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segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Alô DPF: que tal olhar a indústria dos trabalhos plagiados? Isso também é corrupção e fraude...

 Acabo de receber a oferta abaixo.

Não sei se algum candidato a uma vaga existente no STF recorreu alguma vez a um serviço destes. Provavelmente não: sempre existem colegas de escritório que se dispõem a trabalhar na confecção de teses, dissertações, artigos, notas, pós-docs, e outras coisas mais... 

Paulo Roberto de Almeida


Olá,

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quinta-feira, 23 de abril de 2020

JB irritado com a PF por causa de CB e o gabinete do ódio - Correio Braziliense


Investigação da Polícia Federal contra Carlos deixa Jair Bolsonaro irritado

 



Carluxo e o pai. Foto: Reprodução

Publicado originalmente pelo ConJur:
A equipe da Polícia Federal que investiga as fake news contra o Supremo Tribunal Federal chegou ao gabinete do ódio, comandado pelo vereador Carlos Bolsonaro (RJ), o zero dois do presidente Jair Bolsonaro. As informações são do “Blog do Vicente”, no Correio Braziliense.
Agentes que trabalham na operação garantem que o filho do presidente é o mentor de todos os ataques que foram disparados contra o STF e o Congresso. Há um processo aberto pelo Supremo para investigar esse movimento de notícias falsas.
Bolsonaro sabe que não tem controle sobre a Polícia Federal e teme que, quando todas as provas contra Carlos forem reunidas, muita coisa vazará para a imprensa.
Por coincidência, a mesma equipe que trabalha na investigação aberta pelo Supremo para apurar fake news é a mesma que tocará o inquérito que vai apurar os responsáveis pelas manifestações pró-golpe militar, no último domingo (19), nas quais Bolsonaro foi a grande estrela.
Ainda segundo o blog do jornal de Brasília, por conta disso, o presidente está muito irritado com o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo. A demissão dele selaria também a saída, a pedido, de Sergio Moro, ministro da Justiça. O Planalto tenta costurar um acordo.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Petrobras: o roubo deliberado da mafia dos dirigentes (DPF, 5/05/2014)

Coloquei à disposição dos interessados, documento em pdf, contendo depoimento de funcionario da Petrobras (cujo nome não foi revelado), com data de 5 de maio de 2014, do Departamento da Polícia Federal em Curitiba, relatando a sucessão de crimes deliberados cometidos contra a companhia, pela máfia composta por seus próprios dirigentes.
Foi peça chave na definição da Operação Lava Jato, ainda em curso.
Impressionante a sucessão de crimes perpetrados pelos sanguessugas autorizados pelo partido de mafiosos que se apossou do Brasil.
Leiam, e como diria alguém: é estarrecedor.
Paulo Roberto de Almeida

Disponível na plataforma Academia.edu, neste link:
https://www.academia.edu/9975584/O_roubo_mafioso_na_Petrobras_depoimento_de_funcionario_%C3%A0_DPF

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

A luta anti-corrupcao da PF corrompida pela... corrupção quevem do alto- Vasconcelos Quadros

95% dos policiais federais afirmam que estão sendo perseguidos por terem prendido corruptos

Vasconcelos Quadros
IG São Paulo, 1/01/2014
Imagem: Divulgação
Pesquisa divulgada nesta sexta-feira pela Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) aponta que a ingerência política e o enfraquecimento da Polícia Federal - por ação ou omissão do governo - são as principais causas do recuo nas investigações de impacto contra a corrupção.

Coletada num universo de 1.732 servidores da PF, a pesquisa mostra que 89,37% afirmam que há controle político da instituição, 75,28% dizem ter presenciado ou ouvido algum relato de interferência político e - o mais alarmante - 94,34% acreditam que o enfraquecimento do órgão, proposital, é uma espécie de “castigo” pelo fato de investigações anteriores terem chegado a personagens que gravitam em torno do poder.
“Nunca em sua história a PF enfrentou uma situação como agora. O órgão está sucateado, os policiais estão desmotivados e há uma crise de atribuições sem precedentes. A falta de investimentos enfraquece as investigações, enquanto o comando da PF se mostra alheio à crise”, dispara o presidente da Fenapef, o agente federal Jones Borges Leal.
Leal diz ainda que o esvaziamento das operações contra a corrupção reflete diretamente no número de prisões por desvios de recursos públicos. Atualmente, segundo ele, o volume de prisões não chega a 20% do que foi nos anos em que a polícia fazia um ataque frontal à corrupção na ofensiva que se tornou prioridade do órgão e sem interferência política. O levantamento da entidade mostra uma queda brutal no número de prisões em geral de 2009 a 2013: de 2.663 para 786.
Segundo ele, para a pesquisa,  a entidade usou um sistema de consulta baseado no envio de mensagens eletrônicas individualizadas e criptografadas num universo formado por agentes, escrivães e papiloscopistas (peritos em impressões digitais), cargos essenciais em análises, ações de inteligência e estruturação das grandes operações do órgão.
Leal diz que a pesquisa, com margem de erro de 3%, é confiável e reflete o aumento de reclamações que chegam à Fenapef.
“Quase todos os dias um policial denuncia que foi realocado para outras funções quando estava para concluir alguma investigação, normalmente contra a corrupção”, afirma o policial.
Outro dado preocupante apontado pela pesquisa: 95% declararam que o governo federal não está preocupado com a produtividade do órgão, e mostraram que a Polícia Federal virou uma espécie de caixa preta, sem a ofensiva que há poucos anos marcou a atuação do órgão contra poderosos de todos os poderes da República flagrados em malfeitos.
“É necessário avaliar o que está acontecendo. Quem perde é a sociedade”, alerta o presidente da Fenapef. Para Leal a inércia da PF está na contramão das manifestações populares, mas ajuda a explicar atitudes como a absolvição política do deputado Natan Donadon cujo mandato, apesar de preso e condenado definitivamente por desvios de recursos públicos, a Câmara preservou.

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