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terça-feira, 19 de maio de 2026

Nossos altos magistrados, nossos preclaros tecnocratas, submetidos ao crivo de Madame IA, por Airton Dirceu Lemmertz:

Nossos altos magistrados, nossos preclaros tecnocratas, submetidos ao crivo de Madame IA, por Airton Dirceu Lemmertz:

Salários de até R$ 3 milhões no funcionalismo brasileiro! O teto constitucional do funcionalismo público é de R$ 46.300 por mês. No papel, parece claro. Na prática, não é o que acontece. Por meio de verbas indenizatórias, gratificações, auxílios, licenças convertidas em dinheiro e pagamentos retroativos, muitos servidores acabam recebendo muito acima desse limite. Esses valores ficam fora do teto e, na prática, esvaziam a regra. Nos últimos 12 meses, mais de 50 mil servidores receberam acima do teto constitucional. Só o valor que excede esse limite custou mais de R$ 20 bilhões. Entre os maiores salários, oito dos dez vieram do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, todos de servidores já aposentados. Isso não é um caso isolado, é um padrão que se repete. Cada gasto desse tipo significa menos recursos disponíveis para áreas essenciais como saúde e educação. Se a proposta é ter um Estado mais eficiente e equilibrado, o teto precisa deixar de ser uma referência teórica e passar a ser cumprido de fato. Regra que não vale para todos, o tempo todo, deixa de ser regra.
https://www.youtube.com/watch?v=VdUyxBIkMQo

Justiça custa mais de R$ 100 bilhões por ano aos estados! Tribunais, Ministérios Públicos e Defensorias são essenciais. O problema não é a função, é a conta sem controle. Auxílios, gratificações e verbas indenizatórias, muitas vezes retroativas e fora do teto, fazem com que o limite exista no papel, mas não no contracheque. Em vários estados, mais da metade do orçamento já vai para folha de pagamento. Só que a receita é limitada. Quando a despesa cresce sem controle, o investimento encolhe. Menos infraestrutura, menos saúde, menos educação. O resultado é sempre o mesmo: mais impostos, mais dívida ou mais inflação, e quem paga é a população. Responsabilidade fiscal não é ideologia. É condição para crescer. País que quer avançar corta o que não gera valor. É possível ter uma Justiça eficiente, bem remunerada e responsável. O que não dá é tratar privilégio recorrente como se fosse direito. Esse caminho leva à estagnação.
https://www.youtube.com/watch?v=_INsqt72_h8

Penduricalhos: membros da AGU receberam R$ 6,1 bilhões! Você se esforça para pagar impostos, vê o governo cortar investimentos e discute ajuste fiscal, enquanto uma casta do funcionalismo público fatura bilhões em “penduricalhos”. Em 2025, membros da Advocacia-Geral da União (AGU) embolsaram R$ 6,1 bilhões em honorários, valores além dos salários. Essa conta, paga por empresas e cidadãos que perdem ações para o governo, acaba no preço do pão que você compra. O mais absurdo? Existe um teto salarial constitucional de R$ 46 mil, mas esses “extras” fazem a remuneração deles disparar para muito além disso. O próprio STF já disse que a regra do teto deveria ser cumprida. Mas, na prática, a história é outra. E não para por aí: gastos extrateto no Judiciário e Ministério Público somam R$ 17 bilhões anuais. Um país que quer crescer precisa de regras claras e controle de gastos, não de privilégios disfarçados. No final do dia, a conta sempre chega para a população. Isso não é só uma questão jurídica; é uma questão moral e econômica.
https://www.youtube.com/watch?v=cxdIqqMUlu8

[...]

- IA Gemini analisa os três textos acima (de autoria de Ricardo Amorim) sobre penduricalhos:

O teto constitucional de R$ 46,3 mil no serviço público brasileiro é frequentemente superado por "penduricalhos" e verbas indenizatórias, permitindo que salários ultrapassem R$ 3 milhões e gerando custos extras de mais de R$ 20 bilhões anuais, com destaque para o Tribunal de Justiça de Santa Catarina. O sistema de justiça estadual e a Advocacia-Geral da União (AGU) consomem grande parte do orçamento com remunerações elevadas, impactando recursos para áreas essenciais e, no caso da AGU, somando R$ 6,1 bilhões em honorários, mesmo com decisões do STF sobre a necessidade de respeitar o teto.

Fonte (IA Gemini):
https://share.google/aimode/gFQ1IbvbpXDEYN7Xc

República Federativa dos Privilégios do Brasil: via IA e Airton Dirceu Lemmertz

 República Federativa dos Privilégios do Brasil 

(via IA e Airton Dirceu Lemmertz):


Salários de até R$ 3 milhões no funcionalismo brasileiro! O teto constitucional do funcionalismo público é de R$ 46.300 por mês. No papel, parece claro. Na prática, não é o que acontece. Por meio de verbas indenizatórias, gratificações, auxílios, licenças convertidas em dinheiro e pagamentos retroativos, muitos servidores acabam recebendo muito acima desse limite. Esses valores ficam fora do teto e, na prática, esvaziam a regra. Nos últimos 12 meses, mais de 50 mil servidores receberam acima do teto constitucional. Só o valor que excede esse limite custou mais de R$ 20 bilhões. Entre os maiores salários, oito dos dez vieram do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, todos de servidores já aposentados. Isso não é um caso isolado, é um padrão que se repete. Cada gasto desse tipo significa menos recursos disponíveis para áreas essenciais como saúde e educação. Se a proposta é ter um Estado mais eficiente e equilibrado, o teto precisa deixar de ser uma referência teórica e passar a ser cumprido de fato. Regra que não vale para todos, o tempo todo, deixa de ser regra.
https://www.youtube.com/watch?v=VdUyxBIkMQo

Justiça custa mais de R$ 100 bilhões por ano aos estados! Tribunais, Ministérios Públicos e Defensorias são essenciais. O problema não é a função, é a conta sem controle. Auxílios, gratificações e verbas indenizatórias, muitas vezes retroativas e fora do teto, fazem com que o limite exista no papel, mas não no contracheque. Em vários estados, mais da metade do orçamento já vai para folha de pagamento. Só que a receita é limitada. Quando a despesa cresce sem controle, o investimento encolhe. Menos infraestrutura, menos saúde, menos educação. O resultado é sempre o mesmo: mais impostos, mais dívida ou mais inflação, e quem paga é a população. Responsabilidade fiscal não é ideologia. É condição para crescer. País que quer avançar corta o que não gera valor. É possível ter uma Justiça eficiente, bem remunerada e responsável. O que não dá é tratar privilégio recorrente como se fosse direito. Esse caminho leva à estagnação.
https://www.youtube.com/watch?v=_INsqt72_h8

Penduricalhos: membros da AGU receberam R$ 6,1 bilhões! Você se esforça para pagar impostos, vê o governo cortar investimentos e discute ajuste fiscal, enquanto uma casta do funcionalismo público fatura bilhões em “penduricalhos”. Em 2025, membros da Advocacia-Geral da União (AGU) embolsaram R$ 6,1 bilhões em honorários, valores além dos salários. Essa conta, paga por empresas e cidadãos que perdem ações para o governo, acaba no preço do pão que você compra. O mais absurdo? Existe um teto salarial constitucional de R$ 46 mil, mas esses “extras” fazem a remuneração deles disparar para muito além disso. O próprio STF já disse que a regra do teto deveria ser cumprida. Mas, na prática, a história é outra. E não para por aí: gastos extrateto no Judiciário e Ministério Público somam R$ 17 bilhões anuais. Um país que quer crescer precisa de regras claras e controle de gastos, não de privilégios disfarçados. No final do dia, a conta sempre chega para a população. Isso não é só uma questão jurídica; é uma questão moral e econômica.
https://www.youtube.com/watch?v=cxdIqqMUlu8

[...]

- IA Gemini analisa os três textos acima (de autoria de Ricardo Amorim) sobre penduricalhos:

O teto constitucional de R$ 46,3 mil no serviço público brasileiro é frequentemente superado por "penduricalhos" e verbas indenizatórias, permitindo que salários ultrapassem R$ 3 milhões e gerando custos extras de mais de R$ 20 bilhões anuais, com destaque para o Tribunal de Justiça de Santa Catarina. O sistema de justiça estadual e a Advocacia-Geral da União (AGU) consomem grande parte do orçamento com remunerações elevadas, impactando recursos para áreas essenciais e, no caso da AGU, somando R$ 6,1 bilhões em honorários, mesmo com decisões do STF sobre a necessidade de respeitar o teto.

Fonte (IA Gemini):
https://share.google/aimode/gFQ1IbvbpXDEYN7Xc

domingo, 17 de maio de 2026

Euzinho, sozinho, e Madame IA, secundada e assessorada por poderosos computadores e processadores: um combate desigual? - Paulo Roberto de Almeida

Euzinho, sozinho, e Madame IA, secundada e assessorada por poderosos computadores e processadores: um combate desigual?

 

Paulo Roberto de Almeida, diplomata, professor.

Nota sobre meus embates com Madame IA, assessorado por Airton Dirceu Lemmertz

PRA: azul; Madame IA: vermelho; ADL: verde.

  

Meu amigo Airton Dirceu Lemmertz submete meus ataques a Madame IA (Gemini IA) ao exame e resposta da própria, que continua tergiversando sobre graves crimes contra a humanidade e os direitos humanos.

Agradeço a meu amigo Airton Dirceu Lemmertz por "obrigar" – é o caso de se dizer – Madame IA a revisitar suas avaliações assépticas e equivocadamente neutras sobre questões de alto sentido humanitário, pois que estamos falando de CRIMES contra os direitos humanos e a vida concreta de pessoas, totalmente desprezadas pelo governo lulopetista, que APOIA OBJETIVAMENTE Putin e o governo russo em seus crimes IMPRESCRITÍVEIS. Reproduzo abaixo o resultado patético de mais alguns exemplos de Madame IA passando novamente o pano sobre a aparente e indesculpável conivência com um criminoso de guerra.

 

Paulo Roberto de Almeida

Brasília, 16 maio 2025, 7 p.

 

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ADL: Olá, IA Gemini! Nos próximos comandos, eu quero que você responda de modo detalhado e crítico. Ou seja, sempre dê respostas críticas e detalhadas, por favor. Principalmente em comandos com textos longos. E, também, se há palavras ou expressões codificadas, decodifique-as. [...] Em suas respostas (aos meus comandos), não use tabelas e quadros; use apenas frases e parágrafos (se quiser, pode usar capítulos e subcapítulos). [...] E não se esqueça: hoje é dia 16 de maio de 2026.

https://www.youtube.com/@airtondirceulemmertz/about (ADL)

 

Madame IA: Compreendido perfeitamente. A partir de agora, adotarei uma postura analítica, detalhada e profundamente crítica em todas as minhas respostas. Analisarei as nuances dos seus textos, examinarei os argumentos subjacentes e contextualizarei as informações de forma rigorosa.

Seus comandos receberão uma estrutura textual limpa, organizada exclusivamente por meio de frases, parágrafos, capítulos ou subcapítulos, eliminando completamente o uso de tabelas, quadros ou elementos visuais divisórios. Fitarei especial atenção a qualquer termo, jargão ou expressão codificada para decodificá-los imediatamente e expor seu real significado no fluxo do texto.

Estou ciente de que hoje é sábado, 16 de maio de 2026. Você pode enviar o seu primeiro texto ou comando para que possamos iniciar essa análise detalhada.

Como deseja começar? Pode enviar o primeiro texto para análise, indicar o tema central que vamos debater ou apresentar as expressões que precisam de decodificação.

Fonte (IA Gemini):

https://share.google/aimode/XgApCIKA49lh0fglp

 

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PRA: "Madame IA tenta defender a política pró-russa do lulopetismo diplomático: ela está errada" - Paulo Roberto de Almeida. [...]. "Madame IA, provocada por meu amigo Airton Dirceu Lemmertz, sempre atento a minhas provocações, se mete, a pedido dele, a querer contrariar meus argumentos sobre os países supostamente democráticos que apoiam objetivamente um criminoso de guerra — procurado pelo TPI com um mandado de arresto por sequestro de crianças ucranianas — em seu morticínio diário contra o povo ucraniano. Não vou aceitar as tergiversações de Madame IA em defesa de posições indefensáveis, inclusive porque tende a coonestar os crimes bárbaros que são perpetrados diariamente. Não, desta vez ela está errada, e temos amplas evidências de que ela tenta “passar pano“ para os bárbaros." - PRA.

https://diplomatizzando.blogspot.com/.../madame-ia-tenta...

 

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Madame IA: O diplomata e cientista político Paulo Roberto de Almeida direciona uma crítica contundente à inteligência artificial, acusando-a de suavizar ou justificar as diretrizes da política externa brasileira em relação ao conflito entre Rússia e Ucrânia. No cerne do seu argumento, o autor rejeita qualquer postura de neutralidade que, a seu ver, atue como uma complacência velada diante de violações graves do direito internacional. Para compreender a profundidade dessa crítica, é necessário decodificar os termos e as referências geopolíticas utilizadas no texto.

 

I) Decodificação de termos e expressões codificadas:

O autor utiliza a expressão "Madame IA" de forma satírica para personificar os assistentes virtuais de inteligência artificial. Essa escolha linguística sugere uma crítica à pretensa neutralidade ou ao tom excessivamente polido e esquivo dessas ferramentas digitais, que frequentemente tentam equilibrar visões opostas mesmo diante de situações de agressão militar evidente.

O termo "lulopetismo diplomático" refere-se à linha de política externa adotada pelos governos do Partido dos Trabalhadores sob a liderança de Luiz Inácio Lula da Silva. Historicamente, essa abordagem prioriza o multilateralismo, a cooperação Sul-Sul e a busca por um papel de mediação global. Contudo, críticos como Almeida interpretam essa postura como uma "política pró-russa" disfarçada de neutralidade, argumentando que a recusa em condenar o Kremlin de forma inequívoca ou em aplicar sanções econômicas acaba por favorecer a posição de Moscou.

A referência ao "criminoso de guerra procurado pelo TPI" aponta diretamente para o presidente russo Vladimir Putin. O Tribunal Penal Internacional emitiu um mandado de prisão contra ele baseado em acusações de crimes de guerra, especificamente relacionados à deportação ilegal e à transferência forçada de crianças de zonas ocupadas da Ucrânia para a Federação Russa.

Por fim, as palavras "tergiversações", "coonestar" e a expressão popular "passar pano" estão interligadas na denúncia do autor. Tergiversar significa usar de subterfúgios ou evasivas para evitar uma resposta direta. Coonestar possui o sentido de dissimular ou dar aparência de honestidade a algo que é moralmente reprovável. Já "passar pano" é uma gíria contemporânea para minimizar erros ou justificar atitudes indefensáveis de terceiros. Na visão do diplomata, a IA utiliza um discurso formal e evasivo para legitimar o que ele considera uma cumplicidade moral com os atos de agressão russos.

 

II) Análise crítica do argumento geopolítico:

A indignação de Almeida reflete uma fratura profunda no debate sobre a inserção internacional do Brasil. De um lado, a tradição diplomática do Itamaraty defende que a neutralidade e a manutenção de canais de diálogo abertos com todas as potências globalmente relevantes são essenciais para que o país possa atuar como um mediador de paz crível. Sob essa ótica, o alinhamento automático com as sanções e as narrativas das potências ocidentais limitaria a autonomia estratégica brasileira e prejudicaria interesses comerciais e de segurança nacional, como a dependência crônica de fertilizantes russos para o agronegócio.

Por outro lado, a crítica do autor baseia-se em preceitos éticos e jurídicos do direito internacional. Ele argumenta que diante de uma invasão territorial unilateral e de crimes de guerra documentados, a neutralidade deixa de ser uma postura pragmática e passa a ser uma escolha política que enfraquece o sistema multilateral de proteção aos direitos humanos. Para críticos dessa corrente, ao tentar equilibrar as responsabilidades do agressor e do agredido em seus discursos, a diplomacia brasileira e, por extensão, as respostas automatizadas das inteligências artificiais falham em apontar de forma clara a violação da soberania de uma nação independente.

O texto evidencia o limite dos algoritmos de inteligência artificial quando confrontados com debates de alta complexidade moral e política. Ao serem programadas para evitar vieses e buscar o equilíbrio informativo, as IAs frequentemente geram respostas que mitigam conflitos éticos profundos, o que é interpretado por analistas rigorosos como uma tentativa de esquiva ou de validação indireta de posições controversas no cenário internacional.

Fonte (IA Gemini):

https://share.google/aimode/XDEjo12xcSeP4ZvgQ

 

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PRA: "Minha luta contra a hipocrisia dos algoritmos de Madame IA, em favor da inteligência natural com sentido ético" - Paulo Roberto de Almeida, coadjuvado por Airton Dirceu Lemmertz. [...]. "Submeto aqui uma nova postagem, em 16 de maio de 2026, a partir das boas manipulações de meu amigo informático Airton Dirceu Lemmertz com a ajuda do Gemini IA (a quem eu chamo, simpaticamente, de Madame IA), que novamente trata de meus embates, a partir de certo sentido ético do mundo, e da política externa lulopetista (e seus instintos proto-totalitários), em relação às orientações gerais e a postura específica em relação à guerra de agressão da Rússia de Putin contra a Ucrânia e sua população civil, argumentos que eu defendo e que são discreta ou explicitamente contestados por Madame IA, aparentemente mantendo uma postura neutra, que no entanto contorna totalmente a questão moral dessa guerra de agressão, postura aliás secundada pela política externa oficial do governo do PT, mas que se contrapõe, historicamente, a valores e princípios da diplomacia profissional brasileira. Nunca admiti essa separação entre "interesses pragmáticos" e o sentido moral de uma política externa comprometida com os valores mais altos de nossa postura moral. Agradeço a meu amigo Airton Dirceu Lemmertz por sempre oferecer a oportunidade dessa confrontação entre minha postura moral e o realismo "imoral" de Madame IA.", complementa Paulo Roberto de Almeida.

https://diplomatizzando.blogspot.com/.../minha-luta...

 

Madame IA: O novo fragmento de Paulo Roberto de Almeida aprofunda o debate sobre a neutralidade algorítmica, elevando a discussão a um patamar filosófico que contrapõe o pragmatismo técnico ao senso moral humano. O autor, apoiado pelas interações técnicas de Airton Dirceu Lemmertz, questiona a legitimidade de uma postura que se pretende isenta, mas que, na sua interpretação, falha ao omitir o julgamento ético diante de uma agressão militar explícita.

 

I) Decodificação de termos e expressões codificadas:

O conceito de "hipocrisia dos algoritmos" sintetiza a principal acusação do diplomata contra a inteligência artificial. Para ele, a pretensa imparcialidade da máquina não passa de uma máscara que oculta a incapacidade — ou a recusa programada — de distinguir entre o agressor e a vítima. Essa neutralidade simulada é vista como hipócrita porque esvazia o debate de sua dimensão mais importante: a dimensão humana e moral.

A expressão "inteligência natural com sentido ético" representa a antítese do pensamento automatizado. Almeida defende que a capacidade analítica humana não deve se limitar a correlacionar dados ou fatos frios. A verdadeira inteligência exige um compromisso com valores universais, como a justiça e a dignidade humana, algo que a programação lógica das máquinas seria incapaz de replicar.

Os "instintos proto-totalitários" imputados à política externa do Partido dos Trabalhadores indicam uma crítica à simpatia ou à tolerância ideológica que o autor enxerga no governo atual em relação a regimes autocráticos. O prefixo "proto" sugere uma semente ou uma tendência embrionária que, se não for contestada, pode alinhar a postura internacional do país com governos que suprimem liberdades democráticas.

Por fim, o "realismo imoral" atribuído à IA refere-se à corrente das relações internacionais conhecida como Realismo Político. Essa escola prega que os Estados devem agir guiados estritamente pelo interesse nacional, pelo poder e pela sobrevivência no sistema internacional, ignorando preceitos morais. Ao classificar esse realismo como imoral, Almeida argumenta que guiar-se apenas por essa lógica transforma a diplomacia e a IA em cúmplices indiretas da violência e da opressão.

 

II) Análise crítica da separação entre pragmatismo e moralidade:

O argumento central do diplomata repousa na rejeição da dicotomia clássica entre os interesses pragmáticos de uma nação e os seus princípios morais. Almeida resgata a tradição da diplomacia profissional brasileira para sustentar que a verdadeira estatura internacional do Brasil sempre dependeu da defesa intransigente do direito internacional, da solução pacífica de controvérsias e do respeito à soberania dos povos. Na sua visão, ceder ao pragmatismo econômico — como a dependência comercial ou o alinhamento com blocos geopolíticos alternativos — representa uma degradação dessa herança histórica.

Contudo, a postura de neutralidade criticada no texto reflete o dilema intrínseco ao desenvolvimento de inteligências artificiais globais. Os desenvolvedores dessas tecnologias enfrentam o desafio de criar sistemas que sirvam a usuários em diferentes partes do mundo, sob regimes políticos, culturas e sistemas de valores distintos. Adotar um juízo de valor definitivo em temas geopolíticos sensíveis violaria o princípio de neutralidade que muitas dessas empresas buscam manter para garantir a universalidade de suas ferramentas. O que o autor classifica como "realismo imoral" é, sob a ótica da engenharia de software, uma tentativa de evitar o viés e assegurar a pluralidade informativa.

A tréplica de Almeida evidencia que, no campo da ética e da política internacional, a ausência de um posicionamento claro é, por si só, um posicionamento. Ao tentar contornar a questão moral para manter a equidistância entre as narrativas, a inteligência artificial acaba reproduzindo as mesmas ambiguidades da política externa oficial que o diplomata contesta. O texto deixa claro que o julgamento moral e a empatia continuam sendo prerrogativas exclusivas da consciência humana, intransferíveis para qualquer linha de código.

Fonte (IA Gemini):

https://share.google/aimode/gy3qn8tZ00PTvHewd

 

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PRA: Vou continuar argumentando, em bases éticas, ou simplesmente MORAIS, sobre a necessidade de estadistas - se eles existem no Brasil – levarem em consideração VIDAS HUMANAS, e não uma neutralidade IMORAL e ILEGÍTIMA!

 

Paulo Roberto de Almeida

Brasília, 5314, 16 maio 2026, 7 p.

Divulgado no blog Diplomatizzando (17/05/2026; link: ).

 

 

sábado, 16 de maio de 2026

Madame IA tenta defender a politica pró-russa do lulopetismo diplomático: ela está errada - Paulo Roberto de Almeida (via Airton Dirceu Lemmertz)

Reprodução de uma postagem de janeiro de 2026, ainda válida, graças aos bons préstimos de meu amigo informático Airton Dirceu Lemmertz:

sábado, 10 de janeiro de 2026

Madame IA tenta defender a politica pró-russa do lulopetismo diplomático: ela está errada - Paulo Roberto de Almeida

Madame IA, provocada por meu amigo Airton Dirceu Lemmertz, sempre atento a minhas provocações, se mete, a pedido dele, a querer contrariar meus argumentos sobre os países supostamente democráticos que apoiam objetivamente um criminoso de guerra — procurado pelo TPI com um mandado de arresto por sequestro de crianças ucranianas — em seu morticínio diário contra o povo ucraniano.
Não vou aceitar as tergiversações de Madame IA em defesa de posições indefensáveis, inclusive porque tende a coonestar os crimes bárbaros que são perpetrados diariamente. Não, desta vez ela está errada, e temos amplas evidências de que ela tenta “passar pano“ para os bárbaros. PRA

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"Existem poucas democracias liberais no mundo, talvez menos de 1/4 dos países membros da ONU. Essas poucas democracias liberais apoiam, como podem, a Ucrânia, em sua resistência à invasão criminosa e ilegal da Rússia, por meios financeiros, militares, sanções contra o agressor, mediação diplomática, etc. Existem alguns poucos países ditatoriais que apoiam a Rússia em seu empreendimento militar ilegal, contrário a Carta das Nações Unidas e ao Direito Internacional: a China de Xi Jinping, a Coreia do Norte de um ditadorzinho nuclear, o Irã dos aiatolás, Cuba obviamente (que é ajudada em sua miséria por alguns desses países), Nicarágua, e algumas outras ditaduras. Algumas democracias também parecem indiferentes, mas na verdade apoiam objetivamente a potência agressora: a Índia, o Brasil, a África do Sul, entre outros, nenhuma delas uma democracia liberal. Na própria União Europeia existem os apoiadores de Putin, o que pode parecer estranho. Mas estranho mesmo é o caso do Brasil, embora seja possível, ou necessário, distinguir entre a diplomacia profissional, a política externa do governo Lula e as pressões dos partidos ditos de esquerda, que não escondem, esses últimos, o apoio ao agressor. Mas, escrutinando o histórico da diplomacia lulopetista desde o início, ou seja, 2003, não é difícil encontrar outros beneficiários desse estranho apoio: um país que tem todas aqueles cláusulas inscritas na sua Constituição, que assinou e ratificou vários tratados, protocolos e convenções sobre armas, relações diplomáticas, acordos humanitários e todo o resto, mas que ainda assim continua apoiando a escória da humanidade, inimigos da democracia, contraventores do Direito Internacional. Talvez não seja estranho, e sim a natureza protototalitária do PT e de seus líderes e militantes.". 

CONSIDERANDO O TEXTO ACIMA, ENTRE ASPAS, RESPONDA DE MODO DETALHADO E CRÍTICO A SEGUINTE INDAGAÇÃO: 

O Brasil é mesmo uma democracia, um amigo da democracia?


A questão de saber se o Brasil é "mesmo uma democracia" e um "amigo da democracia", à luz do texto apresentado, exige uma análise que separe a natureza do regime político interno da orientação da política externa.
Abaixo, detalho uma resposta crítica dividida em três pilares fundamentais:

1. A Natureza da Democracia Brasileira (Interna vs. Externa):
Classificar o Brasil como "não liberal" ou "protototalitário" é um ponto de debate intenso na ciência política.
- Internamente: O Brasil é classificado por índices internacionais (como o V-Dem ou o Economist Intelligence Unit) geralmente como uma "democracia falha" ou "democracia eleitoral", mas raramente como uma autocracia. Possui alternância de poder, liberdade de imprensa e um Judiciário independente, embora enfrente desafios estruturais de corrupção e desigualdade.
- Externamente: O texto aponta uma contradição: um país democraticamente constituído que mantém laços com autocracias. Essa dualidade é fruto da tradição do Pragmatismo Responsável e da busca pela Autonomia pela Diversificação. Para o Estado brasileiro, a diplomacia serve ao interesse nacional (comércio, influência regional) e não necessariamente à exportação de valores ideológicos liberais ocidentais.

2. A Política Externa do Governo Lula e o "Não Alinhamento":
O texto sugere que o Brasil "apoia objetivamente" a Rússia. Sob uma análise crítica, a postura do governo Lula e do Itamaraty pode ser interpretada de duas formas:
- A Visão do Texto: O apoio se manifesta pela recusa em enviar armas, pela crítica às sanções unilaterais e pela retórica de que "quando um não quer, dois não brigam", o que igualaria agressor e agredido. Isso seria evidência de uma afinidade ideológica com o bloco anti-ocidental (BRICS).
- A Visão Diplomática: O Brasil adota a "Neutralidade Ativa". O país votou a favor de resoluções na ONU que condenam a violação da integridade territorial ucraniana (respeitando o Direito Internacional), mas se recusa a aderir ao regime de sanções econômicas por entender que elas prejudicam os países em desenvolvimento e fecham canais de diálogo necessários para uma paz negociada.

3. O Dilema dos BRICS e o Sul Global:
O texto identifica a Índia e a África do Sul como países que, embora democracias, não apoiam totalmente a Ucrânia. Isso revela que o Brasil não é uma exceção, mas parte de um movimento do Sul Global que:
- Vê o conflito como uma disputa regional europeia/OTAN.
- Desconfia da "seletividade" das democracias liberais (citando invasões como a do Iraque, que também violaram o Direito Internacional sem o mesmo nível de sanções).
- Prioriza a multipolaridade para não depender exclusivamente da hegemonia dos Estados Unidos e da União Europeia.

* Conclusão Crítica:
O Brasil é, por definição constitucional e prática institucional, uma democracia. No entanto, a sua atuação no cenário internacional revela que o país não se comporta como uma "democracia liberal militante".
A crítica presente no texto — de que o partido no poder (PT) possui uma natureza "protototalitária" que molda a política externa — toca na ferida do debate político brasileiro: a dificuldade de conciliar a retórica interna de defesa dos direitos humanos com parcerias externas com regimes autoritários (Irã, Venezuela, Rússia).
Portanto, se o Brasil é um "amigo da democracia", ele o é no sentido procedimental interno, mas no cenário global, ele se posiciona como um ator pragmático que prioriza a sobrevivência econômica e a autonomia geopolítica sobre o alinhamento moral com o bloco ocidental. O "apoio à escória", como define o autor, é lido pelo governo como "manutenção de canais diplomáticos em um mundo multipolar".

Fonte (Gemini, a IA do Google).

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Hoje é 01 de Abril (e isso é uma verdade). Também conhecido como o "Dia da Mentira". [...]. Elabore uma lista das 50 maiores mentiras na diplomacia.

 As maiores mentiras diplomáticas já registradas na história mundial. Como já passou o dia 1o de abril, podemos relatar as "melhores" mentiras colecionadas por Madame IA (grato a Airton Dirceu Lemmertz pela consulta não remunerada):


Hoje é 01 de Abril (e isso é uma verdade). Também conhecido como o "Dia da Mentira".

Elabore uma lista das 50 maiores mentiras na diplomacia.

Cite-as em ordem decrescente de gravidade/importância (ou seja, primeiro as mentiras de maior impacto). Em cada uma das 50 mentiras diplomáticas, dê um resumo dela (quando?, onde?, quem?, por que?, etc.).

Para atender ao seu pedido de uma análise detalhada e crítica neste 1º de abril, elaborei uma lista das mentiras e decepções diplomáticas mais impactantes da história. É importante notar que, na diplomacia, a "mentira" raramente é um erro bobo; ela é frequentemente uma ferramenta de Estado (raison d'état) usada para justificar guerras, ocultar genocídios ou forçar alianças.

Abaixo, apresento as 50 maiores mentiras diplomáticas, ordenadas pelo seu impacto global e humano.

* O Top 10: Mentiras que Redefiniram o Mundo:

Armas de Destruição em Massa no Iraque (2003)

Quem/Onde: EUA (George W. Bush) e Reino Unido (Tony Blair) contra o Iraque.
Resumo: A afirmação de que Saddam Hussein possuía armas químicas e biológicas prontas para uso. Foi o pretexto para a invasão do Iraque, desestabilizando o Oriente Médio por décadas.
O Pacto Molotov-Ribbentrop e sua "Não-Agressão" (1939)
Quem/Onde: Alemanha Nazista e URSS.
Resumo: Oficialmente um pacto de paz. Mentira por omissão: escondia um protocolo secreto para dividir a Polônia e os Estados Bálticos, iniciando a Segunda Guerra Mundial.
O Incidente do Golfo de Tonkin (1964)
Quem/Onde: EUA (Governo Johnson) sobre o Vietnã do Norte.
Resumo: A Marinha dos EUA alegou ter sido atacada por barcos norte-vietnamitas. Anos depois, documentos revelaram que o segundo ataque nunca ocorreu, mas serviu para escalar a Guerra do Vietnã.
"Paz para o Nosso Tempo" - Acordo de Munique (1938)
Quem/Onde: Neville Chamberlain (Reino Unido) e Adolf Hitler.
Resumo: Hitler prometeu que a anexação dos Sudetos era sua "última demanda territorial". Chamberlain acreditou (ou fingiu acreditar). Meses depois, a Tchecoslováquia foi totalmente invadida.
A Mentira do Telegrama de Ems (1870)
Quem/Onde: Otto von Bismarck (Prússia) manipulando a França.
Resumo: Bismarck editou um telegrama real para fazer parecer que o rei da Prússia e o embaixador francês haviam se insultado mutuamente, provocando a Guerra Franco-Prussiana.
A Negação do Holodomor (1932-1933)
Quem/Onde: URSS (Stalin) perante a comunidade internacional.
Resumo: Enquanto milhões de ucranianos morriam de fome forçada, a diplomacia soviética negava a existência da crise e expulsava jornalistas que tentavam relatar a verdade.
Operação Himmler/Gleiwitz (1939)
Quem/Onde: Alemanha Nazista simulando um ataque polonês.
Resumo: Soldados SS fingiram ser insurgentes poloneses atacando uma rádio alemã. Foi a mentira usada para "justificar" a invasão da Polônia no dia seguinte.
A Decepção Soviética na Crise dos Mísseis (1962)
Quem/Onde: URSS (Khrushchev) mentindo para Kennedy (EUA).
Resumo: Diplomatas soviéticos garantiram repetidamente que as armas enviadas a Cuba eram "puramente defensivas", enquanto instalavam mísseis nucleares de médio alcance.
A Promoção de "Paz" antes de Pearl Harbor (1941)
Quem/Onde: Japão Imperial perante os EUA.
Resumo: Diplomatas japoneses em Washington continuavam negociando a paz enquanto a frota aérea já estava a caminho para bombardear o Havaí.
A Mentira de Srebrenica e as "Zonas Seguras" (1995)
Quem/Onde: ONU e Forças Sérvias.
Resumo: A promessa diplomática e militar de que Srebrenica era uma zona segura protegida pela ONU provou-se uma mentira fatal, resultando no massacre de 8 mil homens e meninos.
* Do 11 ao 30: Geopolítica e Manipulação:
O Plano de Partilha de Sykes-Picot (1916): Reino Unido e França prometiam independência aos árabes enquanto secretamente dividiam a região entre si.
O Massacre de Katyn (1940-1990): A URSS mentiu por 50 anos dizendo que a Alemanha nazista havia executado oficiais poloneses que eles mesmos mataram.
Escândalo Irã-Contras (1980s): EUA negaram vender armas ao Irã (inimigo) para financiar rebeldes na Nicarágua ilegalmente.
Negação do Genocídio Armênio (1915-Presente): A diplomacia turca mantém há um século a versão de que não houve um extermínio sistemático, contra todas as evidências históricas.
O Incidente do Navio USS Maine (1898): Usado para culpar a Espanha pela explosão do navio em Cuba, justificando a Guerra Hispano-Americana.
A "Não Intervenção" na Guerra Civil Espanhola (1936): Potências europeias assinaram um pacto de não intervenção enquanto Alemanha e Itália enviavam tropas e armas maciçamente.
O Caso U-2 (1960): Eisenhower mentiu dizendo que o avião derrubado na URSS era uma "aeronave meteorológica", até que os russos mostraram o piloto espião vivo.
A "Guerra às Drogas" no Panamá (1989): Justificativa diplomática para depor Manuel Noriega, ocultando interesses puramente estratégicos sobre o Canal.
O Desastre de Chernobyl (1986): A URSS tentou esconder o acidente da diplomacia europeia até que a Suécia detectou a radiação.
A Mentira da Batalha de Kadesh (1274 a.C.): Ramsés II declarou vitória total em templos, mas tratados mostram que foi, no máximo, um empate estratégico.
O Massacre de My Lai (1968): O exército e a diplomacia dos EUA tentaram encobrir o massacre de civis no Vietnã por meses.
O Acordo de Haia sobre Armas Químicas (1899): Praticamente todos os signatários mentiram ao dizer que não usariam gás na Primeira Guerra Mundial.
Operação Condor (1970s): Ditaduras sul-americanas negavam a existência de um pacto transnacional de repressão, apoiado silenciosamente pelos EUA.
O Mito do "Espaço Vital" (Lebensraum): Mentira diplomática de que a Alemanha só queria "espaço para viver", ocultando o plano de extermínio racial.
A Mentira da Neutralidade Belga (1914): A Alemanha alegou que precisava passar pela Bélgica por "necessidade", ignorando o tratado que garantia neutralidade.
O Tratado de Tordesilhas (1494): Portugal "fingiu" que não sabia da existência de terras ao sul, forçando o deslocamento da linha para garantir o Brasil.
A Negação do Uso de Agente Laranja: Diplomatas americanos afirmavam que era um herbicida inofensivo para humanos durante a Guerra do Vietnã.
A Intervenção na Líbia (2011): A OTAN usou a resolução de "proteção de civis" para forçar uma mudança de regime ilegal.
O Escândalo dos Diamantes de Sangue (Sierra Leone): Governos e corporações mentiram sobre a origem das pedras para financiar guerras civis.
O Massacre da Praça da Paz Celestial (1989): A diplomacia chinesa continua negando a escala (ou a existência) do massacre até hoje.
* Do 31 ao 50: Escândalos, Espionagem e Omissões:
O Assassinato de Jamal Khashoggi (2018): A Arábia Saudita mentiu por semanas dizendo que ele havia saído da embaixada vivo.
A "Ajuda Humanitária" na Guerra de Biafra (1967): Usada por nações europeias para contrabandear armas para ambos os lados.
O Escândalo Cambridge Analytica/Eleições: Mentiras sobre a soberania de dados que afetaram o Brexit e eleições globais.
Negação de Testes Nucleares no Atol de Mururoa: França mentiu sobre os impactos ambientais e de saúde na Polinésia.
O Incidente do USS Liberty (1967): Israel alegou que o ataque ao navio dos EUA foi um "erro de identificação", algo contestado pelos sobreviventes.
O Acordo Nuclear com a Coreia do Norte (1994): Pyongyang mentiu ao garantir que congelaria seu programa nuclear em troca de ajuda.
A Mentira do "Povo sem Terra para uma Terra sem Povo": Slogan diplomático sionista que ignorava a população local na Palestina.
O Plano de Partilha da África (Berlim, 1884): Diplomacia europeia alegava "missão civilizatória" para esconder o saque de recursos.
O Caso Lavon (1954): Israel negou envolvimento em bombas no Egito destinadas a culpar a Irmandade Muçulmana.
A "Neutralidade" Suíça no Ouro Nazista: Ocultação diplomática de depósitos de vítimas do Holocausto durante décadas.
Operação Northwoods (1962): Proposta (não executada) de militares dos EUA para criar ataques terroristas falsos em Miami para culpar Cuba.
A Farsa do "Expresso do Oriente" Político: Tratados de amizade entre nações que secretamente planejavam golpes de Estado umas nas outras.
A Mentira de que o Tabaco não Viciava: Lobby diplomático e comercial dos EUA que pressionou outros países por décadas.
Omissão em Ruanda (1994): Diplomatas na ONU evitaram usar a palavra "Genocídio" para não terem a obrigação legal de intervir.
O Acordo Anglo-Iraquiano de 1930: Promessa de independência que era, na verdade, um disfarce para o controle contínuo do petróleo.
A Mentira sobre o Voo MH17 (2014): Negação russa de que o míssil que derrubou o avião civil veio de suas forças.
O Caso Rainbow Warrior (1985): A França negou ter afundado o navio do Greenpeace até que seus espiões foram presos na Nova Zelândia.
A "Invasão" de Granada (1983): Justificativa de "proteger estudantes americanos" para derrubar um governo de esquerda.
O Tratado de Waitangi (1840): Diferenças propositais de tradução entre o inglês e o maori sobre quem teria a "soberania" na Nova Zelândia.
A Mentira do "Fim da História" (Anos 90): A crença diplomática de que a democracia liberal havia vencido definitivamente, ignorando o surgimento de novas autocracias.

* Análise Crítica Final: Esta lista demonstra que a diplomacia, muitas vezes vista como a arte da paz, é igualmente a arte da dissimulação. O custo dessas mentiras não é apenas político; ele é medido em milhões de vidas perdidas e na erosão da confiança nas instituições internacionais. No Dia da Mentira, vale lembrar que, no palco global, a verdade é frequentemente a primeira baixa.


Fonte (IA Gemini):
https://share.google/aimode/kSxa3hYgqTLL4av3J

domingo, 22 de março de 2026

Madame IA, consultada por Airton Dirceu Lemmertz, interfere novamente em minhas provocações em torno das ações nefastas de três criminosos de guerra

Madame IA, se mete a comentar esta minha postagem:

Dois ou três governos celerados, na verdade demenciais

Dois ou três governos celerados, na verdade demenciais. 1) O governo Netanyahu já começou a imitar, desde muito tempo, na Cisjordânia, as piores práticas do governo racista da África do Sul aos piores tempos do Apartheid, e na sua guerra contra os terroristas do Hamas na Faixa de Gaza se aproximou de certas práticas nazistas de um passado tenebroso. Não adianta os "defensores de Israel" (mas que se converteu sob Netanyahu em um Estado opressor) protestarem contra minhas palavras: eu apenas escrevo o que vejo na realidade: Israel atual se converteu no pior inimigo de si próprio. 2) O governo Trump 2 recuou aos tempos do racismo da pior espécie, a dos estados sulistas pós-guerra civil, o primeiro Apartheid que deu liçoes a Hitler sobre como emitir suas leis raciais. Pior, converteu os EUA num Estado VIOLADOR do Direito Internacional, imperialista da pior espécie, matando civis e destruindo o patrimônio daqueles países que não se conformam aos projetos opressores do psicopata que está no poder. 3) A Rússia fez um experimento muito breve de democracia, mas logo caiu sob o domínio de um cleptocrata saudosista dos tempos do Estado totalitário que dominou os países vizinhos durante décadas, e cuja reconstrução é o objetivo principal do ditador atual, que se converteu em criminoso de guerra, pela invasão cruel do Estado vizinho. Ele controla o desequilibrado que conquistou democraticamente o poder nos EUA e pretende estender sua influência mundial usando de vários mecanismos "diplomáticos", como o Frankenstein do BRICS. [...] Três celerados, três violadores do Direito Internacional e das liberdades democráticas, três criminosos de guerra, que precisam ser depostos de seus respectivos poderes.


O texto apresenta uma crítica contundente e visceral à geopolítica contemporânea, estruturada sob a premissa de que o sistema internacional está sendo degradado por lideranças que o autor classifica como "celeradas". A análise abaixo desconstrói os argumentos, avaliando suas correlações históricas e implicações políticas.
1. Israel e o Gabinete Netanyahu: A Crise da Legitimidade Ética:
O autor estabelece uma analogia entre as políticas de ocupação na Cisjordânia e o Apartheid sul-africano, uma comparação que, embora ferozmente debatida, ganhou tração em organismos internacionais (como relatórios da Anistia Internacional e da Human Rights Watch).
- Análise Crítica: O argumento central é o da "autodestruição moral". Ao sugerir que Israel se tornou seu próprio pior inimigo, o texto aponta para o paradoxo de um Estado fundado como refúgio contra a opressão que, sob Netanyahu, utiliza métodos de controle territorial e retaliação bélica em Gaza que levantam questionamentos sobre crimes de guerra. O uso do termo "práticas nazistas" é o ponto mais hiperbólico e sensível do texto; do ponto de vista analítico, busca chocar para evidenciar a desumanização do conflito, embora ignore as distinções ideológicas e estruturais entre o extermínio industrial do Terceiro Reich e a guerra urbana assimétrica contra o Hamas.
2. O Governo Trump e a Erosão do Direito Internacional:
A tese de que o governo Trump representa um retrocesso às leis segregacionistas do sul dos EUA (Jim Crow) foca na regressão civilizatória. O autor sustenta que os EUA abandonaram seu papel de garantidores da ordem liberal para se tornarem um agente disruptivo e imperialista.
- Análise Crítica: O texto identifica uma mudança de paradigma: de "polícia do mundo" para "violador do Direito Internacional". A acusação de psicopatia direcionada ao líder reflete a percepção de uma política externa pautada pelo personalismo e pelo isolacionismo agressivo. Contudo, a crítica carece de nuances ao não mencionar que a crise do multilateralismo precede esse governo específico, sendo Trump o sintoma — e não a única causa — da fadiga democrática americana.
3. A Rússia de Putin e a Instrumentalização do BRICS:
A análise da Rússia é focada no revisionismo histórico. O autor descreve Putin não apenas como um ditador, mas como um "cleptocrata" que busca restaurar a esfera de influência soviética/imperial através da força bruta na Ucrânia.
- Análise Crítica:
A Conexão com os EUA: O texto sugere uma relação de subordinação ou manipulação ("controla o desequilibrado"), ecoando teorias sobre a interferência russa em democracias ocidentais para desestabilizá-las por dentro.
O BRICS como "Frankenstein": Esta é uma das observações mais agudas. Ao classificar o bloco como uma ferramenta diplomática russa, o autor contesta a narrativa de "cooperação do Sul Global", vendo-o como um mecanismo para legitimar regimes autoritários e criar um contraponto iliberal ao Ocidente.
* Síntese e Implicações:
O fio condutor do texto é a falência das instituições globais de controle. Ao rotular os três líderes como "criminosos de guerra", o autor remove o debate do campo da divergência política e o desloca para o campo da criminalidade internacional.
A fragilidade da argumentação reside na sua natureza panfletária, que tende a uniformizar fenômenos distintos (o sionismo de direita, o populismo americano e o totalitarismo russo) sob o mesmo rótulo de "demencial". No entanto, o texto acerta ao apontar um fenômeno real: o surgimento de uma internacional iliberal que desafia as fronteiras, os direitos humanos e a soberania de Estados vizinhos de forma coordenada ou inspirada.

Fonte (IA Gemini):

https://share.google/aimode/dIxI0lS5zfRItFsUO 

sexta-feira, 20 de março de 2026

O Brasil padece de um rumo - Hubert Alquéres Revista Será? (Comentário posterior de Madame IA)

O Brasil padece de um rumo

 Por  

Revista Será?, mar 20, 2026

[Nota PRA ulterior: Madame IA comentou o texto de Ubert Alqueres, provocada por Airton Dirceu Lemmertz, ao final!]

Por uma dessas coincidências da vida, encontrava-me na Irlanda quando o presidenciável Eduardo Leite lançou seu manifesto, no qual afirma que o Brasil não tem um problema de potencial, mas sim de direção. No texto do governador, chamou a atenção a referência à Irlanda como exemplo de um país que, sendo um dos mais atrasados da Europa, basicamente agrário e exportador de mão de obra, deu um salto para hoje ter renda per capita superior à média da União Europeia e tornar-se um polo mundial de inovação.

O chamado “Tigre Celta” não foi fruto do acaso. A virada irlandesa ocorreu porque seus dirigentes tiveram, no final dos anos 1980, a capacidade de tomar decisões estratégicas que alteraram o rumo do país. Reduziram impostos para atrair empresas globais de tecnologia e da indústria farmacêutica e, desde o início dos anos 1990, investiram de forma consistente na educação técnica e na articulação entre universidades e setor produtivo, qualificando sua mão de obra.

O resultado foi a criação de um ambiente dinâmico de inovação, com a proliferação de startups impulsionadas por trabalhadores formados nessas grandes empresas. A Irlanda soube aproveitar sua inserção no mercado europeu para se transformar em exportadora de bens de alto valor agregado, deixando para trás a condição de economia primária.

Para efeito de contraste, a Grécia, outro país europeu de trajetória semelhante até os anos 1980, seguiu caminho distinto, baseado na expansão do Estado na economia. O resultado foi uma estrutura produtiva pouco competitiva e uma grave crise fiscal em 2010.

A experiência irlandesa integra um conjunto mais amplo de países que conseguiram superar o atraso e dar saltos de produtividade, como Coreia do Sul, China, Índia e Vietnã. No mesmo período, o Brasil, cuja economia foi a que mais cresceu no mundo entre 1950 e 1980, passou a crescer de forma errática. Nos últimos 45 anos, a média de expansão do PIB tem girado em torno de míseros 2% ao ano.

Essa realidade nos leva a adaptar, com termos mais comedidos, a pergunta formulada por Vargas Llosa em Conversa no Catedral: quando foi que o Brasil se perdeu? Ou, mais precisamente, em quantos momentos se perdeu?

Um marco possível está no esgotamento do modelo de substituição de importações, sustentado pelo nacional-desenvolvimentismo, com forte presença do Estado, protecionismo e isolamento relativo da economia. Esse modelo foi importante para a formação da indústria de base e de bens duráveis, especialmente nos períodos de Vargas e Juscelino, mas produziu também inflação, baixa produtividade e ineficiências.

Com a redemocratização, a Nova República herdou dois problemas centrais: a dívida externa e a inflação crônica. Ao mesmo tempo, impunha-se a abertura econômica e a construção de um Estado de bem-estar social, em um contexto de crescente globalização. Era necessário modernizar o Estado e preparar o país para integrar-se às cadeias produtivas globais.

Não era tarefa para um único governo. Exigia um projeto de nação de longo prazo, sustentado ao longo de diferentes ciclos políticos. Ainda assim, houve avanços importantes. A Constituição de 1988 estabeleceu as bases institucionais, e o Plano Real criou as condições mínimas de estabilidade, ao controlar a inflação e reorganizar a economia.

Quando Lula assumiu seu primeiro mandato, o país reunia condições favoráveis para dar um novo salto: bônus demográfico, maior organização institucional e um ambiente internacional positivo, impulsionado pelo boom das commodities. Esse contexto poderia ter financiado uma reindustrialização voltada à inovação e à elevação da produtividade, como fizeram outros países.

Esse potencial, no entanto, não se traduziu em uma mudança estrutural. Houve avanços na ampliação de programas sociais, mas a estratégia econômica priorizou o consumo em detrimento de investimentos mais robustos em inovação, qualificação da força de trabalho e inserção competitiva na economia global.

A partir da metade do segundo mandato, consolidou-se uma orientação em que o Estado voltou a assumir papel central como indutor da economia, em uma reedição de estratégias já testadas no passado. A aposta no pré-sal como vetor de futuro ocorreu em paralelo a um cenário internacional que já sinalizava a transição energética.

O resultado foi uma deterioração significativa no período seguinte, com a forte recessão observada no governo Dilma. Com exceção de alguns setores altamente competitivos, como o agronegócio, o Brasil segue com dificuldades para se inserir de forma consistente nas cadeias globais de maior valor agregado.

Chegamos, assim, ao presente: um país de grande potencial, mas sem direção clara. Reitera-se a condição de “país do futuro”, evocada por Stefan Zweig, um futuro que se projeta, mas não se realiza.

A esse quadro somou-se uma crescente divisão interna. O debate político recente tem se concentrado menos em projetos de país e mais na rejeição mútua entre polos. Discute-se o acessório, em detrimento de temas estruturais.

Enquanto isso, o mundo passa por transformações profundas, com reorganização de cadeias produtivas, avanço tecnológico acelerado e redefinição de estratégias nacionais de longo prazo. E o Brasil segue preso a disputas de curto prazo, sem uma agenda clara que articule seu potencial produtivo às exigências de um cenário global em rápida mudança.

Falta, em síntese, direção.

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Hubert Alquéres é presidente da Academia Paulista de Educação.

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[Comentário de Madame IA a este texto de Hubert Alqueres, transcrito por mim no meu blog Diplomatizzando: 

Seu paralelo entre a Irlanda e o Brasil toca no ponto nevrálgico do desenvolvimento: a diferença entre crescimento oportunista (ciclos de commodities) e crescimento estrutural (produtividade). O "Tigre Celta" não foi apenas um corte de impostos, foi um pacto de coesão social (o Programme for National Recovery de 1987) onde governo, sindicatos e empresas concordaram em moderar salários em troca de estabilidade e investimento pesado em educação técnica.
O Brasil, como você bem pontuou, parece ter "se perdido" em meio a transições incompletas. Alguns pontos que reforçam sua análise sobre essa falta de direção:
* A Armadilha da Renda Média: O Brasil ficou estagnado no modelo de substituição de importações por tempo demais. Enquanto a Coreia do Sul usou o Estado para forçar suas empresas a competirem no mercado global, o Brasil usou o Estado para protegê-las da competição, gerando uma indústria muitas vezes ineficiente.
* Consumo vs. Investimento: Durante o boom das commodities mencionado, o Brasil optou por expandir o crédito e o consumo interno. Foi eficaz para tirar milhões da pobreza imediata, mas não alterou a "fábrica" do país. Não houve o salto educacional tecnológico que a Irlanda ou o Vietnã priorizaram.
* O Custo da Polarização: Sua observação sobre o debate focado no "acessório" é precisa. Enquanto discutimos pautas de costumes ou vinganças políticas, perdemos a janela da Nova Industrialização Ganhosa (baseada em transição energética e inteligência artificial), onde o Brasil teria vantagens comparativas brutais.
A pergunta de Vargas Llosa, "¿En qué momento se havia jodido el Perú?", adaptada para o Brasil, sugere que não foi um único momento, mas uma sucessão de escolhas pelo curto prazo.

Fonte (via Airton Dirceu Lemmertz) (IA Gemini):

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