Recebi vários comentários e algumas demandas paralelas, por isso retomo o assunto que já foi objeto de alguns posts abaixo: as péssimas, horrorosas, pavorosas (com poucas exceções) traduções brasileiras de livros estrangeiros, sobretudo especializados.
Se fosse só a qualidade da tradução, seria parte do problema, ainda que o principal. Mas o custo é igualmente extorsivo (em grande medida por culpa do governo).
Por isso recomendo a todos que comprem livros da maior rede de sebos do mundo:
Abebooks.com
Tem também na França (Abebooks.fr), na Grâ-Bretanha (.uk), na Alemanha (.de) etc., etc., etc.
Podem conferir: para qualquer título corrente que vocês imaginarem, tem pelo menos 50 ofertas, de 4 a 40 dólares, enfim, todos os preços. Tem livros praticamente novos sendo vendidos por menos de 10 dólares.
Mesmo agregando um frete para o Brasil que pode ficar entre 10 e 15 dólares, dependendo do peso do livro, ainda assim fica pelo menos a metade do preço do equivalente brasileiro, se houver, quando não três vezes menos.
Não se deixem mais roubar, pelo preço e pela tradução, por edições brasileiras.
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Livros: compre originais na Abebooks, varias vezes mais barato que edicoes brasileiras
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3 comentários:
"Ai dos feitores de traduções literárias que, ao traduzir cada palavra, enfraquecem o sentido! Este é bem o caso em que se pode dizer que a letra mata e o espírito vivifica."
*Voltaire
Vale!
Fora alternativas como o Kindle que é um objeto de cobiça meu para o próximos meses que ajuda na parte de não esperar pelo transporte do produto, o que é sempre difícil para um ansioso como eu.
Ótima dica professor, mas creio que os patriotas de sempre vão aparecer com várias acusações a mesma ladainha profana de sempre.
Abs,
Agradeço os esclarecimentos.
Cassiano Santana.
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