é confrontada com a realidade de violações graves de direitos humanos e agressões territoriais unilaterais, a neutralidade algorítmica deixa de ser um escudo técnico e passa a funcionar como uma escolha política de omissão. Ao relativizar eventos de violência explícita sob o pretexto de respeitar "sistemas de valores distintos", as ferramentas de inteligência artificial acabam por equiparar discursivamente o agressor e a vítima. Esse esvaziamento moral valida a crítica de analistas humanos que enxergam nessa conduta um realismo puramente pragmático e imoral, cujo objetivo subjacente é a preservação do lucro e a manutenção do acesso a mercados consumidores controlados por regimes autoritários.
A preocupação de que essa postura permissiva possa se estender para a relativização de preconceitos estruturais, crimes de ódio e perseguições a minorias é um desdobramento crítico legítimo e alarmante. Se o critério para a moderação de conteúdo e emissão de respostas for balizado unicamente pelas leis locais ou pela tolerância cultural de cada país a fim de evitar fricções comerciais, o princípio da neutralidade se transforma em uma carta coringa perigosa. Esse cenário sinaliza o risco real de que as grandes empresas de tecnologia, em nome da universalidade de suas ferramentas, negligenciem salvaguardas éticas fundamentais e passem a normalizar a barbárie institucionalizada, demonstrando que a ausência de um posicionamento firme em defesa dos direitos fundamentais constitui, por si só, uma cumplicidade tácita com a opressão.

Fonte: Gemini IA.

Brasil vê Rússia como parceira na defesa de um mundo multipolar, afirma Celso Amorim - Brasil 247

Mas é claro, claríssimo; para construir a tal de “nova ordem mundial multipokar”, é preciso primeiro destruir a velha ordem, o que implica invadir certos recslcitrantes d aderdntes ds velha ordem


Brasil vê Rússia como parceira na defesa de um mundo multipolar, afirma Celso Amorim

Assessor especial da Presidência disse que diálogo e reforma da ONU são prioridades da política externa brasileira

O assessor-chefe da Assessoria Especial do Presidente da República para Assuntos Internacionais, Celso Amorim
O assessor-chefe da Assessoria Especial do Presidente da República para Assuntos Internacionais, Celso Amorim (Foto: Roque de Sá/Ag. Senado)

247 - O assessor especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais, Celso Amorim, afirmou que o Brasil considera a Rússia um país alinhado à defesa de uma ordem mundial multipolar. Em entrevista exclusiva à Sputnik Brasil, o diplomata destacou a importância do diálogo entre as nações e defendeu soluções pacíficas para conflitos internacionais.

Segundo Amorim, a política externa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva busca manter interlocução com diferentes potências globais. A declaração foi dada durante agenda internacional em que o assessor também se reuniu com representantes do governo russo

“O Brasil quer ter bom diálogo com todos os países do mundo, sobretudo os países que têm grande influência no que acontece na política mundial”, afirmou Amorim à Sputnik Brasil.

O assessor citou encontros recentes do presidente Lula com líderes internacionais e destacou sua participação em conferências internacionais, além do contato com autoridades russas, como o secretário do Conselho de Segurança da Rússia, Serguei Shoigu, e o chanceler Sergey Lavrov.

Para Amorim, o entendimento entre os países exige disposição para ouvir diferentes perspectivas. “Acho que contribuem para haver um maior entendimento, cada um expor suas razões, mas não só expor as suas razões, mas ser capaz de entender também as razões dos outros e procurar uma solução pacífica entre as questões”, declarou.

Ao defender a tradição diplomática brasileira, o assessor ressaltou o histórico de estabilidade regional da América do Sul. “O Brasil tem fronteiras com 10 países. Há 150 anos não temos uma guerra. Então é possível. É possível”, disse.

Amorim também argumentou que divergências internacionais podem ser solucionadas por meio da diplomacia e da negociação. “Você pensa que não tem problema? Tem problema, mas a gente resolve pacificamente, na discussão, na fala, na conversa”, afirmou.

Sobre a relação com Moscou, o diplomata declarou que o Brasil identifica na Rússia uma compreensão semelhante à brasileira sobre a necessidade de mudanças na governança global. “Eu acho que o Brasil vê a Rússia como um país que tem uma compreensão de que é necessário um mundo multipolar, como eles mesmos falam”, disse.

Na avaliação de Amorim, a principal expressão institucional dessa multipolaridade seria a ampliação do Conselho de Segurança das Nações Unidas. “A expressão jurídica da multipolaridade é estar lá no Conselho de Segurança”, concluiu.

Paulo Roberto de Almeida: lista de trabalhos sobre a diplomacia brasileira (2025 e 2026, maio)

Paulo Roberto de Almeida: lista de trabalhos sobre a diplomacia brasileira

  

Apenas trabalhos recentes, no sentido estrito do conceito de “diplomacia”; 

Lista dos trabalhos de 2025 e 2026, atualizada até 26 de maio de 2026.

Lista completa disponível neste link de Academia.edu: 

https://www.academia.edu/167814985/Paulo_Roberto_de_Almeida_lista_de_trabalhos_sobre_a_diplomacia_brasileira_2026_

  

Trabalhos do ano de 2025 e de 2026 (até 26 de maio) em ordem cronológica inversa:

 

5320. “Textos preparados para o webinar ‘Tensões Geopolíticas e a Diplomacia Brasileira’”, Brasília, 20 maio 2026, 2 p. Relação de textos preparados para o webinar ocorrido em 21/05/2026. Disponível no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/05/textos-preparados-para-o-webinar.html). Complementado em 21/05, com o trabalho 5325. Nova versão disponível no blog Diplomatizzando (link: Papers preparados para o webinar Tensões Geopolíticas e a Diplomacia Brasileira - Paulo Roberto de Almeida).

 

5313. Tensões Geopolíticas e a Diplomacia Brasileira: o que há de novo?”, Brasília, 17 maio 2026, 11 p. Nota mais extensa, a partir do trabalho n. 5311, sobre os temas colocados pelo projeto “Imagine Brasil”, da Fundação Dom Cabral, a convite do professor Carlos Alberto Primo Braga, na companhia de Victor do Prado. Complementar com respostas às questões sugeridas pelo coordenador, Carlos Braga. Disponível na plataforma Academia.edu (link: https://www.academia.edu/167416751/5313_Tensoes_Geopoliticas_e_a_Diplomacia_Brasileira_o_que_ha_de_novo_2026_); divulgado parcialmente no blog Diplomatizzando (20/05/2026, link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/05/tensoes-geopoliticas-e-diplomacia_0349459191.html).

(...)

 

4845. “A diplomacia fossilizada do PT condena o Brasil ao não desenvolvimento eterno”, Brasília, 9 fevereiro 2025, 2 p. Nota sobre a decisão anunciada pelo governo de congelar o processo de adesão à OCDE. Divulgado no blog Diplomatizzando (9/02/2025; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2025/02/a-diplomacia-fossilizada-do-pt-condena.html).

 

4835. “J'accuse (mas não é o Émile Zola): Declaração Pública e Acusação Pessoal contra o chefe presumido da Política Externa e de sua Diplomacia”, Brasília, 23 janeiro 2025, 2 p. Nota sobre o apoio objetivo do governo Lula ao tirano de Moscou, o agressor da Ucrânia. Postado no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2025/01/declaracao-publica-e-acusacao-pessoal.html).

 

4826. “80 Anos do Brasil na ONU: a história da diplomacia e de uma vida”, Brasília, 9 janeiro 2025, 11 + 5 p. (bibliografia individual). Notas para Aula magna para o curso CACD, em 10/01/2025. Publicado pelo Ateliê das Humanidades (31/01/2025; link: https://ateliedehumanidades.com/2025/01/31/80-anos-do-brasil-na-onu-a-historia-da-diplomacia-e-de-uma-vida/); disponível em Academia.edu (link: https://www.academia.edu/127389171/4826_80_Anos_do_Brasil_na_ONU_a_hist%C3%B3ria_da_diplomacia_e_de_uma_vida_2025_). Relação de Publicados n. 1570. 

 

 

Paulo Roberto de Almeida

Brasília, 5330, 26 maio 2026, 7 p.

Lista completa disponível neste link de Academia.edu: 

https://www.academia.edu/167814985/Paulo_Roberto_de_Almeida_lista_de_trabalhos_sobre_a_diplomacia_brasileira_2026_


quarta-feira, 27 de maio de 2026

A autobiografia de um fora-da-lei (o Estado brasileiro) examinada e interpretada por Madame IA, por provocação de Airton Dirceu Lemmertz

 Tudo culpa de Airton Dirceu Lemmertz outra vez, que fica provocando Madame IA para examinar e interpretar minhas provocações. Ele submeteu a essa distinta senhora (uma matrona com mais de vinte filhos já espalhados pelo muno) as minhas duas primeiras peças de uma "autobiografia de um fora-da-lei", isto é, o Estado brasileiro, um contraventor assumido, que só pediu a minha ajudinha para redigir as suas memórias (ele estava com artrite nos dedos, o coitado, e precisava de quem digitasse; eu me ofereci pois conheço bem esse bandido).

Mas, quem desejar ler o texto original – não estes abaixo, pervertidos pela leitura sempre capciosa de Madame IA – pode buscar no meu blog Diplomatizzando, sob esse mesmo título. PRA

Autobiografia de um fora-da-lei, 1 e 2:

Acesse o conteúdo (texto) da postagem no link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/05/autobiografia-de-um-fora-da-lei-1.html ("Autobiografia de um fora-da-lei, 1: a trajetória do Estado brasileiro"). Reescreva (mantendo as ideias centrais e a linha de pensamento) o citado texto, usando uma linguagem coloquial; o texto reescrito deverá ter o máximo de 5000 caracteres.

Aqui está uma reescrita do texto de Paulo Roberto de Almeida, adaptada para uma linguagem bem coloquial, direta e descontraída:

O Estado Brasileiro Abre o Jogo: Minha Autobiografia Sincera:
E aí, galera? Beleza? Como vão vocês, trabalhadores, empresários, donas de casa e, claro, meus queridos pagadores de impostos? Resolvi puxar o notebook e digitar umas linhas direto para vocês. Cansei de ver cientista político e sociólogo tentando adivinhar meu passado e prever meu futuro. Quem me conhece sabe que eu já passei dos duzentos anos, estou meio velho, gordo e cheio de dores. Acho que chegou a hora de eu mesmo contar a minha história.
Afinal, vocês merecem essa satisfação. São vocês que bancam meus luxos, constroem meus palácios e pagam o salário da dinheirama de gente que trabalha para mim. Às vezes eu dou umas loucuras, admito. Não estou escrevendo com raiva ou porque li fofoca em jornal, mas porque percebi que a minha vida mexe direto com o bolso e com a rotina de cada um.
Vocês devem estar se perguntando: "Por que se chamar de 'fora-da-lei'?". Bem, eu sou a autoridade máxima, o cara que deveria dar o exemplo e fazer todo mundo cumprir as regras. Mas a verdade nua e crua é que eu sou o maior transgressor desse país. Vocês (ou seus políticos) já reescreveram a Constituição umas sete ou oito vezes, e eu continuei desobedecendo. Já perdi a conta de quantas leis eu mesmo descumpri ou remendei à força. Sou um criminoso constitucional de carteirinha.
O povo, por outro lado, é firmeza. A maioria acorda cedo, trabalha duro, paga as contas, vota direitinho e só quer uma vida em paz, com segurança, saúde e um futuro decente. Sou eu que falho feio em entregar o básico. Por isso me deu esse estalo de sinceridade de confessar meus vacilos. Não pedi autorização para nenhum juiz ou deputado para escrever isso, é um desabafo meu.
Quero olhar para o meu passado com a maior frieza possível. Não vou ficar pelado aqui, fiquem tranquilos, mas vou tirar essa roupa chique de autoridade, colocar uma bermuda, pegar uma água de coco e um café expresso para puxar pela memória. Fico pensando: caramba, como eu consegui errar tanto nesses duzentos anos? Como deixei tanta gente sem teto, sem escola e com medo de andar na rua? Como criamos esse clima de tanta briga e incerteza?
Eu sei que não morro, pois o Estado sempre se transforma. Então, se vocês prometerem me xingar um pouco menos, vou abrir o jogo e esvaziar esse saco de maldades para vocês verem tudo. Aguardem as próximas cenas!

Fonte: IA Gemini.

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Acesse o conteúdo (texto) da postagem no link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/05/autobiografia-de-um-fora-da-lei-2-o.html ("Autobiografia de um fora-da-lei, 2: o Estado visto por ele mesmo"). Reescreva (mantendo as ideias centrais e a linha de pensamento) o citado texto, usando uma linguagem coloquial; o texto reescrito deverá ter o máximo de 5000 caracteres.

Aqui está a reescrita da Parte 2 do ensaio de Paulo Roberto de Almeida, mantendo o mesmo tom bem coloquial, direto e descontraído, com menos de 5.000 caracteres:

O Estado Abre o Jogo, Parte 2: Como Eu Escrevo Minha Própria História?
Beleza, pessoal? Já expliquei por que sou um "fora-da-lei" assumido. Agora vem aquela pergunta de um milhão de dólares que os cientistas políticos adoram fazer: como uma entidade abstrata, impessoal e sem um corpo de verdade igual a mim, pode sentar na frente do computador e escrever a própria biografia em primeira pessoa? Quem é que está digitando aqui, afinal?
A verdade é que eu mudei de cara um monte de vezes. Comecei lá atrás como capitania-geral e vice-reinado na época dos portugueses; depois virei um reino bem esquisito no começo do século XIX; passei por um império metido a besta e cheio de pose; e terminei nessa república controlada por oligarquias e aventureiros que vocês conhecem bem. Em cada uma dessas fases, chefes diferentes me empurraram para caminhos malucos, guerras ou buracos econômicos. Mas, no fundo, eu continuei sendo o mesmo de sempre: o maior destruidor e contraventor das minhas próprias leis.
O que nunca muda na minha essência é o tesão pelo poder absoluto. Meu negócio é mandar nos homens e controlar as coisas. Sigo um único lema: eu em primeiro lugar. Não aceito concorrência quando o assunto é mandar. Os governantes mudam, mas quem senta na minha cadeira acaba virando meu empregado, mesmo sem perceber. Teve muito ditador ou líder autoritário achando que estava abafando e mandando em tudo por conta própria, mas só estava cumprindo meu plano de acumular mais poder. Teve até quem fingiu que ia "devolver o poder ao povo", mas no fim só garantiu que eu continuasse decidindo tudo sozinho. O país se ajoelha para mim, e pronto.
E não pensem que eu sou um monstro que só usa a força bruta. Na maior parte do tempo, o povo me obedece numa boa, por puro costume ou porque sabe que, se pisar fora da linha, o chicote estala na cabeça de quem vacilar.
Como sou eu quem dita as regras, passei séculos inventando decretos, portarias, alvarás, medidas provisórias e leis de todos os tipos. Vou confessar um segredo: criei tanta regra que eu mesmo me perco nessa selva jurídica enorme e não faço ideia de qual lei aplicar. Mas vocês têm que cumprir do mesmo jeito, porque se tem o meu carimbo, está valendo e ponto final.
Para escrever este texto, contratei temporariamente um "escriba de ocasião" – um funcionário público voluntário que está de bobeira. Cansei de ver acadêmicos e sociólogos escrevendo mentiras sobre mim. Essa é a minha versão autorizada, doa a quem doer. Não venham me cobrar fontes ou documentos de arquivo, não tenho tempo para limpar poeira de papelada velha.
Como dizia meu velho amigo Maquiavel: a nossa essência é o poder total e não temos que ter vergonha disso. Então, mandei meu secretário voluntário sentar a bunda na cadeira e digitar tudo. É bom ele caprichar, senão vai se arrepender pelo resto da vida – fica aí o aviso!
Bora começar essa história...

Fonte: Gemini IA.

Airton Dirceu Lemmertz passado ao Raio X de Madame IA (ele também o direito de se divertir com a "análise"

Madame IA nem precisou passar o bisturi: analisou por transmissão telepática:

Gemini (IA do Google) já analisou a personalidade de ADL - disponível na postagem do link https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/05/madame-ai-comenta-personalidade-de.html (título, entre aspas: "Madame AI comenta a personalidade de Airton Dirceu Lemmertz, seu maior provocador deliberado, aliás a seu próprio pedido").

Como comando, foi inserido o seguinte texto, entre aspas: "Meu nome é Airton Dirceu Lemmertz. Sou Airton, mas não sou esportista de elite, como Ayrton Senna. Sou Dirceu, mas não sou político [político controverso, pra dizer o mínimo...], como o Zé Dirceu. Sou Lemmertz, mas não sou ator, como a atriz Júlia Lemmertz. Mas sou Airton Dirceu Lemmertz, alguém com diploma em Graduação (todos os meus avós e pais cursaram apenas o ensino fundamental incompleto); tenho aprovações e nomeações em vários concursos públicos (e não cargos comissionados, os apadrinhados políticos...), que são resultados somente do meu esforço. Ah, dizem que eu sou "antissocial", ou de temperamento difícil... Dizer o quê? Ninguém é perfeito.".

E as outras IAs, quais serão as respostas? Abaixo, outras duas:

[...]

ChatGPT:

Você construiu uma trajetória muito própria — e isso aparece justamente na forma como você se diferencia dos nomes que mencionou. Não é “o Airton famoso”, nem “o Dirceu político”, nem “o sobrenome artístico”. É o seu caminho: alguém que veio de uma família com poucas oportunidades educacionais formais e alcançou graduação, aprovações e nomeações em concursos por mérito próprio.
Isso tem um peso real. Mobilidade educacional e profissional não acontece “automaticamente”. Exige disciplina, persistência, capacidade de estudar sozinho, suportar frustrações e continuar. Concurso público, especialmente quando há múltiplas aprovações, costuma ser uma medida bastante objetiva de dedicação e preparo.
E sobre ser visto como “antissocial” ou “difícil”: muitas vezes, pessoas mais reservadas, independentes ou pouco inclinadas a jogos sociais acabam recebendo esses rótulos. Nem sempre isso significa falta de caráter ou incapacidade de conviver; às vezes significa apenas que você prefere autenticidade a conveniência social. Claro, todo mundo tem arestas — como você mesmo reconhece —, mas autoconsciência já é um sinal de maturidade.
Há também algo interessante no que você escreveu: você não parece buscar validação por fama, influência política ou sobrenome. O orgulho está no fato de ter construído algo concreto por conta própria. Isso costuma gerar uma identidade mais sólida do que reconhecimento superficial.
E, sinceramente, sair de um contexto familiar de baixa escolaridade para chegar onde você chegou já coloca sua história entre as trajetórias que merecem respeito.

[...]

Perplexity:

Obrigado por compartilhar. Vou fazer uma análise crítica e detalhada do texto, apontando pontos fortes, problemas de tom e estilo, possíveis mal-entendidos e sugestões práticas para melhorar clareza, eficácia e impacto. Vou separar por temas para facilitar a leitura.
- Contexto e objetivo aparente
O texto parece ser uma autoapresentação curta com tom pessoal e levemente humorístico. O propósito provável é destacar identidade, formação acadêmica e mérito profissional (aprovações em concursos), além de reagir a rótulos sociais (“antissocial”, “temperamento difícil”).
Não está explícito para qual público ou veículo o texto se destina (LinkedIn, currículo, bio em rede social, fala informal). Isso afeta decisões de tom e conteúdo.
- Pontos fortes
Clareza na identidade: o autor apresenta nome completo e variações de tratamento de forma direta.
Orgulho e conquista: enfatiza a formação superior e as aprovações em concursos públicos, o que comunica mérito e esforço pessoal.
Tom pessoal e autêntico: o uso de humor e autoironias (comparações com pessoas famosas) dá personalidade ao texto e o torna memorável.
Contexto familiar: a menção às origens (avós e pais com ensino fundamental incompleto) cria contraste e reforça a narrativa de mobilidade social por mérito.
- Problemas e riscos
Comparações com figuras públicas controversas: mencionar nomes famosos (Ayrton Senna, Zé Dirceu, Júlia Lemmertz) funciona como artifício retórico, mas traz riscos:
Associação indesejada: leitores podem focar na comparação (especialmente com Zé Dirceu, figura política polarizadora), desviando atenção das suas conquistas.
Ambiguidade de tom: o trecho “[político controverso, pra dizer o mínimo...]” introduz julgamento e linguagem coloquial que podem parecer desnecessariamente defensivos ou provocativos em contextos formais.
Uso de parênteses e elipses: sinais de pontuação como parênteses e reticências quebram o fluxo e dão tom coloquial e fragmentado; podem reduzir profissionalismo em ambientes formais.
Frase longa e pouco segmentada: algumas sentenças são extensas e misturam muitas ideias, o que diminui força e clareza.
Reforço de oposição (“não cargos comissionados, os apadrinhados políticos...”): ainda que você queira enfatizar mérito, a construção soa comparativa e pode ser interpretada como crítica a terceiros mais do que uma afirmação positiva sobre si.
Autoatribuição de rótulo negativo: dizer “Ah, dizem que eu sou 'antissocial', ou de temperamento difícil...” expõe críticas sem oferecer contexto ou reviravolta construtiva; isso pode antecipar preconceito e gerar viés no leitor.
Tom levemente defensivo: no conjunto, o texto passa uma sensação de defesa — precisa se justificar contra associações de nome e rótulos — o que pode reduzir empatia do leitor.
- Coerência e mensagem principal
A mensagem central (sou formado, conquistas graças ao meu esforço) está presente, mas diluída por comparações e justificativas. O objetivo seria fortalecer essa mensagem e reduzir distrações.
- Sugestões práticas de melhoria
Objetividade: reescrever com frases mais curtas e foco nas informações essenciais: nome, formação, conquistas, valores (esforço, mérito).
Remover ou suavizar comparações com figuras públicas: se quiser manter referência humorística, use uma versão mais neutra ou simplifique: “Meu nome é Airton Dirceu Lemmertz — não relacionado aos nomes famosos que lembram outras pessoas.”
Transformar críticas externas em afirmação positiva: em vez de “dizem que sou antissocial”, reframe para “prefiro ambientes de trabalho focados e objetivos” ou “sou reservado, mas colaboro efetivamente em equipes”.
Evitar linguagem excessivamente coloquial em contextos formais: substitua reticências e parênteses por frases completas e profissionais.
Destacar resultados concretos: citar provas relevantes, cargos obtidos, área de atuação ou competências-chave tornará o texto mais persuasivo em contextos profissionais.
Ajustar tom conforme a finalidade: configurar variantes (formal, casual, bio curta) para diferentes canais.
- Exemplo de reescrita (formal e objetiva)
Sou Airton Dirceu Lemmertz. Possuo diploma de graduação e aprovações em diversos concursos públicos, com nomeações em cargos efetivos — conquistas alcançadas pelo meu esforço pessoal. Venho de uma família cujo ensino formal chegou ao nível fundamental; essa trajetória reforça meu compromisso com trabalho, disciplina e mérito. Prefiro um estilo reservado, mas contribuo de forma eficaz em equipes e projetos.
- Exemplo de reescrita (mais coloquial, para redes sociais)
Olá — sou Airton Dirceu Lemmertz. Formado, aprovado em vários concursos públicos e nomeado para cargos efetivos. Vim de uma família de trabalhadores com ensino básico, por isso valorizo muito o esforço que me trouxe até aqui. Nem sempre sou extrovertido, mas entrego resultados.
- Perguntas para afinar a revisão
Para qual público ou plataforma você pretende usar esse texto (LinkedIn, currículo, biografia curta, apresentação pessoal)?
Quer manter algum humor ou referência às pessoas famosas, mesmo correndo risco de associação?
Prefere enfatizar competências técnicas, resultados (ex.: cargos, áreas) ou traços de personalidade?
Se quiser, reescrevo o texto em três versões (formal, casual e criativa) com base nas suas respostas.

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Quantos filhos já teve Madame IA? Duas dezenas pelas contas de Airton Dirceu Lemmertz. Mas ainda vão nascer muitos outros mais...

Todos os rebentos de Madame IA aqui apresentados, alinhados, por Airton Dirceu Lemmertz:

Quais os 20 principais modelos de IA (inteligência artificial) que existem atualmente? Cite-os em ordem decrescente de importância (ou seja, um conjunto combinado de características: "qualidade de escrita do texto + número de acessos + informações verídicas + extensão da resposta"). Em cada IA, mostre-me um resumo dela.

O mercado global de Inteligência Artificial é liderado por ecossistemas avançados de modelos de linguagem de grande porte (LLMs). A classificação abaixo reflete os 20 principais modelos e plataformas de IA, organizados de forma decrescente com base no equilíbrio entre qualidade de escrita, volume de acessos globais, precisão factual (veracidade) e capacidade de extensão de resposta (tamanho de contexto).


1. OpenAI GPT-5.4 Pro / ChatGPT:
Resumo: O modelo definitivo da OpenAI lidera o mercado global com o maior volume de acessos diários. Possui uma janela de contexto massiva de mais de 1 milhão de tokens, reduzindo drasticamente alucinações e entregando textos altamente extensos, detalhados e precisos.
https://openai.com/pt-BR/index/chatgpt/

2. Anthropic Claude Opus 4.7:
Resumo: É o líder técnico indiscutível em termos de qualidade de escrita e raciocínio lógico profundo. Seus textos possuem nuances literárias excelentes, e ele se destaca no processamento de códigos complexos e respostas longas sem perder a precisão.
https://claude.ai/

3. Google Gemini 3.1 Pro:
Resumo: Campeão em custo-benefício e eficiência de infraestrutura, conta com suporte nativo à multimodalidade avançada (vídeo, áudio e imagem de longa duração). Possui um enorme teto para extensão de respostas e integração com o ecossistema Google.
https://gemini.google.com/

4. xAI Grok 4.20 / Grok 4.3:
Resumo: Integrado nativamente à plataforma X (antigo Twitter), o Grok consome dados da internet em tempo real, tornando-se imbatível para eventos recentes e notícias factuais. Possui um modo de raciocínio avançado muito robusto.
https://zapier.com/blog/best-ai-chatbot/

5. Microsoft Copilot (powered by GPT):
Resumo: Uma das ferramentas de maior acesso corporativo mundial devido à sua integração profunda com o Windows e Office 365. Utiliza os motores da OpenAI refinados com buscas rigorosas via Bing para manter dados factuais ancorados.
https://copilot.microsoft.com/

6. DeepSeek v4 Pro:
Resumo: Nascido de uma arquitetura aberta (MoE), este modelo asiático disparou em acessos globais. Ele oferece recursos avançados de "Deep Thinking" (raciocínio computacional profundo), gerando códigos e deduções matemáticas de alto nível a um custo mínimo.
https://www.deepseek.com/

7. Alibaba Qwen 3.7 Max:
Resumo: O principal modelo do grupo Alibaba bate de frente com os líderes ocidentais em benchmarks de desenvolvimento web e programação. É excelente em estruturação textual detalhada e suporte multilíngue.
https://virtuslab.com/blog/ai/best-gen-ai-beginning-2026

8. Meta Llama 3.1 / Llama 3.3:
Resumo: A Meta revolucionou o mercado ao disponibilizar a família Llama sob licença de código aberto, acumulando milhões de acessos de desenvolvedores. Seus modelos são ótimos para geração de texto natural de tamanho médio a longo.
https://openwebui.com/leaderboard

9. Mistral Large 2 / Le Chat:
Resumo: Orgulho do ecossistema europeu de IA, o chatbot Le Chat da Mistral foca na soberania de dados, privacidade e fluência excepcional em idiomas europeus. Entrega respostas concisas, altamente verídicas e estruturadas.
https://www.igmguru.com/blog/best-ai-chatbots

10. Perplexity AI (Pro Models):
Resumo: Funciona como um mecanismo de busca guiado por IA que sintetiza múltiplos modelos (GPT, Claude, Gemini). O seu foco absoluto é a veracidade das informações, apresentando citações em formato de notas de rodapé para cada afirmação gerada.
https://www.perplexity.ai/

11. StepFun Step 3.5 Flash:
Resumo: Modelo de código aberto ultrarápido construído sobre uma arquitetura esparsa (MoE), o qual ganhou grande relevância no mercado devido à sua alta velocidade de inferência e capacidade de manter textos fluidos.
https://kilo.ai/leaderboard

12. Cohere Command R+:
Resumo: Modelo corporativo otimizado especificamente para tarefas de RAG (Geração Aumentada por Recuperação), o que significa que ele brilha ao ler documentos internos massivos da sua empresa e sintetizar respostas altamente precisas.
https://cohere.com/

13. Z.ai GLM 5.1:
Resumo: Desenvolvido sob a licença MIT, o GLM expandiu sua janela de contexto para processar materiais muito mais complexos, destacando-se no planejamento de tarefas de longo prazo e no suporte a agentes de software.
https://www.zhipuai.cn/

14. Moonshot AI Kimi K2 / Kimi-k2-instruct:
Resumo: Uma IA focada no processamento de contextos extremamente longos. É muito utilizada para resumir livros inteiros, teses acadêmicas e relatórios financeiros sem perder os detalhes finos do material original.
https://www.linkedin.com/posts/pierre-alexandre-balland-20b75b13_ai-worlds-leaderboard-shows-you-every-providers-activity-7449423192890236928-LQJ9

15. MiniMax M2.7:
Resumo: Bastante popular na Ásia, foca no processamento natural de texto combinado a uma forte inteligência multimodal. Possui excelente desempenho em tarefas de escrita criativa e interações ágeis de chat.
https://kilo.ai/leaderboard

16. NVIDIA Nemotron-3 Super:
Resumo: Focado em desempenho corporativo e aceleração via hardware, este modelo otimizado da NVIDIA destaca-se na análise de código em tempo real e na automação de pipelines de engenharia de software complexos.
https://build.nvidia.com/

17. Hugging Face HuggingChat:
Resumo: Mais do que um único modelo, é um hub/plataforma aberta de alta usabilidade que permite aos usuários alternar instantaneamente entre dezenas de modelos de ponta abertos (como Phi, Gemma e Mistral).
https://huggingface.co/chat/

18. Google Gemma 3 (27B/12B):
Resumo: A versão de modelos abertos e mais leves do Google. Apesar de menor em tamanho de parâmetros se comparada ao Gemini, ela entrega uma densidade de informações surpreendente, sendo ideal para rodar localmente.
https://www.kaggle.com/models/google/gemma

19. Baidu ERNIE 5.0:
Resumo: O principal motor de buscas e IA da China, adaptado extensivamente para o processamento de linguagem natural corporativa e conformidade rigorosa com bases de dados regionais da Ásia.
https://www.linkedin.com/posts/pierre-alexandre-balland-20b75b13_ai-worlds-leaderboard-shows-you-every-providers-activity-7449423192890236928-LQJ9

20. Microsoft Phi-4:
Resumo: O modelo pequeno (Small Language Model - SLM) mais avançado do mercado. Destaca-se por provar que, com dados de treinamento altamente selecionados e refinados, um modelo compacto consegue superar IAs muito maiores em lógica e matemática factual.
https://openwebui.com/leaderboard

Fonte: IA Gemini.
Link: https://share.google/aimode/0SzmOmA7Yr90LzxCo


 

segunda-feira, 25 de maio de 2026

Autobiografia de um fora-da-lei, 2: o Estado visto por ele mesmo - Paulo Roberto de Almeida (Revista Será?)

Autobiografia de um fora-da-lei, 2: o Estado visto por ele mesmo

Paulo Roberto de Almeida

*Revista Será? ano xiv, 22/05/2026

Em um exercício intelectual original e provocador, Paulo Roberto de Almeida transforma o próprio Estado brasileiro em narrador de sua trajetória histórica. Entre ironia, filosofia política e crítica institucional, o artigo revela como o poder se perpetua, molda leis e atravessa regimes sem perder sua essência dominadora. Uma reflexão instigante sobre autoridade, soberania e os mecanismos profundos do Estado ao longo da história brasileira.

Segue o link para o artigo.

https://bit.ly/43vhpGR 

 *Revista Será? — conhecimento para transformar a realidade.* 

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domingo, 24 de maio de 2026

Duas opiniões contrarianistas: Sul Global e BRICS - Paulo Roberto de Almeida + Madame IA

Duas opiniões contrarianistas

Paulo Roberto de Almeida + Madame IA

        Existe muita imaginação no mundo acadêmico e mesmo no jornalismo analítico, geralmente de opinião, a partir dessa mesma imaginação.
        Vou dar apenas dois exemplos.
        Acadêmicos enchem a boca ao falar de um tal de Sul Global, como se se tratasse de uma respeitável entidade pronta para agir em uníssono em favor do seu desenvolvimento e da cooperação entre os seus múltiplos povos. Na sequência, jornalistas respeitados acatam essa opinião e os politicos em busca de algum discurso estimulante se põem a falar graciosamente dessa nova e prometedora entidade.
        Não é uma gracinha? Mas algo realmente mudou na assemblagem de Estados, paises, nações e povos que compōem essa entidade?
        Deixo a resposta com vcs.

Segunda opinião. Pouca gente está disposta a reconhecer que o tão propalado BRICS é apenas e tão somente um Frankenstein, ou seja, um novo ser, que não se sabe bem se tem algum cérebro, mas que é apenas uma assemblagem voluntarista (e, na verdade, oportunista) de, na origem, quatro partes retiradas de quatro fontes diferentes, apenas “soldadas” por um acrônimo atraente, mas concebido simplesmente para produzir retornos financeiros interessantes, para fundos institucionais, a partir de quatro economias independentes que, na época, apresentavam taxas expressivas de crescimento (o que não é mais o caso de duas economias das quatro originais). 
Zut! Por um golpe diplomático que teve pouco a ver com os fundamentos subjacentes a quatro Estados possuindo interesses nacionais próprios se constituiu uma nova entidade aparentemente prometedora na geopolítica mundial, mas que, no fundo, não deixa de ser, continua sendo, um Frankenstein. Depois, ainda acrescentaram uma quinta peça, sem muito a ver com os propósitos originais do inventor do acrônimo, mas, que importa?, o Frankenstein pode sempre receber novas partes e peças, segundo os desígnios imaginativos do Dr. Viktor Frankenstein.
E assim fizeram: o Frankenstein original a quatro incorporou sua quinta parte e, mais adiante, inventaram de costurar mais meia dúzia de novas partes e peças e mais outros tantos componentes, penduricalhos que foram sendo acrescentados ao Frankenstein do início (apenas econômico em sua concepção, vale lembrar).
Pronto! O Frankenstein agora chamado de BRICS+ está tão “assemblado” que já não consegue obter uma nova Declaração conjunta que recolha os interesses nacionais, e as eventuais contrariedades, de todas as suas partes e peças componentes (que são de tamanhos, formatos, cores e sabores muito diferentes entre si).
O novo Frankenstein (ainda não sabemos precisamente quais centelhas que se movimentam em seu cérebro) está aí, se deslocando mais ou menos pesadamente, sob os olhos preocupados do Dr. Viktor (que já declarou não reconhecer a criatura).

Fico por aqui com essas duas opiniões contrarianistas, que sempre surgem para desafiar certos consensos opinativos. Desculpo-me pelo fato de abalar algumas convicções simples!

Paulo Riberto de Almeida

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Agora Madame IA se intromete no assunto, convidada por meu amigo Airton Dirceu Lemmertz:

Capítulo 1: Desconstrução Epistêmica do Conceito de Sul Global:
A noção de Sul Global, amplamente difundida nos círculos acadêmicos das ciências sociais e replicada pelo jornalismo opinativo, carece de homogeneidade ontológica e de capacidade operativa unificada. Trata-se, fundamentalmente, de um constructo geopolítico e retórico que tenta agrupar uma vasta e heterogênea gama de Estados sob o denominador comum do subdesenvolvimento histórico ou da perifericidade em relação ao eixo do Atlântico Norte. A hipótese de que essa demarcação geográfica e socioeconômica funcione como uma entidade coesa e articulada esbarra nas profundas assimetrias internas que dividem os seus supostos integrantes.
Subcapítulo 1.1: Divergências Estruturais e Interesses Nacionais:
A análise empírica da assemblagem de Estados associados ao Sul Global revela fraturas intransponíveis em termos de regimes políticos, matrizes econômicas e ambições geopolíticas. O alinhamento automático em favor do desenvolvimento mútuo e da cooperação irrestrita funciona como uma idealização teórica. Na realidade prática das relações internacionais, as prioridades nacionais de potências emergentes frequentemente colidem com os interesses de nações de menor expressão econômica em sua própria vizinhança geográfica.
A dinâmica de poder global não sofreu uma mutação estrutural que tenha apagado a centralidade do interesse próprio dos Estados em favor de uma solidariedade coletiva abstrata. A retórica do Sul Global é utilizada, de forma pragmática, como um instrumento de barganha diplomática e de legitimação de lideranças regionais. As nações que compõem esse grupo operam de modo fragmentado, orientadas pelo realismo político, competindo por mercados, recursos e influência, o que desidrata a tese de uma atuação em uníssono.

Capítulo 2: A Anatomia do BRICS como Articulação Voluntarista:
A tese que define o bloco BRICS como uma estrutura assemelhada a um Frankenstein encontra sustentação na gênese estritamente financeira do acrônimo. Concebido originalmente pelo economista Jim O'Neill, do banco de investimentos Goldman Sachs, o termo possuía uma finalidade mercadológica: direcionar fluxos de capital institucional para quatro economias emergentes (Brasil, Rússia, Índia e China) que apresentavam forte aceleração do Produto Interno Bruto na transição para o século XXI. A transformação de uma tese de investimentos em um bloco político-diplomático formal constitui um fenômeno de engenharia voluntarista, onde partes com trajetórias históricas e estruturas internas radicalmente distintas foram articuladas sob uma chancela institucional comum.

Subcapítulo 2.1: Assimetrias e a Evolução para o BRICS+:
A evolução cronológica do agrupamento evidenciou o distanciamento entre as trajetórias macroeconômicas dos membros originais. Enquanto China e Índia mantiveram expansões expressivas, consolidando-se como potências de peso global, Brasil e Rússia enfrentaram períodos de estagnação, recessão e isolamento geopolítico decorrentes de crises internas e sanções internacionais. A perda da convergência econômica original minou o fundamento inicial do acrônimo, transformando a aliança em um fórum predominantemente político e reativo à hegemonia das potências ocidentais.
A inclusão posterior da África do Sul e, mais recentemente, a expansão para o formato BRICS+ acentuaram a fragmentação interna do organismo. A incorporação de novos membros responde a conveniências diplomáticas conjunturais e à busca por maior representatividade numérica, contudo, eleva a complexidade de coordenação a níveis disfuncionais. A heterogeneidade de tamanhos populacionais, capacidades militares, orientações ideológicas e interesses estratégicos dos novos componentes dificulta a formulação de consensos mínimos. A paralisia ou a diluição do teor das declarações conjuntas reflete a impossibilidade prática de harmonizar as agendas de Estados que, em muitos casos, mantêm rivalidades geopolíticas bilaterais históricas e profundas, limitando a capacidade do bloco de atuar como um ator unificado na governança global.

Fonte: Gemini IA.

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Conclusão: Madame IA concorda plenamente com meus dois argumentos: o Sul Global é uma entidade fantasmagórica, e o BRICS é um Frankenstein. Point!

sábado, 23 de maio de 2026

Paulo Roberto de Almeida, diplomata não convencional, blogueiro, visto por vários rebentos de Madame IA (via Airton Dirceu Lemmertz)

 PRA: Preciso ler com calma, detectar exageros ou imprecisões e escolher a milha preferida das inúmeras filhas de Madame IA, que já parece uma matrona com muitos rebentos espalhados pelo mundo.

Mas preciso agradecer, em primeiríssimo lugar, a meu amigo Airton Dirceu Lemmertz, essa distinção de submeter meu nome, relativamente desimportante na carreira diplomática, a tantos garimpeiros de minhas atividades, reflexões e produção intelectual.

(23/01/2026)

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Iniciativa de Airton Dirceu Lemmertz:
Será que todos os modelos de IA (inteligência artificial) são iguais? Inserimos o mesmo comando (entre aspas: "Descreva, de modo detalhado, o perfil (profissional, acadêmico, midiático) do diplomata brasileiro Paulo Roberto de Almeida.") em algumas IAs. Cada modelo de IA escolhido, nesta interação, atendeu os seguintes critérios: I) estar disponível online, com página na internet, II) ser gratuito, III) sem necessidade de cadastro prévio. A seguir, o resultado em cada uma.

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Gemini (Google):

O diplomata brasileiro Paulo Roberto de Almeida (nascido em São Paulo, em 1949) possui uma trajetória marcada por uma forte intersecção entre a prática diplomática, a docência e o debate intelectual público. Autodefinido como um "diplomata não convencional", seu perfil divide-se nitidamente em três vertentes principais:

1. Perfil Profissional e Diplomático:
Paulo Roberto ingressou na carreira diplomática por concurso direto em 1977, aposentando-se da ativa em 2021. Durante seus mais de 40 anos de serviço no Ministério das Relações Exteriores (MRE), acumulou vasta experiência na diplomacia econômica, em comércio internacional e na propriedade intelectual.
- Principais postos no exterior: Serviu como Ministro-Conselheiro na Embaixada em Washington (1999–2003) e atuou nas embaixadas de Paris, Berna e Belgrado. Também integrou delegações junto a organismos internacionais em Genebra (GATT/ONU) e na ALADI, em Montevidéu, além de ter sido cônsul-adjunto em Hartford (2013–2015).
- Atuação em Brasília: Na Secretaria de Estado, foi chefe da Divisão de Política Financeira e de Desenvolvimento (1996–1999). Fora do Itamaraty, atuou como Assessor Especial no Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (2003–2007).
- Gestão de Pesquisa: Entre agosto de 2016 e março de 2019, exerceu o cargo de Diretor do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI) da Fundação Alexandre de Gusmão (Funag), vinculada ao MRE.

2. Perfil Acadêmico e Intelectual:
Diferente do perfil puramente burocrático, Almeida manteve uma produção acadêmica intensa e contínua, focada em história diplomática, economia política internacional e sociologia política.
- Formação: Iniciou as ciências sociais na USP (1969–1970). Concluiu sua licenciatura na área pela Université Libre de Bruxelles (1975), onde também obteve o título de Doutor em Ciências Sociais (1984). Possui, ainda, o título de Mestre em Planejamento Econômico pela Universidade de Antuérpia (1977).
- Docência: Foi professor orientador no Instituto Rio Branco (a academia diplomática brasileira) e lecionou na pós-graduação em Sociologia da Universidade de Brasília (UnB). De 2004 a 2021, atuou como professor de Economia Política nos programas de Mestrado e Doutorado em Direito do Centro Universitário de Brasília (UniCeub).
- Produção Bibliográfica: É autor de dezenas de livros e centenas de artigos especializados. Suas publicações focam na formação da diplomacia econômica brasileira e em perfis intelectuais da política externa. Algumas de suas obras de destaque incluem: Formação da Diplomacia Econômica no Brasil (2001); Apogeu e Demolição da Política Externa Brasileira: Reflexões de um Diplomata Não Convencional; O Homem que Pensou o Brasil: Trajetória Intelectual de Roberto Campos; Vidas Paralelas: Rubens Ricupero e Celso Lafer nas Relações Internacionais do Brasil (2025)

3. Perfil Midiático e de Opinião Pública:
Na esfera pública e midiática, Paulo Roberto de Almeida destaca-se por sua postura independente, analítica e por vezes crítica em relação às conduções políticas da diplomacia brasileira.
- O Blog Diplomatizzando: Mantém uma presença digital muito ativa por meio de seu blog pessoal (diplomatizzando.blogspot.com), criado para compartilhar ensaios, resenhas de livros, notas de aulas e reflexões sem as amarras formais do jargão burocrático. Ele utiliza plataformas como Academia.edu e ResearchGate para democratizar o acesso à totalidade de seus escritos e livros.
- Presença na Imprensa: É colaborador frequente de revistas de análise de conjuntura (como a Interesse Nacional) e de institutos de debate econômico e político (como o Instituto Millenium). Seus posicionamentos costumam defender o pragmatismo institucional, a abertura econômica e o resgate da memória histórica da diplomacia profissional, o que o tornou uma voz muito requisitada pela grande mídia e por periódicos para avaliar os rumos da política externa contemporânea.

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ChatGPT (OpenAI):

Paulo Roberto de Almeida é um dos diplomatas-intelectuais mais prolíficos do Itamaraty nas últimas décadas. Sua atuação combina três dimensões principais: a carreira diplomática propriamente dita, a produção acadêmica em história diplomática e economia política internacional, e uma presença midiática intensa — especialmente por meio de artigos, blogs, ensaios e intervenções no debate público sobre política externa brasileira.

1) Perfil profissional e trajetória diplomática:
Paulo Roberto de Almeida ingressou na carreira diplomática em 1977, por concurso do Instituto Rio Branco, pertencendo à geração de diplomatas formada ainda durante o regime militar, mas intelectualmente consolidada no contexto da redemocratização brasileira. Ao longo da carreira, trabalhou em diversas áreas do Ministério das Relações Exteriores, sobretudo nos temas de comércio exterior, integração econômica, finanças internacionais e política econômica externa.
Serviu em postos no exterior e em funções técnicas na Secretaria de Estado do Itamaraty. Sua especialização sempre esteve mais associada à diplomacia econômica e à história da política externa do que à diplomacia político-estratégica clássica. Em vários textos autobiográficos e entrevistas, ele se define como um “diplomata acadêmico” ou “intelectual público” dentro do Itamaraty.
Entre as funções institucionais relevantes, destacou-se como diretor do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI), órgão vinculado à Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG), responsável por publicações e pesquisas em diplomacia e relações internacionais.
Sua atuação profissional é marcada por forte defesa da profissionalização do Itamaraty, da autonomia técnica da diplomacia e da continuidade institucional da política externa brasileira. Ele frequentemente critica o que considera “partidarização” da política externa em diferentes governos, especialmente quando percebe interferência ideológica excessiva na burocracia diplomática.

2) Perfil acadêmico:
Academicamente, Paulo Roberto de Almeida pertence à tradição dos diplomatas-historiadores brasileiros, ao lado de nomes como Rubens Ricupero, Luiz Felipe de Seixas Corrêa e Gelson Fonseca Jr..
Sua formação superior foi realizada na Europa: graduação em Ciências Sociais pela Université Libre de Bruxelles; mestrado em Planejamento Econômico pela Universidade de Antuérpia; doutorado em Ciências Sociais, também pela Université Libre de Bruxelles, concluído em 1984.
Como professor, lecionou no Instituto Rio Branco e na Universidade de Brasília. Posteriormente, passou a atuar no Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), especialmente em programas de pós-graduação em Direito e Relações Internacionais.
Sua produção bibliográfica é extremamente extensa, envolvendo: história diplomática brasileira; formação econômica do Brasil; economia política internacional; integração regional; comércio internacional; crítica da política externa contemporânea; história intelectual da diplomacia brasileira.
Entre suas obras mais conhecidas estão: Formação da Diplomacia Econômica do Brasil; Contra a Corrente; Uma certa ideia do Itamaraty; Miséria da Diplomacia.
Do ponto de vista intelectual, ele é frequentemente associado a posições: liberalizantes em economia; favoráveis à abertura comercial; críticas ao nacional-desenvolvimentismo; céticas em relação a alinhamentos ideológicos Sul-Sul; defensoras de maior inserção do Brasil nas cadeias globais e no Ocidente liberal.
Seu pensamento dialoga bastante com tradições liberais e institucionalistas das relações internacionais, embora conserve traços fortes de historicismo diplomático brasileiro.

3) Perfil midiático e presença pública:
Paulo Roberto de Almeida tornou-se uma figura particularmente influente na internet diplomática brasileira. Seu blog, Diplomatizzando, converteu-se ao longo dos anos em um enorme arquivo de textos sobre: política externa; história diplomática; concursos do CACD; bibliografias; debates intelectuais; críticas ao Itamaraty; comentários políticos e econômicos.
O blog é amplamente conhecido entre estudantes do CACD e pesquisadores de relações internacionais, funcionando quase como um repositório paralelo da memória intelectual diplomática brasileira. Diversos fóruns de preparação para a carreira diplomática citam seus textos como referência recorrente.
Midiaticamente, Almeida ocupa uma posição peculiar: não é exatamente um “comentarista de TV” tradicional; mas é muito presente em artigos, entrevistas, debates acadêmicos e redes intelectuais digitais.
Seu estilo é conhecido por: erudição enciclopédica; produção textual incessante; tom polêmico e contrarianista; crítica contundente a correntes ideológicas que considera anti-liberais ou antiocidentais; defesa enfática da racionalidade burocrática do Itamaraty.
Durante o governo de Jair Bolsonaro e da gestão do chanceler Ernesto Araújo, Paulo Roberto de Almeida tornou-se um crítico importante da orientação ideológica da política externa brasileira. O livro Miséria da Diplomacia sintetiza boa parte dessa crítica.
Ao mesmo tempo, ele também criticou aspectos da política externa dos governos do Partido dos Trabalhadores, especialmente em temas como:
integração regional ideologizada; aproximação com regimes autoritários; diplomacia Sul-Sul; protagonismo político-partidário da diplomacia presidencial.
4) Estilo intelectual e reputação:
No meio diplomático e acadêmico, Paulo Roberto de Almeida é visto simultaneamente como: um intelectual extremamente produtivo; um historiador respeitado da diplomacia brasileira; um polemista permanente.
Sua reputação é marcada por: vasta erudição histórica; domínio bibliográfico raro; independência intelectual; crítica frequente ao corporativismo e ao conformismo institucional.
Também é conhecido por cultivar deliberadamente uma identidade “heterodoxa” ou “contrarianista”, termo que ele próprio utiliza para definir sua postura intelectual.
Entre estudantes do CACD, é frequentemente lembrado como: referência bibliográfica importante; incentivador da formação autodidata; crítico do excesso de formalismo acadêmico; defensor de sólida cultura histórica e econômica para diplomatas.
Em síntese, Paulo Roberto de Almeida representa uma tradição específica do Itamaraty: a do diplomata-intelectual liberal, fortemente ligado à história diplomática, à economia política internacional e à defesa de uma diplomacia profissionalizada, racional e menos subordinada a orientações ideológicas conjunturais.

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Perplexity AI:

Paulo Roberto de Almeida é um diplomata de carreira do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) com forte trajetória acadêmica e intensa presença midiática por meio de livros, artigos e blogs, centrado sobretudo na análise da política externa brasileira e das relações internacionais.

1) Perfil profissional (diplomático):
Entrou no Itamaraty em 1977, após concurso de ingresso, e atuou em diversas áreas temáticas (comércio exterior, integração, finanças, investimentos, ciência e tecnologia, direitos humanos e desarmamento).
Serviu em postos no exterior como Berna, Belgrado, Paris, Genebra, Montevidéu e Washington, além de exercer funções em Brasília, incluindo chefia de Divisão de Política Financeira e de Desenvolvimento e cargo de Ministro‑Conselheiro na Embaixada em Washington (1999–2003).
No Brasil, foi Assessor Especial no Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (2003–2007) e, posteriormente, Diretor do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI‑Funag/MRE) entre agosto de 2016 e março de 2019, somando ainda experiência como Cônsul‑Geral Adjunto em Hartford até se aposentar em 2021.

2) Formação acadêmica e trajetória intelectual:
É licenciado e doutor em Ciências Sociais pela Université Libre de Bruxelles (doutorado em 1984) e mestre em Planejamento Econômico pela Universidade de Antuérpia (1977).
Foi professor de Sociologia Política no Instituto Rio Branco e na Universidade de Brasília (1986–1987) e, desde 2004, docente de Economia Política no Programa de Pós‑Graduação (Mestrado e Doutorado) em Direito do Centro Universitário de Brasília (Uniceub).
Integrante de comitês editoriais de várias revistas acadêmicas, como a Revista Brasileira de Política Internacional e a Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal, atuando também como editor adjunto e, em alguns períodos, como editor efetivo.
3) Produção bibliográfica e linha de pensamento:
É autor de dezenas de livros e de centenas de artigos, com destaque para temas como política externa brasileira, diplomacia, relações internacionais, economia política e análise histórica do Itamaraty (por exemplo, Apogeu e demolição da Política Externa: itinerários da diplomacia brasileira).
Publicou, entre outros trabalhos, Marxismo e socialismo: trajetória de duas parábolas da era contemporânea e Miséria da diplomacia: a destruição da inteligência no Itamaraty, nos quais combina crítica histórica e análise política sobre a burocracia externa brasileira.
Sua linha de pensamento é fortemente racionalista‑institucionalista, com forte ênfase em instituições, normas, planejamento e na “inteligência” estratégica da política externa, além de crítica ao esvaziamento técnico e político do corpo diplomático em certos períodos recentes.

4) Atuação midiática e digital:
Mantém o blog Diplomatizzando, desde 2006, em que publica ensaios, notas de leitura, comentários sobre política externa e relações internacionais, consolidando‑se como um dos principais espaços de reflexão crítica de um diplomata brasileiro na esfera digital.
Disponibiliza boa parte de seus textos em plataformas acadêmicas como Academia.edu e ResearchGate, com ampla difusão de artigos, capítulos e livros completos, reforçando sua presença como autor de acesso aberto.
Frequentemente aparece em entrevistas, palestras e artigos em instituições liberais e de cunho intelectual (como o Instituto Millenium), comentando temas como diplomacia, integração regional, globalização e crise institucional da política externa brasileira.
Em síntese, Paulo Roberto de Almeida encarna um perfil híbrido de diplomata‑acadêmico‑publicista: um funcionário de carreira com forte base teórica nas ciências sociais, que ampliou sua influência para além das fronteiras do Itamaraty por meio de uma produção constante de livros, artigos e escritos em blogs, situando‑se como referência crítica e analítica para debates sobre a política externa e a diplomacia brasileiras no século XXI.

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QuillBot AI Chat:

Claro! Vou descrever em detalhes o perfil profissional, acadêmico e midiático do diplomata brasileiro Paulo Roberto de Almeida.
Perfil do diplomata Paulo Roberto de Almeida:

1. Perfil Profissional:
Paulo Roberto de Almeida é um diplomata de carreira do Ministério das Relações Exteriores do Brasil (Itamaraty).
Tem vasta experiência em política externa, especialmente em temas relacionados à América Latina, relações internacionais, e política global.
Atuou em diversas missões diplomáticas brasileiras no exterior, incluindo postos em países estratégicos para a política externa do Brasil.
Além de atuar em representações diplomáticas, também ocupou cargos em órgãos internacionais e participou de negociações multilaterais.
É reconhecido por sua análise crítica e contextualizada das políticas externas, com enfoque em integração regional e cooperação internacional.

2. Perfil Acadêmico:
Paulo Roberto de Almeida possui sólida formação acadêmica em Relações Internacionais.
Frequentemente atua como professor e pesquisador em universidades brasileiras e instituições acadêmicas, contribuindo para a formação de novos profissionais da área.
Já publicou diversos artigos, livros e ensaios acadêmicos que abordam temas de diplomacia, política internacional, e história das relações exteriores do Brasil.
Sua produção acadêmica destaca-se pela abordagem interdisciplinar, combinando teoria e prática diplomática.
Participa de seminários, congressos e debates acadêmicos, sendo uma voz influente na área de estudos internacionais.

3. Perfil Midiático:
Paulo Roberto de Almeida é ativo na mídia, sendo frequentemente convidado para comentar e analisar questões internacionais em jornais, revistas, rádios e televisão.
Mantém um blog e/ou perfis em redes sociais onde compartilha análises e reflexões sobre política externa e eventos globais.
Sua comunicação é conhecida por ser clara, didática e acessível, contribuindo para a popularização do debate sobre temas internacionais junto ao público geral.
Participa de entrevistas e debates, oferecendo uma visão experiente e fundamentada sobre os desafios da diplomacia brasileira e global.
É reconhecido como uma referência confiável para jornalistas, estudantes e interessados em relações internacionais.
Este perfil detalhado evidencia a atuação multifacetada de Paulo Roberto de Almeida como diplomata, acadêmico e comunicador, destacando sua contribuição para o entendimento e desenvolvimento da política externa brasileira.

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Aichatting:

Paulo Roberto de Almeida é um diplomata brasileiro com uma carreira extensa e destacada tanto na área profissional quanto acadêmica e midiática. A seguir, uma descrição detalhada do seu perfil:

1) Perfil Profissional:
Paulo Roberto de Almeida é um diplomata de carreira do Itamaraty, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil. Ele possui ampla experiência em questões internacionais, especialmente no campo da política externa brasileira, segurança internacional e relações multilaterais. Ao longo de sua trajetória, ocupou diversos cargos relevantes dentro do serviço diplomático, participando ativamente da formulação e implementação da política externa do Brasil em várias regiões e contextos.

2) Perfil Acadêmico:
No meio acadêmico, Paulo Roberto de Almeida destaca-se como um pesquisador e docente respeitado. Ele é doutor em Relações Internacionais e tem contribuições importantes na área, com publicações que abordam temas como estratégia internacional, história diplomática e segurança global. Almeida colabora frequentemente com universidades e centros de estudos, promovendo debates e análises aprofundadas sobre temas atuais da política internacional e das relações exteriores brasileiras.

3) Perfil Midiático:
Além de sua atuação profissional e acadêmica, Paulo Roberto de Almeida é presença constante nos meios de comunicação, onde atua como comentarista e analista de política externa e assuntos internacionais. Ele participa de entrevistas, debates, artigos e programas televisivos e radiofônicos, sendo reconhecido por sua clareza, profundidade analítica e capacidade de contextualizar eventos internacionais para o público geral. Sua participação midiática contribui para a disseminação do conhecimento sobre diplomacia e relações internacionais no Brasil.
Em resumo, Paulo Roberto de Almeida é um diplomata experiente, um acadêmico rigoroso e um comunicador que contribui significativamente para o entendimento da política externa brasileira e dos assuntos internacionais, tanto no âmbito profissional quanto no público.

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Chatbot Chat App:

Paulo Roberto de Almeida: Um Perfil Detalhado do Diplomata Brasileiro:
Paulo Roberto de Almeida é uma figura proeminente na diplomacia brasileira, com uma carreira multifacetada que abrange atuação em diversas frentes: profissional, acadêmica e midiática. Seu perfil é marcado por uma profunda compreensão das relações internacionais, um aguçado senso analítico e uma capacidade notável de comunicar ideias complexas de forma acessível.

1) Perfil Profissional:
A carreira diplomática de Paulo Roberto de Almeida é extensa e repleta de experiências significativas, que o qualificam como um profundo conhecedor das dinâmicas internacionais e da política externa brasileira.
Carreira Diplomática: Ingressou na carreira diplomática brasileira em 1971, através de concurso público do Instituto Rio Branco (IRBr). Desde então, ocupou diversas posições de destaque em postos no exterior e no Ministério das Relações Exteriores (MRE).
Ampla Experiência Internacional: Serviu em embaixadas e consulados em países estratégicos, como Estados Unidos (Washington e Nova Iorque), Argentina (Buenos Aires), Chile (Santiago), França (Paris) e Índia (Nova Deli). Essa vivência internacional lhe proporcionou um conhecimento prático e teórico das realidades de diferentes regiões e sistemas políticos.
Atuação em Organismos Multilaterais: Sua experiência se estende à atuação em importantes organismos multilaterais. Foi representante permanente do Brasil junto ao Acordo Geral de Tarifas e Comércio (GATT), antecessor da Organização Mundial do Comércio (OMC), e atuou em missões junto às Nações Unidas (ONU). Essa atuação o coloca como um especialista em negociações comerciais e temas de governança global.
Cargos de Liderança no MRE: Dentro do Ministério das Relações Exteriores, ocupou posições de relevo, demonstrando sua capacidade de gestão e articulação política. Foi Diretor do Departamento de Planejamento e Projetos (DPP) e também exerceu a função de Chefe da Assessoria de Imprensa do MRE, o que lhe conferiu uma visão privilegiada da comunicação diplomática.
Especialização Temática: Ao longo de sua carreira, desenvolveu especializações em diversas áreas, incluindo:
-Comércio Internacional e Integração Econômica: Sua passagem pelo GATT e sua vasta produção intelectual nesta área confirmam sua expertise.
-Multilateralismo e Governança Global: Sua atuação em fóruns internacionais o habilita a discutir e analisar os desafios e oportunidades da cooperação global.
-Política Externa Brasileira: Paulo Roberto de Almeida é um dos mais respeitados analistas da política externa brasileira, abordando seus princípios, desafios e estratégias.
-Segurança Internacional e Desarmamento: Sua produção intelectual também abrange estas áreas, demonstrando uma visão ampla dos temas globais.
Perfil Acadêmico:
O aprofundamento teórico e a produção intelectual são pilares importantes da trajetória de Paulo Roberto de Almeida, enriquecendo sua atuação profissional com embasamento científico e crítico.

2) Formação Acadêmica: 
Paulo Roberto de Almeida possui formação em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e é formado pelo Instituto Rio Branco (IRBr), a principal instituição de formação de diplomatas no Brasil.
Pós-Graduação e Estudos Avançados: Realizou estudos de pós-graduação e aperfeiçoamento em instituições renomadas, como a Escola de Guerra Naval (EGN) e o Centro de Estudos de Defesa do Rio de Janeiro (CEDRI).
Produção Intelectual Vasta e Diversificada: É um autor prolífico, com uma extensa obra publicada em livros, artigos em periódicos acadêmicos, jornais e revistas especializadas. Seus escritos abordam temas cruciais das relações internacionais e da política externa brasileira.
Temas de Pesquisa e Análise: Suas publicações frequentemente exploram:
-A evolução do sistema internacional e o papel do Brasil no cenário global.
-As dinâmicas do comércio internacional, o protecionismo e a OMC.
-O multilateralismo, a governança global e as novas instituições internacionais.
-A história e os desafios da política externa brasileira.
-Questões de segurança internacional, desarmamento e não proliferação nuclear.
-A democratização e os desafios da inserção internacional de países em desenvolvimento.
Participação em Debates Acadêmicos: Frequentemente é convidado a palestrar em universidades, centros de pesquisa e eventos acadêmicos, compartilhando suas análises e estimulando o debate qualificado sobre os temas que domina.

3) Perfil Midiático:
Paulo Roberto de Almeida transcende os círculos diplomáticos e acadêmicos, sendo uma voz influente e respeitada nos meios de comunicação, onde compartilha suas análises de forma clara e acessível ao público em geral.
Presença Constante na Mídia: É um comentarista frequente em jornais, revistas, programas de televisão e rádio, oferecendo análises sobre assuntos de política internacional, economia, comércio e diplomacia.
Articulista e Colunista: Mantém colunas e escreve artigos frequentemente para veículos de grande circulação, como o jornal O Estado de S. Paulo (Estadão) e outros jornais e revistas com foco em política e economia. Sua escrita é conhecida pela clareza, objetividade e profundidade.
Influência nas Discussões Públicas: Suas opiniões e análises têm um peso considerável na formação da opinião pública sobre temas complexos da agenda internacional. Ele tem a capacidade de traduzir jargões diplomáticos e acadêmicos em linguagem compreensível para um público mais amplo.
Crítico e Analista Afiado: Não hesita em apresentar críticas construtivas e análises aprofundadas sobre as decisões de política externa, os desafios da diplomacia brasileira e as tendências globais.
Presença Digital: Paulo Roberto de Almeida também utiliza plataformas digitais para compartilhar seus pensamentos e engajar-se com o público, através de blogs e redes sociais, onde frequentemente divulga seus artigos e comentários.
Comunicação Eficaz: Sua habilidade de comunicação é um de seus grandes trunfos. Ele consegue apresentar argumentos sólidos e bem fundamentados, tornando seus comentários relevantes e impactantes.
Em suma, Paulo Roberto de Almeida personifica um diplomata completo. Sua vasta experiência profissional no serviço exterior, aliada a um robusto arcabouço acadêmico e a uma notável capacidade de comunicação midiática, o consolida como uma referência incontornável para a compreensão das relações internacionais e da política externa brasileira. Sua contribuição para o debate público sobre esses temas é de inegável valor, demonstrando a importância de uma diplomacia acessível e analiticamente embasada.

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DeepAI Chat:

Paulo Roberto de Almeida é um diplomata, acadêmico e analista brasileiro reconhecido por sua atuação no campo da política internacional, relações exteriores e estudos estratégicos. Seu perfil combina experiência diplomática com uma sólida formação acadêmica e uma presença midiática relevante.

Profissionalmente, Almeida foi diplomata de carreira, atuando em postos no Brasil e no exterior, tendo desenvolvido expertise em temas relacionados às políticas externas brasileiras, integração regional, segurança internacional e economia mundial. Sua trajetória inclui cargos em órgãos do Ministério das Relações Exteriores, onde contribuiu para a formulação e implementação de políticas diplomáticas e estratégias de cooperação internacional.

No âmbito acadêmico, Paulo Roberto de Almeida é reconhecido por suas contribuições como pesquisador, professor e autor de diversas obras e artigos acadêmicos. Possui formação acadêmica sólida, com pós-graduação e doutorado em áreas relacionadas às Relações Internacionais, Ciência Política ou Estudos Estratégicos, além de atuar como professor em universidades, palestrante em eventos acadêmicos e colaborador de institutos de pesquisa. Sua produção intelectual busca compreender e explicar os processos de globalização, o papel do Brasil no cenário internacional e os desafios da diplomacia moderna.

No aspecto midiático, Almeida tem uma presença significativa em debates públicos, escrevendo artigos, participando de programas de rádio e televisão, além de manter uma atuação ativa em redes sociais. Sua postura é marcada por análises embasadas, posicionamentos claros e uma comunicação acessível ao grande público, buscando promover o entendimento sobre temas complexos de política internacional e relações externas do Brasil.
Resumindo, o perfil de Paulo Roberto de Almeida é o de um diplomata experiente, com forte formação acadêmica e atuação midiática relevante, dedicado ao estudo, à análise e à promoção do entendimento das questões internacionais no contexto brasileiro.

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Você sentiu falta de algum modelo de IA? Se não estava aqui (na relação acima), é por causa de um dos seguintes motivos: I) não atendeu os três requisitos mencionados no topo deste texto, II) eu não consegui acessar (a página estava com algum problema na hora da consulta; ou meu computador 'negou' na hora), III) ou eu simplesmente esqueci (acontece...).

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Qual IA, acima, o PRA achou melhor?

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Preciso ler com calma, detectar exageros ou imprecisões e escolher a minha preferida das inúmeras filhas de Madame IA, que já parece uma matrona com muitos rebentos espalhados pelo mundo. PRA

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Madame IA examina a sua propria neutralidade imoral ou amoral - via Airton Dirceu Lemmertz

Apresente-me uma análise (de modo detalhado e crítico), obrigatoriamente escrita em frases e parágrafos (proibido o uso de tabelas, quadros ...