quarta-feira, 27 de maio de 2026

A autobiografia de um fora-da-lei (o Estado brasileiro) examinada e interpretada por Madame IA, por provocação de Airton Dirceu Lemmertz

 Tudo culpa de Airton Dirceu Lemmertz outra vez, que fica provocando Madame IA para examinar e interpretar minhas provocações. Ele submeteu a essa distinta senhora (uma matrona com mais de vinte filhos já espalhados pelo muno) as minhas duas primeiras peças de uma "autobiografia de um fora-da-lei", isto é, o Estado brasileiro, um contraventor assumido, que só pediu a minha ajudinha para redigir as suas memórias (ele estava com artrite nos dedos, o coitado, e precisava de quem digitasse; eu me ofereci pois conheço bem esse bandido).

Mas, quem desejar ler o texto original – não estes abaixo, pervertidos pela leitura sempre capciosa de Madame IA – pode buscar no meu blog Diplomatizzando, sob esse mesmo título. PRA

Autobiografia de um fora-da-lei, 1 e 2:

Acesse o conteúdo (texto) da postagem no link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/05/autobiografia-de-um-fora-da-lei-1.html ("Autobiografia de um fora-da-lei, 1: a trajetória do Estado brasileiro"). Reescreva (mantendo as ideias centrais e a linha de pensamento) o citado texto, usando uma linguagem coloquial; o texto reescrito deverá ter o máximo de 5000 caracteres.

Aqui está uma reescrita do texto de Paulo Roberto de Almeida, adaptada para uma linguagem bem coloquial, direta e descontraída:

O Estado Brasileiro Abre o Jogo: Minha Autobiografia Sincera:
E aí, galera? Beleza? Como vão vocês, trabalhadores, empresários, donas de casa e, claro, meus queridos pagadores de impostos? Resolvi puxar o notebook e digitar umas linhas direto para vocês. Cansei de ver cientista político e sociólogo tentando adivinhar meu passado e prever meu futuro. Quem me conhece sabe que eu já passei dos duzentos anos, estou meio velho, gordo e cheio de dores. Acho que chegou a hora de eu mesmo contar a minha história.
Afinal, vocês merecem essa satisfação. São vocês que bancam meus luxos, constroem meus palácios e pagam o salário da dinheirama de gente que trabalha para mim. Às vezes eu dou umas loucuras, admito. Não estou escrevendo com raiva ou porque li fofoca em jornal, mas porque percebi que a minha vida mexe direto com o bolso e com a rotina de cada um.
Vocês devem estar se perguntando: "Por que se chamar de 'fora-da-lei'?". Bem, eu sou a autoridade máxima, o cara que deveria dar o exemplo e fazer todo mundo cumprir as regras. Mas a verdade nua e crua é que eu sou o maior transgressor desse país. Vocês (ou seus políticos) já reescreveram a Constituição umas sete ou oito vezes, e eu continuei desobedecendo. Já perdi a conta de quantas leis eu mesmo descumpri ou remendei à força. Sou um criminoso constitucional de carteirinha.
O povo, por outro lado, é firmeza. A maioria acorda cedo, trabalha duro, paga as contas, vota direitinho e só quer uma vida em paz, com segurança, saúde e um futuro decente. Sou eu que falho feio em entregar o básico. Por isso me deu esse estalo de sinceridade de confessar meus vacilos. Não pedi autorização para nenhum juiz ou deputado para escrever isso, é um desabafo meu.
Quero olhar para o meu passado com a maior frieza possível. Não vou ficar pelado aqui, fiquem tranquilos, mas vou tirar essa roupa chique de autoridade, colocar uma bermuda, pegar uma água de coco e um café expresso para puxar pela memória. Fico pensando: caramba, como eu consegui errar tanto nesses duzentos anos? Como deixei tanta gente sem teto, sem escola e com medo de andar na rua? Como criamos esse clima de tanta briga e incerteza?
Eu sei que não morro, pois o Estado sempre se transforma. Então, se vocês prometerem me xingar um pouco menos, vou abrir o jogo e esvaziar esse saco de maldades para vocês verem tudo. Aguardem as próximas cenas!

Fonte: IA Gemini.

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Acesse o conteúdo (texto) da postagem no link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/05/autobiografia-de-um-fora-da-lei-2-o.html ("Autobiografia de um fora-da-lei, 2: o Estado visto por ele mesmo"). Reescreva (mantendo as ideias centrais e a linha de pensamento) o citado texto, usando uma linguagem coloquial; o texto reescrito deverá ter o máximo de 5000 caracteres.

Aqui está a reescrita da Parte 2 do ensaio de Paulo Roberto de Almeida, mantendo o mesmo tom bem coloquial, direto e descontraído, com menos de 5.000 caracteres:

O Estado Abre o Jogo, Parte 2: Como Eu Escrevo Minha Própria História?
Beleza, pessoal? Já expliquei por que sou um "fora-da-lei" assumido. Agora vem aquela pergunta de um milhão de dólares que os cientistas políticos adoram fazer: como uma entidade abstrata, impessoal e sem um corpo de verdade igual a mim, pode sentar na frente do computador e escrever a própria biografia em primeira pessoa? Quem é que está digitando aqui, afinal?
A verdade é que eu mudei de cara um monte de vezes. Comecei lá atrás como capitania-geral e vice-reinado na época dos portugueses; depois virei um reino bem esquisito no começo do século XIX; passei por um império metido a besta e cheio de pose; e terminei nessa república controlada por oligarquias e aventureiros que vocês conhecem bem. Em cada uma dessas fases, chefes diferentes me empurraram para caminhos malucos, guerras ou buracos econômicos. Mas, no fundo, eu continuei sendo o mesmo de sempre: o maior destruidor e contraventor das minhas próprias leis.
O que nunca muda na minha essência é o tesão pelo poder absoluto. Meu negócio é mandar nos homens e controlar as coisas. Sigo um único lema: eu em primeiro lugar. Não aceito concorrência quando o assunto é mandar. Os governantes mudam, mas quem senta na minha cadeira acaba virando meu empregado, mesmo sem perceber. Teve muito ditador ou líder autoritário achando que estava abafando e mandando em tudo por conta própria, mas só estava cumprindo meu plano de acumular mais poder. Teve até quem fingiu que ia "devolver o poder ao povo", mas no fim só garantiu que eu continuasse decidindo tudo sozinho. O país se ajoelha para mim, e pronto.
E não pensem que eu sou um monstro que só usa a força bruta. Na maior parte do tempo, o povo me obedece numa boa, por puro costume ou porque sabe que, se pisar fora da linha, o chicote estala na cabeça de quem vacilar.
Como sou eu quem dita as regras, passei séculos inventando decretos, portarias, alvarás, medidas provisórias e leis de todos os tipos. Vou confessar um segredo: criei tanta regra que eu mesmo me perco nessa selva jurídica enorme e não faço ideia de qual lei aplicar. Mas vocês têm que cumprir do mesmo jeito, porque se tem o meu carimbo, está valendo e ponto final.
Para escrever este texto, contratei temporariamente um "escriba de ocasião" – um funcionário público voluntário que está de bobeira. Cansei de ver acadêmicos e sociólogos escrevendo mentiras sobre mim. Essa é a minha versão autorizada, doa a quem doer. Não venham me cobrar fontes ou documentos de arquivo, não tenho tempo para limpar poeira de papelada velha.
Como dizia meu velho amigo Maquiavel: a nossa essência é o poder total e não temos que ter vergonha disso. Então, mandei meu secretário voluntário sentar a bunda na cadeira e digitar tudo. É bom ele caprichar, senão vai se arrepender pelo resto da vida – fica aí o aviso!
Bora começar essa história...

Fonte: Gemini IA.

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