Do ministro Gilmar Mendes, ao se referir à governança cleptocrática do partido totalitário dominado pelos companheiros mafiosos:
“[Os petralhas] não roubam para o partido, não roubam só para o partido, é o que está se revelando, roubam para comprar quadros. Isso lembra o encerramento do regime alemão quando se descobriu que os [membros[ do partido tinham quadros, tinham dinheiro no exterior, é o que estamos vivendo aqui.”
Quando o ministro Gilmar Mendes fala de "regime alemão", ele está se referindo obviamente aos nazistas, um partido formado por líderes criminosos, que praticaram as piores perversidades não só contra o povo judeu -- uma raça que prometiam eliminar, apenas por serem judeus -- mas contra toda a humanidade, e que saquearam, roubaram, fraudaram, pilharam, não apenas em favor do regime -- o tal Reich que deveria durar mil anos -- mas em seu próprio benefício, como criminosos vulgares que eram.
Os petralhas são exatamente como os nazistas: criminosos vulgares. Só não podem declarar uma guerra de eliminação contra os "inimigos de classe" porque as circunstâncias mudaram, o mundo mudou, mas o espírito, o pensamento, a vontade totalitária permanece a mesma que aquela alimentada pelos assassinos bárbaros que foram os nazistas (e os stalinistas também).
Paulo Roberto de Almeida
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
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