Sem dúvida é excepcional que um povo, no planeta Terra, possa comemorar esse longo período de história, não exatamente contínua, mas apresentando de toda forma certa linearidade cultural e sobretudo religiosa.
Isso corresponde, aproximadamente a 273 gerações (considerando-se que cada geração possa corresponder a 25 anos).
Nem o povo chinês, provavelmente outro dos mais longevos, histórica e culturalmente falando, do mundo, pode exbir tal linearidade histórica ou religiosa.
Meus cumprimentos ao povo judeu, aos seus atuais descendentes, sobretudo meus agradecimentos intelectuais pelo imenso aporte que esse pequeno povo fez em benefício de toda a humanidade, nos campos da filosofia, da medicina, das ciências em geral, e sobretudo em benefício da tolerância mútua, do respeito à vida, de valores elevados de direitos humanos e de solidariedade.
Shalom e longa vida ao povo judeu.
São os meus modestos votos.
Paulo Roberto de Almeida
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
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3 comentários:
Caro Senhor Paulo Roberto Almeida, é sempre bom sentir esse carinho pelo povo judeu, pelo meu povo. Um povo que ao longo de gerações sofreu injustiças mas nunca deixou de contribuir para a humanidade, assim como o senhos mesmo disse. Fico feliz com seus votos. Agradeço do fundo do meu coração.
Shalom
Meu caro Angelo,
Fico feliz com seu comentario e eu lhe agradeço, sincera e sensibilizadamente, pelas suas palavras.
Mas, insisto: sou eu quem, como cidadão do mundo e beneficiário dos imensos aportes feitos pelo povo judeu em benefício de toda a humanidade, tenho de agradecer, mais uma vez e explicitamente, o enorme cabedal de invenções surpreendentes, descobertas e avanços científicos, inovações tecnológicas, jóias literárias, tesouros da filosofia e, sobretudo, um exemplo prático de tolerância, de valores humanísticos, de preservação da vida em todas as suas formas, de gestos inesquecíveis de solidariedade, enfim, de benefícios espirituais, materiais e intelectuais feitos voluntariamente para o bem estar, a paz e a melhoria concreta de toda a humanidade.
Provavelmente nunca houve, nem nunca haverá na história da humanidade, tal exemplo de povo tão desproprocionalmente diminuto que tenha feito contribuições proporcionalmente gigantescas em prol da espécie humana (e da natureza também).
Sou absolutamente isento a fazer tais elogios, pois não tenho nenhum parentesco com o povo judeu, não sou nada religioso, nem disponho de contatos ou amizades especiais entre o seu povo. Apenas faço uma reflexão puramente intelectual, julgando fatos e apreciando objetivamente os processos históricos, e creio ter feito meus comentários iniciais de modo relativamente objetivo.
Não disponho, assim, de qualquer registro histórico de qualquer outro povo que tenha oferecido tamanha contribuição voluntária em benefício da humanidade.
Não sou eu quem estou dizendo, basta consultar o diretório dos Prêmios Nobel, a lista dos maiores inventores da humanidade, os grandes cientistas, escritores e literatos, em geral, sem esquecer dirigentes políticos, médicos, filósofos, ou simples artesãos e trabalhadores honestos.
Colocando de um lado da "contabilidade" o estoque de invenções, obras, descobertas e outros tesouros da humanidade e, do outro lado, o "volume demográfico" do povo judeu, constatamos uma "brutal" (no bom sentido) desproporção entre o número diminuto de pessoas (talvez menos de 0,5% da humanidade) e o imenso aporte de "bondades".
Isto sim merece ser comemorado, e aliás, mereceria uma obra a respeito, se ela já não existe...
Paulo Roberto de Almeida
Caro Sr. Paulo R. ALmeida.
Esta obra que o Sr. Mencionou já existe. A Bíblia.
Abraços
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