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sexta-feira, 15 de março de 2024

Lilia Schwarcz foi eleita imortal na ABL


Historiadora, antropóloga e professora, Lilia M. Schwarcz foi eleita imortal na ABL

 

  

Lilia Schwarcz foi eleita imortal na ABL

Pesquisadora essencial das ciências sociais no Brasil, Lilia M. Schwarcz é a mais nova integrante da Academia Brasileira de Letras (ABL). A historiadora e antropóloga irá ocupar a cadeira nove, que pertencia anteriormente a Alberto da Costa e Silva — diplomata, escritor, historiador e grande e saudoso amigo de Lilia.

“Sua trajetória acadêmica e intelectual é marcada por uma profunda dedicação ao estudo da cultura e da história do Brasil, com ênfase especial nas relações raciais, na identidade nacional e na memória coletiva”, declarou a ABL.

Nascida em 1957, Lilia Schwarcz é professora sênior do departamento de antropologia da USP, e também visiting professor na Universidade de Princeton (EUA). Recebeu diversos prêmios literários, como o Jabuti (sete vezes), o prêmio APCA (três vezes), o prêmio Biblioteca Nacional e o prêmio da Anpocs de livro do ano em 2019. É comendadora da Ordem Nacional do Mérito Científico e Oficial da Ordem de Rio Branco. Ao lado de Luiz Schwarcz, fundou a Companhia das Letras.

É autora de, entre outros livros, O espetáculo das raçasAs barbas do imperadorBrasil: uma biografia (com Heloisa Murgel Starling), Lima Barreto: Triste visionário e Sobre o autoritarismo brasileiro.

Conheça as obras de Lilia M. Schwarcz


quinta-feira, 7 de março de 2024

Lilia Schwarcz é eleita para a Academia Brasileira de Letras (ABL) - Leonardo Rezende (CBN Cultura)

Lilia Schwarcz é eleita para a Academia Brasileira de Letras (ABL)

A historiadora e antropóloga ocupará a 9º cadeira da instituição e é a 11ª mulher a ganhar título de imortal

Por 

Leonardo Rezende

Rio de Janeiro, CBN Cultura, 7/03/2024


 https://cbn.globo.com/cultura/noticia/2024/03/07/lilia-schwarcz-e-eleita-para-a-academia-brasileira-de-letras-abl.ghtml 

 

https://cbn.globo.com/cultura/noticia/2024/03/07/lilia-schwarcz-e-eleita-para-a-academia-brasileira-de-letras-abl.ghtml

A historiadora Lilia Katri Moritz Schwarcz foi eleita para a Academia Brasileira de Letras (ABL) com 24 votos, contra 12 a favor de Edgard Telles Ribeiro. Houve duas abstenções

 A votação contou com a presença de nomes importantes, como o jornalista Ruy Castro e o economista Edmar Bacha.

A vaga que será ocupada por Lilia Schwarcz foi aberta com o falecimento do acadêmico Alberto da Costa e Silva. Ela se torna 11ª mulher a ganhar título de imortal.

Além de Lilia e Edgard, também estavam inscritos Antônio Hélio da Silva, Chirles Oliveira Santos, J. M. Monteirás, Ney Suassuna e Martinho Ramalho de Melo.

O TRE-RJ cedeu as urnas eletrônicas para a votação, que durou cerca de 30 minutos.

O presidente da ABL e também jornalista e comentarista da CBN Merval Pereira exaltou a eleição de Lilia para a Academia e disse que ela já chega com uma missão:

"É importante que a gente mantenha a nossa tradição de ter os maiores historiadores brasileiros aqui. Nós já temos vários deles e a Lília é uma grande historiadora que já chega com uma tarefa que a gente vai dar a ela. A gente está fazendo uma iconografia do Machado de Assis e ela vai assumir esse trabalho"


Quem é Lilia Schwarcz?

Lilia Moritz Schwarcz é professora titular no Departamento de Antropologia da USP. Também foi Visiting Professor em Oxford, Leiden, Brown, Columbia e Princeton, onde foi Global e Professora Visitante desde 2010.

Lilia é autora de, entre outros livros, Retrato em branco e negro (1987. prêmio APCA), O espetáculo das raças (Companhia das Letras, 1993 e Farrar Strauss & Giroux, 1999), Racismo no Brasil (Publifolha 2001), As barbas do Imperador (1998, Prêmio Jabuti/ Livro do Ano e New York, Farrar Strauss & Giroux, 2004), A longa viagem da biblioteca dos reis (2002), O sol do Brasil (2008, Prêmio Jabuti categoria biografia 2009), Brasil: uma biografia (com Heloisa Murgel Starling; Companhia das Letras, 2015, indicado dentre os dez melhores livros prêmio Jabuti Ciências Sociais) e Lima Barreto triste visionário (São Paulo, Companhia das Letras, 2017).

Ela faz parte também do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural (Iphan) e do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável da República.

 

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