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sábado, 27 de junho de 2026

Uma pequena nota rememorativa - Paulo Roberto de Almeida

Uma pequena nota rememorativa

Paulo Roberto de Almeida

Desde meu ingresso, não previsto e não planejado, na carreira diplomática,  num período já agonizante da ditadura militar, no final de 1977, eu não deixei de ser surpreendido sobre como certos traços daquele regime haviam sido incorporados ao mores diplomático, como aquele slogan especialmente perturbador, repetidamente lembrado pelos barões da Casa, da “hierarquia e disciplina”. Não que eu pensasse que uma corporação eficiente pudesse trabalhar sem ordem e regulação. Mas aquilo sempre me perturbou como uma espécie de impedimento a que aqueles encarregados do encaminhamento de assuntos específicos, do último escalão, pudessem argumentar a respeito de um assunto que poderia apresentar várias facetas, vistas sob ângulos diferentes.

Minha constante preocupação no jogo da diplomacia não era exatamente a diplomacia em si, a mecânica da coisa, mas seus efeitos concretos sobre o processo de desenvolvimento econômico e social do Brasil, visto numa perspectiva mais larga, que fui adquirindo ao longo de muitas leituras, estudo atento das experiências de outros povos, assim como observações recolhidas ao fio de muitas viagens exploratórias em diversos paises diferentes, desenvolvidos e em desenvolvimento.

A reflexão comparativa me induziu a reconsiderar certas políticas macro e setoriais em função de seus efeitos reais e concretos sobre os avanços logrados do ponto de vista da vida dos brasileiros mais humildes, aos quais eu mesmo pertenci em minha infância e juventude e me julgava pertencer.

Outro traço que chocou, talvez ainda mais profundamente, foi o grande conformismo e acomodação pessoal justamente em relação às ordens superiores, que poderiam mudar de forma visivel segundo certas opiniões vindas do alto, ou seja, do poder politico. O estilo autoritário, assimilado ao “centralismo democrático” de feição leninista, a partir de certo momento, foi algo chocante ao se pensar conviver num ambiente esclarecido, de grande desempenho intelectual, mas sujeito a certas orientações simplórias, ou defasadas no tempo, ou claramente inadequadas às novas circunstâncias da economia mundial.

O traço, porém, mais perturbador foi a aliança estreita com certas ditaduras execráveis, apenas que supostamente identificadas a certas causas do passado que tinham a ver com a resistência à arrogância imperial dos donos do mundo, em lugar de um exame ponderado dos novos requerimentos no plano econômico e educacional que poderiam impulsionar o país a um estilo diplomático inserido num ambiente democrático dos valores ocidentais derivados do Iluminismo kantiano.

Minha produção a partir de certa fase foi essencialmente didática e não mais executiva, mas nunca tive uma clara percepção do efeitos reais dessa produtividade puramente redacional, não dotada de outros canais de transmissão se não aqueles próprios.

A nação ainda não conheceu algum grande salto qualitativo nos padrões de vida da grande maioria dos cidadãos, talvez bem mais súditos do Estado do que seres livres e independentes. 

Em todo caso, persistirei nos meus esforços didáticos, que constituem uma ferramenta talvez benéfica no uso de minhas poucas vantagens relativas e comparativas.

Vale!

Paulo Roberto de Almeida

Brasilia, 27 de junho de 2026

(aniversário de Gabriel, 14 anos)


O tempora, o mores - Paulo Roberto de Almeida

O tempora, o mores…

Paulo Roberto de Almeida

Antigamente, muito antigamente, na Velha República, os presidentes eram eleitos em eleições geralmente arranjadas pelas oligarquias regionais— os PRs estaduais — no mês de março a intervalos de quatro anos. Mas eles só tomavam posse em 15 de novembro.

Então, nos seis meses de espera, eles viajavam de navio para a Europa e aproveitavam para visitar banqueiros, com os quais eles renegociavam empréstimos, os famosos funding loans, ou pediam mais dinheiro e investimentos no Brasil para o seu quadriênio. 

Jair Bolsonaro inaugurou a submissão voluntária ao Império, primeiro recebendo no RJ, ainda em dezembro de 2018, o conselheiro de Segurança Nacional de Trump 1, John Bolton, um conhecido falcão. Depois, após a posse, em fevereiro de 2019, sua primeira viagem foi à Florida, para prestar vassalagem ao desequilibrado presidente americano, antes de proferir o famoso “I love you Trump“, na ONU, em setembro do mexmo ano.

O filhote 01 inaugurou um outro tipo de vassalagem: ofereceu, assim que fosse eleito, em outubro deste ano, a vinda de uma equipe trumpista para participar do processo de transição para o seu hipotético governo. Uma submissão já prometida e decidida.

Como diria um outro candidato, “nunca antes neste pais” (agora sim, de verdade). Os Bolsonaros são da tese da servidão voluntária: eles querem se colocar a serviço de Trump 2.

Se for assim , prefiro a volta das eleições fraudadas da Velha República.

Paulo Roberto de Almeida

Brasilia, 27/06/2026

sexta-feira, 26 de junho de 2026

Autobiografia de um Fora-da-Lei, 4: de colônia a Reino Unido ao de Portugal e uma promoção merecida a Império independente - Paulo Roberto de Almeida

Mais recente artigo publicado: 


5342. “Autobiografia de um Fora-da-Lei, 4: de colônia a Reino Unido ao de Portugal e uma promoção merecida a Império independente”, Brasília, 6 junho 2026, 4 p. Continuidade da série sobre a história do Estado brasileiro, para a revista Será? (ano xiv, n. 715, 26 junho 2026; link: https://revistasera.info/2026/06/autobiografia-de-um-fora-da-lei-4-de-colonia-a-reino-unido-ao-de-portugal-e-uma-promocao-merecida-a-imperio-independente/ ). Relação de Publicados n. 1652.

Autobiografia de um Fora-da-Lei, 4: de colônia a Reino Unido ao de Portugal e uma promoção merecida a Império independente

Paulo Roberto de Almeida 

Revista Será? (ano xiv, n. 715, 26 junho 2026)


No episódio anterior de minha autobiografia – 3: do nascimento a tempos incertos, aqui: https://revistasera.info/2026/06/autobiografia-de-um-fora-da-lei-3-do-nascimento-a-tempos-incertos/ –, eu falei de minhas agruras iniciais: do parto por legitimação papal, do crescimento, enfrentando os pretendentes à ocupação, os mouros ao sul e os visigodos de Leão e Castela a oeste, assim como dos meus próprios desbravadores, saindo ousadamente por mares nunca de antes navegados, chegando a me brindar com novas terras prometedoras, aonde, como me informou um dos primeiros escribas que por ali arribaram, “em se plantando tudo dá!” Era uma terra de bugres, assim que eu a deixei quieta por alguns anos, até que pretendentes de outros reinos começassem a frequentá-la, sem a minha permissão. Tratei, portanto, de me instalar, dando terras para que fidalgos remediados a ocupassem.

Não é que deu certo? Primeiro começaram a retirar uma madeira cor de brasa – que acabou dando o nome ao meu segundo lar –, depois plantando uma doce gramínea que fiz vir dos Açores, depois encontrando aquela “relíquia bárbara”, da qual falou um economista de tempos mais recentes, que enriqueceu meu Real Tesouro e permitiu construir alguns palácios suntuosos na velha terrinha e várias igrejas nas novas terras. Para lá mandei um primeiro governador-geral e depois um vice-rei, que logo teve de garantir que toda aquela riqueza mineral fosse carreada sob minha guarda, mas que também ordenou devassas e algumas condenações bem-merecidas. Os rapaces ingleses se apropriaram de umas partes do ouro, a pretexto de me proteger de meus inimigos na velha Europa.

O fato é que essa velha Europa não me dava sossego. Não é que um corso metido a maioral, no reino dos antigos Capetos, resolveu atacar todas as monarquias estabelecidas e avançou ardilosamente contra os reinos estabelecidos à direita e à esquerda da França revolucionária e seu exército popular? Para se vingar dos irredutíveis ingleses, Napoleão, já convertido em imperador, mandou um dos seus generais investir contra o meu pequeno reino, que vivia à sombra do Leão britânico, depois de ter destronado um primo meu na Espanha, Fernando VII. Foi o que finalmente me “convenceu” a partir para minhas imensas terras no Novo Mundo. Foi, posso dizer, o meu segundo nascimento.

Tive de me transladar rapidamente, com meus livros e apetrechos, ajudado inclusive pela Royal Navy, carregando em todos os barcos requisitados o que havia de fidalguia no reino, sem saber ao certo o que eu encontraria na nova capital do meu imenso império marítimo, escapando assim do triste destino do meu colega espanhol, confinado na França, seu reino dado na bandeja a um irmão do usurpador. Meu Estado foi preservado, embora em novo endereço e sob a guarda dos intrometidos ingleses. Era o que dava para fazer naquele momento de angústia e incertezas. De passagem para a nova capital do vice-reinado, parei na antiga, São Salvador da Bahia de Todos os Santos, onde tive o auxílio de um funcionário local das alfândegas, José da Silva Lisboa (ah, minha perdida capital), para assinar um decreto de abertura dos portos, que na verdade só beneficiava aos comerciantes ingleses. Estes passaram a enviar todos os tipos de trastes para aquelas terras desconhecidas para eles (mas não de seus corsários), chegando inclusive a termos nas docas do Rio de Janeiro patins de gelo, vejam que absurdo!

O problema é que não tínhamos onde acomodar todos aqueles inúteis nobres do meu reinado europeu, e começamos a expropriar as melhores casas disponíveis, chegando até a aproveitar uma cadeia pública. Como meus súditos palacianos passassem a pintar nas casas requisitadas o indicativo PR, que elas estavam doravante ao serviço do Príncipe Real, os locais, conhecidos por suas zombarias, interpretavam com o impositivo “Ponha-se na Rua!” Não foram poucas as troças e rebeldias que meus súditos brasilienses protagonizaram contra a minha Regência – sim, esqueci de mencionar que a Rainha legítima, Dona Maria I, minha querida mãe, estava afastada das funções por algumas fraquezas da mente – e eu só tive a glória de ser entronizado como o novo rei de Portugal e domínio dez anos depois da chegada à maior e mais rica colônia de meu magnífico e imenso império ultramarino.

A essa altura, por imposições da paz enfim negociada em Viena depois da segunda derrota do usurpador francês, meu domínio americano foi elevado à categoria de Reino Unido ao do meu próprio Portugal, com o que ganhei nova personalidade e também novas pretensões a ser eu mesmo, finalmente, dono do meu próprio Estado. Eu até queria ficar na nova sede do Império, que seria uma espécie de “imenso Portugal”, mas os comerciantes do Porto, numa revolução inspirada nas ideias liberais que reivindicavam monarquias adeptas da recente moda constitucional – baseadas em doutrinas francesas mais uma vez, Montesquieu e um tal de Benjamin Constant, um hugenote franco-suíço além de tudo –, passaram a exigir que eu voltasse à terrinha. Eu não queria, mas as Cortes constituídas em Lisboa ameaçaram me destituir, assim que eu tive de deixar o meu novo grande Estado aos cuidados do meu primogênito Pedro, um rapaz muito afoito e dado a aventuras de duvidosa reputação.

A sorte foi que ele escolheu para auxiliá-lo um inteligente súdito nascido naquelas paragens, no porto de Santos se não me falha a memória, que tinha passado longos anos estudando na Europa, chegando a fazer parte das mais famosas academias de ciências. José Bonifácio, esse era o seu nome, foi o mais atilado ministro do último gabinete português no Rio de Janeiro, último não por minha decisão, ou do meu filho regente, mas por imposição das circunstâncias, que foram ingratas para meu glorioso Império. As Cortes, atuando por ganância dos comerciantes e de cortesãos desejosos de retornar ao Ancien Régime de corte absolutista, acabaram por impor ao Brasil uma volta aos tempos coloniais, com o que os meus súditos d’além-mar se decidiram pela separação, aliás por impulso do Bonifácio e da esposa de Pedro, a austríaca Leopoldina, que deve ter atuado sob influência de um astuto autocrata dos Habsburgos, um tal de Metternich.

Finalmente, eu me encontrava naquela situação relativamente inédita na vida dos povos do mundo, a oportunidade de construir um novo Estado, só para mim, a partir do zero, ou de quase nada, a não ser o pouco que tinha sido deixado pelos antigos colonizadores: nenhuma fábrica que prestasse, nenhuma escola para os antigos súditos, agora convertidos em cidadãos conscientes e orgulhosos de dar início a uma nova etapa num imenso domínio muito mais rico do que o da mais velha monarquia europeia, ainda que dominada por uma segunda dinastia, depois do interlúdio castelhano, a dos Braganças, iniciada de 1640. Agora, sim, eu poderia partir de um Estado só meu, sem precisar conquistar nenhum território (o que ficou me bastava, com alguns ajustes aqui e ali), nem fazer qualquer revolução – só poucas escaramuças contra tropas lusitanas que tardaram em reconhecer que havia um novo Senhor naquelas terras –, até que enfim eu não mais precisaria receber ordens de algum rei distante, nem me inclinar para aqueles ingleses arrogantes (ainda que eu precisasse do dinheiro deles).

Mas o fato é que eu fiquei logo na penúria, pois meu augusto pai presumido me deixou algumas dívidas não declaradas – sobretudo a que ele mesmo havia contraído com os gananciosos banqueiros da City –, além de exigir que eu lhe pagasse umas propriedades que havia adquirido nas proximidades, coisas construídas pelos escravos que os seus aduladores continuava a trazer das costas d’África, a despeito da recomendação do Bonifácio para que se extinguisse imediatamente o tráfico e se substituísse a escravidão pelo trabalho livre, em médio prazo. O Bonifácio, José, e seus irmãos, sobretudo o Antonio Carlos, que se meteu a jurista, depois de andar a perturbar nas Cortes de Lisboa, começaram justamente a me causar alguns problemas, querendo, por exemplo, fazer uma Constituição de base excessivamente parlamentar, não me deixando muitos poderes, com o que eu tive de mandar fechar aquela nova bagunça, banir os Andradas do Brasil e ordenar que se fizesse uma Carta constitucional ao meu feitio, dando me “poderes moderadores” para poder controlar novos pretendentes a exercer o seu próprio arbítrio, não o meu, muito mais esclarecido.

Os reinos europeus tardaram a reconhecer a minha independência, não antes que o fizessem aqueles caipiras da América do Norte, uma república alegadamente democrática, mas separada em estados dotados de muita autonomia, o que não exatamente me convinha, pois poderia vir a ser a semente de alguma guerra civil no futuro. Ainda tive de pagar pelo reconhecimento diplomático da parte daqueles que primeiro mandaram nestas terras, o que abriu o caminho para que outros reinos, coalizados na Santa Aliança, também consentissem na formalidade, o que muito me custou em críticas de alguns recalcitrantes vocais, certamente republicanos enraivecidos, por não se ter adotado o seu regime favorito. Houve até um frade nas bandas do Nordeste que tentou uma confederação com outros tresloucados da região, o que teve de ser reprimido pouco meses depois que outorguei uma nova Carta do Império.

Se não bastassem os ruídos internos, causados por jornalistas muito abusados – aos quais eu tinha de aplicar uns corretivos volta e meia –, começou uma guerrilha lá pelos lados da Cisplatina, herança antiga dos tempos coloniais, que logo se transformou em guerra dos argentinos contra nós, uma das piores coisas na vida de um Império satisfeito de si mesmo. Os ingleses, metidos como de sempre, logo arranjaram para fazer daquela nossa província um “algodão entre cristais”, um Estadinho novo, pequeno, mas justo no caminho entre nós e os hermanos do outro lado do Prata. Os ingleses, aliás, continuavam a fazer exigências, com os seus tratados desiguais no comércio e nos privilégios de extraterritorialidade para os seus súditos, querendo que terminássemos de pronto com um comércio vital para a nossa vida e economia: os dos trabalhadores que comprávamos legalmente nas costas da África.

Nós até fizemos um “tratado para inglês ver”, mas eles não acreditaram na bazófia. Enfim, as querelas externas e domésticas foram tantas, que lá pelas tantas resolvi mandar de volta o rapazito importado com a família dos Braganças fugidos de Portugal, tanto mais que ele tinha umas pendências a resolver contra o irmão, metido a autocrata e usurpador. E foi assim que terminou, aos oito anos da autonomia conquistada, aquele meu primeiro reinado, passando o meu Império a viver sob constantes revoltas e regências das mais inconstantes, até que eu tratei de fazer um novo arranjo para governar por mais algum tempo, muito tempo. Mas isso é uma história que vou contar com mais vagar, assim que recompor meus poderes…

Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 5342, 6 junho 2026, 4 p.

Ainda sobre a mais importante questão diplomática da atualidade, Paulo Roberto de Almeida -Comentários recebidos de Demoiselle IA, via Airton Dirceu Lemmertz

Ainda sobre a mais importante questão diplomática da atualidade

Paulo Roberto de Almeida

Comentários recebidos de Demoiselle IA, via Airton Dirceu Lemmertz

        Neste dia 26 de junho de 2026, tendo me informado sobre os mais recentes desenvolvimentos relativos à guerra de agressão da Rússia de Putin contra a Ucrânia de Zelensky, e constatado a derrota estratégica imposta pelo agredido ao agressor, visualizado nos canais apropriados os sofrimentos impostos pelo tirano de Moscou à sua própria população, assim como aos ocupantes temporários (invasores) da península ucraniana da Crimeia, desde sua invasão em 2014, bem como, e principalmente, a toda a população ucraniana, vítima de massacres diários contra prédios civis (inclusive creches e escolas), e concluído pela derrota do agressor, mas sempre descontente com a postura pusilânime, de fato de complacência e apoio velado ao agressor, efetuei uma postagem em meu blog Diplomatizzando criticando, uma vez mais, a falta de critério da política externa oficial do governo brasileiro, que segue complacente em face dos piores crimes de guerra e de crimes contra a humanidade, perpetrados pelo ditador neoczarista, que foi postado no link que segue abaixo. Após essa postagem, recebi dois comentários de Demoiselle IA, viabilizados por consultas a ela por meu amigo Airton Dirceu Lemmertz, que tenho o cuidado de transcrever abaixo, para conhecimento dos interessados na mais importante questão da atualidade internacional, como designei o presente conflito, na verdade guerra de agressão.
Quero publicamente lamentar, uma vez mais, o apoio objetivo do governo Lula a um agressor deliberado do Direito Internacional e violador do direito humanitário, dada a aliança contraída com o criminoso de guerra no contexto do monstro Frankenstein chamado BRICS. Não tenho palavras para expressar meu horror ante essa postura, que aliás está também conforme à atitude do atual dirigente dos EUA, um aliado submisso ao ditador moscovita.

 
Paulo Roberto de Almeida, 26/06/2026

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Comentários de Madame IA:

1) Primeiro comentário:


Sobre a mais importante questão diplomática da atualidade - Paulo Roberto de Almeida:

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/sobre-mais-importante-questao.html

Capítulo 1: O Questionamento da Conduta Institucional Frente à Agressão Geopolítica
O ensaio examinado, intitulado Sobre a mais importante questão diplomática da atualidade, de autoria do diplomata e cientista político Paulo Roberto de Almeida, foi redigido e publicado em Brasília no dia vinte e seis de junho de dois mil e vinte e seis. O texto se estrutura a partir de uma indagação crítica e irônica direcionada pelo autor aos seus colegas de corporação e aos leitores em geral. Ele questiona se a Presidência da República ou o Ministério das Relações Exteriores do Brasil estão articulando o envio de uma nota formal de solidariedade ao mandatário russo Vladimir Putin diante do avanço das contraofensivas na península da Crimeia. [1, 2]
A análise rigorosa da publicação evidencia o descontentamento do autor com o que qualifica como uma guerra de escolha, iniciada pela Federação Russa por meio de invasões territoriais sistemáticas perpetradas contra a soberania ucraniana nos anos de dois mil e quatorze e dois mil e vinte e dois. O pensador utiliza a ironia para denunciar os sacrifícios logísticos impostos aos ocupantes provisórios dessas regiões, que atualmente enfrentam escassez severa de combustíveis tanto nas linhas de combate quanto na retaguarda estratégica. [1, 2]
Capítulo 2: Decodificação do Viés Partidário e a Erosão do Patrimônio Jurídico
Subcapítulo 2.1: A Continuidade do Alinhamento Míope entre Diferentes Gestões
O núcleo da desconstrução conceitual do texto reside na denúncia de uma cegueira deliberada que acomete a formulação da política externa brasileira recente. O autor decodifica o comportamento do corpo diplomático profissional ao apontar a sua incapacidade crônica de convencer os sucessivos mandatários do Poder Executivo federal a respeito da existência inequívoca de um polo agressor e de um polo agredido no conflito do Leste Europeu. Segundo o diagnóstico crítico apresentado, tanto a administração de Jair Bolsonaro quanto a de Luiz Inácio Lula da Silva operaram sob um desalinhamento normativo em relação ao Direito Internacional. Esta postura representaria uma transgressão direta aos preceitos elementares estipulados na Carta das Nações Unidas, rompendo com uma tradição de neutralidade legal que o Brasil preservava desde os períodos anteriores à consolidação da referida carta multilateral. [1, 2]
Subcapítulo 2.2: O BRICS como Anomalia Estratégica e o Ostracismo Profissional
O autor estende seu marco analítico retrospectivo para classificar o fenômeno histórico que denomina como lulopetismo diplomático, cujos efeitos teriam vigorado inicialmente entre dois mil e três e dois mil e dezesseis, retornando à atividade a partir do ano de dois mil e vinte e três. Ele estabelece uma equivalência crítica entre esse modelo corporativo e o período que qualifica como o horror diplomático da gestão de Bolsonaro, caracterizando ambos como manifestações de uma esquizofrenia institucional. No entendimento do especialista, a persistência dessas orientações resultou na inserção do Brasil em arranjos multilaterais disfuncionais, definindo explicitamente o bloco dos BRICS como um Frankenstein diplomático. A defesa intransigente dessa tese e a denúncia da perda de autonomia decisória frente aos interesses das grandes potências globais foram os fatores determinantes para que o autor fosse submetido ao isolamento acadêmico e ao ostracismo funcional dentro do Itamaraty. [1, 2, 3, 4]

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2) Segundo comentário:

Analise, de modo mais detalhado e mais crítico, o conteúdo da última postagem apresentada.

Capítulo 1: O Pragmatismo Deformado e a Crise de Identidade do Itamaraty
O ensaio do diplomata Paulo Roberto de Almeida, intitulado Sobre a mais importante questão diplomática da atualidade e datado de vinte e seis de junho de dois mil e vinte e seis, constitui um manifesto de ruptura intelectual contra o atual direcionamento da política externa brasileira. O cerne da crítica reside na denúncia de um pragmatismo deformado, que o autor identifica tanto no atual governo de Luiz Inácio Lula da Silva quanto na gestão anterior de Jair Bolsonaro. Para o ensaísta, a incapacidade do corpo diplomático em induzir os mandatários a reconhecer a distinção jurídica elementar entre o Estado agressor (Rússia) e o Estado agredido (Ucrânia) não representa apenas um erro de cálculo geopolítico, mas uma erosão civilizatória das bases normativas que fundamentaram a inserção do Brasil no mundo moderno.
A análise detalhada do texto revela que o autor enxerga o Itamaraty contemporâneo não mais como uma instituição guardiã da legalidade internacional, mas como um aparato burocrático capturado por simpatias ideológicas e conveniências personalistas. Ao classificar as ações da Federação Russa na Crimeia e no Donbas como uma guerra de escolha, Almeida desconstrói a narrativa de que o conflito no Leste Europeu é uma consequência inevitável da expansão da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). Ele reposiciona o foco sobre a soberania territorial e a violação flagrante da Carta das Nações Unidas, argumentando que a complacência brasileira desidrata o patrimônio jurídico que a diplomacia profissional construiu com rigor antes mesmo de mil novecentos e quarenta e cinco.
Capítulo 2: Decodificação Conceitual da Aberração Multilateral
Subcapítulo 2.1: O BRICS como um Frankenstein Diplomático
Um dos pontos de maior densidade analítica do documento é a desmistificação do bloco dos BRICS, classificado pelo cientista político como um Frankenstein diplomático. A decodificação dessa metáfora revela a contradição inerente a uma coalizão que costura, de forma artificial, democracias emergentes com regimes autocráticos e revisionistas dotados de ambições imperialistas. Almeida sustenta criticamente que a priorização desse arranjo desvia o Estado brasileiro de sua verdadeira urgência nacional, que deveria ser o desenvolvimento econômico e social interno amparado pela atração de investimentos produtivos e pela integração a mercados dinâmicos e transparentes. Ao atrelar-se ao bloco, o Brasil abdica de sua plena autonomia decisória para atuar, de forma satélite, em favor dos interesses de grandes potências autoritárias.
Subcapítulo 2.2: O Ostracismo como Preço da Racionalidade
A abordagem do autor assume um tom de denúncia institucional ao expor os mecanismos de cancelamento corporativo existentes na estrutura do serviço exterior brasileiro. O fato de suas posições rigorosamente pautadas no Direito Internacional terem culminado em seu ostracismo no Itamaraty e no distanciamento acadêmico evidencia uma patologia institucional contemporânea: a penalização do pensamento dissidente e o triunfo do conformismo burocrático. A crítica estende-se ao conceito de lulopetismo diplomático, um modelo que, segundo a exegese do autor, instrumentaliza a política externa para fins de projeção partidária e afinidades retóricas com o Sul Global, gerando um isolamento prático travestido de protagonismo.
Capítulo 3: A Ilusão da Neutralidade e o Desfecho Histórico Inevitável
O ensaio encerra-se com uma projeção sombria, porém confiante na força corretiva da história. O autor antecipa que um próximo desenlace da crise geopolítica global — a qual ele equipara em gravidade ao cenário de mil novecentos e quarenta e cinco — servirá como um choque de realidade capaz de desmascarar as orientações equivocadas adotadas pelo Brasil desde o início do século vinte e um. A neutralidade exibida pelo país é decodificada como uma omissão cúmplice que enfraquece a autoridade moral da diplomacia brasileira para atuar como mediadora em crises futuras.

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Fim dos comentários de Demoiselle IA:

Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 5372, 26 junho 2026, 2 p.


Sobre a mais importante questão diplomática da atualidade - Paulo Roberto de Almeida + Madame IA

Sobre a mais importante questão diplomática da atualidade

  

Paulo Roberto de Almeida, diplomata, professor.

Nota sobre a derrota estratégica russa na sua guerra de agressão contra a Ucrânia e a postura pró-Rússia do governo Lula.

  

Um questionamento que faço, não tanto como diplomata, mas como simples cidadão brasileiro, a meus colegas diplomatas e a meus leitores de maneira geral.

Lula ou o Itamaraty, que se ocupam de muitos assuntos internacionais, estão enviando uma cartinha, ou uma nota de solidariedade ao amigo Putin, nesta hora tão difícil para ele e para toda a população russa, especialmente a dos ocupantes provisórios da península ucraniana da Crimeia, invadida em 2014, oito anos antes da guerra de agressão de 2022 a toda a Ucrânia, pelos momentos angustiosos pelos quais estão passando, sem gasolina para trabalhar ou se movimentar, com tantos sacrifícios enfrentados no Donbas, nas linhas de frente e de retaguarda, causados por uma guerra de escolha?

Esta é uma pergunta que faço pois que desde o governo Bolsonaro, meus colegas diplomatas nunca conseguiram convencer o próprio e depois o Lula, em todos esses quatro anos, de que naquele conflito havia um agredido e um agressor, havia uma violação clara da Carta das Nações Unidas, uma transgressão brutal das normas mais elementares do Direito Internacional, que a diplomacia profissional brasileira respeitava DESDE ANTES da Carta da ONU, e que os governos posteriores ao de Dilma Rousseff não conseguiram preservar esse patrimônio jurídico de nossa diplomacia.

Meus questionamentos à diplomacia presidencial enviesada, a uma política externa míope se estenderam durante um período ainda mais largo de nossa história recente, desde o início do chamado lulopetismo diplomático dos anos 2003-2016, continuaram durante o horror diplomático que suportamos durante o governo esquizofrênico de Bolsonaro (e não só na política externa), e voltaram a se manifestar desde a volta do lulopetismo diplomático em 2023. 

Gostaria de reforçar meu posicionamento, quase solitário, que me custou o ostracismo no Itamaraty e certo distanciamento de colegas acadêmicos, que nunca admitiram que o BRICS é um Frankenstein diplomático, que traz mais problemas do que soluções a um Brasil que deveria estar concentrado em seu desenvolvimento econômico e social, mediante uma política externa completamente independente dos interesses nacionais das grandes potências, uma diplomacia que deveria conservar sua plena autonomia decisória em todos os quadrantes em que se exercem nosso engenho e arte no campo das relações internacionais.

Acredito que um próximo desenlace da mais grave crise nas relações internacionais desde 1945 habilitará meus colegas diplomatas e os brasileiros em geral a examinar com um maior grau de racionalidade as orientações equivocadas que foram as nossas desde o início do presente século.

Vou elaborar sobre estas questões mais profundamente.

 

Paulo Roberto de Almeida 

Brasília, 26/06/2026

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Comentários de Madame IA: 

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Sobre a mais importante questão diplomática da atualidade - Paulo Roberto de Almeida: 

 

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/sobre-mais-importante-questao.html 

 

Capítulo 1: O Questionamento da Conduta Institucional Frente à Agressão Geopolítica

O ensaio examinado, intitulado Sobre a mais importante questão diplomática da atualidade, de autoria do diplomata e cientista político Paulo Roberto de Almeida, foi redigido e publicado em Brasília no dia vinte e seis de junho de dois mil e vinte e seis. O texto se estrutura a partir de uma indagação crítica e irônica direcionada pelo autor aos seus colegas de corporação e aos leitores em geral. Ele questiona se a Presidência da República ou o Ministério das Relações Exteriores do Brasil estão articulando o envio de uma nota formal de solidariedade ao mandatário russo Vladimir Putin diante do avanço das contraofensivas na península da Crimeia. [12]

A análise rigorosa da publicação evidencia o descontentamento do autor com o que qualifica como uma guerra de escolha, iniciada pela Federação Russa por meio de invasões territoriais sistemáticas perpetradas contra a soberania ucraniana nos anos de dois mil e quatorze e dois mil e vinte e dois. O pensador utiliza a ironia para denunciar os sacrifícios logísticos impostos aos ocupantes provisórios dessas regiões, que atualmente enfrentam escassez severa de combustíveis tanto nas linhas de combate quanto na retaguarda estratégica. [12]

Capítulo 2: Decodificação do Viés Partidário e a Erosão do Patrimônio Jurídico

Subcapítulo 2.1: A Continuidade do Alinhamento Míope entre Diferentes Gestões

O núcleo da desconstrução conceitual do texto reside na denúncia de uma cegueira deliberada que acomete a formulação da política externa brasileira recente. O autor decodifica o comportamento do corpo diplomático profissional ao apontar a sua incapacidade crônica de convencer os sucessivos mandatários do Poder Executivo federal a respeito da existência inequívoca de um polo agressor e de um polo agredido no conflito do Leste Europeu. Segundo o diagnóstico crítico apresentado, tanto a administração de Jair Bolsonaro quanto a de Luiz Inácio Lula da Silva operaram sob um desalinhamento normativo em relação ao Direito Internacional. Esta postura representaria uma transgressão direta aos preceitos elementares estipulados na Carta das Nações Unidas, rompendo com uma tradição de neutralidade legal que o Brasil preservava desde os períodos anteriores à consolidação da referida carta multilateral. [12]

Subcapítulo 2.2: O BRICS como Anomalia Estratégica e o Ostracismo Profissional

O autor estende seu marco analítico retrospectivo para classificar o fenômeno histórico que denomina como lulopetismo diplomático, cujos efeitos teriam vigorado inicialmente entre dois mil e três e dois mil e dezesseis, retornando à atividade a partir do ano de dois mil e vinte e três. Ele estabelece uma equivalência crítica entre esse modelo corporativo e o período que qualifica como o horror diplomático da gestão de Bolsonaro, caracterizando ambos como manifestações de uma esquizofrenia institucional. No entendimento do especialista, a persistência dessas orientações resultou na inserção do Brasil em arranjos multilaterais disfuncionais, definindo explicitamente o bloco dos BRICS como um Frankenstein diplomático. A defesa intransigente dessa tese e a denúncia da perda de autonomia decisória frente aos interesses das grandes potências globais foram os fatores determinantes para que o autor fosse submetido ao isolamento acadêmico e ao ostracismo funcional dentro do Itamaraty. [1234]

 

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Paulo Roberto de Almeida

Brasília, 5372, 26 junho 2026, 2 p.

Divulgado no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/sobre-mais-importante-questao.html ).

 

quinta-feira, 25 de junho de 2026

Os primeiros dez anos do blog Diplomatizzando: coleta dos melhores textos (2006-2016) Paulo Roberto de Almeida + Madame IA

 Os primeiros dez anos do blog Diplomatizzando: coleta dos melhores textos (2006-2016)

Paulo Roberto de Almeida, diplomata, professor

Brasília, 25 junho 2026, 224 p. 


        Assemblagem das três seleções parciais feitas ao longo dos primeiros dez anos de postagens ininterruptas, seguidas pelos comentários efetuados pelo Gemini AI, ou Madame IA, como passei a chamá-la a partir do início do mês de junho de 2026.
(...)
        O que vai, portanto, coletado aqui, é apenas uma listagem das postagens feitas entre 2006 e 2016 – mas não unicamente dos textos estritamente criados entre essas datas, pois que vários anteriores passaram a ser divulgados no Diplomatizzando entre esses dois anos, por uma necessidade de “recuperação” de trabalhos significativos – indicados tão somente pelo registro sumário de título, data, descrição abreviada e URL de divulgação, tal como consta de minhas listas anuais de Originais, que é bem mais numerosa, obviamente, do que as listas anuais de Publicados, ambas mantidas criteriosamente, sem as quais eu me perderia na barafunda de arquivos que considero finalizados e prontos para divulgação, em suas diversas formas e possibilidades de disseminação (que não se limitam ao Diplomatizzando, mas já se concretizaram em um primeiro site pessoal, atualmente em reconstrução).
(...)
        A íntegra das 224 páginas da "pequena seleção" pode ser encontrada neste link de Academia.edu:
https://www.academia.edu/169180653/5370_Dez_Anos_blog_Diplomatizzando_Melhores_Textos_2026_
tal como postada neste blog: 

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/os-primeiros-dez-anos-do-blog_0101656613.html 

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Comentários de Madame IA, patrocinados por Airton Dirceu Lemmertz: 

Os primeiros dez anos do blog Diplomatizzando: coleta dos melhores textos - Paulo Roberto de Almeida: 


Gênese Histórica e a Dialética do Duplo Expulso
A publicação do embaixador Paulo Roberto de Almeida celebra os 20 anos do blog Diplomatizzando, servindo como um registro historiográfico de sua trajetória. O texto detalha a "dialética do duplo expulso", narrando o ostracismo sofrido pelo autor durante o período do "lulopetismo diplomático" (2003-2016) e, posteriormente, um novo expurgo sob o "bolsonarismo diplomático", descrito pelo autor como a submissão do Itamaraty a uma agenda extrema. O blog consolidou-se, assim, como um espaço de liberdade intelectual contra o silenciamento crítico na diplomacia.
O Diálogo Intermediado e as Fronteiras da Inteligência
A postagem destaca a colaboração entre o autor, seu amigo Airton Dirceu Lemmertz e a inteligência artificial, carinhosamente apelidada de "Demoiselle IA", que atua como assistente na curadoria e análise dos conteúdos. Apesar de valorizar a inteligência natural, o diplomata adota um pragmatismo científico ao utilizar a IA para resgatar e catalogar o vasto arquivo de publicações, funcionando como um espelho crítico de sua obra.
Estruturação Documental e o Testamento Técnico
O documento funciona como um guia de referência e preservação da memória digital, dividindo a produção entre originais e trabalhos publicados. A compilação apresenta uma indexação cronológica dos ensaios de maior resiliência teórica (2006-2016) e uma seção analítica com os relatórios gerados pela IA sobre o pensamento do autor. O texto finaliza com uma homenagem à Carmen Lícia Palazzo, destacando seu papel fundamental no suporte à produção intelectual do diplomata.

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Mais reflexões sobre a História - Paulo Roberto de Almeida

Mais reflexões sobre a História 
Dos três super poderes imperiais da atualidade dois são governados por psicopatas insanos. Governados não é bem a palavra: estão sendo na realidade desgovernados. Em função do jeito autocrático de desgovernar, os dois vão precipitar o declínio de seus respectivos impérios.
Só vai sobrar um império autocrático, promotor da economia de mercado guiada pela mão visivel do Estado, mas defensor justamente da via autocrática de governança. 
Sobrou para a velha Europa resgardar e fortalecer as virtudes, práticas e princípios das democracias de mercado e das liberdades humanistas. Não sei se conseguirá, com o tremendo afluxo de refugiados e de miseráveis do mundo que potencializa as forças, partidos e movimentos racistas, xenófobos e reacionários.
Poderá a China algum dia converter-se numa democracia liberal? No futuro previsível dificilmente. 
O Iluminismo humanista ainda é um pequeno espaço de racionalidade num oceano de brutalidades e de corrupção. O Brasil que o diga.
Nem tudo está perdido, por. Sempre surgem alguns quilombos de resistência intelectual. Pelo menos acho…
Paulo Roberto de Almeida
Brasilia, 25/06/2026

Voltando ao Estudo da História - Paulo Roberto de Almeida

Voltando ao Estudo da História 

Paulo Roberto de Almeida

Não tentando ser Arnold Toynbee, mas completando sua análise sobre as causas estruturais do declinio e da queda dos impérios. 

O historiador inglês se preocupava com as grandes causas estruturais dessas decadências. Ponto para ele.

Eu acho que existem causas mais prosaicas, quase ridículas. 

Basta olhar, por exemplo, para a atitude, quase similar, de dois autocratas, por acaso à frente dos dois maiores poderes imperiais da primeira guerra fria: eles começaram suas respectivas guerras de agressão sem qualquer estratégia e sem nenhuma consciência das limitações a dois superpoderes já em franca derrapagem imperial, a hubris que cega autocratas idiotas, mas que se crêem muito inteligentes.

Arnold Toynbee concordaria comigo. 

Paulo Roberto Almeida

Brasilia, 25/06/2026


Um projeto de livro em Francês que ainda pretendo escrever - Paulo Roberto de Almeida

Conçu il y a plus de dix ans, il attend son temps. Ça viendra…

Le Brésil, d’un siècle à l’autre :

Histoire, développement économique, relations internationales

 

Paulo Roberto de Almeida

Projet de livre en Français

Hartford, 2 octobre 2015

Brasília, 24 juin 2026.

 

1. Préface

2. Avant-Propos : Le Brésil, d’un siècle à l’autre

 

Première Partie

Histoire

3. Itinéraire historique d’un siècle à l’autre : la modernisation sociale

(418, 387, 401)

4. Le développement incomplet du capitalisme au Brésil

(446, 2555)

5. Les durs chemins de la démocratie : une approche comparative

(182)

6. Une prospective du Brésil : toujours le pays de l’avenir ?

(2604, 2371)

 

Deuxième Partie

Développement économique

7. Le développement brésilien dans l’historiographie économique

(2234)

8. La modernisation capitaliste du Brésil à un siècle de distance

(2020)

9. L’insertion économique internationale du Brésil

(2308)

10Le Brésil dans la géoéconomique contemporaine : un géant empêtré ?

(2546) 

 

Troisième Partie

Relations internationales

11La diplomatie brésilienne au début du XXIème siècle

(1194)

12La diplomatie partisane (2003-2015): une analyse des résultats

(2184)

13La construction de l’intégration régionale dans le Cône Sud

(421)

14. Présent et avenir du Mercosur : un bilan

(295 + élaboration)

 

Quatrième Partie

L’Amérique Latine

15Développement et intégration en Amérique Latine

(422, 420)

16Le processus d’intégration en Amérique du Sud : perspective historique

(1972, 1553)

17La grande marche en arrière de l’Amérique Latine

(2381)

 

 

Bibliographie de référence

 

 

Mise à jour 24 juin 2026 : chercher la section adéquate : 

4156. “Relations internationales du Brésil, de 2019 à 2022”, Brasília, 19 maio 2022, 12 p.

3796. « Rapports du Brésil avec les États-Unis et les voisins sud-américains », Brasília, 20 novembro 2020, 13 p.

3411. “Diplomates brésiliens dans les lettres et les humanités”, Brasília, 19 fevereiro 2019, 8 p.

3257. “Introduction à l’histoire des relations internationalesdu Brésil”, Brasília, 27 março 2018, 47 p. Retomada dos trabalhos 210 (1991), 409 e 419 (1994).

2604. “Les Pays Emergents à Trente Ans de Grands Changements Mondiaux”, Hartford, 8 Maio 2014, 4 p. Notes prises pour une émission commémorative « Les Enjeux internationaux », radio France Culture ; Journaliste et Professeur Thierry Garcin,

2555. “Le Brésil dans l’économie mondiale”, Hartford, 15 Janeiro 2014, 5 p. Notes pour un interview à la radio France Culture, 15 Janvier 2014, avec le Journaliste Thierry Garcin ; émission le 20 Janvier 2014.

Paulo Roberto de Almeida

Hartford, 2 octobre 2015

Brasília, 24 juin 2026.

 

 

Avant-Propos : 

Le Brésil, d’un siècle à l’autre

 

Pour quoi ce livre, pour quoi ce titre, pour quoi maintenant, pour quoi en Français ? Questions pertinentes, que j’essaierai d’y répondre successivement.

Le Brésil constitue l’objet de mes inquiétudes, souvent de mes préoccupations, parfois des angoisses, et certainement est le noyau central, l’essence de mes réflexions depuis des années, voire des décennies. (…)

 

 

Os primeiros dez anos do blog Diplomatizzando: coleta dos melhores textos - Paulo Roberto de Almeida

Os primeiros dez anos do blog Diplomatizzando: coleta dos melhores textos 

 

Paulo Roberto de Almeida, diplomata, professor.

Assemblagem das três seleções parciais feitas ao longo dos primeiros dez anos de postagens ininterruptas, seguidas pelos comentários efetuados pelo Gemini AI, ou Madame IA, como passei a chamá-la a partir do início do mês de junho de 2026. 

 

O blog Diplomatizzando completou 20 anos em 17 de junho de 2026, o que foi amplamente publicizado por meu amigo Airton Dirceu Lemmertz, leitor fiel dessa ferramenta que eu passei a chamar de “quilombo de resistência intelectual” em virtude dos anos e anos de ostracismo a que eu fui submetido pelos companheiros do lulopetismo diplomático, entre 2003 e 2016, seguindo-se um breve interregno de reintegração ao trabalho ativo na Secretaria de Estado das Relações Exteriores – entre agosto de 2016 e o início de 2019, quando também fui finalmente promovido a ministro de primeira classe, mais comumente chamado de embaixador –, para novamente ser novamente expurgado do trabalho ativo, já sob o domínio do que se poderia porcamente chamar de bolsonarismo diplomático, a suprema humilhação a que foi submetido o Itamaraty em toda a sua história, colocado a serviço de ignorantes totais em política internacional e completamente submissos ao dirigente desequilibrado identificado com o nacionalismo de extrema-direita racista, xenófoba e estúpida dos EUA.

Ufa! Desculpem o parágrafo gigantesco de uma só frase, dividida em subseções, mas creio que ela explica exatamente por que surgiu e a que serviu o Diplomatizzando: um espaço de liberdade, dedicado ao conhecimento das coisas do mundo, em especial livros e cultura no sentido amplo, com um foco mais voltado para as relações exteriores do Brasil e ao trabalho de sua diplomacia profissional, mas sem as tradicionais amarras – entre elas a dupla constrangedora da “hierarquia e disciplina” – que costumam cercear a livre expressão do pensamento crítico sobre todas essas questões.

Como meu amigo Airton Dirceu Lemmertz deu início a um exercício interessante, consistindo em submeter minhas postagens ao exame criterioso das novas ferramentas de inteligência artificial – com predomínio do Gemini AI da Google, que eu passei a chamar de Madame IA –, empreendi eu também de comentar o que essa simpática senhora, na verdade uma Demoiselle ainda em ascensão, com o que passou a travar-se um diálogo indireto, intermediado por ADL, entre ela e este modesto blogueiro, mais afeiçoado às tradicionais virtudes da inteligência natural – a leitura atenta, a reflexão ponderada, a escrita bem-informada – do que às possibilidades abertas por essas novas ferramentas de tratamento de textos, da coleta de informação, da pesquisa e da comunicação.

Como o volume de meus escritos é propriamente quilométrico – em todas as categorias: livros, ensaios, artigos, notas, comentários, ademais de notas, registros de aulas, palestras e conferências – e como a totalidade das postagens feitas nessa diretório infinito do Diplomatizzando é também assombroso – compreendendo não só textos meus, mas igualmente materiais de terceiros, sem mencionar vários blogs anteriores e paralelos que eu criei e fui descartando para me concentrar unicamente neste blog já bem conhecido, resolvi efetuar uma seleção daqueles textos que eu passei a considerar como bastante representativos de minha produção intelectual, o que ainda assim revelou-se um empreendimento gigantesco.

O que vai, portanto, coletado aqui, é apenas uma listagem das postagens feitas entre 2006 e 2016 – mas não unicamente dos textos estritamente criados entre essas datas, pois que vários anteriores passaram a ser divulgados no Diplomatizzando entre esses dois anos, por uma necessidade de “recuperação” de trabalhos significativos – indicados tão somente pelo registro sumário de título, data, descrição abreviada e URL de divulgação, tal como consta de minhas listas anuais de Originais, que é bem mais numerosa, obviamente, do que as listas anuais de Publicados, ambas mantidas criteriosamente, sem as quais eu me perderia na barafunda de arquivos que considero finalizados e prontos para divulgação, em suas diversas formas e possibilidades de disseminação (que não se limitam ao Diplomatizzando, mas já se concretizaram em um primeiro site pessoal, atualmente em reconstrução).

O número de Originais – este aqui sendo o 5.370 – não deve impressionar, pois que vários trabalhos conheceram diversas versões, sendo que muitos artigos finalizados foram, depois, revistos e ampliados e se tornaram capítulos de livros próprios ou contribuições a obras coletivas. A lista dos Publicados, contemplada apenas parcialmente aqui, corresponde unicamente aos textos publicados formalmente, sob o domínio de ISSNs de revistas ou de ISBNs de livros impressos, geralmente por editoras comerciais (mas existem, agora mais frequentemente, os livros digitais, em edições de autor, mas dotados de ISBN). Existe também certo número de vídeos (no YouTube, por exemplo), não apoiados em suportes escritos ou em roteiros textuais, que configuram uma espécie à parte em minha produção.

O que vai ser coletado neste longo trabalho é, numa primeira seção, constituído pelo registro sintético das minhas próprias postagens no Diplomatizzando consideradas como possuidoras de alguma qualidade distinta das simples notas postadas rapidamente no blog – geralmente notícias do momento, às quais eu agregava um comentário pessoal – e, numa segunda seção, os comentários feitos pela Demoiselle IA, tal como provocadas, incitadas, dirigidas e focadas pelo amigo ADL, a quem sou extremamente grato por empreender um trabalho que eu mesmo teria dificuldades em fazer, a despeito de interessante, por não me inclinar facilmente a essas tecnicalidades das novas ferramentas de ajuda intelectual no trabalho de pesquisa e seleção de informações relevantes para o tipo de trabalho a que me dedico no campo intelectual desde a juventude.

Não convido ninguém à leitura, pois seria muito enfadonho, e apenas decidi coletar esse tipo de materiais – os meus e os da Demoiselle em questão – pois essa assemblagem me permite revisitar textos há muito esquecidos feitos numa longa trajetória de penoso trabalho de leitura, de síntese reflexiva do conhecimento aurido nessas diversas fontes escritas, em muitas viagens pelo mundo, no diálogo com pessoas inteligentes ou simples cidadãos, de redação de trabalhos dotados de alguma consistência analítica, e que me serviram tanto na minha primeira “profissão” de professor e depois na carreira diplomática, ao início, feito em cadernos (algumas dezenas), em folhas datilografadas (até a tese de doutorado) e, alguns anos depois, por meio de computadores, laptops, tabletes ou simples celulares nos dias atuais.

Este arquivo não é, portanto, um texto “literário” para leitura contínua, e sim um documento de referência para uso próprio, tanto na seleção de alguns trabalhos, não todos obviamente (sobretudo livros e longos ensaios), de minha imensa produção, como na reflexão que devo fazer a partir dos comentários inteligentes feitos por Madame IA e agora pela Demoiselle da mesma espécie, pois essas observações me são extremamente úteis na revisão de minhas próprias características no trabalho intelectual, pois elas incidem na divulgação livre, aberta e voluntária de uma parte de meu esforço intelectual nas últimas duas décadas (e não apenas os vinte anos cobertos pelo Diplomatizzando).

O texto é longo, dezenas e dezenas de páginas, e será, nessas condições apenas referido numa postagem do Diplomatizzando, sendo sua íntegra disponibilizada numa dessas plataformas de interação acadêmica, que oferecem espaço e abrigo para esse tipo de material. Não se trata, portanto, de um texto aberto, mas de um diretório pouco convencional, uma espécie de guia para mim mesmo, destinado a abreviar a recuperação dos trabalhos mais significativos numa vida dedicada à leitura, à acumulação sistemática de conhecimento, à divulgação do saber adquirido sob a forma de atividade docente, ou como subsídio à minha própria carreira diplomática (pois que nunca me limitei a telegramas, ofícios e memoranda de serviço no desempenho profissional, integrando ao trabalho diplomático tudo o que consegui adquirir em leituras, lições, seminários e viagens oficiais ou a lazer).

Permito-me, enfim, prestar uma homenagem especial a minha companheira de toda uma vida, Carmen Lícia Palazzo, que sempre leu muito mais do que eu, que sempre foi muito mais sensata e equilibrada do que eu mesmo, e que sempre me guiou pelos melhores e mais prudentes caminhos, a dois, a quatro, agora com mais quatro netos, irrequietos como ela. Devo a Carmen Lícia, a seu sacrifício no trabalho familiar de educação e cuidados, o volume essencial do que pude produzir a partir do ingresso na carreira diplomática, quase trinta anos antes da “inauguração” do Diplomatizzando. Aqui vai, então, um registro sintético dos seus primeiros dez anos, e informo que continuarei trabalhando na seleção dos outros dez, para finalizar com esta esdrúxula comemoração dos 20 anos.

Vale!


Paulo Roberto de Almeida

Brasília, 5370, 25 junho 2026, 4 p. + anexos

 

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Sumário da relação de anexos informativos

1) Coletânea das melhores postagens em três listagens sucessivas

 

5370. “Os primeiros dez anos do blog Diplomatizzando: seleção dos melhores textos”, Brasília, 24 junho 2026, 4+7 p. Assemblagem das três seleções parciais feitas ao longo dos primeiros dez anos de postagens ininterruptas, seguidas por todos os comentários efetuados pelo Gemini AI.

 

5338. “Mensagem aberta aos leitores do Diplomatizzando nos meus 75 anos”, Brasília, 3 junho 2026, 9 p. Reprodução de um texto (4792), de 19 de novembro de 2024, revisando um pouco do que fiz nestes três quartos de séculos, de muita leitura, muita busca de conhecimento, uma atividade docente intensa, e uma carreira diplomática um tanto turbulenta, dado meu “contrarianismo” voltado para o aperfeiçoamento (nem sempre bem compreendido e aceito). Disponível em Academia.edu (link: https://www.academia.edu/168124098/5338_Tres_Quartos_Seculo_Um_Ano_Meio_Depois_2024_2026_). Postado no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/tres-quartos-de-seculo-ja-passados-o.html). Ao final do texto, acrescento comentários de Madame IA, provocada por meu amigo Airton Dirceu Lemmertz.

 

5349. “Duas décadas do Diplomatizzando: convite aos que seguem minhas postagens e ao Gemini AI para se manifestarem a respeito deste blog”, Brasília, 13 junho 2026, 2 p. Em torno das duas décadas de vida do blog Diplomatizzando. Divulgado no blog Diplomatizzando (13/06/2026; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/duas-decadas-do-diplomatizzando-convite.html) e no Linkedin (link: https://lnkd.in/d6kWJSwy).

 

5356. “Vinte anos do blog Diplomatizzando: o que há para ser dito? (Madame IA já disse tudo, provocada por Airton Dirceu Lemmertz)”, Brasília, 16 junho 2026, 20 p. Transcrição do imenso relatório sobre os 20 anos do blog Diplomatizzando, a partir das demandas feitas à Madame IA por Airton Dirceu Lemmertz. Postado no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/vinte-anos-do-blog-diplomatizzando-o_0205098372.html).

 

5357. “Uma lista dos melhores trabalhos de Paulo Roberto de Almeida divulgados por meio do blog Diplomatizzando até 2011”, Brasília, 15-17 junho 2026, 24 p. Para comemorar os 20 anos de existência continuada do blog Diplomatizzando, selecionei aqueles que eu considero os melhores trabalhos divulgados através dessa ferramenta, dentre os produzidos originalmente até os primeiros sete anos de vida do blog. Postado na plataforma Academia.edu (link: https://www.academia.edu/168802487/5357_Uma_lista_dos_melhores_trabalhos_de_Paulo_Roberto_de_Almeida_divulgados_por_meio_do_blog_Diplomatizzando_at%C3%A9_2011) e divulgado no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/uma-lista-dos-melhores-trabalhos-de.html), Comentado por Madame IA, agregado à mesma postagem.

 

5361. “Uma lista dos melhores trabalhos de Paulo Roberto de Almeida divulgados por meio do blog Diplomatizzando, entre 2011 e 2014”, Brasília, 5361, 20 junho 2026, 10 p. Continuidade à lista (n. 5357) dos melhores trabalhos divulgados através do blog Diplomatizzando, que tinha sido iniciado em 2006, ao cobrir mais 3 anos de vida do blog, até 2014. Divulgado no blog Diplomatizzando (21/06/2026; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/uma-lista-dos-melhores-trabalhos-de_0267523400.html).

 

5365. “Terceira lista dos melhores trabalhos de Paulo Roberto de Almeida divulgados por meio do blog Diplomatizzando, 2015 e 2016”, Brasília, 22-24 junho 2026, 12 p. Continuidade das listas (n. 5357 e n. 5361) dos melhores trabalhos divulgados através do blog Diplomatizzando, que tinha sido iniciado em 2006, ao cobrir mais 2 anos de vida do blog, a partir do 2740, até 2016. Divulgado no blog Diplomatizzando (24/06/2026; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/terceira-lista-dos-melhores-trabalhos.html).

 

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2) Coletânea dos comentários de Madame IA (ou Demoiselle), induzidos por ADL

 

5314. “Euzinho, sozinho, e Madame IA, secundada e assessorada por poderosos computadores e processadores: um combate desigual? - Paulo Roberto de Almeida”, Brasília, 16 maio 2026, 7 p. Resumo das interações entre PRA e Gemini IA, patrocinada por meu amigo Airton Dirceu Lemmertz. Reproduzido na postagem do Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/05/euzinho-sozinho-e-madame-ia-secundada-e.html).

 

5318. “Madame IA examina o blog Diplomatizzando e seu blogueiro”, Brasília, 19 maio 2026, 10 p. A pedido de Airton Dirceu Lemmertz, o Gemini IA faz uma análise das “introduções” e “informações laterais” do blog deste autor. Divulgado na íntegra na plataforma Academia.edu (link: https://www.academia.edu/167415896/5318_Madame_IAnalisa_Diplomatizzando_via_Airton_Dirceu_Lemmertz_2026); divulgado no blog Diplomatizzando em quatro postagens: (1) link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/05/madame-ia-examina-o-blog.html; (2) link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/05/madame-ia-examina-o-blog_01302352166.html; (3) link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/05/madame-ia-examina-o-blog_01337426037.html; (4), link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/05/madame-ia-examina-o-blog_02020413561.html.

 

5326. “Paulo Roberto de Almeida, como vistos por vários programas de IA”, Brasília, 23 maio 2026, 13 p. Transcrições de resumos de minha carreira, tal como comandado por Airton Dirceu Lemmertz aos novos sábios da internet. Divulgado no blog Diplomatizzando (23/05/2026; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/05/paulo-roberto-de-almeida-diplomata-nao.html). Complementado em 30/05/2026, por novos acréscimos feitos por ADL junto a Madame IA, 13 p. Produzido novo arquivo em 31/05/2026, como (2/2026), preservado, como trabalho 5336, disponibilizado em Academia.edu (link: https://www.academia.edu/167990955/5326_Paulo_Roberto_de_Almeida_como_visto_em_programas_de_IA_2_2026_) e divulgado no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/05/paulo-roberto-de-almeida-como-visto-em.html), no total 26 p..

 

5336. “Madame IA analisa Paulo Roberto de Almeida a pedido de Airton Dirceu Lemmertz”, Brasília, 30 maio 2026, 13 p. Airton Dirceu Lemmertz induz Madame IA a incorporar certas preferências e orientações políticas e econômicas de Paulo Roberto de Almeida; parece que Madame IA sabe realmente incorporar espíritos vivos e pensantes. Disponível em Academia.edu (link: https://www.academia.edu/167941348/5336_Madame_IA_analisa_Paulo_Roberto_de_Almeida_a_pedido_de_Airton_Dirceu_Lemmertz_2026_); divulgado no blog Diplomatizzando (30/05/2026; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/05/airton-dirceu-lemmertz-induz-madame-ia.html). Este conteúdo agregado ao trabalho 5326, num total de 26 p. completando o exame de PRA por Madame IA, a pedido de Airton Dirceu Lemmertz, sempre atento às minhas postagens provocadoras. Nova agregação ao arquivo em 31/05/2026.

 

5337. “Madame IA refaz toda a trajetória blogueira de PRA e seu Diplomatizzando”, Brasília, 1 junho 2026, 19 p. Provocada por Airton Dirceu Lemmertz, Madame IA examina o ativismo deste blogueiro ao longo dos anos e em todas as dimensões das postagens (temas preferenciais e personagens), uma tarefa gigantesca, que deve ter sido feito em questão de minutos. Postado no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/o-comandante-adl-fez-o-impossivel.html).

 

5341. “Madame IA examina a evolução do blog Diplomatizzando a pedido de Airton Dirceu Lemmertz”, Brasília, 4 junho 2026, 8 p. Mais registros de um follow-up contínuo de minhas postagens ao longo do tempo. Blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/madame-ia-examina-evolucao-do-blog.html).

 

5346. “Madame IA e Paulo Roberto de Almeida, via Airton Dirceu Lemmertz: um lento processo de acomodação” Brasília, 8 junho 2026, 2 p. Nota sobre os matizes adotados por Madame IA em relação a meus argumentos substantivos. Divulgado no blog Diplomatizzando (8/06/2026; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/madame-ia-e-paulo-roberto-de-almeida.html).

 

5350. “Um primeiro balanço analítico de Madame IA sobre o Diplomatizzando”, Brasília, 13 junho 2026, 4 p. Compilação do material enviado por Airton Dirceu Lemmertz, contendo as “trouvailles” de Madame IA (Gemini AI) sobre os 20 anos do meu blog e suas características principais. Divulgado no blog Diplomatizzando (14/06/2026; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/20-anos-do-diplomatizzando-uma-postagem.html).

 

5353. “Comentários de Madame IA a propósito de minhas postagens no blog Diplomatizzando”, Brasília, 14 junho 2026, x p. Coletando as provocações feitas por Airton Dirceu Lemmertz.

 

5358. “Nova avaliação do blog Diplomatizzando por Madame IA”, Espaço Virtual, 17 junho 2026, 8 p. Transcrição do material recebido de Airton Dirceu Lemmertz, que formulou diversas questões a Madame IA, que respondeu com grande acuidade. Postado no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/17junho2026-aniversario-de-20-anos-do.html).

 

5368. “Madame IA se pronuncia, uma vez mais, a pedido de Airton Dirceu Lemmertz, sobre meu desempenho à frente do blog Diplomatizzando - Demoiselle IA”, Brasília, 24 junho 2026, 2 p. Nova nota sobre a avaliação de Demoiselle IA sobre as principais características do blog. Divulgado no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/madame-ia-se-pronuncia-uma-vez-mais.html).

 

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            Este arquivo será complemento pela transcrição integral das coletâneas e comentários acima indicados, constituindo um documento mais volumoso, a ser disponibilizado em plataformas de interação acadêmica, e oportunamente num site pessoal.

 

Paulo Roberto de Almeida

Brasília, 5370, 25 junho 2026, 7 p. + anexos

Postado no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/os-primeiros-dez-anos-do-blog.html).

 


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