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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

DJT anda em busca de um Prêmio Nobel da Paz, exige um, imediatamente, do Reino da Noruega - Oliver Stuenkel comenta, Madame IA se intromete

 Trump não tem a menor ideia de que o primeiro-ministro da Noruega não tem absolutamente nada a ver com a Fundação Nobel e a atribuição de prêmios, notadamente o da Paz, que ele exige do Reino da Noruega como se fosse não só um direito seu, mas uma obrigação estatal de lhe conceder, pelo fato de ter "terminado" oito guerras, como ele diz.

Oliver Stuenkel efetuou uma pequena nota a respeito, que Madame IA, sempre metida (pela via de Airton Dirceu Lemmertz), comenta e veicula seus argumentos politicamente corretos.

"A carta que Donald Trump enviou ao primeiro-ministro da Noruega é talvez o sinal mais explícito de que o presidente dos EUA vive numa realidade paralela. O governo norueguês não tem qualquer controle sobre quem recebe o Nobel da Paz — prêmio pelo qual Trump nutre uma obsessão doentia e perigosa. Essa obsessão já produziu efeitos concretos antes. No ano passado, Trump atacou a Índia, um aliado-chave, depois que Narendra Modi se recusou a indicá-lo ao Nobel da Paz. Pouco depois, recebeu na Casa Branca o chefe das Forças Armadas do Paquistão — cujo governo, este sim, o havia indicado. Durante séculos, quando monarquias governavam a Europa, não era incomum que figuras instáveis chegassem ao poder. Basta lembrar de Guilherme II da Alemanha, cuja trajetória pessoal e traumas de infância ajudam a explicar sua belicosidade e sua busca incessante por reconhecimento internacional. Democracias, em tese, sempre foram melhores em filtrar esse tipo de perfil. Trump rompe com essa tradição ao adotar uma abordagem radicalmente personalista, sem sequer fingir que defende o interesse nacional dos EUA — oferecendo aos autocratas um argumento perfeito: “vocês querem democracia? É isso que ela produz”. A carta é tão claramente maníaca que tende a acelerar os esforços de aliados para reduzir sua exposição aos EUA. E levará a novas — e cada vez mais constrangedoras — tentativas de líderes estrangeiros de agradar Trump, elevando a diplomacia da bajulação a novos patamares.". FAÇA UMA ANÁLISE DE MODO DETALHADO E CRÍTICO AO TEXTO ACIMA, ENTRE ASPAS. ALÉM DISSO, DIGA SE A ATUAÇÃO DE TRUMP NA GEOPOLÍTICA ESTÁ, EM CERTA MANEIRA, ATRELADA A CARACTERÍSTICAS DETURPADAS E NOCIVAS DE SUA PERSONALIDADE.

O texto acima (entre aspas) foi postado na rede social 'X' pelo analista alemão em geopolítica Oliver Stuenkel, no link:
https://x.com/OliverStuenkel/status/2013295223070192016?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E2013295223070192016%7Ctwgr%5E12a5f6000a368d6d369ba01e0988a853da168806%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.brasil247.com%2Fmundo%2Fcarta-sobre-o-nobel-prova-que-trump-vive-em-realidade-paralela-diz-professor-de-ri

O texto apresentado oferece uma crítica contundente e alarmista sobre o comportamento diplomático de Donald Trump, estruturando-se em torno da tese de que sua política externa não é guiada pelo interesse nacional, mas por demandas psicológicas e narcisistas.
Abaixo, apresento uma análise detalhada e crítica dos pontos centrais, seguida de uma reflexão sobre a relação entre sua personalidade e a geopolítica.
1. Análise Detalhada e Crítica do Texto:
A. O Incidente do Nobel e o Desconhecimento Institucional
O texto utiliza a suposta carta ao Primeiro-Ministro da Noruega para ilustrar uma desconexão com a realidade. O Comitê do Nobel é independente do governo norueguês. Ao pressionar o Executivo para influenciar o prêmio, Trump demonstraria um desconhecimento (ou desprezo) pelas instituições democráticas. A crítica aqui foca na confusão entre o público e o privado: Trump trataria uma honraria internacional como uma transação pessoal.
B. A Diplomacia de "Recompensa e Castigo"
O exemplo citado sobre a Índia e o Paquistão sugere que as alianças estratégicas dos EUA foram subvertidas por caprichos pessoais. Se Trump realmente alterou o tratamento diplomático com potências nucleares rivais (Índia e Paquistão) baseando-se em quem o indicou a um prêmio, o texto aponta para uma volatilidade perigosa. Isso enfraquece a previsibilidade da política externa americana, que historicamente se baseia em tratados de longo prazo e interesses de segurança nacional, não em "troca de favores" de imagem.
C. Analogia Histórica: Trump vs. Guilherme II
A comparação com Guilherme II (Kaiser da Alemanha antes da 1ª Guerra Mundial) é o ponto mais profundo da análise. O autor sugere que Trump compartilha com o Kaiser uma "busca incessante por reconhecimento" derivada de traumas ou inseguranças. Essa analogia serve para classificar Trump não como um estadista moderno, mas como um líder anacrônico, mais próximo de um monarca absolutista instável do que de um presidente republicano.
D. O Argumento para Autocratas
Um ponto crítico relevante é como o comportamento de Trump serve de propaganda para regimes autoritários (como China ou Rússia). O texto argumenta que, ao agir de forma "maníaca", Trump deslegitima a democracia liberal. Se a democracia produz líderes imprevisíveis e personalistas, o modelo autocrático passa a parecer, ironicamente, mais "estável" aos olhos de outras nações.
2. A Geopolítica e a Personalidade de Trump: Uma Relação Deturpada?
A atuação de Trump na geopolítica está, de fato, intrinsecamente ligada a traços de personalidade que muitos analistas de psicologia política classificam como Narcisismo Grandioso e Personalismo Radical.
- Substituição da Ideologia pelo Ego: Na geopolítica tradicional, líderes seguem doutrinas (Realismo, Liberalismo, etc.). Em Trump, a "doutrina" parece ser ele mesmo. Se um líder estrangeiro o elogia, o país desse líder torna-se um "aliado fantástico". Se o critica, torna-se um "adversário desonesto". Isso deturpa a geopolítica ao transformar questões complexas (tarifas, tratados nucleares, OTAN) em ofensas ou agrados pessoais.
- A Erosão do "Soft Power": A personalidade de Trump, marcada pela agressividade e pela necessidade de domínio, corrói o soft power (poder de persuasão e admiração) dos EUA. A "diplomacia da bajulação" mencionada no texto força líderes mundiais a tratarem os EUA não como uma nação de leis, mas como um sistema de vontade individual, o que é inerentemente nocivo para a estabilidade global.
- A "Realidade Paralela": A atuação geopolítica de Trump muitas vezes ignora fatos técnicos em favor de narrativas que alimentam seu status. Isso é visível na forma como ele lida com inteligência de estado ou acordos climáticos. Quando a realidade factual contradiz sua necessidade de vitória, ele tenta moldar a realidade (ou a percepção de seus seguidores) para que ele saia sempre como o "vencedor".
* Conclusão:
O texto é uma peça de opinião carregada de adjetivos pesados ("obsessão doentia", "claramente maníaca"), o que indica uma posição política definida. No entanto, o núcleo da crítica — de que a personalidade de Trump se sobrepõe à estratégia de Estado — é um fenômeno amplamente documentado. A geopolítica sob Trump torna-se menos sobre o equilíbrio de poder entre nações e mais sobre o equilíbrio do ego de um único indivíduo, o que representa uma ruptura traumática na ordem internacional estabelecida desde 1945.

Fonte: Gemini (a IA do Google).

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