Os deputados brasileiros acabam de dar o primeiro golpe de picareta no edificio igualitário do Mercosul, propondo uma representação proporcional do corpo parlamentar do bloco, o que vai ser dificil de engolir pelos demais paises.
Em todo caso, alguém imagina que o Mercosul precisa de 175 representantes para discutir os problemas do bloco?
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Parlasul voltará a discutir número de representantes por País
A composição do Parlamento do Mercosul (Parlasul) voltará a ser discutida no próximo dia 9 de fevereiro, em reunião da Mesa Diretora do Parlamento.
O presidente do Parlasul, deputado Dr. Rosinha (PT-PR), afirmou que é preciso haver acordo sobre o número de parlamentares que cada país-membro terá. Ele disse que, se não houver esse acordo, a eleição direta para os representantes do Parlamento em 2010 está ameaçada.
"Como não tomamos essa definição ainda, eu temo que não dê tempo de, na eleição de 2010, elegermos diretamente todos os parlamentares do Parlamento do Mercosul e acabar sendo por indicação indireta, como é hoje", disse Dr. Rosinha.
Há dois anos, Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai tentam chegar a um acordo sobre a composição do Parlamento. Atualmente, cada um dos quatro países têm 18 representantes. A Venezuela, que está em fase de adesão, tem nove representantes.
A proposta do Brasil é para que o País tenha 75 representantes; Argentina, 33; Paraguai e Uruguai, 18 cada um; e a Venezuela, 27, totalizando 171 parlamentares. O Paraguai defende a manutenção de 18 parlamentares para cada País, em um total de 90, e é o único país do bloco que já escolheu seus representantes de forma direta. Em fevereiro, o Paraguai assume a presidência do Parlasul, que hoje está com o Brasil.
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
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