Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Diplomacia soberana (dos hermanos) - editorial Estadao
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Mercosul,
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3 comentários:
Para entender a relação
A Argentina, feminina, tal espanhola, dançarina flamenca cheia de garbo, roda a saia e num sensual bailado intimida o Brasil, masculino, qual português, pacato, ingênuo, acuado pela ousadia e astúcia, rende-se encantado, pois não lhe cabe reação machista perante dama tão sedutora!
(PS. sou de origem açoriana)
Olá, professor, primeiramente gostaria de parabenizá-lo pelo blog. Acompanho seus pensamentos há algum tempo, e seu post sobre as 10 regras da diplomacia foi particulamente inspirador. O principal motivo, entretanto, é pedir o obséquio de me esclarecer uma dúvida quanto às relações do Brasil com nossos vizinhos do sul. Sob uma perspectiva de longo prazo, não seria interessante ao Brasil garantir um entorno regional favorável e construir laços significativos com os países da América Latina? Acredito que as diversas concessões feitas aos nossos "hermanos" têm esse objetivo. Ou seria a questão primordial a impossibilidade dessa política externa lograr êxito?
"(...)La diplomatie (commerciale Argentine) est la guerre sur un autre terrain. Les armes habituelles sont le mensonge et la ruse.(...)".
*Phillipe de Commynes; in "Mémoires"(ca.1528).
Vale!
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