To me consensus seems to be: the process of abandoning all beliefs, principles, values and policies in search of something in which no one believes, but to which no one objects; the process of avoiding the very issues that have to be solved, merely because you cannot get agreement on the way ahead. What great cause would have been fought and won under the banner ‘I stand for consensus’?
Margaret Thatcher
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Cabe lembrar, aliás, que o título que eu dei a este post, corresponde a um livro, de um jornalista conhecido (que aliás eu não tenho, mas devo ter lido muitos desses textos nas duas publicações):
Contra o Consenso - Ensaios e Críticas
Reinaldo Azevedo
São Paulo: Editora Barracuda, 2005
ISBN: 8598490113
ISBN-13: 9788598490113
Alguns dos melhores ensaios e resenhas publicados entre maio de 1998 e março 2005 na revista Bravo! e nas versões impressa e online do Primeira Leitura.
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
A frase da semana: contra o consenso - Margaret Thatcher
Labels:
fim de consenso,
Margaret Thatcher
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2 comentários:
Falando em "consenso", o PT ter colocado a Dilma como presidentE, desrespeitando um "equilíbrio saudável" no ambiente político.. Quero ver como vão fazer agora com os "oportunistas"(Aloprados?) e a "Pax Armada" instalada no Congresso pelo nosso inteligentíssimo Min. Mantega. Sinal de que o jogo vai começar a ficar mais refinado, num cenário um tanto quanto delicado.. Rumo a 2014, na Inglaterra!
Belíssima frase. Demonstrando que as pessoas não devem ser simples marionetes das forças políticas mais poderosas.
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