No Carnaval de 1942, quando todo o Rio de Janeiro e o Brasil inteiro, dançavam ao som de marchinhas, na animação típica dessa época, Stefan Zweig, deprimido com as notícias das vitórias fascistas na Europa e na Ásia, colocava um fim à sua vida, acompanhado de sua mulher, em Petrópolis.
Recomendo, para todos os que desejarem saber mais sobre ele, esta biografia excepcional de Alberto Dines: Morte no Paraíso.
Uma pesquisa profunda, uma escrita saborosa.
Setenta anos da morte de um dos maiores escritores de todos os tempos...
Paulo Roberto de Almeida
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Uma lagrima para... Stefan Zweig (morto em 1942)
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