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sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Airton Dirceu Lemmertz convoca novamente Madame IA para esclarecer o horror que pretendem certos mandarins da nossa republiqueta

Airton Dirceu Lemmertz convoca novamente Madame IA para esclarecer o horror que pretendem certos mandarins da nossa republiqueta.

Enquanto você dormia, a Câmara dos Deputados criou uma bomba-relógio de R$ 809 BILHÕES. Você não leu errado. Discretamente, sem alarde e com zero transparência, foi aprovado um projeto que concede privilégios de aposentadoria para um grupo específico, destruindo o equilíbrio da nossa Previdência. O nome disso? Irresponsabilidade fiscal com o seu futuro. O erro fatal do Brasil é achar que "valorizar" uma categoria é dar a ela benefícios que o resto da população não tem e não pode pagar. Valorizar é pagar salários decentes, oferecer boas condições de trabalho e dar as ferramentas para a excelência. Não é criar um buraco que vai engolir a aposentadoria de milhões, inclusive a deles próprios. Medidas como essa são o caminho mais curto para a implosão do sistema. E quando ele quebrar, não haverá para onde correr. Estaremos todos desamparados na velhice. Equilíbrio fiscal não é um termo técnico para economistas. É a garantia de que o Estado poderá cumprir suas promessas amanhã.
* vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=kUhMdKwrCcU
* resposta da IA Gemini: clique aqui.

A isenção de IR até R$ 5 mil vai ajudar os mais pobres. Certo? ERRADO. Pode parecer contraintuitivo, mas a nova faixa de isenção do Imposto de Renda não é um presente para os mais pobres. Eles já eram isentos. A verdade, nua e crua, é que essa medida injeta dinheiro no bolso da classe média e dos mais ricos. Quem ganha R$ 5 mil por mês no Brasil não é pobre. Está, na verdade, entre os 15% com maior renda do país. 85% dos brasileiros ganham menos que isso. E o efeito colateral? O consumo não vai explodir no Nordeste, como a narrativa bonita nos faz crer. Ele vai crescer onde essa "nova classe isenta" vive: nos estados mais ricos, como Sudeste e Sul. Os dados não mentem: Sudeste: 42% da população, mas 53% dos beneficiados. Nordeste: 27% da população, mas apenas 12% dos beneficiados. Isso não é uma crítica, é uma constatação. A intenção pode ser uma, mas o impacto do dinheiro segue seu próprio fluxo. Antes de celebrar uma medida, é preciso entender quem ela realmente beneficia.
* vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=utWdvM2F9Xw
* resposta da IA Gemini: clique aqui.

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