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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Forum Surreal Mundial: voltam os desocupados a Porto Alegre

O pessoal que não tem nada de interessante a dizer, sobre a crise, sobre a economia global, sobre temas relevantes, enfim, volta a se reunir no Brasil, como sempre em Porto Alegre, apenas por que lá os integrantes desse coisa bizarra que se chama Fórum Social Mundial conseguem subsídios públicos, ou seja, fazer com que os cidadãos comuns paguem por seus desvarios.
Ainda vou escrever sobre isso, apesar de já ter escrito muito sobre esses malucos, neste livro:
Globalizando: ensaios sobre a globalização e a antiglobalização (Rio de Janeiro: Lumen Juris Editora, 2011, xx+272 p.; Inclui bibliografia; ISBN: 978-85-375-0875-6; link: http://www.pralmeida.org/01Livros/2FramesBooks/107Globalizando.html).
Paulo Roberto de Almeida 


Com o apoio do PT do RS, vem aí o FSM, a reunião global dos ressentidos
Jornalista Políbio Braga, 29/12/2011

A partir do dia 14 de janeiro, nova edição do Fórum Social Mundial ocorrerá no RS. Desta vez o evento sairá  em Porto Alegre, Canoas, São Leopoldo e Novo Hamburgo.

. Trata-se de uma reunião global organizada pelas esquerdas mais ressentidas pela derrota mundial do comunismo, incapazes de absorver o insucesso e buscar a convivência democrática com os movimentos políticos, sociais e econômicos que venceram a batalha. Essa gente arrebanhou para o evento os desajustados de toda ordem, que não conseguem enquadrar-se como elementos de progresso da raça humana.

. Não é por acaso que o FSM saia majoritariamente em Estados e prefeituras ocupadas pelo PT, que sempre estão dispostos a financiar o ressentimento esquerdista mundial, usando para isto os generosos cofres públicos.

. Ao contrário de eventos como o Fórum da Liberdade, o Fórum Social Mundial só consegue ir adiante porque lança mão do dinheiro que o povo paga na forma de impostos para que os governos ofereçam contrapartidas decentes nas áreas de segurança, educação e saúde.

. O Brasil e o RS não tem por que comemorar uma reunião global ressentida, sectária, atrasada e de discurso único, onde as divergências e o contraditório estão permanentemente proibidos.


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