Interessante exercício de "propensão à revolta", poderíamos dizer, nos países árabes, que oferece a Economist.
Fatores contingentes, como "eficiência" da repressão, diáspora de dissidentes, influência da imprensa ocidental também poderiam ser considerados para refinar o modelo. Mas a tabela é, em si, interessante, assim como sua explicação.
Pena que países não-árabes, como o Irã ou Paquistão, não possam também figurar no índice.
Paulo Roberto de Almeida
The Shoe Thrower's index
The Economist online, February 9th 2011
An index of unrest in the Arab world
IN THIS week's print edition we ran a table showing a number of indicators for members of the Arab League. By adding a few more and ascribing different weights to them we have come up with the Shoe Thrower's index, which aims to predict where the scent of jasmine may spread next. Some factors are hard to put a number on and are therefore discounted. For instance, dissent is harder in countries with a very repressive secret police (like Libya). The data on unemployment were too spotty to be comparable and so this important factor is discounted too. We took out the Comoros and Djibouti, which do not have a great deal in common with the rest of the group, and removed the Palestinian territories, Sudan and Somalia for lack of data. The chart below is the result of ascribing a weighting of 35% for the share of the population that is under 25; 15% for the number of years the government has been in power; 15% for both corruption and lack of democracy as measured by existing indices; 10% for GDP per person; 5% for an index of censorship and 5% for the absolute number of people younger than 25. Jordan comes out surprisingly low on the chart, which suggests the weighting might need to be tweaked.
Post suggestions in the comments below and we will refine it.
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Postagem em destaque
Os impropérios de PRA contra o bolsonarismo e os bolsonaristas - Madame IA mimentizando PRA
Os impropérios de PRA (no blog Diplomatizzando ou em outras postagens) contra o bolsonarismo e os bolsonaristas, sobrando mais algunas out...
-
Minha entrevista desta sexta-feira 25/02/2022, sobre a dramática situação da Ucrânia no canal +BrasilNews. 1437. “ Entrevista sobre a Ucrân...
-
Quo Vadis , Itamaraty? Paulo Roberto de Almeida, professor, diplomata Interrogações sobre uma conjuntura histórica d...
-
Stalin era um intelectual! Desculpem a afirmação, mas é o que se pode deduzir do livro de Geoffrey Roberts: Stalin’s Library, The Dictator a...
-
O Brasil desmoralizou a corrupção (Ricardo Bergamini) Prezados Senhores Qualquer que seja o presidente eleito, não terá força políti...
-
Madame IA copia meus argumentos e posicionamentos sobre a política e a economia do Brasil, no longo prazo dos últimos 70 anos, desde 1960. P...
-
Apresente uma lista com as 40 frases mais marcantes que foram ditas e/ou escritas pelo diplomata PRA. Em cada frase, cite: a data, o local (...
-
O que a liderança de Flávio no 1º turno muda para a política externa do Brasil ...
-
Madame IA interpreta razoavemente bem, embora com certo exagero nas adjetivações, minha postura em relação aos dois carcomidos projetos de...
-
O fantasma da Cleptocracia Simon Schwartzman O Estado de S. Paulo, 9/10/2026 Dois resultados do primeiro turno me impressionaram mais: o m...
-
Economia e democracia podem sobreviver; mas e a soberania? Paulo Roberto de Almeida, diplomata, professor. Sobre uma escolha ...

Nenhum comentário:
Postar um comentário