Mesmo um boletim pragmático como este traz uma nota sobre o Barão: a única unanimidade de nossa história?
Assim vai acabar virando santo...
MAS VEJAM O QUE A FALTA DE ATENÇÃO PODE FAZER:
"De 2002 a 2012 atuou como Ministro das Relações Exteriores, durante mandatos dos presidentes Rodrigues Alves, Affonso Pena, Nilo Peçanha e Hermes da Fonseca".
Enfim, o Barão desafio a relatividade geral e particular de Einstein.
Bravo Barão: um homem que poderia dizer: ubique, omnia tempora, estou presente...
Paulo Roberto de Almeida
Lembrado no último dia 10 o centenário da morte do Barão do Rio Branco, José Maria da Silva Paranhos Júnior, o patrono da diplomacia brasileira. Nascido em 1845, iniciou sua carreira no serviço exterior em 1876, como Cônsul em Liverpool, na Inglaterra. Na década de 1890, em duas ocasiões foi nomeado Ministro Plenipotenciário em missão especial para defender os interesses do Brasil em disputas fronteiriças relacionadas ao Sul do Brasil e ao atual Estado do Amapá, logrando vitórias nas duas ocasiões.Também esteve à frente da Missão do Brasil em Berlim, de 1901 a 1902. De 2002 a 2012 atuou como Ministro das Relações Exteriores, durante mandatos dos presidentes Rodrigues Alves, Affonso Pena, Nilo Peçanha e Hermes da Fonseca. Como Chanceler, o Barão do Rio Branco consolidou, de forma pacífica, as fronteiras do Brasil. Por isso, é considerado o pai da diplomacia brasileira. As comemorações do centenário começaram com a Exposição “Rio Branco – 100 Anos de Memória”, aberta à visitação no Palácio Itamaraty, em Brasília.
De Indústria e Comércio News, 22/02/2012, link: http://www.icnews.com.br/2012.02.22/negocios/mundo-diplomatico/sintese-13/
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Postagem em destaque
O mais idiota dos colapsos imperiais da História - Paulo Roberto de Almeida
O mais idiota dos colapsos imperiais da História: ou como destruir um império ainda jovem em menos de oito anos. Paulo Roberto de Almeida E...
-
Minha entrevista desta sexta-feira 25/02/2022, sobre a dramática situação da Ucrânia no canal +BrasilNews. 1437. “ Entrevista sobre a Ucrân...
-
Carreira Diplomática: respondendo a um questionário Paulo Roberto de Almeida ( www.pralmeida.org ) Respostas a questões colocadas por gradua...
-
Personagens Bíblicos / História do Profeta Samuel: Quem foi Samuel na Bíblia? https://estiloadoracao.com/historia-do-profeta-samuel/ Histó...
-
Uma preparação de longo curso e uma vida nômade Paulo Roberto de Almeida A carreira diplomática tem atraído número crescente de jovens, em ...
-
6º Workshop de História Econômica Brasileira 6th Brazilian Economic History Workshop Programação do 6º Workshop de História Econômica...
-
Materiais para leitura de Candidatos à Carreira Diplomática Compilação: Paulo Roberto de Almeida Blog Diplomatizzando - Discurso do...
-
FAQ do Candidato a Diplomata por Renato Domith Godinho TEMAS: Concurso do Instituto Rio Branco, Itamaraty, Carreira Diplomática, MRE, Diplom...
-
MENU Diálogos Internacionais Diálogos Internacionais é uma série de palestras seguidas de debates organizadas pelo IPRI, com diversas per...
-
Minha manifestação pessoal a propósito de recente "entrevero" causado pelo presidente argentino no Brasil: Brasil e Arge...
-
Apenas uma declaração de “defeso eleitoral” Paulo Roberto de Almeida Brasilia, 26/07/2026 Quase iniciando o periodo de caça aos votos dos el...
Um comentário:
"De 2002 a 2012 atuou como Ministro das Relações Exteriores, durante mandatos dos presidentes Rodrigues Alves, Affonso Pena, Nilo Peçanha e Hermes da Fonseca."
Com todo o respeito, me parece que houve um lapso quando da citação das datas acima.
Postar um comentário