A crise segundo Einstein
"Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar "superado".
Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções.
A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis.
Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la"
Albert Einstein
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Postagem em destaque
250 años de un texto radical: Adam Smith y La Riqueza de las Naciones - Ian Vásquez (El Cato Institute)
250 años de un texto radical Ian Vásquez conmemora los 250 años de la publicación de La riqueza de las naciones, la célebre obra de Adam Smi...
-
Minha entrevista desta sexta-feira 25/02/2022, sobre a dramática situação da Ucrânia no canal +BrasilNews. 1437. “ Entrevista sobre a Ucrân...
-
Carreira Diplomática: respondendo a um questionário Paulo Roberto de Almeida ( www.pralmeida.org ) Respostas a questões colocadas por gradua...
-
Uma preparação de longo curso e uma vida nômade Paulo Roberto de Almeida A carreira diplomática tem atraído número crescente de jovens, em ...
-
Testei as 7 ferramentas de IA GRATUITAS do Google (que superam todas as alternativas pagas) https://www.youtube.com/watch?v=om4SYmD6RnM
-
Israel Products in India: Check the Complete list of Israeli Brands! Several Israeli companies have established themselves in the Indian m...
-
Bibliografia para o concurso do Rio Branco Resumo de uma lista de leituras por: Paulo Roberto de Almeida (Brasília, fevereiro de 2010) ...
-
Um post, aqui colocado originalmente em julho de 2006, muito visitado, desde então, com muitos comentários, perguntas e dúvidas, não sei se ...
-
Introdução necessária (PRA): O presidente Lula, assim que tomou posse, em janeiro de 2023, convidou os dirigentes sul-americanos para uma r...
-
Brasil: cronologia sumária do multilateralismo econômico, 1856-2006 Paulo Roberto de Almeida In: Ricardo Seitenfus e Deisy Ventura, Direito ...
-
A corrupção que vem de cima: nossas elites assaltantes Miguel Reale e Paulo Roberto de Almeida PRA : Praticamente de forma contemporânea à...
5 comentários:
Ótima mensagem!
Palavras absolutamente sábias, me remeteu ao encerramento do livro Retrato do Brasil de Paulo Prado, onde ele conclui que somente pela revolução o Brasil poderia mudar o curso de sua história de cobiça, luxuria, romântismo e tristeza.
Bem, não tenho certeza de que uma revolução -- sem que se saiba de que tipo -- seria capaz de fazer tudo isso pelo Brasil, supondo-se que nossos principais problemas sejam estes luxúria, cobiça, romantismo e tristeza.
Pessoalmente, considero que nossos problemas são mais prosaicos: trabalho, isto é, emprego, renda, segurança, educação e saúde de qualidade, habitação, um Estado menos corrupto e menos extrator, enfim, um país mais agradável de se viver, seja ela romântico ou não.
PRA
Pois é, ele não cita exatamente o tipo de revolução, mas eu gosto da idéia do Senador Cristovam Buarque, temos que fazer uma revolução na educação!!Porque todos os outros problemas são consequencia deste, da ausencia de educação de qualidade.
Talvez a revolução seja algo mais complexo e curiosamente, mais simples. A revolução em efetivamente sairmos do discurso de Cristovão Buarque, pela Educação. Ou talvez, do discurso de Lula, pelo Fome Zero. Quem sabe poderíamos buscar a Revolução da Moral em nosso país. Da decência que simplesmente deixou de existir. A revolução da integridade de nossos políticos, do caráter e do respeito às pessoas que os colocam lá. Mas para quê investir em Educação, se eles podem dominar as massas. Que revolução estamos falando aqui ?
Talvez, a revolução daquilo que eles não querem evoluir... é de se refletir...
Postar um comentário