Concordo, ratifico, apoio, elogio, integralmente este artigo do Glauco Fonseca.
Está tudo aí: todos nós, que temos um mínimo de dignidade, que pensamos no futuro da nação, de nossos filhos e netos, temos de levar adiante este combate.
Imagine se os alemães tivessem reagido, logo em março de 1933, quando Hitler começou suas leis celeradas e a implantar uma ditadura no país: milhões de alemães, de europeus, não teriam sido mortos, e a Alemanha não teria sido destruída.
Não imagino catástrofe igual para o Brasil, mas penso, sim, que temos gangsteres no poder, como os nazistas, como os fascistas, gente da mesma estirpe.
Já pensou então em como é importante sua mobilização no próximo domingo?
Pois é, eu que leio muita história já pensei nisso.
Movimente-se
Paulo Roberto de Almeida
Dilma mentiu, mente e mentirá sempre. Mentiu na campanha
eleitoral, mentiu antes no dossiê contra Dona Ruth Cardoso e continuará
mentindo, custe o que custar, a quem quer que seja. Deve ter mentido
para maridos, para filha e mentirá para o neto. Dilma mente e eu detesto
gente que mente compulsivamente, seja de que partido for.
Dilma acusou adversários de modo sórdido na campanha, disse que a
comida sumiria da mesa do pobre caso ele votasse em Marina Silva, alegou
que Aécio quebraria o país, como o PSDB teria feito já em outras
ocasiões anteriores. Dilma aplicou sua régua pessoal a seus oponentes.
Usou sua trena imunda para medir as estaturas alheias.
Dilma insiste em acobertar crimes e criminosos. Montou uma estrutura
para abafar uma investigação que uma Presidente da República deveria ser
a primeira interessada em desbaratar. Seu ministro da justiça, seu
advogado-geral e seu procurador-geral (todos em letras minúsculas de
modo proposital) são pessoas como ela, descompromissados com o que é
certo, alienados com o que é direito e, se Dilma faz o diabo, essa gente
está mancomunada com a coisa-ruim.
Dilma cometeu crimes eleitorais em profusão. Carros de som ameaçavam
pessoas nas ruelas do agreste e do serão nordestinos, quando não
pessoalmente, nas casas de brasileiros humildes, de brasileiros que
necessitam dos programas de transferência de renda. Promoveu estelionato
eleitoral, prometendo dar continuidade a programas sociais que ora
descontinua, ampliar benefícios sociais que agora restringe e melhorar
indicadores sociais e econômicos que se decompõem de podridão.
Dilma apoia Maduro, Castros, Kirschners, Morales e outros protótipos
de ditadores latino americanos e africanos. Apoiou a tentativa de golpe
de estado em Honduras, expulsou o Paraguai do Mercosul (os paraguaios
vibram até hoje) e, como Lula, prefere a companhia de totalitários e
sanguinários a democratas do mundo civilizado. E ao contrário do que
seria o mínimo desejável, não lidera nada, não inspira nada, não realiza
absolutamente nada para absolutamente ninguém em qualquer lugar.
Dilma não é líder política no Brasil. Não é uma pessoa modelar, que é
importante para o povo buscar nela referenciais para suas vidas. Não é
uma pessoa popular, não consegue se comunicar (a não ser quando mente) e
possui uma agressividade improdutiva no olhar distante, típico de
sociopatas “visionários”. Ela não terá fidelidade nem admiração nem de
seu motorista no ocaso de sua vida política.
Dilma liquidou, acabou, detonou a maior empresa brasileira, a
Petrobras, assim como desmontou, com Lula e a camarilha petista, as
agências reguladoras, o BNDES, a Caixa, os Correios e o sistema
Eletrobrás. Isto por enquanto. Ela foi ministra de minas e energia,
presidente do conselho da Petrobras, presidente da república e delatores
premiados declararam que ela e Lula sempre souberam dos desvios na
estatal petroleira.
Dilma nega, mas quer a imprensa amordaçada, solapada, garroteada. Não
é amiga da liberdade de expressão e da livre manifestação. Ela, seu
“entourage” e seu partido não são, nunca foram e nunca serão democratas
nem republicanos.
Agora compare tudo isto com uma Fiat Elba, reflita e vá pra rua dia 15 de março.
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
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