Em 1873, Walter Bagehot (1826-1877), um jornalista econômico britânico e editorialista da revista Economist, escreveu um texto sobre o perigo de um governo imiscuir-se no setor bancário e sobretudo de utilizar o dinheiro público para salvar um banco mal gerido.
A lição continua atual ainda hoje:
Still less should it [the government] give peculiar favour to any one [bank], and by entrusting it with the Government account secure to it a mischievous supremacy above all other banks. The skill of a financier in such an age is to equalise the receipt of taxation, and the outgoing of expenditure; it should be a principal care with him to make sure that more should not be locked up at a particular moment in the Government coffers than is usually locked up there. If the amount of dead capital so buried in the Treasury does not at any time much exceed the common average, the evil so caused is inconsiderable: it is only the loss of interest on a certain sum of money, which would not be much of a burden on the whole nation; the additional taxation it would cause would be inconsiderable. Such an evil is nothing in comparison with that of losing the money necessary for inevitable expense by entrusting it to a bad bank, or that of recovering this money by identifying the national credit with the bad bank and so propping it up and perpetuating it. So long as the security of the Money Market is not entirely to be relied on, the Government of a country had much better leave it to itself and keep its own money. If the banks are bad, they will certainly continue bad and will probably become worse if the Government sustains and encourages them. The cardinal maxim is, that any aid to a present bad bank is the surest mode of preventing the establishment of a future good bank.
Retirado da biblioteca Online Library of Liberty.
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
Mostrando postagens com marcador moral hazard. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador moral hazard. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)
Postagem em destaque
Uma nova cúpula do BRICS+: estou aguardando uma nova declaração lacunar, capciosa, mentirosa - Paulo Roberto de Almeida
O Brasil participa da cúpula do BRICS+ na Índia, como informado na nota do Itamaraty, reproduzida abaixo. Estou aguardando uma nova Declar...
-
Minha entrevista desta sexta-feira 25/02/2022, sobre a dramática situação da Ucrânia no canal +BrasilNews. 1437. “ Entrevista sobre a Ucrân...
-
Uma preparação de longo curso e uma vida nômade Paulo Roberto de Almeida A carreira diplomática tem atraído número crescente de jovens, em ...
-
Mais uma reunião do BRICS para falar muito, e não tocar nas questões mais importantes da atualidade Paulo Roberto de Almeida O BRICS é um F...
-
Um ÚNICO diplomata disputa as eleições em 2026: o embaixador Aldemo Garcia Prezados colegas da ADB, Gostaria de compartilhar com todos vocês...
-
Carreira Diplomática: respondendo a um questionário Paulo Roberto de Almeida ( www.pralmeida.org ) Respostas a questões colocadas por gradua...
-
Erico Veríssimo, falecido há muitos anos, acaba de adentrar o STF. Se fosse vivo, teria material para mais um romance do absurdo: Distopia d...
-
ADL : No blog Diplomatizzando , há - até o momento - a publicação de sete textos (numerados de 1 a 7) sobre "Autobiografia de um f...
-
Olhando o panorama por cima: da democracia å mediocracia Os militares já não contam quase nada, ou totalmente nada, na política, o que é u...
-
A Casa Stefan Zweig de Petrópolis lança a segunda edição de uma palestra essencial do grande escritor austríaco: A Unidade Espiritual do M...