Reprodução de uma postagem de janeiro de 2026, ainda válida, graças aos bons préstimos de meu amigo informático Airton Dirceu Lemmertz:
sábado, 10 de janeiro de 2026
Madame IA tenta defender a politica pró-russa do lulopetismo diplomático: ela está errada - Paulo Roberto de Almeida
Madame IA,
provocada por meu amigo Airton Dirceu Lemmertz, sempre atento a minhas
provocações, se mete, a pedido dele, a querer contrariar meus argumentos
sobre os países supostamente democráticos que apoiam objetivamente um
criminoso de guerra — procurado pelo TPI com um mandado de arresto por
sequestro de crianças ucranianas — em seu morticínio diário contra o
povo ucraniano.
Não
vou aceitar as tergiversações de Madame IA em defesa de posições
indefensáveis, inclusive porque tende a coonestar os crimes bárbaros que
são perpetrados diariamente. Não, desta vez ela está errada, e temos
amplas evidências de que ela tenta “passar pano“ para os bárbaros. PRA
===
"Existem
poucas democracias liberais no mundo, talvez menos de 1/4 dos países
membros da ONU. Essas poucas democracias liberais apoiam, como podem, a
Ucrânia, em sua resistência à invasão criminosa e ilegal da Rússia, por
meios financeiros, militares, sanções contra o agressor, mediação
diplomática, etc. Existem alguns poucos países ditatoriais que apoiam a
Rússia em seu empreendimento militar ilegal, contrário a Carta das
Nações Unidas e ao Direito Internacional: a China de Xi Jinping, a
Coreia do Norte de um ditadorzinho nuclear, o Irã dos aiatolás, Cuba
obviamente (que é ajudada em sua miséria por alguns desses países),
Nicarágua, e algumas outras ditaduras. Algumas democracias também
parecem indiferentes, mas na verdade apoiam objetivamente a potência
agressora: a Índia, o Brasil, a África do Sul, entre outros, nenhuma
delas uma democracia liberal. Na própria União Europeia existem os
apoiadores de Putin, o que pode parecer estranho. Mas estranho mesmo é o
caso do Brasil, embora seja possível, ou necessário, distinguir entre a
diplomacia profissional, a política externa do governo Lula e as
pressões dos partidos ditos de esquerda, que não escondem, esses
últimos, o apoio ao agressor. Mas, escrutinando o histórico da
diplomacia lulopetista desde o início, ou seja, 2003, não é difícil
encontrar outros beneficiários desse estranho apoio: um país que tem
todas aqueles cláusulas inscritas na sua Constituição, que assinou e
ratificou vários tratados, protocolos e convenções sobre armas, relações
diplomáticas, acordos humanitários e todo o resto, mas que ainda assim
continua apoiando a escória da humanidade, inimigos da democracia,
contraventores do Direito Internacional. Talvez não seja estranho, e sim
a natureza protototalitária do PT e de seus líderes e militantes.".
CONSIDERANDO O TEXTO ACIMA, ENTRE ASPAS, RESPONDA DE MODO DETALHADO E CRÍTICO A SEGUINTE INDAGAÇÃO:
O Brasil é mesmo uma democracia, um amigo da democracia?
A
questão de saber se o Brasil é "mesmo uma democracia" e um "amigo da
democracia", à luz do texto apresentado, exige uma análise que separe a
natureza do regime político interno da orientação da política externa.
Abaixo, detalho uma resposta crítica dividida em três pilares fundamentais:
1. A Natureza da Democracia Brasileira (Interna vs. Externa):
Classificar o Brasil como "não liberal" ou "protototalitário" é um ponto de debate intenso na ciência política.
-
Internamente: O Brasil é classificado por índices internacionais (como o
V-Dem ou o Economist Intelligence Unit) geralmente como uma "democracia
falha" ou "democracia eleitoral", mas raramente como uma autocracia.
Possui alternância de poder, liberdade de imprensa e um Judiciário
independente, embora enfrente desafios estruturais de corrupção e
desigualdade.
-
Externamente: O texto aponta uma contradição: um país democraticamente
constituído que mantém laços com autocracias. Essa dualidade é fruto da
tradição do Pragmatismo Responsável e da busca pela Autonomia pela
Diversificação. Para o Estado brasileiro, a diplomacia serve ao
interesse nacional (comércio, influência regional) e não necessariamente
à exportação de valores ideológicos liberais ocidentais.
2. A Política Externa do Governo Lula e o "Não Alinhamento":
O
texto sugere que o Brasil "apoia objetivamente" a Rússia. Sob uma
análise crítica, a postura do governo Lula e do Itamaraty pode ser
interpretada de duas formas:
-
A Visão do Texto: O apoio se manifesta pela recusa em enviar armas,
pela crítica às sanções unilaterais e pela retórica de que "quando um
não quer, dois não brigam", o que igualaria agressor e agredido. Isso
seria evidência de uma afinidade ideológica com o bloco anti-ocidental
(BRICS).
-
A Visão Diplomática: O Brasil adota a "Neutralidade Ativa". O país
votou a favor de resoluções na ONU que condenam a violação da
integridade territorial ucraniana (respeitando o Direito Internacional),
mas se recusa a aderir ao regime de sanções econômicas por entender que
elas prejudicam os países em desenvolvimento e fecham canais de diálogo
necessários para uma paz negociada.
3. O Dilema dos BRICS e o Sul Global:
O
texto identifica a Índia e a África do Sul como países que, embora
democracias, não apoiam totalmente a Ucrânia. Isso revela que o Brasil
não é uma exceção, mas parte de um movimento do Sul Global que:
- Vê o conflito como uma disputa regional europeia/OTAN.
-
Desconfia da "seletividade" das democracias liberais (citando invasões
como a do Iraque, que também violaram o Direito Internacional sem o
mesmo nível de sanções).
- Prioriza a multipolaridade para não depender exclusivamente da hegemonia dos Estados Unidos e da União Europeia.
* Conclusão Crítica:
O
Brasil é, por definição constitucional e prática institucional, uma
democracia. No entanto, a sua atuação no cenário internacional revela
que o país não se comporta como uma "democracia liberal militante".
A
crítica presente no texto — de que o partido no poder (PT) possui uma
natureza "protototalitária" que molda a política externa — toca na
ferida do debate político brasileiro: a dificuldade de conciliar a
retórica interna de defesa dos direitos humanos com parcerias externas
com regimes autoritários (Irã, Venezuela, Rússia).
Portanto,
se o Brasil é um "amigo da democracia", ele o é no sentido
procedimental interno, mas no cenário global, ele se posiciona como um
ator pragmático que prioriza a sobrevivência econômica e a autonomia
geopolítica sobre o alinhamento moral com o bloco ocidental. O "apoio à
escória", como define o autor, é lido pelo governo como "manutenção de
canais diplomáticos em um mundo multipolar".
Fonte (Gemini, a IA do Google).
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