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Este blog trata basicamente de ideias, se possível inteligentes, para pessoas inteligentes. Ele também se ocupa de ideias aplicadas à política, em especial à política econômica. Ele constitui uma tentativa de manter um pensamento crítico e independente sobre livros, sobre questões culturais em geral, focando numa discussão bem informada sobre temas de relações internacionais e de política externa do Brasil. Para meus livros e ensaios ver o website: www.pralmeida.org. Para a maior parte de meus textos, ver minha página na plataforma Academia.edu, link: https://itamaraty.academia.edu/PauloRobertodeAlmeida;

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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

TOPBOOKS - Editora dos livros do Liberty Fund no Brasil

TOPBOOKS - Editora dos livros do Liberty Fund no Brasil

PROGRAMA DE COEDIÇÕES
Instituição educacional privada, o LIBERTY FUND tem por filosofia estimular o ideal de uma sociedade composta de indivíduos livres e responsáveis, ideal que se forma na Antigüidade e atravessa toda a História. Para isso, coordena e patrocina diversos programas educativos, alimentando a discussão sobre questões permanentes, relativas à organização social do mundo. Além do apoio a programas de pós-graduação e intercâmbio universitário, a cada ano mais de 180 conferências são proferidas por intelectuais e acadêmicos, em todos os continentes, e cerca de 20 livros são lançados em edições críticas.

No Brasil, o LIBERTY FUND vem realizando colóquios desde 1990, e em 2003 iniciou, em parceria com a TOPBOOKS, um programa editorial que tornará disponíveis para o leitor brasileiro textos clássicos fundamentais da cultura do homem, até então inéditos aqui, com ensaios introdutórios de renomados intelectuais e projeto gráfico e capas do designer Victor Burton. Dos 20 títulos escolhidos para compor a Coleção Liberty Classics já foram editados 19.
Dos 10 escolhidos na primeira etapa do convênio, em 2003 (leia aqui), somente A fábula das abelhas ou vícios privados, benefício público, de Bernard Mandeville (com comentário crítico, histórico e explanatório de F. B. Kaye e introdução à edição brasileira de Denis Lerrer Rosenfield), ainda está em produção. Por conta da importância, da densidade e do tamanho do texto (mais de 1.400 páginas em dois volumes), este livro – que fechará em grande estilo a Coleção Liberty Classics – foi programado para o segundo semestre de 2015, quando a Topbooks completa 25 anos de fundação. 
Da segunda fase do programa, também composta de 10 títulos, já lançamos todos. O primeiro deles saiu em julho de 2006: O homem racional / Uma interpretação moderna da ética aristotélica, do filósofo americano Henry Babcock Veatch, apontado entre os melhores livros de introdução à ética, em geral, e à ética aristotélica , em particular. O segundo, que chegou às livrarias em novembro do mesmo ano, está entre as mais prestigiadas obras do filósofo, historiador e crítico italiano Benedetto Croce: História como história de liberdade. Já o terceiro desta segunda etapa, Os deveres do homem e do cidadão de acordo com as leis do direito natural, do pensador alemão Samuel Pufendorf, saiu do forno em abril de 2007, e entre setembro e outubro do mesmo ano vieram a lume mais dois títulos: Princípios de política aplicáveis a todos os governos, do suíço Benjamin Constant, um dos líderes do jornalismo liberal, e A crise do século XVII – Religião, a Reforma e mudança social, composto de nove ensaios produzidos entre 1956 e 1967 pelo historiador inglês Hugh Trevor-Roper. 
Em março de 2008 publicou-se mais um: a obra clássica do historiador francês François Guizot, intitulada A história das origens do governo representativo na Europa, e em dezembro do mesmo ano chegaram às livrarias as Conferências sobre retórica e belas-letras do economista e filósofo escocês Adam Smith. O último foi Ensaios – Uma antologia, de Lord Acton, e o penúltimo – Reflexões sobre a Revolução na França, do irlandês Edmund Burke – alcançou o maior sucesso de vendas: a primeira edição esgotou em poucos meses, e a segunda já está no prelo. 
Com tal iniciativa, pretende-se contribuir para o debate sobre as liberdades individuais e coletivas, gesto oportuno neste momento de complexas transformações no país e no mundo.

PRIMEIRA FASE
ALTHUSIUS
Importante teórico do consentimento, do contrato, do federalismo e do corporativismo, o alemão Althusius (1557-1638) conciliou idéias bíblicas, aristotélicas e neocalvinistas em um original sistema político, baseado em princípios das leis natural e contratual. A recuperação de seu pensamento se deve, sobretudo, a dois aspectos, sintetizados na Política: sua filosofia do direito e seu federalismo. Apesar da moldura teológica, fundada na religião calvinista, trata-se do primeiro livro a apresentar uma teoria abrangente do federalismo republicano, enraizada no conceito de associação simbiótica e na idéia do consenso.
Pensador seminal, Althusius foi resgatado por teóricos alemães que, no século XIX, lutaram pela unificação da Alemanha segundo princípios federativos. Seu pensamento também foi assimilado pelos americanos, que construíram o federalismo moderno com base no individualismo e reintroduziram a idéia do Estado como associação política, mais que como instituição reificada. No século XX, a importância do autor foi observada pelo teórico liberal alemão Carl Friedrich, que em 1932 relançou a edição de 1614 da Política acrescentando elucidativo prefácio sobre a vida e a obra do autor. Hoje, quando os cientistas sociais se preocupam em investigar o problema da liberdade em relação com a família, as comunidades étnicas e outras formas de associação, as idéias de Althusius sobre o constitucionalismo e a regulação filosófica dos processos políticos voltam a ganhar atualidade.

BABBITT
Quando Democracia e Liderança foi publicado em 1924, o crítico Herbert Read afirmou, com justiça, que a motivação de Irving Babbitt (1865-1933) era "o restabelecimento de padrões humanistas no lugar das confusões utilitárias humanitárias ou românticas", então muito em voga. O livro tornou-se um marco do pensamento político moderno, o mais representativo do pensador da cultura e ensaísta americano, que não deixou uma obra extensa porque gastou grande parte da sua vida em controvérsias públicas, contestando os valores e convicções mais arraigados nos meios acadêmicos de sua época e atacando filósofos como Rousseau, Francis Bacon, Karl Marx e John Dewey.
Babbitt nunca hesitou em remar contra a corrente dos movimentos intelectuais de seu tempo, submetendo a exame crítico implacável todas as convicções morais e estéticas de seus contemporâneos. Combateu o marxismo, o freudismo, o instrumentalismo e o naturalismo. Desdenhava o sucesso fácil e a popularidade. Já na estética, opôs-se violentamente às diversas doutrinas que defendiam a arte pela arte, afirmando o propósito moral e a dimensão ética da experiência artística. Como teórico da educação, combateu com fervor a decadência da universidade americana. Seu diagnóstico da erosão dos padrões éticos e culturais da América e sua defesa do autodomínio moral contra o culto à despreocupação são temas que permanecem atuais.

BURCKHARDT
Jacob Burckhardt (1818-1897) considerava a beleza e a liberdade os dois valores fundamentais da existência humana, e a tentativa de estabelecer um vínculo entre eles está presente em toda a sua obra, sejam os textos teóricos sobre a História da Arte, sejam as cartas escritas ao longo de quase 60 anos, que refletem uma impressionante coesão de pensamento. Defensor da moderação, esse historiador suíço de expressão alemã era pessimista em relação aos grandes fenômenos sociais de seu século: a democracia de massa, o igualitarismo e o culto do crescimento econômico e do progresso. Filia-se, nesse sentido, à tradição de liberalismo aristocrático de Edmund Burke, Alexis de Tocqueville e Ortega y Gasset.
Endereçadas a alguns dos mais importantes pensadores da sua época, entre eles Friedrich Nietzsche, estas Cartas tratam com entusiasmo de temas que mobilizavam os debates intelectuais nas mais diversas áreas: arte, arquitetura, história, poesia, música, religião. Burckhardt fez do indivíduo o centro de suas investigações: para ele, grandes personalidades podem alterar o rumo de épocas inteiras. Ao mesmo tempo, acreditava que as culturas amadurecem e entram em declínio como tudo na natureza. Daí a descrença no progresso histórico, na contracorrente do otimismo que prevalecia na época, e a rejeição ao sistema hegeliano, segundo o qual a História expressa a realização de um espírito absoluto. Sua defesa das verdadeiras e vigorosas raízes espirituais da liberdade e seu elogio da beleza continuam na ordem do dia.

LORD ACTON
Considerado o homem mais culto da Inglaterra vitoriana, Lord Acton (1834-1902) fez da defesa da liberdade uma verdadeira religião, e seus ensaios são fundadores de uma tradição liberal no Ocidente. Escrevendo sobre os temas mais diversos, Acton empenhou-se em demonstrar uma linha evolutiva da liberdade no mundo sem que esta convicção comprometa o rigor de seu método histórico. Ele concilia a pesquisa criteriosa dos arquivos primários com a necessidade de uma fundamentação da História no juízo moral, mesmo quando este juízo contraria as convicções do próprio historiador.
É a liberdade o tema que unifica esta abrangente Antologia, reunião de seus ensaios mais representativos, como "A história da liberdade na Antigüidade" e "A história da liberdade do cristianismo" - partes de uma inacabada e ambiciosa História da Liberdade. Lord Acton enfatizou a objetividade na busca da verdade histórica e desempenhou papel fundamental na transformação da historiografia inglesa em disciplina científica, inspirada na escola alemã, e ao mesmo tempo preocupada com o sentido da História, que reside, segundo ele, na liberdade humana. Por sua obra e pela influência que exerceu, é um pensador católico de suprema importância e suas originais análises da natureza da liberdade individual e política permanecem atuais.

POLANYI
De uma família de ilustres cientistas na Hungria, o químico Michael Polanyi (1891-1976) experimentou em primeira mão os horrores do totalitarismo e das duas guerras mundiais (serviu como médico do exército austro-húngaro na primeira), o que determinou em parte a sua contestação a qualquer modelo social centralizado e planificado de maneira supostamente científica. O interesse de Polanyi pela vida política na Europa se intensificou nos anos 30, quando a civilização tremia ante as ameaças do futuro, e se consolidou nos anos 40, quando os europeus passaram a olhar melancolicamente para o passado.
Os ensaios reunidos em A lógica da liberdade (1951) representam os esforços renovados do autor "para esclarecer a posição da liberdade em resposta a diversas questões levantadas por nosso conturbado período da História". Polanyi combatia a visão instrumentalista e pragmática da ciência então em voga, por acreditar que ela ameaçava a liberdade pública e perdia de vista os mistérios da existência. Essa relação entre a ciência e liberdade, entre a ideologia e a pesquisa, é o ponto de partida dessa obra e da correspondência que Polanyi manteve com economistas e intelectuais como F. A. Hayek, John Maynard Keynes e T. S. Eliot.

HUME
As implicações do pensamento do escocês David Hume (1711-1776) são unanimemente reconhecidas como revolucionárias. Seu empirismo cético engendrou problemas filosóficos que subverteram as correntes dominantes do pensamento ocidental da época, influenciando os rumos da história, da política, da demografia, da economia, da literatura, da moral e da estética. Sua independência o fez questionar as mais arraigadas convicções do cristianismo e das ciências naturais de seu tempo, e até mesmo o projeto cartesiano de conciliação entre ciência e religião foi alvo de seus ataques.
Para se chegar a uma compreensão correta das idéias de Hume, faz-se necessária a leitura atenta destes Ensaios, que lançam os fundamentos de uma filosofia prática, estreitamente ligada à vida cotidiana. Publicados pela primeira vez em 1741, são textos fluentes, em tom informal, dirigidos fundamentalmente ao leitor comum, que Hume desejava atingir após o fracasso de seu Tratado sobre a natureza humana, por acreditar que o intercâmbio permanente entre os "homens de letras" e os "homens do mundo" era benéfico para todos. Essa aproximação entre filosofia e cotidiano é uma das principais contribuições dos escritos aqui reunidos.

PASSMORE
O filósofo e cientista político John Passmore realiza em A perfectibilidade do homem (1970) um ambicioso balanço das diversas formas de se interpretar os conceitos de perfeição e perfectibilidade ao longo da História, desde os antigos gregos aos dias atuais, passando pelo cristianismo, o Renascimento, o Iluminismo, o anarquismo, as utopias, o comunismo e as teorias evolucionistas do homem e da sociedade. O autor recorre não somente a obras filosóficas e teológicas mas também a literárias, como os romances de George Orwell e Zamiatin.
Nascido na Austrália em 1914, Passmore traça neste livro um panorama amplo e refinado no qual explora as variações do conceito de perfectibilidade do homem e as diferentes conseqüências da idéia de que indivíduo e sociedade podem ser aperfeiçoados, aí incluídas as conseqüências negativas - das quais o turbulento século XX é fértil em exemplos - muitas vezes catastróficas para as liberdades e responsabilidades individuais e para o destino político e econômico das nações. E mostra como a ação social e o progresso científico se tornaram caminhos para o aperfeiçoamento do homem. Obra profunda e incisiva, nem por isso deixa de ser acessível ao leitor comum, por conta de sua linguagem clara e distante do jargão acadêmico.

OAKESHOTT
Para Michael Oakeshott (1901-1990), o desafio específico dos historiadores é deixar de lado quaisquer preocupações de ordem prática ou ideológica em sua abordagem do passado, pois uma das maiores ilusões do ser humano é a crença em sistemas que nos levarão à perfeição final numa terra prometida. Desafio extremamente difícil, porque geralmente nosso interesse predominante não está na História em si, mas na política retrospectiva, e temos a tendência a transformar sistemas filosóficos em evangelhos. Sobre a História(1983) reúne cinco ensaios do pensador inglês que abordam temas centrais da ciência política, como a natureza da História, o primado da lei e a luta pelo poder inerente à condição humana.
Oakeshott se destaca entre os filósofos políticos modernos por ter levado até os limites do entendimento humano suas dúvidas quanto aos fundamentos racionais. É um equívoco, porém, classificá-lo como cético; ao contrário, sua compreensão da liberdade decorre do fato de acreditar que não estamos condenados a "obter e gastar" - à "dança macabra das necessidades e satisfações" - e que existem diferentes maneiras de respondermos ao mundo. A original abordagem histórica deste pensador inglês foi forjada pela leitura de Sócrates, Santo Agostinho, Montaigne e Hobbes, mas ele não entendia os clássicos como repositórios de conhecimentos e lições de uso prático, e sim como introduções a modos de pensar.

MANDEVILLE
"Não pode haver dúvidas de que a obra de Mandeville teve uma enorme circulação e levou muitas pessoas a refletir sobre problemas importantes", escreveu o economista F. A. Hayek a propósito de A fábula das abelhas. Já Samuel Johnson afirmou que a leitura de Mandeville na juventude alargou muito sua visão das coisas. Ainda hoje, quase três séculos após sua primeira edição, este livro ainda impressiona pelo frescor do estilo, pela vitalidade do pensamento e por sua interpretação original e mordaz da dinâmica social e econômica da História.
Publicado originalmente em 1714, A fábula das abelhas defende a tese de que vícios privados trazem benefício público, como já sugere o subtítulo da obra. Quando cada indivíduo trabalha tendo em vista somente os próprios interesses, acaba contribuindo para o bem coletivo, afirma o holandês Bernard Mandeville (1670-1733). Daí sua rejeição a qualquer interferência dos poderes públicos na vida social, antecipando a teoria do laissez-faire e aproximando-se das idéias de Adam Smith sobre a "mão invisível" do desenvolvimento econômico, que por sua vez resultou na tese do "egoísmo ético" da economia moderna, isto é: a de que o vício é o alicerce da prosperidade nacional e da felicidade. Quase 300 anos depois, as teses de Mandeville continuam a alimentar debates sobre os rumos do mundo em que vivemos.

HUMBOLDT
Friedrich Hayek classificou Wilhelm von Humboldt (1767-1835) como "o maior filósofo da liberdade", e Lord Acton se referiu a ele como "a figura mais importante da Alemanha". A leitura de Os limites da ação do Estado, publicado originalmente em 1852, ajuda a entender por quê. Valiosa introdução ao pensamento político liberal clássico, trata-se de um livro crucial para o desenvolvimento do liberalismo na Europa no século XIX. Neste livro - que teve influência decisiva sobre outro ensaio clássico, Da Liberdade, de John Stuart Mill - Humboldt aborda a relação entre a liberdade e o desenvolvimento da personalidade individual, discute a ação do Estado no cerceamento dos cidadãos e sugere instrumentos para frear este papel limitador.
Crítico radical de qualquer forma de intervenção estatal na vida dos cidadãos, Humboldt parte do princípio de que todas as regulamentações governamentais contêm algum grau de coação, o que pode levar os homens a esperar orientação e ajuda externa em vez de buscá-las eles próprios. A vida em comunidade é um tema central na sua filosofia política, e é justamente em Os limites da ação do Estado que Humboldt desenvolve seu conceito do homem como um animal social, empenhado em progredir e cultivar-se. Daí a crítica aos grandes Estados, pois o autor estava convencido de que eles impediam o pleno desenvolvimento dos indivíduos.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Títulos de PRAlmeida nas bibliotecas universitárias da França

Não tenho certeza de que esse "Campus Condorcet", em Aubervilliers, contenha todos os catálogos de todas as bibliotecas universitárias francesas. Aparentemente, apenas 11 instituições universitárias, com algumas dezenas de unidades de pesquisa, estão filiadas a essa Base de Dados, o que já é alguma coisa.
Em todo caso, uma breve consulta ao catálogo, sob o meu nome, revelou a existência de mais de 900 fichas. Eliminei a maior parte dos "homônimos", até a página de n. 30, aproximadamente; depois cansei. Ignoro se haveria outros trabalhos meus mais adiante.
A vantagem deste catálogo francês é que a maior parte dos artigos encontra-se online.
Paulo Roberto de Almeida

Catálogo de Bibliotecas Universitárias Francesas

Recherche sur les titres disponibles sous le nom:
Paulo Roberto de Almeida
Campus Condorcet
Effectué le 7 Février 2020
  

LIVRE
Almeida, Paulo Roberto de
1995
Disponible à GED Institut des hautes études de l'Amérique latine (8° Br. 27 (644)) 

LIVRE
Almeida, Paulo Roberto de <1949-....> 
2006
Disponible à GED Institut des hautes études de l'Amérique latine (8° 73453) 

LIVRE
Almeida, Paulo Roberto de <1949-....> 
2012
Disponible à GED Institut des hautes études de l'Amérique latine (8° 77580) 

LIVRE
Almeida, Paulo Roberto de <1949-....> 
Disponible à GED Institut des hautes études de l'Amérique latine (8° 77581) 

LIVRE
Almeida, Paulo Roberto de <1949-....> ; Couffignal, Georges; Muzart Fonseca dos Santos, Idelette; Mazéas, Marie-Pierre; 
DL 2000
Disponible à GED Institut des hautes études de l'Amérique latine (8° 64292) 

LIVRE
Almeida, Paulo Roberto; Carvalho, Geo de; Parada, Ana Maria Mülser; 
1995
Disponible à GED Institut des hautes études de l'Amérique latine (Br.18 (470), 4ø) 

LIVRE
Mattoso, Kátia Mytilineou de Queirós; Freitas Antônio Fernando Guerreiro de Almeida Paulo Robertode
1995
Disponible à GED Institut des hautes études de l'Amérique latine (8° Br.27 (643)) 

LIVRE
Almeida, Paulo Roberto de <1949-....> ; Mattoso Katia Mytilineou de Queirós 1931-2011
DL 2002, cop. 2002
Disponible à GED Institut des hautes études de l'Amérique latine (8° 66651) 

LIVRE
Lima, Marcos Costa; Almeida, Paulo Roberto de <1949-....> ; Arcy, François d' <1940-....> ; 
2001
Disponible à GED Institut des hautes études de l'Amérique latine (8° 66.905) et d'autres localisations

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Revista Direito GV, 01 December 2014, Vol.10(2), pp.469-496

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Revista Brasileira de Política Internacional, January 2011, Vol.54(1), pp.196-198
Disponible en ligne 
13

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Contexto Internacional, 01 December 2013, Vol.35(2), pp.471-495
Disponible en ligne 
14

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Revista Brasileira de Política Internacional, 01 June 2015, Vol.58(1), pp.127-141

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Revista Brasileira de Política Internacional, January 2010, Vol.53(2), pp.217-218
Disponible en ligne 
19

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Revista Brasileira de Política Internacional, January 2010, Vol.53(2), pp.160-177
Disponible en ligne 
20

ARTICLE
Lessa, Antônio Carlos ; Almeida, Paulo Roberto de
Revista Brasileira de Política Internacional, 01 December 2014, Vol.57(2), pp.5-8
ARTICLE
Lessa, Antônio Carlos ; Almeida, Paulo Roberto de
Revista Brasileira de Política Internacional, 01 December 2012, Vol.55(2), pp.5-9
Disponible en ligne 
22

ARTICLE
Revista Espaço Acadêmico, 01 June 2011, Vol.11(121), pp.194-195

LIVRE
Almeida, Paulo Roberto de
2010

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Revista Brasileira de Política Internacional, 01 December 2007, Vol.50(2), pp.60-79

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Revista Brasileira de Política Internacional, 01 June 2006, Vol.49(1), pp.95-116
Disponible en ligne 
32

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Revista Brasileira de Política Internacional, 01 June 2006, Vol.49(1), pp.222-224
Disponible en ligne 
33

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Contexto Internacional, 01 June 2004, Vol.26(1), pp.7-63
Disponible en ligne 
34

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Revista Brasileira de Política Internacional, 01 December 2004, Vol.47(2), pp.223-226
Disponible en ligne 
35

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Revista Brasileira de Política Internacional, 01 June 2004, Vol.47(1), pp.162-184
Disponible en ligne 
36

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
São Paulo em Perspectiva, 01 January 2002, Vol.16(1), pp.3-16
Disponible en ligne 
37

ARTICLE
De Almeida, Paulo Roberto
Hispania, 1 September 2002, Vol.85(3), pp.435-438
Disponible en ligne 
38

ARTICLE
Almeida Paulo Roberto de
Revista de Sociologia e Política, 01 January 2003, Issue 20, pp.87-102
Disponible en ligne 
39

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Revista de Sociologia e Política, 01 June 2003, Issue 20, pp.87-102
Disponible en ligne 
40

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Civitas - Revista de Ciências Sociais, 01 January 2001, Vol.1(1), pp.37-54

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Revista Brasileira de Política Internacional, 01 December 2002, Vol.45(2), pp.229-239
Disponible en ligne 
42

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Revista Brasileira de Política Internacional, 01 December 2001, Vol.44(2), pp.198-200
Disponible en ligne 
43

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Revista Brasileira de Política Internacional, 01 June 2001, Vol.44(1), pp.112-136
Disponible en ligne 
44

ARTICLE
De Almeida, Paulo Roberto
Luso-Brazilian Review, 1 December 2003, Vol.40(2), pp.7-8

ARTICLE
Lessa, Antônio Carlos ; Almeida, Paulo Roberto de
Revista Brasileira de Política Internacional, 01 June 2004, Vol.47(1), pp.7-30
Disponible en ligne 
47

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Revista Brasileira de Política Internacional, 01 June 2000, Vol.43(1), pp.199-201
Disponible en ligne 
48

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Revista Brasileira de Política Internacional, January 1998, Vol.41(spe), pp.42-65
Disponible en ligne 
49

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Lua Nova: Revista de Cultura e Política, January 1999, Issue 46, pp.169-195
Disponible en ligne 
50

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Revista de Sociologia e Política, 01 June 1999, Issue 12, pp.35-66

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Revista Brasileira de Política Internacional, 01 December 1999, Vol.42(2), pp.178-180
Disponible en ligne 
52

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Revista Brasileira de Política Internacional, 01 June 1997, Vol.40(1), pp.208-214
Disponible en ligne 
53

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Revista Brasileira de Política Internacional, 01 December 1997, Vol.40(2), pp.76-105
Disponible en ligne 
54

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Revista Brasileira de Política Internacional, 01 June 1997, Vol.40(1), pp.222-231
Disponible en ligne 
55

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Revista Brasileira de Política Internacional, January 1998, Vol.41(spe), pp.85-98
Disponible en ligne 
56

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Revista Brasileira de Política Internacional, January 1998, Vol.41(spe), pp.5-7
Disponible en ligne 
57

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Revista Brasileira de Política Internacional, 01 December 1997, Vol.40(2), pp.183-185

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de ; Fins, Francisco Rogido
Revista Brasileira de Política Internacional, 01 June 2001, Vol.44(1), pp.151-154
Disponible en ligne 
60

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de ; Chaloult, Yves
Revista Brasileira de Política Internacional, 01 December 1999, Vol.42(2), pp.145-160

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Estudos Ibero Americanos, 01 January 2000, Vol.26(1 nesp.), pp.149-180

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Estudos Avançados, 01 August 1991, Vol.5(12), pp.187-203
Disponible en ligne 
67

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Estudos Ibero Americanos, 01 January 1993, Vol.19(1), pp.13-39
Disponible en ligne 
68

ARTICLE
Almeida, Paulo Roberto de
Estudos Ibero Americanos, 01 January 1992, Vol.18(2), pp.93-103
Disponible en ligne 
69

ARTICLE
Priscilla de Almeida Nogueira Da Gama
Meridiano 47, 01 October 2017, Vol.15(145), pp.44-45
Disponible en ligne 
70

ARTICLE
Paula Gomes Moreira
Meridiano 47, 01 October 2017, Vol.13(134), pp.53-54

ARTICLE
Paulo Roberto Almeida
Revista Espaço Acadêmico, 01 September 2009, Vol.9(100), pp.142-150
Disponible en ligne 
74

ARTICLE
Paulo Roberto Almeida
Meridiano 47, 01 June 2005, Vol.6(59), pp.15-16
Disponible en ligne 
75

ARTICLE
Paulo Roberto Almeida
Meridiano 47, 01 September 2017, Vol.6(59), pp.15-16
Disponible en ligne 
76

ARTICLE
Paulo Roberto Almeida
Meridiano 47, 01 October 2017, Vol.11(119), pp.21-31
Disponible en ligne 
77

ARTICLE
Paulo Roberto Almeida
Meridiano 47, 01 September 2017, Vol.5(42-43), pp.11-14
Disponible en ligne 
78

ARTICLE
Paulo Roberto Almeida
Monções, 01 September 2015, Vol.4(7), pp.113-130
Disponible en ligne 
79

ARTICLE
Paulo Roberto Almeida
Meridiano 47, 01 August 2011, Vol.5(47), pp.12-15
Disponible en ligne 
80

ARTICLE
Paulo Roberto Almeida
Meridiano 47, 01 September 2011, Vol.3(27), pp.3-5

ARTICLE
Paulo Roberto Almeida
Meridiano 47, 01 March 2005, Vol.6(56), pp.9-10
Disponible en ligne 
82

ARTICLE
Paulo Roberto Almeida
Meridiano 47, 01 August 2017, Vol.2(17), pp.1-8
Disponible en ligne 
83

ARTICLE
Paulo Roberto Almeida
Meridiano 47, 01 September 2011, Vol.2(13), pp.2-6
Disponible en ligne 
84

ARTICLE
Paulo Roberto Almeida
Monções, 01 January 2013, Vol.1(2), pp.40-51
Disponible en ligne 
85

ARTICLE
Paulo Roberto Almeida
Meridiano 47, 01 September 2017, Vol.6(57), pp.8-9
Disponible en ligne 
86

ARTICLE
Paulo Roberto Almeida
Meridiano 47, 01 August 2017, Vol.3(28-29), pp.13-15
Disponible en ligne 
87

ARTICLE
Paulo Roberto Almeida
Meridiano 47, 01 October 2017, Vol.11(118), pp.27-29
Disponible en ligne 
88

ARTICLE
Paulo Roberto Almeida
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Paulo Roberto de Almeida
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Paulo Roberto de Almeida ; Yves Chaloult
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Paulo Roberto de Almeida
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Diego Iturriaga Barco ; Alejandro Román Antequera ; Jesús Fernández García ; Inmaculada Ramírez Pérez ; Andre Gunder Frank ; Paulo Roberto de Almeida ; Alfonso Galindo Lucas ; Jan Nelis ; Alejandro Román Antequera ; Magdalena Chocano ; Joseba Louzao Villar ; Ibrahim Abu Bakar
Historia Actual Online, 01 November 2009, Issue 7, pp.169-206


Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 7/02/2020