Bem, não sei exatamente como ela pretende fazer, mas parece que agora somos novos, ou modernos...
Finalmente, já não era sem tempo...
Ainda bem que temos dirigentes tão preclaros e instruídos.
Imaginem se fossemos depender de certos coronéis que andam por ai, alguns mafiosos em outras partes, aventureiros um pouco em todos os lugares. A "velha" AL deveria ser um lugar insuportável.
Sejamos gratos à presidenta K. Ela também aderiu à tese do "novo olhar", aquela coisa que significa um pouco de tudo, e que já vinha sendo usada aqui e ali. Olhar lânguido, langoroso, lamurioso, talvez...
Paulo Roberto de Almeida
Na Alemanha, presidente argentina defende “uma nova América Latina”
EFE, 07 Oct 2010 08:18 PM PDT
Hannover (Alemanha), 7 outubro 2010. A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, afirmou hoje na cerimônia de encerramento da 61ª conferência latino-americana, em Hannover, que a reunião entre empresários latino-americanos e germânicos é o exemplo de “uma nova Argentina e de uma nova América Latina”
Cristina deu como exemplo dessa “nova Argentina” o contrato de cooperação assinado, hoje, com a Volkswagen.
O acordo em formação, pesquisa e desenvolvimento permitirá criar as carreiras de Engenharia e Técnica na Universidade Tecnológica Nacional do país, e desenvolver um centro de pesquisa com questões de mobilidade.
A Volkswagen põe à disposição da Universidade US$ 2,5 milhões para infraestrutura e equipamento.
De acordo com Cristina, o acordo com a multinacional alemã se soma à inauguração, em dezembro, da primeira sede na América Latina do Instituto Max Planck de pesquisa científica.
A governante defendeu a necessidade de “um novo olhar em direção a América Latina”, região que reúne “15% do petróleo do planeta, 43% do cobre e 46% da água potável”.
“Devemos deixar de nos ver como clientes para nos enxergar como parceiros”, propôs a presidente como nova regra nas relações entre nações perante as mais de 400 pessoas no jantar de encerramento da conferência.
Também deu como exemplo da “Nova América Latina” a reação dos 12 países da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) ao recente levante policial no Equador e a “defesa da democracia e do presidente Rafael Correa”.
O encerramento da 61ª conferência latino-americana, reunião eminentemente econômica, encerra uma viagem da presidente argentina, iniciada na terça-feira, em Frankfurt, com a inauguração da Feira do Livro, na qual, este ano, o país sul-americano foi o convidado de honra.
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Cristina K salvando a America Latina (aqui sim, de si propria)
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