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Este blog trata basicamente de ideias, se possível inteligentes, para pessoas inteligentes. Ele também se ocupa de ideias aplicadas à política, em especial à política econômica. Ele constitui uma tentativa de manter um pensamento crítico e independente sobre livros, sobre questões culturais em geral, focando numa discussão bem informada sobre temas de relações internacionais e de política externa do Brasil. Para meus livros e ensaios ver o website: www.pralmeida.org.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Fidel-ZéDirceu-Chavez: os humoristas da vez (não consigo parar de rir...)

Incrível essa: a gente acaba justo de fechar uma notícia hilariante, como a que eu postei logo abaixo, e pensa que vai descansar, parar de sacudir a barriga de tanto rir, e esse pessoal não perdoa, não dá trégua: aí vem eles outra vez para nos fazer morrer de rir...
Vou ter de mudar de ramo nesta coisa de blog: só notícias mortuárias, para ninguém sair por aí rindo do que não se deve...
Vejam essa:

José Dirceu segue Fidel e acusa EUA de manipular noticiário contra… Kadafi!
O Estado de S.Paulo, 27/02/2011

Na última terça-feira, Fidel Castro escreveu em uma das suas “reflexões” que a Líbia era vítima de uma forte campanha midiática e isentou o ditador Muamar Kadafi do massacre que deixou centenas de mortos na última semana. Ontem, as palavras do líder cubano ganharam o apoio do ex-ministro e deputado cassado José Dirceu. Em seu blog, ele atribuiu aos EUA a responsabilidade por uma “manipulação do noticiário e uma intervenção branca”. Dirceu criticou ainda as sanções unilaterais anunciadas na sexta-feira pelos americanos, dizendo que seu real objetivo, ao apressar a queda de Kadafi, seria “comandar a transição para controlar as reservas e a produção de petróleo e evitar um governo antiamericano ou pró-palestino ao fim da crise líbia”. Dirceu questiona a razão para que sanções não tenham sido impostas ao Egito.

No texto de Fidel, que também contou com o apoio do presidente venezuelano, Hugo Chávez, o líder cubano sustentou que os EUA não hesitariam em enviar ao país as forças da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) se isso lhes conviesse. Ao final, reforçou seu apoio a Kadafi, ressaltando os laços que uniam os dois países.
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