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domingo, 2 de março de 2025

Industriais, economistas e diplomatas: o Brasil e as negociações comerciais multilaterais (1946-1967) - Rogério de Souza Farias (Academia.edu)

Industriais, economistas e diplomatas: o Brasil e as negociações comerciais multilaterais (1946-1967)

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Academia.edu, link: 

https://www.academia.edu/1777649/Industriais_economistas_e_diplomatas_o_Brasil_e_as_negocia%C3%A7%C3%B5es_comerciais_multilaterais_1946_1967_

Ao longo desses quase cinco anos de pesquisa, incorri em muitos débitos. Antes de tudo devo agradecer ao meu orientador, Antônio Carlos Lessa, por toda ajuda e compreensão. Sem sua confiança e suas recomendações não conseguiria finalizar essa importante etapa da minha vida acadêmica. Outros professores do IREL/UNB também prestaram valorosa ajuda e orientação. Em especial, no tema específico da tese, devo citar Carlos Pio, Norma Breda dos Santos, Eiiti Sato e Maria Izabel Valladão. Odalva e Anderson, na área administrativa, foram igualmente importantes. Pude contar com vários colegas que me estimularam e ajudaram na pesquisacurta passagem pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Margarete Gandini concedeu-me a tranquilidade para compatibilizar meus estudos com a agenda atribulada do governo; no compound da Embaixada do Brasil no Mali, tive durante dois anos e meio o privilégio de contar com o abnegado apoio do embaixador Jorge Ramos, seus funcionários e sua família. A tese é produto de ampla pesquisa em fontes primárias de mais de duas dezenas de arquivos e bibliotecas localizados em cinco países. Em todas as instituições, tive a assistência de dedicados arquivistas e bibliotecários. Alguns merecem menção especial: na Biblioteca da Na fase final do doutorado, tive a oportunidade de entrevistar várias pessoas que possibilitaram ajustes profundos na redação da tese -os diplomatas Antônio Patriota (pai), Luiz Felipe Lampreia e Jório Dauster. Sou particularmante grato ao embaixador Dauster pela leitura e pelos comentários ao sexto capítulo. Entrevistei também Marcílio Marques Moreira, que deu informações preciosas não só da área econômica do Itamaraty na década de 1950 como de seu pai, o embaixador Mário Moreira da Silva. O professor Alfredo da Gama e Abreu Valladão, além de conceder-me entrevista sobre seu pai, o embaixador Alfredo Teixeira Valladão, gentilmente franqueou-me acesso a documentos de sua biblioteca particular.

INDUSTRIAIS, ECONOMISTAS E DIPLOMATAS: O BRASIL E AS NEGOCIAÇÕES COMERCIAIS MULTILATERAIS (1946-1967)




quinta-feira, 31 de maio de 2018

Relatorios do Itamaraty, do MNE ao MRE: disponiveis

Graças aos excepcionais trabalhos do historiador Rogério de Souza Farias, meu assessor no IPRI, mas cooperando intensamente com o CHDD, dispomos agora de uma base digital dos relatórios do velho ministério dos Negócios Estrangeiros do Império, e de todos os relatórios do ministério das Relações Exteriores, na República, em arquivos acessíveis facilmente:

 Relatórios do Ministério

O primeiro relatório do Ministério dos Negócios Estrangeiros foi publicado em 1823 e a série teve continuidade, com algumas interrupções, até 1988.

Atualmente, há três formas distintas para acessá-la digitalmente – pelo Center for Research Libraries (CRL), pela Biblioteca Nacional e pelo Centro de História e Documentação Diplomática (CHDD).

Center for Research Libraries

Com sede em Chicago, Illinois, o CRL é um consórcio internacional de universidades, faculdades e bibliotecas de pesquisa independentes. Seu projeto para digitalização de documentos latino-americanos, LAMP (Latin American Microform Project), contou com o apoio financeiro da The Andrew W. Mellon Foundation e a parceria da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro para disponibilizar on-line documentos do governo brasileiro entre 1821 a 1993. Os documentos disponíveis do Ministério das Relações Exteriores cobrem o período de 1830 a 1960 e podem ser acessados gratuitamente por meio da página: http://www-apps.crl.edu/brazil/ministerial/relaçoes_exteriores.

Biblioteca Nacional

A BN criou a BNDigital em 2006 e, em 2008, recebeu aporte do Ministério da Cultural para aprofundar o seu segmento de digitalização, tendo concluído os relatórios de 1891 a 1928 e os de 1930 a 1960 em dezembro de 2015 na plataforma DocReader. Ele pode ser acessado em:http://memoria.bn.br/hdb/periodico.aspx

Centro de História e Documentação Diplomática

O CHDD foi criado em 13 de novembro de 1996. Ele tem como propósito promover e divulgar estudos e pesquisas sobre história diplomática e das relações internacionais do Brasil, criar e difundir instrumentos de pesquisa, incentivar e promover a edição de livros e periódicos sobre temas de sua competência, e promover a realização de atividades de natureza acadêmica no campo da história diplomática. Os relatórios do período imperial estão disponíveis no linkhttp://funag.gov.br/chdd/index.php/relatorios-do-ministerio. A série completa está temporariamente no repositório https://archive.org/details/RelatoriosdoItamaraty

Diferenças entre as três bases


A despeito de reproduzirem o mesmo material, há diferenças entre os repositórios. O primeiro é de abrangência. O da CRL vai de 1830 a 1960; o da Biblioteca Nacional, de 1891 a 1960; o do CHDD, de 1826 a 1988. 
A segunda diferença está no nível de acessibilidade dos arquivos digitais. Tanto o CRL como a Biblioteca Nacional não disponibilizam os PDFs completos. A navegação é feita página a página, o que ocasiona certa lentidão na leitura. O CHDD, por sua vez, oferece os PDFs completos dos volumes.
Uma terceira diferença é a viabilidade de pesquisa dentro do arquivo por palavras. Somente a Biblioteca Nacional e o CHDD permitem pesquisas textuais.

Quadro comparativo entre as três bases

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Relatórios do MNE e do MRE de 1826 a 1988; arquivos disponiveis

Relatórios do Itamaraty
By IPRI-FUNAG
Consolidados por Rogério de Souza Farias 

Collection opensource
Language Portuguese

A Fundação Alexandre de Gusmão (Funag), por intermédio de seu Centro de História e Documentação Diplomática (CHDD), apresenta à comunidade acadêmica os relatórios do Ministério dos Negócios Estrangeiros e do Ministério das Relações Exteriores do Brasil.



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