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terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Hostilidade contra os muito ricos, uma especialidade da Oxfam

 A hostilidade contra os muito ricos, estimulada por entidades "beneficientes" como a Oxfam, resulta em que eles emigram para outras paragens:


No ano passado, 1.200 milionários brasileiros decidiram que a grama do vizinho é, de fato, mais verde. Levaram com eles não só a saudade, mas R$ 46 bilhões que deixaram de circular na nossa economia. Menos milionários aqui significa menos investimentos, empregos, salários mais baixos e menor arrecadação para serviços públicos. É um efeito dominó que chega até o seu bolso. Enquanto os super-ricos buscam segurança pessoal e financeira em lugares como EUA, Portugal e paraísos fiscais do Caribe. Já o Brasil enfrenta um dilema: um cenário macroeconômico com recordes positivos - Bolsa em alta, desemprego em baixa - mas uma crescente incerteza tributária e de segurança que espanta o capital. A questão não é “ser contra os ricos”. É entender que, enquanto nossos vizinhos como Costa Rica e Uruguai desenrolam o tapete vermelho para atrair investimentos e gerar prosperidade para todos os seus cidadãos, nós corremos o risco de ver a riqueza e as oportunidades irem embora. A grande pergunta é: o que acontece quando a maré da economia, inevitavelmente, virar? Estamos preparados para a debandada? Este não é um problema para eles. É um desafio para nós.
https://www.youtube.com/watch?v=Stdk_gOIWwI

Só em janeiro, investidores estrangeiros colocaram mais de R$ 26 bilhões na Bolsa brasileira, isso é mais dinheiro do que em todo o ano passado inteiro. O impacto é direto. Bolsa em forte alta, recordes sendo renovados e dólar pressionado para baixo, mas o mais importante é entender o porquê. Com incertezas políticas e fiscais nos EUA, dólar mais fraco e preços elevados por lá, investidores globais estão reduzindo exposição ao mercado americano e buscando alternativas, e o Brasil aparece no radar por dois motivos principais: "Primeiro: as ações brasileiras continuam relativamente baratas quando comparadas a outros mercados. Segundo: em um cenário global de realocação de capital, países emergentes voltam a ganhar espaço.". Dinheiro não tem ideologia, ele vai para onde enxerga oportunidade. Se o fluxo continuar, mesmo com solavancos no caminho, a tendência estrutural pode seguir positiva por mais algum tempo.
https://www.youtube.com/watch?v=K5AoJD12R6U

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