sábado, 17 de outubro de 2026

Madame IA comenta minha postagem relacionada à lista de todas as postagens sobre eleições no meu blog Diplomatizzando em 2026

 

Madame IA comenta minha postagem relacionada à lista de todas as postagens sobre eleições no meu blog Diplomatizzando em 2026: 
 
Quais conclusões (objetivas e subjetivas) podemos extrair da postagem do link:
https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/10/postagens-sobre-eleicoes-no-blog.html   
("Postagens sobre eleições no blog Diplomatizzando até a véspera do segundo turno de 2026 - Paulo Roberto de Almeida")?
 
 Justifique detalhadamente e criticamente, em texto discursivo, a partir de fontes confiáveis.
A postagem feita pelo diplomata e professor Paulo Roberto de Almeida em 17 de outubro de 2026 oferece um inventário sistemático que permite extrair ricas conclusões objetivas e subjetivas sobre a inserção da política externa no debate eleitoral brasileiro. Em termos globais, o texto funciona como uma memória documental das reflexões do autor produzidas ao longo do ano de 2026, servindo como uma radiografia crítica do cenário político nacional na véspera do segundo turno daquelas eleições. A análise desse índice bibliográfico revela tanto dados concretos sobre o comportamento das instituições partidárias quanto as percepções íntimas de um observador experiente da diplomacia sobre a degradação do debate público no país.
Do ponto de vista das conclusões objetivas, a postagem explicita, em primeiro lugar, a intensa internacionalização do debate político e acadêmico promovido pelo autor. Fica evidente que grande parte da produção intelectual de Almeida em 2026 foi direcionada para interlocutores externos, especificamente por meio de conferências, notas de planejamento e comunicações enviadas à renomada Académie des Sciences d'Outre-Mer, em Paris. Esses textos foram elaborados predominantemente em língua francesa e inglesa, demonstrando o esforço de traduzir o complexo panorama eleitoral brasileiro para a comunidade internacional. Outro fato objetivo crucial presente nos resumos é o diagnóstico técnico do colapso do sistema político tradicional do país. O autor documenta formalmente o "desaparecimento de partidos, de programas e de reguladores isentos", apontando para uma desidratação institucional em que as legendas partidárias perderam suas identidades programáticas estruturadas e os órgãos de controle sofreram desgastes de neutralidade, fenômeno agravado pela crônica crise institucional envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF). Além disso, empiricamente, a lista comprova o uso sistemático de plataformas digitais abertas, como o blog Diplomatizzando e o repositório Academia.edu, como trincheiras de preservação e difusão de conhecimento histórico contra o esquecimento.
No campo das conclusões subjetivas, o acervo listado deixa transparecer o profundo ceticismo e a indignação do diplomata em relação à qualidade do debate eleitoral contemporâneo. O autor expressa uma percepção de esvaziamento temático ao assinalar que um debate autêntico e qualificado sobre política externa simplesmente "não existe" nas campanhas presidenciais. Em seu lugar, a arena pública foi inundada por "invectivas sobre a defesa da soberania" por parte de uma vertente política e pela "incitação a uma interferência externa pelo chamado imperador hemisférico" por outra. Essa leitura crítica denota o incômodo do intelectual com a superficialidade e o maniqueísmo das discussões, que abandonaram o pragmatismo diplomático tradicional em prol de paixões ideológicas polarizadas. Subjetivamente, nota-se também o posicionamento firmemente combativo de Almeida contra o que qualifica como "extrema-direita" e "diplomacia bolsolavista", explicitando que seu trabalho intelectual assume um papel ativo de resistência em defesa da racionalidade e das liberdades democráticas, valores que ele enxerga sob constante ameaça no atual ecossistema político.
Criticamente, a junção dessas conclusões demonstra que a postagem não é um mero exercício de vaidade acadêmica, mas sim um ato de arqueologia política em tempo real. Ao cruzar dados pretéritos — como o resgate de debates de 2010 — com o cenário de 2026, Paulo Roberto de Almeida expõe uma triste constante histórica: a incapacidade das lideranças políticas brasileiras de tratar a inserção internacional do país como uma política de Estado perene, e não como mera extensão de suas guerrilhas ideológicas paroquiais. O ecletismo dos formatos (ensaios, entrevistas e até diálogos traduzidos e comentados por sistemas de Inteligência Artificial) ratifica a transição de uma diplomacia tradicionalmente insulada para um modelo de intelectual público que utiliza as redes para tentar restabelecer a lucidez na véspera de uma decisão eleitoral crucial. 
 

Eleições e SUS, tudo a ver - Drausio Varella (vídeo)

 Existem pequenas coisas que se tornam grandes, quando esclarecidas suas dimensões humanitárias, como esta mensagem de Drausio Varella, por exemplo.


 

Madame IA avalia minhas postagens em Academia.edu - Paulo Roberto de Almeida

  

Madame IA avalia minhas postagens em Academia.edu

 

Paulo Roberto de Almeida, diplomata, professor

Airton Dirceu Lemmertz submete minha preocupação com a organização das minhas postagens em Academia.edu a três ferramentas de IA. Apenas transcrição dos comentários oferecidos.

  

Já contemplado por meu amigo informático Airton Dirceu Lemmertz com análises e avaliações feitas por diversas ferramentas de IA a respeito de minhas postagens no blog Diplomatizzando, ao longo dos últimos meses, coloquei a ele a possibilidade de efetuar algo similar em relação às minhas postagens em Academia.edu. Transcrevo em primeiro lugar, a consulta por mim efetuada:

 

Em sáb., 17 de out. de 2026 às 13:07, Paulo R. Almeida escreveu:

Caríssimo ADL,

Todos os dias tenho dezenas de “curiosos” em todas as partes do mundo, vendo, doscarregando materiais que eu postei na plataforma Academia.edu, a maior parte “made by PRA”, uma pequena parte de terceiros, mas também muito procurados (como os relatórios sobre a capacidade militar dos países). Abaixo posto apenas um exemplo.

Enquanto eu não puder ter um site decente (e não tenho capacidade, nem tempo para fazer eu mesmo; preciso de algum estudante cobrando pouco), vou colocando meus textos no Diplomatizzando ou em Academia.edu, mas sem muita organização, ou indexação correta ou adequada para recuperação fácil quando preciso. 

Vc já fez um trabalho excepcional com o Diplomatizzando. Eu me pergunto se algo pode ser feito em relação a Academia.edu.

Abaixo reproduzo poucos acessos de “visitantes” em Academia, sem os mapas e fotos, mas é interminável…

O abraço do 

---------------------------
Paulo Roberto de Almeida

 

Transcrevo agora, a reação oferecida por ADL, seguida das avaliações fornecidas por cada uma das ferramentas; esqueci, porém, de dizer, que minha página em Academia.edu já possui certa organização interna: 1) Textos em série; 2) Livros próprios; 3) Organizados; 4) Capítulos de livros; 5) Ensaios publicados em journals; 6) artigos em revistas e jornais; e muitas outras categorias, como apresentações, resenhas de livros, etc. Em todo caso, vamos ver agora o que escreveu ADL, seguido das respostas de três demoiselles da IA:

 

Olá!

Em anexo, 3 PDFs com a resposta de 3 IAs (Gemini, ChatGPT, Perplexity). Três respostas genéricas e superficiais (praticamente uma reescrita dos 3 diálogos nossos). Se eu tivesse insistido e com mais detalhes, talvez tivessem dado respostas mais adequadas e práticas. Enfim, em outro momento, continuo.

Esses 3 modelos eu uso porque têm versões gratuitas e sem cadastro.

Mas, se alguém tiver que usar uma versão paga, para grandes arquivos textuais, aparentemente a melhor opção é Claude (pelo menos é o que tenho visto em outras mídias, salvo ledo engano meu).

Att., DL

 

A demanda de ADL foi feita nos seguintes termos:

Em uma análise conjunta e sequencial desses três trechos, qual a proposta de solução para o problema central que foi exposto? Responda em um texto discursivo (apenas frases e parágrafos).

 

Aqui o comentário de Perplexity:

A análise conjunta e sequencial dos três trechos revela que o problema central consiste na desorganização, falta de indexação e dispersão do vasto acervo intelectual do diplomata Paulo Roberto de Almeida na plataforma Academia.edu, destino de quase toda a sua produção após a perda de seu site pessoal original.

Essa falta de estruturação dificulta a recuperação rápida dos textos pelo próprio autor, apesar de os materiais possuírem alta qualidade e atraírem diariamente dezenas de leitores e robôs de mineração de dados ao redor do mundo.

A proposta de solução central para esse problema baseia-se no uso estratégico da Inteligência Artificial para realizar um mapeamento e uma curadoria digital automatizada desse repositório. A ideia inicial é utilizar modelos de linguagem para examinar a totalidade dos arquivos autorais depositados na plataforma, realizando uma varredura capaz de coletar, organizar e sintetizar o material disperso. Essa triagem tecnológica funcionaria como uma ferramenta de indexação para gerar um inventário estruturado da produção do autor.

Além do emprego da tecnologia, a solução proposta desenha-se por meio de uma ação colaborativa e prática entre os interlocutores. O participante ADL sinaliza a intenção de formular uma estratégia para aplicar a Inteligência Artificial sobre o conjunto de trabalhos contidos na plataforma. Paralelamente, aponta-se para a necessidade de suporte humano complementar, como o auxílio futuro de um estudante para a construção de um novo site institucional que possa abrigar e organizar definitivamente esses textos de forma acessível e recuperável.

 

Aqui o comentário de ChatGPT

O ChatGPT disse:

A proposta de solução para o problema central exposto nos três trechos consiste em realizar um trabalho sistemático de levantamento, organização, indexação e análise do acervo intelectual de Paulo Roberto de Almeida (PRA), disponibilizado principalmente na plataforma Academia.edu, com o auxílio de ferramentas de inteligência artificial. O objetivo seria transformar um conjunto numeroso, disperso e pouco organizado de publicações em um acervo digital estruturado, de fácil consulta e recuperação, que permitisse identificar, localizar e relacionar os trabalhos autorais do diplomata e pesquisador, preservando também a possibilidade de distinguir sua produção própria dos materiais de terceiros.

No primeiro trecho, surge a ideia de encomendar à inteligência artificial um exame abrangente dos arquivos publicados no Academia.edu, privilegiando os textos autorais, que correspondem à maior parte das postagens. A intenção não seria apenas catalogar os documentos, mas também explorar as possibilidades de recuperação de informações dispersas, estabelecer conexões temáticas e cronológicas entre os trabalhos e reconstruir, a partir deles, a trajetória intelectual e profissional do autor. Essa iniciativa permitiria, por exemplo, recuperar análises históricas sobre a política externa brasileira, identificar a evolução de suas interpretações e reunir informações relevantes que, embora presentes nos documentos, se encontram dispersas em um acervo de difícil navegação.

O segundo trecho introduz uma dificuldade prática: o acesso à área de estatísticas de leitores do Academia.edu apresentou problemas, e o interlocutor reconhece que ainda não realizou o exame proposto. Ao mesmo tempo, observa que os numerosos acessos e downloads podem decorrer tanto do interesse de pesquisadores e leitores quanto da atividade automatizada de sistemas de inteligência artificial que coletam e processam conteúdos disponíveis na internet. Essa constatação reforça a importância do acervo, mas também evidencia que a quantidade de acessos, isoladamente, não substitui a necessidade de organizar e tornar intelectualmente aproveitável o conteúdo publicado.

No terceiro trecho, o problema é apresentado de maneira mais concreta. A produção de PRA encontra-se distribuída entre o blog Diplomatizzando e a plataforma Academia.edu, sem organização, indexação ou mecanismos adequados de recuperação. Embora os documentos sejam consultados por pessoas de diferentes países, o próprio autor enfrenta dificuldades para localizar seus textos quando necessita deles. A ausência de um site pessoal bem estruturado, somada à falta de tempo e de recursos para desenvolver uma solução própria, torna necessária uma alternativa viável, econômica e que não dependa da construção imediata de uma nova plataforma.

Assim, a solução proposta é desenvolver um projeto de organização e sistematização digital do acervo, utilizando inteligência artificial para auxiliar na identificação dos documentos autorais, na elaboração de um catálogo ou índice geral, na classificação por temas, períodos e áreas de conhecimento, na identificação de duplicatas e na criação de mecanismos de busca que permitam recuperar rapidamente os textos desejados. Em uma etapa posterior, seria possível produzir sínteses temáticas, cronologias, bibliografias comentadas e mapas das relações entre os trabalhos, ampliando o valor do material tanto para o próprio autor quanto para pesquisadores, estudantes e outros interessados.

Para viabilizar o projeto, seria necessário começar pelo levantamento dos documentos efetivamente acessíveis, verificar as possibilidades de obtenção dos arquivos e metadados da plataforma e estabelecer um procedimento de análise que pudesse ser executado por etapas. A inteligência artificial poderia apoiar a classificação e o processamento dos textos, enquanto uma revisão humana garantiria a qualidade dos registros, a fidelidade das informações e a identificação correta da autoria. O resultado poderia ser organizado em uma base de dados pesquisável ou em um repositório digital com índice temático e cronológico, sem exigir, inicialmente, a criação de um site inteiramente novo.

Em síntese, a proposta consiste em aproveitar a inteligência artificial para converter um acervo acadêmico extenso, valioso e amplamente consultado, mas disperso e desorganizado, em um sistema estruturado de preservação, pesquisa e recuperação do conhecimento. O foco principal não é investigar quem acessa ou baixa os documentos, nem simplesmente contabilizar sua popularidade, mas tornar o conteúdo autoral de PRA acessível, organizado, inter-relacionado e reutilizável, superando as limitações atuais do Academia.edu e do Diplomatizzando como instrumentos de gestão de sua própria produção intelectual.

https://chatgpt.com/uc/6ad3a1aa-a90c-83ea-b8d7-842e75b792e5

 

Finalmente, o comentário de Gemini:

A análise conjunta e sequencial dos três trechos revela que o problema central consiste na desorganização, falta de indexação e dispersão do vasto acervo intelectual do diplomata Paulo Roberto de Almeida na plataforma Academia.edu, destino de quase toda a sua produção após a perda de seu site pessoal original.

Essa falta de estruturação dificulta a recuperação rápida dos textos pelo próprio autor, apesar de os materiais possuírem alta qualidade e atraírem diariamente dezenas de leitores e robôs de mineração de dados ao redor do mundo.

A proposta de solução central para esse problema baseia-se no uso estratégico da Inteligência Artificial para realizar um mapeamento e uma curadoria digital automatizada desse repositório. A ideia inicial é utilizar modelos de linguagem para examinar a totalidade dos arquivos autorais depositados na plataforma, realizando uma varredura capaz de coletar, organizar e sintetizar o material disperso. Essa triagem tecnológica funcionaria como uma ferramenta de indexação para gerar um inventário estruturado da produção do autor.

Além do emprego da tecnologia, a solução proposta desenha-se por meio de uma ação colaborativa e prática entre os interlocutores. O participante ADL sinaliza a intenção de formular uma estratégia para aplicar a Inteligência Artificial sobre o conjunto de trabalhos contidos na plataforma. Paralelamente, aponta-se para a necessidade de suporte humano complementar, como o auxílio futuro de um estudante para a construção de um novo site institucional que possa abrigar e organizar definitivamente esses textos de forma acessível e recuperável.

 

Nota final PRA: tenho de parar, um pouco que seja, de escrever com dotes próprios de Inteligência Natural, e passar a penetrar, absorver e aprender as regras simples de uso dessas ferramentas de IA, para eu mesmo realizar tarefas que requerem um mínimo de conhecimento do funcionamento desses instrumentos e passar a coordenar o trabalho que pode ser feito na barafunda de textos que já produzi desde 1968.

Alea jacta...

 

Paulo Roberto de Almeida

Brasília, 5497: 17 outubro 2026, 4 p.

Divulgado no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/10/madame-ia-avalia-minhas-postagens-em.html)

 

Book Review: Exit from International Organizations: Costly Negotiation for Institutional Change, by Inken von Borzyskowski and Felicity Vabulas (H-Diplo)

 

Inken von Borzyskowski and Felicity Vabulas, Exit from International Organizations: Costly Negotiation for Institutional Change. Cambridge University Press, 2025. ISBN: 9781009532280.

16 October 2026 | PDF: https://issforum.org/to/jrt18-12 | Website: rjissf.org

X: @HDiplo | BlueSky: @h-diplo.bsky.social | Mastodon: @HDiplo


Few subjects in the study of international institutions have moved as rapidly from the academic margins to the center of public debate as the withdrawal from international organizations. For decades, this research focused primarily on why states create, join, and delegate authority to multilateral institutions. Exit was generally treated as an infrequent and largely peripheral phenomenon. That perspective is no longer sustainable. On 7 January 2026, the United States directed its withdrawal, in a single presidential memorandum, from sixty-six international organizations and arrangements,[1] while a series of high-profile suspensions and withdrawals elsewhere has made exit central to contemporary debates about global governance. It is tempting to view these developments as evidence that the postwar institutional order is coming undone. Prominent commentary has done exactly that.[2]

Against this backdrop, Inken von Borzyskowski and Felicity Vabulas have produced Exit from International Organizations: Costly Negotiation for Institutional Change (Cambridge University Press, 2025). As the three reviewers make clear, it is the most comprehensive treatment of International Organization (IO) exit to date. Drawing on an original dataset covering nearly 500 cases across 534 international organizations and 198 countries between 1914 and 2022, the authors make two important contributions. They analyze withdrawals, which are voluntary departures initiated by states, and suspensions, which are imposed by other members within a common analytical framework, treating both as forms of membership cessation. More importantly, they argue that exit is best understood not as the endpoint of institutional breakdown but as a costly bargaining strategy. Extending Albert Hirschman's classic exit-voice-loyalty framework,[3] they contend that governments threaten or undertake withdrawal when voice has failed, using the prospect of exit to induce institutional change.

This perspective yields several findings that challenge conventional wisdom. The authors argue that exit has not become steadily more common over time. Roughly two-thirds of withdrawals are motivated by efforts to renegotiate institutional arrangements rather than by populism or nationalism. Among the 145 withdrawal threats identified between 1980 and 2022, ninety-one percent were never carried out, while roughly half of the states that ultimately left later rejoined. Rather than marking institutional collapse, exit is generally rare, reversible, and embedded in bargaining processes. The statistical analysis is complemented by case studies of withdrawals, such as including the United States from the International Labor Organization, Japan from the International Whaling Commission, and the United Kingdom from the European Union, and suspensions involving Honduras, Syria, and Guinea. Together, these cases illustrate how preference divergence, shifts in bargaining power, and institutional design shape both the likelihood of exit and its consequences.

The reviewers are themselves leading scholars of institutional change and international cooperation, and each engages the book from a distinctive perspective. Julia Gray approaches the book from the perspective of international political economy and her own influential work on organizational “zombies,” institutions that persist formally while gradually ceasing to fulfill their original purposes.[4] She praises the book’s careful documentation of exit, its theoretical treatment of withdrawal as bargaining, and its analysis of reputational costs. At the same time, she asks whether visible exits provide a sufficiently representative window into the health of international cooperation. As she memorably observes, formal withdrawals may resemble “celebrity divorces” in that they are highly visible but unrepresentative of the everyday strains that characterize most institutional relationships. Gray suggests that dissatisfied states often pursue subtler strategies, including redirecting cooperation to informal institutions, hollowing out organizations from within, or simply allowing them to stagnate. These quieter forms of contestation, she argues, may ultimately matter more for the vitality of international organizations than formal withdrawal itself. She also questions the assumption that IOs begin as effective bargains, suggesting instead that many are designed to manage problems for which no fully satisfactory solutions exist.

Laurence Helfer, whose scholarship has shaped our understanding of treaty withdrawal and exit from international legal regimes,[5] likewise regards the book as a landmark contribution. He particularly highlights its decision to analyze withdrawals and suspensions together, its attention to “face-saving” exits, its treatment of exit as a multi-stage process, and its unusually broad empirical scope. His principal reservations concern the legal dimensions of withdrawal. Most importantly, Helfer argues that lawful withdrawal from an organization should be distinguished from violations of membership obligations, since the legal and reputational consequences of these actions differ. He also calls for greater attention to the legal architecture governing exit, including withdrawal clauses, notice periods, and domestic constitutional constraints. Examples ranging from South Africa and the International Criminal Court to Brexit and congressional constraints on NATO withdrawal illustrate how domestic institutions often shape governments’ ability to leave international organizations.

Stefanie Walter, whose work on Brexit has transformed our understanding of the broader implications of withdrawal from regional institutions,[6] also views the book's combined treatment of withdrawal and suspension as an important innovation and describes the underlying dataset as an invaluable resource for future research. Her comments focus on three broader questions. First, she argues that domestic political dynamics receive less attention than they deserve. The Brexit negotiations, for example, cannot be understood without considering party competition and domestic political incentives. Second, she asks whether exit should ultimately be viewed as a bargaining strategy or as evidence that bargaining has failed. The framework is compelling for withdrawal threats, she argues, but less obviously so for completed exits, which, the book itself shows, rarely achieve meaningful institutional reform and often end in renewed membership. Finally, Walter emphasizes that international organizations and remaining member states possess strategic agency of their own. Exit is not simply something that happens to organizations; it also reshapes the incentives and strategies of those who remain.

Taken together, the reviews point toward a common set of questions that extends beyond the book itself. Each highlights dimensions of institutional contestation that receive less attention in the authors’ framework: alternatives to exit, domestic political and legal constraints, and the strategic responses of organizations and remaining members. All three also ask how well historical patterns can guide us in understanding a political environment that may differ fundamentally from the one captured in the book's data.

Von Borzyskowski and Vabulas engage these critiques in a thoughtful and generous response. Rather than treating them as objections, they largely view them as opportunities to extend their research agenda. They readily acknowledge the importance of alternative forms of institutional contestation and note that ongoing work examines disruption through changes in IO funding. They likewise agree that domestic political institutions deserve greater attention, while emphasizing that their book deliberately foregrounds international dynamics that previous scholarship has often overlooked.

In responding to the individual reviews, the authors clarify several aspects of their argument. They reject a sharp distinction between bargaining strategy and bargaining failure, emphasizing that exit is a process whose outcome remains uncertain until withdrawal is completed. They stress that their theoretical framework is relational rather than state-centered, allowing organizations and other member states to exercise strategic agency. Responding to Helfer, they explain that their analogy between withdrawal and noncompliance concerns how political actors interpret these actions rather than their legal equivalence. They also note that debates over withdrawal from organizations that lack explicit exit clauses remain unresolved in international law and that several of Helfer's examples concern treaties rather than international organizations. In response to Gray, they argue that their theory generates probabilistic rather than deterministic predictions and maintain that the combination of statistical and qualitative evidence provides meaningful opportunities for empirical evaluation.

The exchange concludes by returning to the contemporary moment that motivates this symposium. The authors note that only five of the sixty-six institutions identified in the 2026 US announcement are formal intergovernmental organizations of the type examined in the book. Waiting periods, domestic political change, and the reputational costs of withdrawal all caution against treating every announced exit as inevitable. At the same time, they acknowledge that current developments may challenge several assumptions that have long underpinned the scholarship on international organizations, including growing emphasis on sovereignty, skepticism toward multilateral institutions, and declining confidence in the liberal principles that shaped much of the postwar order.

That tension between continuity and change animates this symposium. Exit from International Organizations provides the strongest empirical and theoretical account to date of why states leave international organizations and what those decisions accomplish. Whether the patterns documented in the book continue to characterize an evolving international order is the question that runs through the essays that follow. Readers will find not only an assessment of an important book, but also a productive conversation about institutional contestation, domestic politics, organizational agency, and the future of international cooperation. I thank the reviewers and the authors for contributing to that conversation.

 

Não consigo imaginar desastre maior em 204 anos de diplomacia nacional - Paulo Roberto de Almeida

Não consigo imaginar desastre maior em 204 anos de diplomacia nacional

Paulo Roberto de Almeida 

Caso ganhe dia 25/10/2026 o candidato da extrema-direita o Brasil será integrado em janeiro de 2027 ao Escudo das Américas. Repassando a história da diplomacia brasileira, não consigo identificar qualquer precedente ou registro formal de tamanha humilhação imposta à nossa politica externa, à própria soberania da nação.

Estarei atento aos desenvolvimentos nesse aspecto, para registar todos os lados dessa rendição inédita em nossa história, e provavelmente darei início a uma nova série de escritos na rubrica “nunca antes” em nosso país…

Paulo Roberto de Almeida 

Brasilia, 17/10/2026

A História não se repete, mas… - Paulo Roberto de Almeida

 A História não se repete, mas…

Paulo Roberto de Almeida

Em janeiro de 1933, a Direita alemã— industriais, banqueiros, grandes agricultores, comerciantes, magistrados, políticos, altos militares — se rendeu ao Partido Nazista, a Hitler especialmente, esperando poder controlá-lo para poder combater o comunismo. As consequências vieram rapidamente, e o resto a gente já sabe como foi…

Em 2026, a Direita brasileira se rendeu ao movimento bolsonarista. As consequências a gente ainda não sabe como serão, mas a julgar pelpensamento e poucas ideias do pai, podemos já imaginar como será. Seria igualmente uma “submissão antecipativa”?

A submissão a Trump parece já estar prometida e antecipada. O resto a gente vê depois. Depois do quê? PRA


“« Soumission anticipative »

La Bascule. Allemagne, 1933, Johann Chapoutot, Gallimard, 2026, 416 p.

Le dernier livre de Johann Chapoutot, qui suit Les Irresponsables (Gallimard, 2025), reconstitue l’arrivée au pouvoir de Hitler, le 30 janvier 1933. C’est d’abord une immersion érudite très vivante des heures et des jours qui précèdent et suivent cet accord d’état-major entre la droite et le parti nazi. Mais le propos essentiel du livre est de documenter la « soumission anticipative » au nazisme des partis de droite, des milieux d’affaire, des industriels, des journaux…”

(Selection des livres du mois, da revista L’Histoire, outubro 2026)


Brasília, 17/10/202

O Estadão não perdoa a gastança eleitoreira de Lula, com razão; mas como a extrema-direita é perigosa, talvez seja o menos nocivo

 

Opinião do Estadão

A orgia eleitoral de Lula

O perdão às dívidas de microempreendedores individuais foi só a mais recente das medidas do petista para comprar votos e que já somam espantosos R$ 354 bilhões. E não vai parar por aí

15/10/2026 | 03h02

 

É impressionante a desfaçatez com que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem usado a máquina pública para impulsionar suas chances de reeleição. Faltando exatos 12 dias para a disputa eleitoral, o petista anunciou que perdoará as dívidas tributárias dos microempreendedores individuais (MEIs). É compra de votos descarada, como todas as medidas populistas anunciadas por Lula na reta final da campanha.

E, certamente, não vai parar por aí. Até o dia 25 de outubro, data do segundo turno, Lula decerto distribuirá mais dinheiro para se manter competitivo, independentemente do custo e do mérito das medidas.

O caso dos MEIs é particularmente escandaloso. Trata-se de um regime simplificado de tributação extremamente vantajoso para quem adere, mas um fracasso enquanto política pública. Sua intenção inicial era formalizar pequenos negócios e trabalhadores de baixa renda. Na prática, o MEI incentivou a migração de regime por empresas que já existiam e a “pejotização” de profissionais qualificados que antes trabalhavam como celetistas, tudo para pagar menos impostos.

Em vez de corrigir uma distorção documentada, o governo apenas contribui para agravá-la. Evidentemente, não são todos que podem escolher em que regime podem trabalhar, mas quem tem essa prerrogativa não tem a menor dúvida.

As alíquotas de contribuição para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) são progressivas, mas começam em 7,5% do salário, e para as empresas a contribuição corresponde a 20% da folha de pagamento. Já no caso do MEI, a contribuição, que já foi de 11%, caiu para 5% do salário mínimo, o equivalente a R$ 81,05, independentemente da renda efetivamente auferida. É o que basta para estar quites com todos os impostos estaduais e municipais e garantir benefícios como o salário-maternidade, auxílio-doença e aposentadoria.

É uma contribuição meramente simbólica, de custo baixíssimo para benefícios indiscutíveis. Ainda assim, estudos mostram que dois em cada três MEIs não contribuem para o INSS, o que faz deles uma verdadeira bomba-relógio para as contas públicas.

Não se trata de ignorância. Os MEIs, ao contrário do que o governo acha, sabem fazer contas e avaliar riscos. Quem não contribui sabe que não terá direito à aposentadoria. No entanto, também sabe que poderá requerer o Benefício de Prestação Continuada (BPC) no momento em que completar 65 anos de idade. Assim como o piso da Previdência Social, o BPC corresponde a um salário mínimo. Embora sejam benefícios de naturezas distintas, na prática não há muita diferença para quem os recebe.

O que o governo Lula fez nesta semana mostra que os MEIs inadimplentes têm razão. Não há motivo algum para pagar os tributos em dia. Basta esperar um momento de fragilidade política do incumbente para ser contemplado com as benesses que sempre surgem às vésperas da eleição.

E que benesses. Além do perdão da dívida tributária, o governo se ofereceu para comprar dívidas bancárias por meio do Desenrola, anunciou a ampliação do teto de faturamento anual para enquadramento no programa dos atuais R$ 81 mil para R$ 140 mil e, de quebra, informou que vai dar R$ 5 mil a todos os MEIs, a fundo perdido, a título de ajuda para investir. Tudo isso deve custar R$ 16,7 bilhões nos próximos quatro anos. Os MEIs, ademais, não precisarão mais emitir notas fiscais, um incentivo adicional a quem omite receitas e declara um faturamento inferior ao real.

Tudo isso se soma a outras iniciativas anunciadas, como a criação de uma versão do programa Pé-de-Meia para pagar bolsas a estudantes universitários, que deve custar R$ 4,6 bilhões anuais. Nas últimas semanas, Lula também reajustou o piso do Bolsa Família em 15%, ampliou a clientela e o universo de dívidas alcançadas pelas renegociações do Desenrola, zerou os tributos sobre a gasolina e aumentou o subsídio do diesel.

Parte dessas medidas ainda terá de ser aprovada pelo Congresso, mas é improvável que haja muita resistência a elas. O Gastômetro do Estadão estima que a gastança eleitoral de Lula já chegou a R$ 354 bilhões. Para o petista, nada disso importa – afinal, responsabilidade fiscal nunca foi seu forte. Com Lula reeleito ou não, a sociedade que arque com esse custo.

 

 

69 Comentários de leitores no site do Estadão

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Jorge Paiva Abrantes

2,6 mil pontos

Debatedor dedicado

há 5 horas

 

O PL deve entrar com uma ação para caçar a chapa de Lula e condená-lo por crime eleitoral, com base no. 299 do Código Eleitoral! "Corrupção Eleitoral: o que diz o artigo 299 do Código Eleitoral O artigo 299 do Código Eleitoral brasileiro define essa prática como o ato de dar, oferecer, prometer ou receber, para si ou para outra pessoa, qualquer vantagem, como dinheiro, bens ou favores, em troca de votos. Art. 299 da Lei nº 4.737 | Código Eleitoral, de 15 de julho de 1965 Art. 299. Dar, oferecer, prometer, solicitar ou receber, para si ou para outrem, dinheiro, dádiva, ou qualquer outra vantagem, para obter ou dar voto e para conseguir ou prometer abstenção, ainda que a oferta não seja aceita" O TSE tem que agir! Caçassao da chapa e pedido de impitimam!

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Acacio Nespoli Antunes

2,4 mil pontos

Debatedor dedicado

há 1 hora

 

Que se lasque o Brasil, que se lasque a economia,que se lasque o trabalhador,que se lasquem os pobres .Às favas com a honra,a honestidade,o brio,a verdade,a responsabilidade.O que realmente importa é a perpetuação no poder junto com a companheirada ,especializados em sugar todas as forças produtivas do país.Este é e sempre foi o mote de Lula. Antes disfarçado agora a olhos vistos. O mau caratismo se mostra sem máscara. Estamos muito próximos de começarmos a corrigir isto,estamos a um passo de estripar estes parasitas ,estamos no limite,mas uniremos todas as nossas forças para no próximo dia 25 com um simples ato,o voto,libertar nosso país deste mal.Não baixaremos nossa guarda,a hidra ainda tem uma cabeça,nosso esforço hercúleo irá "decapita lá".

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Jorge Paiva Abrantes

2,6 mil pontos

Debatedor dedicado

há 5 horas

 

O Responsável e o irresponsável! Num país em que as escolas com a tal "progressão continuada" forjada pela centro liberal e esquerda onde desde cedo ambos o responsavel e o irresponsável"progridem " como teremos pessoas, politicos, imprensa responsáveis? A parcela que vota em Lula, ele incluso acham normal a irresponsabilidade. Não há consequências para eles, "progridem ". Lula é o maior exemplo de nossa irresponsabilidade, foi descondenado após ser julgado culpado em duas instâncias, uma colegiada, não respondeu por seus ilícitos gravíssimos. E nao fucamos pasmos que tal irresponsabiludade tenga sido conduzida pelo STF, Fachin, hoje presidente da corte. O que vemos Lula fazer agora não deveria causar espanto, é o novo normal. Ou colocamos um ponto final neste energumeno no próximo dia 25 ou podemos ir lá mudando o nome de nosso pais: IRRESBRASIL!

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92


Jairo Santana

98 pontos

há 3 horas

 

Passaram-se quatro anos sem trabalhar, apenas viajando e falando bobagens sobre fome, pobreza, educação, terras raras e democracia e obsessão por censurar as redes sociais, dentre o discord, por fato isolado, etc., . Agora, diante de um governo impopular e mal avaliado, a conta chegou, e o eleitor está dando sua resposta. Deveria mudar essa “música de uma nota só”, caso seja eleito, precisará apresentar algo novo. Se continuar repetindo o mesmo discurso de sempre e saqueando o bolso do contribuinte com essa gastança desenfreada, acabará inviabilizando as pretensões de um eventual futuro governo petista. Se eleito, deveria afastar-se dessas figuras envelhecidas do PT e abrir espaço para gente jovem, com novas ideias e capacidade de renovar esse governo paquidérmico.

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81


NESTOR RENATO BARTH

8,4 mil pontos

Debatedor dedicado

há 4 horas

 

Querem acabar com a Classe Média, acabar com empresas e empregos. Metade da população não trabalha, vive às custas do Estado, seja via Bolsa Família, cargo público, ou mamando por outra via (corrupção). Estes safados estão venezuelando o Brasil. Compra de votos escancarada. Comprando votos, e vendendo nosso futuro. Quem vai pagar esta conta. Nós, nosso filhos e netos. A Solução para quem não quer ficar neta desgraça é a Rodoviária ou o Aeroporto.

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11


PAULO AUGUSTO

20,8 mil pontos

Debatedor dedicado

há 5 horas

 

Que comovente espetáculo de pura empatia social! O DESGOVERNO DO PAI DO LULINHA descobriu, precisamente às vésperas da votação de 2026, que os cofres da União estavam transbordando de amor e generosidade. Após anos de muita taxação e arrecadação, bastou o primeiro turno das eleições acender o sinal de alerta para que o Planalto fosse tomado por uma súbita e irresistível urgência em salvar o povo. O reajuste relâmpago de 15% no Bolsa Família e a ressurreição mágica do Desenrola 3.0 não têm, claro, absolutamente nada a ver com o desespero das urnas; trata-se apenas de pura e oportuna coincidência cronológica. O festival de caridade eleitoral atingiu o ápice com o pacote voltado aos pequenos empreendedores e motoristas. O lançamento do Prospera MEI com seu inédito "Pix MEI" de até R$ 5 mil e o corte cirúrgico dos impostos federais sobre a gasolina por exatos trinta dias operaram uma verdadeira alquimia econômica: a inflação e a responsabilidade fiscal foram revogadas por decreto até o fechamento das urnas. É fascinante notar como o preço dos combustíveis consegue obedecer tão perfeitamente ao calendário do Tribunal Superior Eleitoral, despencando artificialmente no exato momento em que o cidadão precisa decidir em qual botão apertar. Toda essa explosão de afeto governamental — que ainda encontrou espaço para estender o programa Pé-de-Meia até a universidade — custará a bagatela estimada de mais de R$ 248 bilhões. Mas quem se importa com o Orçamento de 2027 ou com o ajuste emergencial de R$ 40 bilhões que o próximo mandato terá que descascar? Afinal, a estabilidade econômica do país é um detalhe irrelevante quando o que está em jogo é o direito sagrado da atual gestão de continuar nos governando para o nosso próprio bem. É o legítimo estelionato eleitoral com selo de garantia e trilha sonora de esperança.

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10


JOSE ANGELO BIGLIAZZI

435 pontos

Debatedor dedicado

há 4 horas

 

O atual cenário que vem sendo montado com as últimas benesses do atual Governo acabam minando a próxima gestão ..... a torneira foi aberta descaradamente e bilhões de $$$ colocados na praça com medidas eleitoreiras .... não existe almoço grátis e alguém terá que pagar esta conta ... TSE deveria avaliar a postura do atual Presidente pois a "compra de votos" está sendo descaradamente aplicada ....... estamos caminhando para uma venezualização do Brasil ...... #acordabrasil #governodesesperado #compradevotos

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8


Mário Marques Diniz

70 pontos

há 4 horas

 

O editorial do Estadão deveria fazer um paralelo, não da “orgia”, mas do “ESTUPRO” realizado pelo ex-presidente jair, no ano eleitoral de 2022!! A corrupção gerada nos auxílios caminhoneiro e taxista e também no Bolsa Família Unifamiliar, além do calote no ICMS dos combustíveis e dos Precatórios!! Assim INFORMARIA e ajudaria o leitor/eleitor a se conscientizar e parar de ter políticos de estimação, a praticar os VOTO FAXINA, primordialmente, no Legislativo, para tirar da política os maus políticos!!

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42


MAURI ZARDIM

2 mil pontos

Debatedor dedicado

há 3 horas

 

Eu sempre disse que o MEI não iria funcionar como se imaginava quando foi criado. Quem realmente deveria ser beneficiado pelo modelo muitas vezes não consegue pagar nem os 70 ou 80 reais mensais. E, paradoxalmente, a maior parte dos contribuintes adimplentes são empresas que não se enquadram no MEI — seja pelo faturamento acima do limite, seja pelo uso de CNAEs “maquiados” como atividades permitidas, seja pelo número de empregados. No caso do faturamento, como contador, conheço dezenas de MEIs que ultrapassam — e muito — o limite anual apenas em compras. E vale lembrar: o limite não é de compras, é de faturamento. Como muitos não emitem notas de venda ou de prestação de serviços, o sistema não detecta a divergência. Quanto aos CNAEs, o problema é ainda mais evidente nos serviços. Um exemplo clássico: representação comercial, que não é permitida no MEI, é aberta como “promotor de vendas”, que é permitida. A prática é comum e passa despercebida. Sobre empregados, ocorre algo semelhante. Pegue uma oficina mecânica, por exemplo: o proprietário orienta seus funcionários a abrirem MEIs como se fossem autônomos, mascarando uma relação de emprego. Isso se repete em diversas outras atividades. Sem fiscalização — seja federal, estadual ou municipal — quem trabalha corretamente acaba pagando impostos por si e, indiretamente, por quem burla a legislação. É mais um retrato de como as coisas funcionam neste país.

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igor cornelsen

8,5 mil pontos

Debatedor dedicado

há 1 hora

 

Como dizia Dilma Roussef, em ano de eleição agente faz o diabo para se manter no poder. Todas as benesses que o Lula está distribuindo não é dinheiro de arrecadação fiscal, é dinheiro de venda de títulos públicos para investidores. Como Lula nesses 4 anos detonou no déficit público, o endividamento do Brasil cresceu e os juros subiram. Muitas empresas que pagam juros altíssimos tiveram de pedir recuperação judicial, e a insolvência das pessoas aumentou significativamente. Não tenham dúvidas que Lula reeleito não terá credibilidade entre os investidores e os juros subirão ainda muito mais. Essa dívida vai inviabilizando um pais muito rico em recursos e vai cair no colo dos seus filhos e netos. Muito triste tudo isso e só para comprar votos e manter o PT e seus sócios no poder!

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