Eu também não sei, mas entendo que seja pelo tal "notório saber", grande especialização e excepcional contribuição às causas beneméritas, da humanidade, do país, por vezes de alguma espécie de minhoca ameaçada de extinção, em todo caso, por relevantes serviços prestados ao bem geral de todos e à felicidade geral da nação.
Enfim, de vez em quando tem gente, alguma universidade, algum país, muito endividado, precisando de algum reforço aqui e ali, que escapa desse roteiro e sai por aí escolhendo algum expediente de ocasião...
Fica a questão, insondável, sobre as motivações dos "escolhedores".
O "escolhido" agradece e diz que não precisou de diploma para chegar lá...
Paulo Roberto de Almeida
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Misterios de Portugal: como se escolhe um doutor honoris causa?
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