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sexta-feira, 15 de maio de 2026

O que eu teria a dizer sobre “Tensões Geopolíticas e a Diplomacia Brasileira”? - Paulo Roberto de Almeida, + Madame IA (via Airton Dirceu Lemmertz)


O que eu teria a dizer sobre “Tensões Geopolíticas e a Diplomacia Brasileira”?
Paulo Roberto de Almeida 

Sinceramente, eu não sei, ou talvez saiba, mas não quero adiantar aqui, agora. Sobre as “tensões geopoliticas”, o que teria a dizer seria um conjunto de platitudes, pois as evidências se exibem elas mesmas, impudicamente, aos nossos olhos arregalados. Essas tensões são sempre, inevitavelmente, devidas aos malvadões arrogantes que comandam as grandes potências, os únicos com capacidade de produzir malvadezas, justamente.
Mas esse foi o convite para o início de um debate na Fundação Dom Cabral, no programa Imagine Brasil, feito pelo amigo professor Carlos Alberto Primo Braga, na companhia do amigo e colega Victor do Prado, no dia 21/05. Vou evitar, portanto, de me estender sobre esse déjà vu all over again sobre as tais tensões geopolíticas. Elas voltaram e o primeiro culpado é o neoczar, uma cópia mal feita de um Hitler démodé. Passons donc. O segundo eu nem preciso mencionar o nome, pois ele está nas redes sociais três ou quatro vezes ao dia, um idiota completo. Passons again.
Então, o jeito é me concentrar na diplomacia brasileira, antigamente previsível e segura, quando ela fornecia insumos de qualidade para a politica externa. Nos últimos tempos tem andado um pouco volátil, dada sua personalização excessiva e alguns tropeços inevitáveis: o mundo gira, a Lusitana roda (desculpem a publicidade das antigas), mas alguns não viram a banda passar… Mas ela passou, e com um furor de assustar gregos e goianos, justamente por ressucitar temores de uma nova guerra do Peloponeso.
A História, como já falei várias vezes aqui, não se repete, mas curiosamente andaram trocando o sentido de algumas oposições. Vamos ver.
Epidemias de peste à parte, Atenas perdeu a guerra porque cometeu inúmeros equívocos diplomáticos, tantos que alienaram amigos e aliados.
Esparta ganhou a guerra porque era mais forte, mais decidida, e dotada da estratégia certa, “capturando” os aliados desprezados por Atenas.
Mas o Brasil não tem, ou não deveria ter, nada com Atenas, nem com Esparta, e nem faz parte do script, a não ser como espectador engajado na defesa do Direito Internacional e de valores e princípios que sempre foram os de sua diplomacia, desde Rio Branco e de Rui Barbosa, pelo menos, talvez até antes (mas no Império a diplomacia foi mobilizada pelos barões para defender o tráfico e a escravidão, para nossa maior vergonha).
Atualmente, a diplomacia pode ter sido mobilizada para defender algumas causas duvidosas, sobre as quais não vou me debruçar neste momento. Vamos deixar certas coisas sensíveis para um debate esclarecedor, num ambiente de alguma racionalidade e certo espírito ético. Sou de um “natural reservoso”, como diria o Coronel Ponciano de Azeredo Furtado, heroi do fabuloso romance “O Coronel e o Lobisomem”, de José Cândido de Carvalho, imortal. Sendo reservoso, eu me reservo o direito de permanecer calado neste momento, como alguns recitam em circunstâncias de grandes tensões, justamente.
Sou menos pela geopolítica e mais pela diplomacia, que exige conhecimento aprofundado das coisas e muita moderação, para não incorrer em julgamentos apressados. 
Vamos aguardar mais um pouco, portanto…


Paulo Roberto de Almeida 
Brasília, 15/05/2026

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Agora entra Madame IA, por gentil atenção de Airton Dirceu Lemmertz (a que agradeço imensamente, pela persistência em submeter minhas provocações à análise assépita do Gemini IA): 

Capítulo I: Análise Estrutural e Hermenêutica do Discurso:
O texto transcrito apresenta uma reflexão de natureza ensaística e memorialística, típica do estilo de Paulo Roberto de Almeida. A narrativa se constrói a partir da recusa inicial em debater o óbvio, transitando para uma crítica ácida e satírica da conjuntura internacional contemporânea e da condução recente da política externa brasileira. O autor utiliza o ceticismo e a ironia como ferramentas metodológicas para desconstruir narrativas hegemônicas, questionando a eficácia e a sobriedade da diplomacia atual em comparação com as matrizes clássicas do Itamaraty.
Em termos conceituais, o texto se ancora em uma visão clássica das Relações Internacionais, valorizando a diplomacia profissional e institucional em detrimento da "geopolítica" pura ou da ideologização. A estrutura discursiva é marcada pela intertextualidade, recorrendo à história antiga, à literatura brasileira e à cultura de massa para construir uma argumentação que, embora se pretenda despretensiosa e "reservosa", emite juízos de valor profundos e contundentes sobre a governança global e a inserção internacional do Brasil.

Capítulo II: Decodificação de Expressões e Termos Codificados:
Para apreender a totalidade das críticas desferidas pelo autor, é indispensável decodificar o conjunto de metáforas, ironias e referências históricas e literárias pulverizadas ao longo do texto.
- O Neoczar e a Cópia de Hitler Démodé:
A expressão "neoczar" repete a codificação aplicada ao presidente russo Vladimir Putin. Ao rotulá-lo como uma "cópia mal feita de um Hitler démodé", o autor qualifica a invasão da Ucrânia e o expansionismo territorial russo não como uma jogada estratégica genial, mas como um anacronismo histórico fascista e ultrapassado, despido da trágica grandiosidade do século passado.
- O Idiota das Redes Sociais:
Ao omitir o nome do segundo culpado pelas tensões globais, descrevendo-o como um "idiota completo" presente nas redes sociais "três ou quatro vezes ao dia", o texto utiliza uma codificação satírica dirigível a figuras do populismo global de direita, notadamente Donald Trump e seus emuladores internacionais. A crítica foca na degradação do debate público global pela infantilização e pela espetacularização digital da política.
- A Volatilidade e a Personalização Excessiva da Diplomacia Brasileira:
A expressão aponta para a guinada ideológica e o desmonte institucional sofridos pela política externa brasileira em administrações recentes. O autor critica a transição de uma diplomacia de Estado — historicamente previsível, baseada no pragmatismo e no respeito ao artigo 4º da Constituição Federal — para uma diplomacia de governo, pautada pelas paixões pessoais, alinhamentos automáticos ou preferências ideológicas dos mandatários de turno.
- O Mundo Gira, a Lusitana Roda e a Banda que Passou:
O uso de slogans publicitários antigos ("a Lusitana roda") e referências musicais (a canção de Chico Buarque) codifica a percepção de que a diplomacia brasileira teria ficado anacrônica. Enquanto o sistema internacional passava por transformações rápidas e brutais, determinados formuladores de política externa permaneceram apegados a dogmas obsoletos do século XX, falhando em ler a nova realidade multipolar.
- A Nova Guerra do Peloponeso: Atenas e Esparta:
A analogia com o conflito clássico grego remete diretamente à "Armadilha de Tucídides", conceito amplamente utilizado na ciência política contemporânea para descrever a inevitabilidade de conflito quando uma potência emergente (Atenas/China) ameaça desalojar a potência hegemônica estabelecida (Esparta/Estados Unidos). O autor utiliza os erros de Atenas para ilustrar como o voluntarismo e o isolamento de aliados destroem o poder brando de uma grande nação.
- O Legado de Rio Branco, Rui Barbosa e a Mancha do Império:
O autor evoca o Barão do Rio Branco e Rui Barbosa como símbolos da era de ouro da diplomacia brasileira, caracterizada pela fixação pacífica de fronteiras, arbitragem internacional e defesa do universalismo. Em contrapartida, a menção ao uso da diplomacia imperial para defender o tráfico negreiro serve como um alerta crítico e histórico de que o aparato diplomático, quando capturado por elites corporativas ou imorais, pode ser instrumentalizado para defender causas vergonhosas.
- O Natural Reservoso do Coronel Ponciano:
A citação ao protagonista de "O Coronel e o Lobisomem" é uma sofisticada codificação literária da prudência e do silêncio estratégico. O autor utiliza o "natural reservoso" do personagem para justificar seu próprio recuo analítico, sugerindo que, em momentos de extrema polarização e irracionalidade, a contenção verbal é uma virtude diplomática superior ao alarde retórico.

Capítulo III: Crítica Epistemológica e Contradições Narrativas:
O texto de Paulo Roberto de Almeida, embora refinado e sedutor em sua erudição, carrega contradições internas e limitações analíticas que emergem sob um escrutínio mais rigoroso.
- O Paradoxo do Silêncio Eloquente:
A principal contradição do texto reside na sua própria premissa declarada de "permanecer calado". Ao afirmar que se reserva o direito de não se estender e de não adiantar suas opiniões, o autor acaba por emitir julgamentos severos, definitivos e altamente politizados sobre quase todos os temas propostos. Ele qualifica líderes mundiais de "idiotas" e "malvadões", rotula a diplomacia brasileira de "volátil" e classifica posições atuais como "causas duvidosas". Portanto, o "natural reservoso" funciona mais como uma ferramenta retórica de distanciamento cínico do que como uma postura real de neutralidade ou moderação analítica.
- A Redução Maniqueísta da Geopolítica:
Ao reduzir as tensões geopolíticas globais a uma dinâmica de "malvadões arrogantes que comandam as grandes potências", o texto flerta com um maniqueísmo simplificador que contradiz a exigência de "conhecimento aprofundado das coisas" defendida no final do parágrafo. Essa abordagem ignora as profundas causas estruturais, econômicas, demográficas e de dilema de segurança que empurram os Estados para o conflito, independentemente da moralidade ou da arrogância individual de seus líderes.
- A Idealização Nostálgica do Passado Diplomático:
O autor constrói uma dicotomia rígida entre uma diplomacia do passado "antigamente previsível e segura" e os "tropeços inevitáveis" dos últimos tempos. Essa visão nostálgica tende a romantizar a história do Itamaraty, obscurecendo o fato de que a política externa brasileira sempre foi objeto de disputas internas, personalismos e inflexões pragmáticas severas, inclusive durante o regime militar ou nos alinhamentos da Guerra Fria. A volatilidade contemporânea pode ser interpretada não como uma anomalia inédita, mas como o reflexo da própria polarização da sociedade brasileira projetada na arena internacional.

Capítulo IV: O Espectador Engajado e o Dilema da Neutralidade Brasileira:
A conclusão do autor propõe que o Brasil deve atuar como um "espectador engajado na defesa do Direito Internacional", mantendo-se distante das paixões de Atenas e Esparta. Esta fórmula resume o tradicional dístico da diplomacia brasileira, mas encobre os desafios práticos de sua aplicação no século XXI.
O conceito de "espectador engajado" encerra uma contradição em termos: o engajamento pressupõe ação, escolha e, eventualmente, custos políticos, enquanto a condição de espectador sugere passividade e neutralidade. Na atual conjuntura global de fragmentação de cadeias produtivas e disputas tecnológicas, a tentativa de se manter neutro em relação a Washington ou Pequim é frequentemente interpretada por ambos os lados como uma hostilidade velada ou uma omissão oportunista.
A defesa intransigente do Direito Internacional, embora correta normativamente, choca-se com a realidade de um sistema multilateral em frangalhos, onde as normas são instrumentalizadas pelas grandes potências. Quando o autor menciona que a diplomacia atual foi mobilizada para defender "causas duvidosas", ele aponta para o risco de o Brasil perder sua credibilidade universalista ao relativizar violações de direitos humanos ou de soberania territorial em nome de uma suposta solidariedade ao Sul Global. A moderação e o conhecimento aprofundado exigidos pelo autor são, de fato, os únicos antídotos contra o isolamento, demandando que o país saiba discernir entre o pragmatismo comercial legítimo e a cumplicidade com a erosão das normas globais.

Fonte (IA Gemini):

domingo, 3 de maio de 2026

Pergunta não tão inocente - Paulo Roberto de Almeida (Comentários de Madame IA, via Airton Dirceu Lemmertz)

Pergunta não tão inocente:

        O que pode haver de mais dramático na vida de uma nação que não consegue perceber que seus dirigentes a estão conduzindo a um impasse quase permanente, ou até a um retrocesso bem visível aos olhos de vizinhos e de seus antigos parceiros? 

        A pergunta não é retórica: estou me referindo concretamente aos casos do Brasil e dos EUA respectivamente, um estacionado no mesmo, o outro andando para trás rapidamente.

Paulo Roberto de Almeida

Brasília, 3/05/2026

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Meu amigo e leitor contumaz Airton Dirceu Lemmettz não deixa por menos: sempre convoca Madame IA para comentar minhas provocações. Eis a mais recente: 

Esta nova reflexão de Paulo Roberto de Almeida eleva o tom da crítica ao patamar do pessimismo histórico, abandonando o foco em personagens específicos para diagnosticar uma "cegueira coletiva" das sociedades brasileira e americana. Em maio de 2026, ele sugere que ambas as nações estão perdendo a capacidade de autocrítica e de percepção da própria decadência.
Abaixo, a análise detalhada e crítica, seguida da decodificação do cenário geopolítico implícito:

1. Decodificação do Cenário Comparativo:
- Brasil "estacionado no mesmo": Almeida refere-se ao que economistas chamam de "armadilha da renda média" ou "vôo de galinha", mas com um viés político. O "mesmo" aqui é o ciclo vicioso de populismo, estatismo e anacronismo econômico (o "petismo esclerosado" mencionado antes). O Brasil de 2026, na visão dele, não avança; ele apenas oscila dentro de um subdesenvolvimento confortável para a casta política.
- EUA "andando para trás rapidamente": Refere-se à erosão das instituições democráticas americanas, ao isolacionismo e à polarização extrema. Considerando a data (maio de 2026), Almeida provavelmente alude às consequências do retorno ou da tentativa de retorno de Donald Trump (ou de seu movimento) ao poder, que ele considera um retrocesso civilizatório e diplomático ("o outro andando para trás").
- "Antigos parceiros": Refere-se à perda de relevância e de prestígio do Brasil e dos EUA perante a União Europeia e os aliados tradicionais da OCDE. As duas maiores democracias das Américas estariam se tornando "párias" ou parceiros não confiáveis.

2. Análise Crítica: O Drama da Inconsciência Coletiva:
- A Nação como Organismo Cego:
O ponto mais "dramático" da pergunta de Almeida não é o erro dos dirigentes, mas a incapacidade da população em perceber o erro. Ele sugere que o eleitorado foi capturado por narrativas ideológicas que impedem a visão do óbvio: o país está pior aos olhos do mundo. É uma crítica à deseducação política que ele mencionou em textos anteriores, onde o fanatismo substitui o pragmatismo.
- O Impasse Permanente vs. O Retrocesso Visível:
O diplomata traça uma distinção sutil:
I) No Brasil, o drama é a estagnação. O país não morre, mas também não vive; ele se mantém num estado de mediocridade institucional onde nada de novo floresce.
II) Nos EUA, o drama é o desmonte. Uma potência que ativamente destrói os pilares que a tornaram líder mundial.
Almeida parece sugerir que, enquanto o Brasil é uma tragédia de oportunidades perdidas, os EUA são uma tragédia de destruição deliberada.
- A Perda do Espelho Externo:
Ao mencionar o "retrocesso visível aos olhos de vizinhos", Almeida evoca sua alma de diplomata. Ele argumenta que uma nação que não se importa com sua imagem externa perdeu a capacidade de medir seu próprio sucesso. Se os parceiros comerciais e diplomáticos estão se afastando (preferindo os chineses, como dito no primeiro texto), é sinal de que o "modelo" brasileiro e americano faliu.

3. Síntese do Impasse (Maio de 2026):
Paulo Roberto de Almeida conclui que o Brasil de 2026 vive um autoengano. A nação acredita estar progredindo através de políticas populistas (Lula) ou de retórica nacionalista (herança de Bolsonaro), mas, na realidade, está apenas "girando o motor no neutro".
A crítica é brutal porque retira a culpa apenas dos políticos e a divide com a sociedade: "uma nação que não consegue perceber". É um diagnóstico de alienação social.

* O ponto crítico final: Se o Brasil está estacionado e os EUA regredindo, Almeida deixa no ar a pergunta: quem ocupará o vácuo de liderança no Ocidente? Ou estaremos todos condenados a assistir, de forma passiva, ao avanço de potências que não compartilham dos valores de liberdade que ele tanto defende?
Esta visão se conecta diretamente com a sua rejeição ao voto nulo: para ele, o impasse só se rompe com uma ação consciente, e não com a omissão que ele vê como o grande mal de 2026.

Fonte (IA Gemini):


domingo, 5 de abril de 2026

Madame IA e a Ciência - via Airton Dirceu Lemmertz

Grato a Airton Dirceu Lemmertz por me remeter material sempre útil:
Sérgio Sacani em um novo podcast ("Além Da Ciência"): https://www.youtube.com/watch?v=RmbtafUwhEA (https://www.youtube.com/watch?v=TXdCjjY6nv8)
- Abaixo, uma lista de vídeos onde Sacani analisa a resposta dada pela IA (inteligência artificial). A maioria das questões é ligada à ciência. Confira:
Computadores quânticos analisando o Universo: https://www.youtube.com/watch?v=zi16FVn2QzU
Cometa, asteróide, meteorito: quais as diferenças? https://www.youtube.com/watch?v=Aax3-IEzeIE
Na equação final do número de empregos, a IA tende a criar mais desempregados (de funções já existentes) do que a criar mais empregos (de novas funções laborais). Assim, indaga-se: a renda mínima (talvez até universal) seria a solução? https://www.youtube.com/watch?v=FcJmlHt638w
A sombra de um buraco negro: https://www.youtube.com/watch?v=dK5vjEm3k5Y
Física: relatividade x quântica. https://www.youtube.com/watch?v=oWuliKKV3Hc
Há cinco anos, IA pilotou veículo em Marte: https://www.youtube.com/watch?v=m_Cn0yNp3so
O Palmeiras tem Mundial [de Clubes de Futebol]? https://www.youtube.com/watch?v=ts6Q-1CF2Ro
Uma explicação extremamente simples: como uma IA funciona? https://www.youtube.com/watch?v=7GoQDHpOyT0 (https://www.youtube.com/watch?v=PkUGuroPWZ4)
O ambiente acadêmico (Universidades) é o meio 'mais tóxico' (de relações interpessoais) que existe! https://www.youtube.com/watch?v=96GdNRVYt38
Nikola Tesla x Thomas Edson: https://www.youtube.com/watch?v=tFFjAOsfogI
Qual a teoria mais complexa de Einstein? https://www.youtube.com/watch?v=AXwbm7hlOzE
Brasil x França: a IA acertou o placar...! https://www.youtube.com/watch?v=nDfEPEoaz3o

 

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