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sábado, 24 de janeiro de 2026

Diplomatizzando sobre Lula e os petistas, entre 2006 e 2015 - Paulo Roberto de Almeida

Airton Dirceu Lemmertz selecionou postagens minhas no Diplomatizzando sobre Lula, o PT e as aventuras petistas no poder, de 2009 até 2015. PRA

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 - No blog Diplomatizzando, relembre algumas postagens atreladas a Lula e/ou aos companheiros:


Ele era informante do governo na ditadura brasileira?

Sindicalistas pagam mercenários para engrossar manifestação por greve:

"Gabinete do ódio" da esquerda. E usando estrutura pública:

O "gabinete do ódio" ataca novamente:

Crime de Estado por quem está no Estado:

Ameaças às instituições democráticas e a seus membros:

Ele chantageou um Ministro do STF?! E as instituições democráticas reagiram?
https://diplomatizzando.blogspot.com/2012/05/frase-da-semana-falta-alguem-em.html

Simpatizantes aos quadrilheiros do Mensalão ameaçam o STF e seus ministros:

Notícias deprimentes em 2015:

Lula sabia do Mensalão, diz Mujica:

As ramificações do Petrolão:

Petrolão: a refinaria de Pasadena.

Prisão de empreiteiros:

Marolinha?

A morte da economia brasileira:

Argentina x Brasil: companheiros se entendem bem.

Desconstrução do Brasil:

Em 2006, o Brasil queria retaliar a China?

As joias da Arábia Saudita? Não, essa não foi [aparentemente] a primeira vez 'disso' em Brasília. Outro mandatário "fez algo parecido"?

O governo brasileiro ajudou a Venezuela a sufocar protestos na Bolívia?

Ditadores? Se for de esquerda, tudo bem.

A Venezuela em 2014:

Mafiosos no Brasil e em Brazil:

A 'escravidão moderna' dos médicos cubanos:

A fome em Cuba - culpa de quem: do governo americano ou do cubano?

Um livro de Paulo Roberto de Almeida:

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Um touro furioso solto nas pradarias do mundo: adivinhem quem é...

Clausewitz dizia que a guerra era a continuidade da política por outros meios.
Nem sempre.
Para Trump, por exemplo, é a continuidade de uma debilidade mental inesgotável em sua capacidade criativa de criar, a cada dia, novos conflitos.
Confesso que não consigo acompanhar o seu ritmo: a cada vez que penso escrever um artigo sobre o estado das relações internacionais na era Trump, sou submeergido, ultrapassado, atropelado por novas iniciativas de pura debilidade mental do personagem em questão.
Tento aguardar um pouco, para ver se ele vai se acalmar, para poder escrever meu petardo semanal sobre a atualidade das relações internacionais, mas sou continuamente bombardeado, literalmente, por novas iniciativas do touro desembestado.
Putin só vai parar quando morrer ou for "morrido". Trump não tem como parar até estar na cadeia.
Já vou avisando meu amigo Airton Dirceu Lemmertz que não preciso, desta vez, que Madama IA venha interpretar e distorcer minhas palavras com seus argumentos políticamente corretos.
É o que escrevi: Trump é um debil mental perigosamente agressivo ainda não manietado...
Paulo Roberto de Almeida

Brasília, 20/01.2026 

domingo, 18 de janeiro de 2026

Crítica às ideias de Christian Lynch sobre as ideologias políticas do brasileiro - Madame IA se ocupa de fazê-la, a pedido de Airton Dirceu Lemmertz

A crítica que Madame IA faz aqui se dirige às ideias do cientista político e historiador Christian Lynch, não a este "apropriador" de ideias alheias (no que não vejo nenhum crime". Mas registro que eu mesmo não me pronunciei a respeito, apenas transcrevi uma nota que achei interessante. PRA 


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"A ideologia política no Brasil: as dez ideologias brasileiras. Dez jeitos distintos de compreender o país — e o mundo. Aqueles conjuntos de valores encontram eco na sociedade brasileira. Dos dez tipos, quatro predominam. O conservadorismo societário e o conservadorismo estatista, o socialismo cosmopolita e o socialismo nacionalista. Pois é: 70% dos brasileiros se distribuem nestes quatro. Destes quatro, são os conservadores societários que definirão as eleições de 2026. São desconfiados do Estado, põem a família no centro, têm uma rígida bússola moral ancorada pela religião. Este grupo, ligeiramente mais feminino do que masculino, periférico, com baixa escolaridade, é perfeitamente capaz de votar na esquerda ou na direita. O que buscam é estabilidade. Paz. Ideologia varia de acordo com região do país. Sua religião também é um forte determinante de qual ideologia terá, assim como renda. Nível de escolaridade e idade, porém, determinam pouco. Não é ter lido mais ou menos, ser mais velho ou mais novo que vai mudar sua inclinação.".
 CONSIDERANDO O TEXTO ACIMA, ENTRE ASPAS, RESPONDA DE MODO CRÍTICO E DETALHADO: 

Quais as ideologias que compõem o Brasil? Quais as que dão base eleitoral para Lula? E quais as que alicerçam a família Bolsonaro?


O texto fornecido estabelece uma tipologia baseada no estudo do Instituto Locomotiva e da Ideia Inteligência, que mapeia o cenário ideológico brasileiro em dez vertentes, rompendo com a dicotomia simplista de "esquerda versus direita".
Abaixo, a análise detalhada e crítica solicitada:

1. As Dez Ideologias que Compõem o Brasil:
De acordo com o framework do texto, o Brasil é fragmentado em dez perfis, dos quais quatro são predominantes (somando 70% da população):
Conservadorismo Societário (Predominante): Focado na família, religião e desconfiança do Estado. Busca estabilidade e paz social.
Conservadorismo Estatista (Predominante): Valoriza a ordem e a autoridade, mas vê o Estado como provedor necessário de infraestrutura e segurança.
Socialismo Cosmopolita (Predominante): Alinhado a pautas progressistas globais, direitos de minorias e liberdades individuais.
Socialismo Nacionalista (Predominante): Focado na soberania nacional, papel do Estado na economia e desenvolvimento interno.
Outras seis vertentes: O texto cita que existem mais seis (como o Liberalismo Econômico puro, o Progressismo Libertário, entre outros), mas enfatiza que estas quatro definem o "grosso" da opinião pública.
Crítica: A análise sugere que escolaridade e idade são determinantes fracos, o que desafia a visão tradicional de que o ensino superior "esquerdiza" ou que jovens são naturalmente mais progressistas. O fator determinante é a identidade (religião e renda) e a localização geográfica.

2. A Base Eleitoral de Lula:
Embora o texto não nomeie diretamente os eleitores de Lula, a ciência política brasileira e o cruzamento dos dados apresentados indicam que a base do atual presidente ancora-se em:
Socialismo Nacionalista e Cosmopolita: Grupos que veem o Estado como motor de redução de desigualdades.
Segmentos do Conservadorismo Societário (Voto Pragmático): Como o texto menciona, este grupo (periférico e de baixa renda) pode votar na esquerda se associar o governo à estabilidade econômica e paz. Para Lula, o desafio é manter o apoio deste grupo através de políticas de bem-estar, sem colidir com sua "bússola moral rígida".
Renda como determinante: A base de Lula é historicamente mais forte nos estratos de menor renda, independentemente da escolaridade.

3. O Alicerce da Família Bolsonaro:
O Bolsonarismo encontra seu sustento mais sólido nas vertentes conservadoras descritas:
Conservadorismo Societário: É o núcleo duro. A ênfase na família tradicional, a pauta religiosa (especialmente evangélica) e a desconfiança das instituições estatais "aparelhadas" ressoam diretamente com o discurso de Jair Bolsonaro.
Conservadorismo Estatista: Setores que pedem "lei e ordem" e valorizam a presença militar ou policial, vendo em Bolsonaro uma figura de autoridade contra o caos social.
A Religião como Norte: O texto destaca que a religião é um forte determinante ideológico. O Bolsonarismo transformou a identidade religiosa em uma plataforma política, capturando o eleitor que prioriza valores morais sobre propostas econômicas técnicas.

* Conclusão Crítica para 2026:
O ponto central do texto é que os Conservadores Societários (o maior grupo) são o "fiel da balança". Eles não possuem lealdade partidária fixa; sua bússola é a estabilidade. Se em 2026 o governo Lula entregar uma economia estável e não ameaçar os valores familiares, poderá reter esse voto. Se houver crise ou percepção de "ataque à família", esse grupo tenderá a retornar ao campo bolsonarista ou a uma alternativa de direita conservadora.

Fonte: Gemini (a IA do Google).

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

24 pecados da vida política brasileira examinados por Madame IA - Paulo Roberto de Almeida e Airton Dirceu Lemmertz

 Madame IA (que ainda é uma Lady, mas deve logo logo virar uma Dame) analisou minha provocação gratuita e desabusada contra a casta política, a pedido de meu amigo Airton Dirceu Lemmertz, um exercício sempre bem-vindo, dada a natureza de minhas acusações certamente exageradas e infundadas. Agradeço mais uma vez.

Os 24 pecados da vida política brasileira: (uma pura invenção minha, de 2006, reciclada no final de 2025):

1) corrupção; 

2) hipocrisia; 

3) fraude; 

4) desfaçatez; 

5) volubilidade; 

6) inconstância; 

7) mentira; 

8 ) mediocridade; 

9) transferência de encargos para terceiros; 

10) ignorância deliberada de fatos de sua competência; 

11) irresponsabilidade quanto ao desempenho de funções; 

12) pretensão; 

13) eleitoralismo desenfreado; 

14) propaganda indireta, com meios públicos; 

15) uso da máquina estatal para fins particulares; 

16) populismo (velho e novo);

17) demagogia (aparentemente, uma segunda natureza); 

18) arrogância; 

19) clientelismo; 

20) fisiologia; 

21) nepotismo; 

22) fuga da realidade (autismo político); 

23) esquizofrenia (defesa de objetivos conflitantes na vida política); 

24) ofensa à inteligência alheia (“eu não sei”, “eu não vi”, “não estou sabendo”...). 


Pedido à Madame (por ADL):


ESCREVA UM TEXTO DE MODO DETALHADO E CRÍTICO AO TEXTO ANTERIOR, SOBRE "OS 24 PECADOS POLÍTICOS RECORRENTES NO BRASIL".

Fonte:  https://diplomatizzando.blogspot.com/2025/12/e-por-falar-em-sete-pecados-capitais-eu.html#:~:text=novos%20pecados%20da%20vida%20pol%C3%ADtica%20brasileira 


O texto que elenca os "24 pecados da vida política brasileira" funciona como um catálogo fenomenológico das patologias do poder no país. Mais do que uma simples lista, ele descreve um ecossistema onde a ética é subjugada pela conveniência. A seguir, apresento uma análise detalhada e crítica sobre esses pontos, agrupando-os por sua natureza funcional:


1. A Estruturalidade do Patrimonialismo (Pecados 1, 3, 15, 19, 20, 21):

Os itens que tratam de corrupção, fraude, uso da máquina pública, clientelismo, fisiologia e nepotismo não são falhas acidentais, mas sim resquícios do patrimonialismo brasileiro. A dificuldade histórica em separar o "público" do "privado" faz com que o Estado seja visto como um espólio a ser dividido entre aliados. O fisiologismo (troca de apoio por cargos) e o clientelismo transformam direitos em favores, perpetuando uma relação de dependência que fere a autonomia do cidadão.


2. A Retórica da Enganação e o Populismo (Pecados 2, 7, 13, 14, 16, 17):

A política brasileira é marcada por uma "estética da aparência". A hipocrisia, a mentira e a demagogia são ferramentas de sobrevivência. O eleitoralismo desenfreado e o populismo revelam uma visão de curto prazo: o governante não busca a construção de um projeto de Estado, mas a manutenção do poder através de narrativas sedutoras, porém vazias. A propaganda com meios públicos (pecado 14) é o braço financeiro dessa distorção comunicacional.


3. A Crise de Competência e Alteridade (Pecados 8, 9, 10, 11, 12, 18):

A mediocridade e a pretensão/arrogância formam um par perigoso. O texto aponta para uma tecnocracia muitas vezes ineficiente que, ao falhar, utiliza a transferência de encargos para terceiros. A ignorância deliberada (pecado 10) e a irresponsabilidade funcional sugerem uma casta política que se sente imune às consequências de sua própria inépcia, protegida por uma burocracia opaca.


4. O Descolamento da Realidade: O "Autismo" e a "Esquizofrenia" (Pecados 22, 23, 24):

Talvez o ponto mais crítico seja o divórcio entre a classe política e a vida real do povo. A fuga da realidade e a esquizofrenia política (defender o teto de gastos enquanto se criam auxílios extrateto, por exemplo) mostram um sistema que opera em lógica própria. A ofensa à inteligência alheia (o famoso "eu não sabia") é o ápice do cinismo, onde o político subestima a capacidade de julgamento da população para evitar a responsabilização jurídica e moral.


* Análise Crítica:

Embora a lista seja precisa em identificar os sintomas, é necessário um olhar crítico sobre a terminologia e a solução:

Uso de termos médicos: O uso de palavras como "autismo" e "esquizofrenia" para descrever comportamentos políticos (pecados 22 e 23) é problemático e datado, pois estigmatiza condições de saúde para descrever desvios de caráter ou estratégia. Do ponto de vista da ciência política, o que se chama de "autismo" é, na verdade, um encastelamento das elites.

O risco do antipoliticismo: Uma lista de "pecados" pode induzir o leitor a crer que toda política é inerentemente suja. Isso alimenta discursos de "salvadores da pátria" que prometem limpar o sistema, mas que frequentemente acabam cometendo os mesmos pecados com novas roupagens.

A Falta de Solução Institucional: O texto foca na moralidade individual do político. No entanto, esses pecados proliferam porque o sistema de incentivos (sistema eleitoral, financiamento de campanha e impunidade) os favorece. Sem reformas estruturais (reforma política e do judiciário), a moralização individual é uma tarefa de Sísifo.


* Conclusão:

Os 24 pecados formam um retrato fiel do "Brasil profundo" institucional. Eles revelam que a democracia brasileira ainda é jovem e luta contra vícios coloniais e oligárquicos. Superar esses pecados exige menos indignação moralista e mais vigilância cívica e reforma das instituições, para que o custo de cometer esses "pecados" seja maior do que o benefício de praticá-los.


Fonte (Gemini, a IA do Google):

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Madame IA ataca outra vez: ela comenta uma defesa que fiz da dignidade dos diplomatas, atingidos por um presidente indigno do cargo - Airton Dirceu Lemmertz, Paulo Roberto de Almeida

 Pronto: meu amigo Airton Dirceu Lemmertz submeteu minhas furiosas invectivas, contra um ser asqueroso, elevado a um cargo que ele sempre desonrou, ao julgamente aparentemente equilibrado dessa senhora séria que responde pelo acrônimo de IA. Deixo o registro aos interessados: 

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Um presidente vulgar, grosseiro, ofensivo, inconveniente, insultuoso, que chamou os diplomatas de veados. A ADB vai responder? “É tudo veado aqui”, a frase chocante de Bolsonaro a presidente da Guiné-Bissau, em setembro de 2021. Os diplomatas, quaisquer que sejam suas orientações sexuais, deveriam soltar uma nota de desagravo CONTRA o presidente, pois ele os insultou, e falou a frase com o objetivo expresso de denegrir, de desprezar, de menosprezar os diplomatas. Acredito que a Associação dos Diplomatas Brasileiros (ADB) deveria soltar uma nota contra essa frase do presidente, e se não o fizer, respondo eu: "O presidente é o caráter mais vulgar, mais desprezível, mais asqueroso que já ocupou o cargo de maior relevância na história da República e até na história do Brasil, desde 1549, quando aqui aportou D. Tomé de Souza, para ser o primeiro governador geral do Brasil, então colônia de Portugal. Trata-se de uma pessoa sem qualquer princípio, sem qualquer ética, sem qualquer moral para ocupar o cargo que desonra, no qual ofende não só os diplomatas, mas todos os cidadãos que são homossexuais, sem que isso represente qualquer motivo para serem ofendidos da forma como o foram por um ser desprezível, que envergonha o Brasil e os brasileiros. Eu lhe devoto todo o meu desprezo, como diplomata e como cidadão brasileiro, ou como simples ser humano, o que ele manifestamente não é.". Texto, acima, escrito pelo diplomata brasileiro Paulo Roberto de Almeida. 

[Pedido de Airton Dirceu Lemmertz à referida senhora;}

FAÇA UMA ANÁLISE DETALHADA E CRÍTICA DO CONJUNTO DE INFORMAÇÕES DO TEXTO ACIMA.


O texto apresentado é um manifesto de forte teor crítico e emocional escrito pelo diplomata Paulo Roberto de Almeida, reagindo a um episódio ocorrido em setembro de 2021, quando o então presidente Jair Bolsonaro proferiu frases homofóbicas direcionadas ao corpo diplomático durante a visita do presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló.
Abaixo, apresento uma análise detalhada e crítica dividida por eixos temáticos:

1. Contexto Histórico e Institucional:
O autor utiliza o episódio da frase "É tudo veado aqui" para contrastar a postura da Presidência da República com a tradição da diplomacia brasileira. O Itamaraty é historicamente reconhecido por sua sobriedade, etiqueta e profissionalismo (o "estilo Rio Branco").
A crítica à ADB: Almeida questiona o silêncio da Associação dos Diplomatas Brasileiros (ADB), sugerindo que a omissão da entidade diante de um insulto direto à categoria representaria uma conivência ou falta de brio institucional.

2. Natureza da Linguagem e Tom Retórico:
O texto é marcado por uma linguagem de indignação e ruptura. O autor não utiliza o "eufemismo diplomático", optando por adjetivos de forte impacto:
Adjetivação: Termos como "vulgar", "asqueroso", "desprezível" e "inconveniente" visam desumanizar e desqualificar a autoridade atacada, respondendo na mesma moeda à agressividade da fala presidencial.
Oposição Civilizatória: Ao citar Tomé de Souza (1549), Almeida estabelece uma linha temporal de quase cinco séculos para argumentar que o comportamento de Bolsonaro não é apenas um erro político, mas um ponto fora da curva na história da formação do Estado brasileiro, retrocedendo a níveis "pré-civilizatórios".

3. Análise da Ofensa e Ética Pública:
O autor identifica dois alvos principais na fala de Bolsonaro:
A Instituição: O insulto atinge a honra profissional dos diplomatas, que devem ser respeitados como representantes do Estado.
A Comunidade LGBTQIA+: Almeida destaca que a fala não ofende apenas os diplomatas, mas todos os cidadãos homossexuais, ao utilizar a orientação sexual como ferramenta de menosprezo e "denigrição". Ele pontua a total falta de ética e moral de um ocupante de cargo público que utiliza o preconceito como forma de interação política.

4. A Figura do Diplomata como Resistência:
Paulo Roberto de Almeida, conhecido por ser uma voz dissidente dentro do serviço exterior durante o governo anterior, posiciona-se no texto como o "porta-voz da consciência" da classe.

Conclusão Moral: Ao afirmar que Bolsonaro "manifestamente não é um ser humano", o autor atinge o ápice da sua crítica, retirando do governante qualquer legitimidade de liderança. É um exercício de liberdade de expressão de um servidor público que coloca seus princípios éticos e a dignidade da carreira acima da hierarquia administrativa.

5. Crítica ao Conteúdo (Ponto de Vista Analítico):
Impacto na Imagem Internacional: O texto reflete a preocupação com o "soft power" brasileiro. Atitudes como a relatada prejudicam a credibilidade do país em fóruns internacionais e diante de outras nações, transformando a política externa em motivo de piada ou repulsa.
Personalismo vs. Institucionalismo: A crítica de Almeida foca na incapacidade do governante de separar sua personalidade privada de sua função pública, resultando em um comportamento que "desonra o cargo".

* Conclusão:
O texto de Paulo Roberto de Almeida é um documento de resistência institucional. Ele serve como um registro histórico do tensionamento entre o Poder Executivo e a burocracia de Estado (Diplomacia) durante o mandato de Bolsonaro. A análise revela que, para o autor, o dano causado pela fala presidencial ultrapassou a política partidária, atingindo a base dos direitos humanos e do respeito mútuo fundamental para a democracia.

Fonte (IA Gemini):



domingo, 28 de dezembro de 2025

Quero ver Madame IA criticar a minha postagem, dos tempos do ser asqueroso que ocupava a presidência

E agora, Airton Dirceu Lemmertz?

Vai submeter minha antiga postagem, dos tempos pré-IA, ao crivo da senhora austera que costuma criticar minhas colocações politicamente incorretas?

Para quem ainda não se lembra de como era "educado" e "cortês"um antigo presidente brasileiro, eu lembro aqui:
3977. “Um presidente vulgar, grosseiro e desprezível”, Brasília, 14 setembro 2021, 1 p. Resposta a ofensa do ser abjeto que ocupa a presidência, ofendendo todos os diplomatas. Divulgado no blog Diplomatizzando (link:
https://diplomatizzando.blogspot.com/2021/09/um-presidente-vulgar-grosseiro-ofensivo.html

terça-feira, 14 de setembro de 2021

Um presidente vulgar, grosseiro, ofensivo, inconveniente, insultuoso: chamou os diplomatas de veados - A ADB vai responder?
Brasília, 14 de setembro de 2021
“É tudo veado aqui”, a frase chocante de Bolsonaro a presidente da Guiné-Bissau
Diário do Centro do Mundo, 11 de setembro de 2021
Os diplomatas, quaisquer que sejam suas orientações sexuais, deveriam soltar uma nota de desagravo CONTRA o presidente, pois ele os insultou, e falou a frase com o objetivo expresso de denegrir, de desprezar, de menosprezar os diplomatas. Acredito que a Associação dos Diplomatas Brasileiros (ADB) deveria soltar uma nota contra essa frase do presidente, e se não o fizer, respondo eu:
"O presidente é o caráter mais vulgar, mais desprezível, mais asqueroso que já ocupou o cargo de maior relevância na história da República e até na história do Brasil, desde 1549, quando aqui aportou D. Tomé de Souza, para ser o primeiro governador geral do Brasil, então colônia de Portugal. Trata-se de uma pessoa sem qualquer princípio, sem qualquer ética, sem qualquer moral para ocupar o cargo que desonra, no qual ofende não só os diplomatas, mas todos os cidadãos que são homossexuais, sem que isso represente qualquer motivo para serem ofendidos da forma como o foram por um ser desprezível, que envergonha o Brasil e os brasileiros. Eu lhe devoto todo o meu desprezo, como diplomata e como cidadão brasileiro, ou como simples ser humano, o que ele manifestamente não é."
Paulo Roberto de Almeida

[Para os registros da história recente do Brasil]
Brasília, 28/12/2025


sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

Madame Inteligência Artificial me corrige mais uma vez, na minha postagem sobre a sorte do chanceler acidental - Airton Dirceu Lemmertz, Paulo Roberto de Almeida

Airton Dirceu Lemmertz adquiriu o hábito de submeter minhas postagens provocadoras a Madame Inteligência Artificial, que se esforça para enquadrar as minhas gozações politicamente incorretas no seu linguajar disciplinado, enquadrado nos melhores cânones do politicamente correto. Não deixa de ser divertido, submeter minhas troças desabusadas, dirigidas a quem talvez merecesse uma boa cadeia, por destruir a política externa nacional e a diplomacia do Itamaraty, sob o impulso demencial do bolsolavismo diplomático, a uma senhora tão séria e distinguida, como a IA, que se esforça por corrigir um anarco-diplomata que se compraz em rir de quem merece... PRA

Minha postagem completa está aqui: 

https://diplomatizzando.blogspot.com/2025/12/quando-desgraca-e-bem-vinda-paulo.html


"
Leio, tardiamente, nas notícias do dia, que o segundo chanceler virtual do bolsolavismo diplomático (2019-2021), Filipe Martins, depois do primeiro e medíocre chanceler virtual, o Bananinha 03, chefes do patético chanceler acidental na primeira metade do horroroso desgoverno do Bozo (agora já encarcerado), foi condenado, junto com a tropa do Núcleo 2 do projeto de golpe, a 21 ANOS de cadeia, pela participação no bananoso golpe trapalhão dessa tropa aloprada. Acredito que o chanceler acidental, abrigado atualmente sob as asas de sua mulher em algum apartamento do Cairo, sob uma “licença particular” do Itamaraty, deva enviar uma curta mensagem de solidariedade a seu antigo chefe, congratulando-se, ao mesmo tempo, pela felicidade que teve ao ser defenestrado do Itamaraty pelo entrevero que teve com uma senadora do agronegócio por causa de seus ataques à China. Ele certamente teria sido levado ao falido projeto de golpe em sua vertente internacional, se tivesse continuado a infelicitar o Itamaraty. Deve levar as mãos ao céu e agradecer à senadora."

FAÇA UMA ANÁLISE DE MODO DETALHADO E CRÍTICO DO TEXTO ACIMA, INCLUSIVE DECIFRANDO E ANALISANDO OS TRECHOS COM LINGUAGEM CODIFICADA.


O texto apresenta uma crítica política contundente, escrita em tom satírico e informal, focada na política externa e nos eventos que levaram às investigações de tentativa de golpe de Estado no Brasil. O autor utiliza uma linguagem carregada de subjetividade para desqualificar figuras do governo Jair Bolsonaro.
Abaixo, a análise detalhada dos termos e do contexto:

1. Decifração de Personagens e Termos
Filipe Martins: Ex-assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência. No texto, é chamado de "segundo chanceler virtual", sugerindo que ele exercia o poder real sobre o Itamaraty, acima do ministro oficial.
Bananinha 03: Refere-se ao deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho "03" do ex-presidente. O termo "Bananinha" foi um apelido pejorativo cunhado por adversários políticos (como o ex-vice-presidente Hamilton Mourão em contextos de críticas internas).
Chanceler acidental: Refere-se a Ernesto Araújo, Ministro das Relações Exteriores entre 2019 e 2021. O autor o chama de "acidental" por considerá-lo despreparado ou escolhido por circunstâncias ideológicas atípicas.
Bozo: Apelido pejorativo utilizado por opositores para se referir a Jair Bolsonaro.
Senadora do agronegócio: Refere-se a Kátia Abreu. Em 2021, durante uma audiência no Senado, ela protagonizou um embate com Ernesto Araújo após este sugerir que ela fazia lobby pela China no leilão do 5G. Esse episódio foi o estopim para a queda de Araújo do ministério.

2. Análise Crítica dos Trechos e Conceitos
"Bolsolavismo diplomático": Neologismo que funde "Bolsonaro" e "Olavo de Carvalho". Indica que a política externa do período era guiada pela ideologia olavista (antiglobalista e centrada no alinhamento ideológico com a direita americana da era Trump).
"Núcleo 2 do projeto de golpe": Referência à estrutura investigada pela Polícia Federal na Operação Tempus Veritatis. O texto antecipa ou interpreta condenações (que, no mundo real até o momento, são fases de indiciamento e julgamento) como fato consumado de 21 anos de prisão, refletindo o desejo punitivo ou a interpretação jurídica do autor sobre a gravidade dos crimes.
"Defenestrado do Itamaraty": O termo indica uma expulsão traumática. O autor argumenta ironicamente que a demissão de Ernesto Araújo foi um "livramento", pois, se ele tivesse permanecido, provavelmente estaria envolvido nos atos de 8 de janeiro ou na minuta do golpe, terminando também preso.
"Abrigado sob as asas de sua mulher no Cairo": Ernesto Araújo é casado com a diplomata Maria Luthard-Araújo, que foi designada para postos no exterior. O texto utiliza isso para sugerir que ele está em uma posição de dependência ou exílio voluntário, afastado da relevância política.

3. Estilo e Intencionalidade
O texto não busca a neutralidade jornalística; é uma peça de opinião política panfletária.
Uso de Adjetivos: Termos como "patético", "horroroso desgoverno", "medíocre" e "bananoso" servem para desumanizar e ridicularizar o grupo político citado.
Ironia Histórica: A tese central é que o "erro" (a briga com a senadora) salvou Araújo de um destino pior (a prisão). O autor ironiza a sorte do ex-ministro em ter sido demitido por um motivo diplomático menor antes de se envolver no que o texto chama de "golpe trapalhão".

4. Contexto Jurídico (Checagem de Fatos)
É importante notar que o texto trata as condenações como definitivas ("condenado a 21 anos"). No cenário atual (2024-2025), Filipe Martins e outros membros do entorno de Bolsonaro foram alvo de prisões preventivas e indiciamentos pela Polícia Federal por abolição violenta do Estado Democrático de Direito. O texto projeta uma sentença severa que reflete as penas máximas previstas para tais crimes no Código Penal brasileiro.
* Em suma, o texto é um exercício de catarse política que utiliza a queda em desgraça dos "chanceleres ideológicos" para validar a tese de que o período 2019-2022 foi um desvio institucional perigoso e amador.

Fonte (Gemini, a IA do Google):
https://www.google.com/search?q=%22Leio%2C+tardiamente%2C+nas+not%C3%ADcias+do+dia%2C+que+o+segundo+chanceler+virtual+do+bolsolavismo+diplom%C3%A1tico+%282019-2021%29%2C+Filipe+Martins%2C+depois+do+primeiro+e+med%C3%ADocre+chanceler+virtual%2C+o+Bananinha+03%2C+chefes+do+pat%C3%A9tico+chanceler+acidental+na+primeira+metade+do+horroroso+desgoverno+do+Bozo+%28agora+j%C3%A1+encarcerado%29%2C+foi+condenado%2C+junto+com+a+tropa+do+N%C3%BAcleo+2+do+projeto+de+golpe%2C+a+21+ANOS+de+cadeia%2C+pela+participa%C3%A7%C3%A3o+no+bananoso+golpe+trapalh%C3%A3o+dessa+tropa+aloprada.+Acredito+que+o+chanceler+acidental%2C+abrigado+atualmente+sob+as+asas+de+sua+mulher+em+algum+apartamento+do+Cairo%2C+sob+uma+%E2%80%9Clicen%C3%A7a+particular%E2%80%9D+do+Itamaraty%2C+deva+enviar+uma+curta+mensagem+de+solidariedade+a+seu+antigo+chefe%2C+congratulando-se%2C+ao+mesmo+tempo%2C+pela+felicidade+que+teve+ao+ser+defenestrado+do+Itamaraty+pelo+entrevero+que+teve+com+uma+senadora+do+agroneg%C3%B3cio+por+causa+de+seus+ataques+%C3%A0+China.+Ele+certamente+teria+sido+levado+ao+falido+projeto+de+golpe+em+sua+vertente+internacional%2C+se+tivesse+continuado+a+infelicitar+o+Itamaraty.+Deve+levar+as+m%C3%A3os+ao+c%C3%A9u+e+agradecer+%C3%A0+senadora.%22.+FA%C3%87A+UMA+AN%C3%81LISE+DE+MODO+DETALHADO+E+CR%C3%8DTICO+DO+TEXTO+ACIMA%2C+INCLUSIVE+DECIFRANDO+E+ANALISANDO+OS+TRECHOS+COM+LINGUAGEM+CODIFICADA.&rlz=1C2GCEA_enBR1094BR1098&sca_esv=5832d1ce5a718513&sxsrf=AE3TifMwzCw7BA6h1pTJN1ufmE0nb-ROug%3A1766108899187&source=hp&ei=465EaaGYCeDW1sQPiKfT6AE&iflsig=AOw8s4IAAAAAaUS889-8FL9xDxoiKSa58OQrHPzX3H_n&aep=22&udm=50&ved=0ahUKEwjhlcasxMiRAxVgq5UCHYjTFB0QteYPCBc&oq=&gs_lp=Egdnd3Mtd2l6IgBIAFAAWABwAHgAkAEAmAEAoAEAqgEAuAEByAEAmAIAoAIAmAMAkgcAoAcAsgcAuAcAwgcAyAcAgAgA&sclient=gws-wiz&mtid=aa9EacSXGprW1sQP1Ou-4Q0&mstk=AUtExfBdxYLLrilcvqoCaKinub9yiHPjoQZyMrL-0_DA1rHc74x9lV-P4rvhkIZjtu5wZxehCx9jc6rs2_BSzhVBi51-GxFUqQhR6iOyefqFjnur0hTn4UTyZE3uGSIPOpBXFhEMjf-S1Ca3ti-3B1uwtoEJldGCaog0qhd21XkKviZiM39BQlxZClAhUzGyXE4AtdjsA1LXMVhr19r9UhFhRSGbIIJ6eDPPQcxx4Cqgs0eRrRgblozdTN2-FVjCjOJVHpgiV4MP_B38VWmOmY0HdpxNgacCM4kjY_U&csuir=1 

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sábado, 13 de dezembro de 2025

O pequeno manual prática da decadência, examinado e reconsiderado pela Inteligência Artificial, por meio de Airton Dirceu Lemmertz

 Escrevi um longo ensaio, em 2007, sobre a decadência como processo social ou civilizatório, postado diversas vezes neste quilombo de resistência intelectual, a última vez, neste link: 

https://diplomatizzando.blogspot.com/2025/12/pequeno-manual-pratico-da-decadencia_12.html

O leitor assíduo e fiel do blog Diplomatizzando, Airton Dirceu Lemmertz, tomou o costume de submeter todos os meus escritos, até simples notas provocadoras, ao crivo da Inteligência Artificial, o que é muito bem-vindo.

O resultado do seu experimento mais recente está postado aqui abaixo, mas o exercício é feito apenas em relação aos indicadores sintéticos, sem abordar o ensaio na sua íntegra, o que pode ser visto no link acima.

Gostei das observações feitas por Madame IA, e creio que vou revisar meu ensaio com base nessas observações muito pertinentes, agradecendo sempre a ajuda do Airton pelo trabalho de submeter algumas de minhas escrevinhações ao exame dessa leitora atenta e muito sensata. 

Paulo Roberto de Almeida

Brasília,  13 dezembro 2025

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"Pode-se saber que um país, ou uma sociedade, está em decadência quando: 
1. O sentimento de mal-estar se torna generalizado na sociedade, ainda que possa ser difuso. 
2. Os avanços econômicos são lentos, ou menores, em relação a outros povos e sociedades. 
3. Os progressos sociais são igualmente lentos ou repartidos de maneira desigual. 
4. A lei passa a não ser mais respeitada pelos cidadãos ou pelos próprios agentes públicos. 
5. As elites se tornam autocentradas, focadas exclusivamente no seu benefício próprio. 
6. A corrupção é disseminada nos diversos canais de intermediação dos intercâmbios sociais. 
7. Há uma desafeição pelas causas nacionais, com ascensão de corporatismos e particularismos. 
8. A cultura da integração na corrente nacional é substituída por reivindicações exclusivistas. 
9. A geração corrente não se preocupa com a seguinte, nos planos fiscal, ambiental ou outros. 
10. Ocorre a degradação moral ou ética nos costumes, a despeito mesmo de “avanços” materiais." 
 
 
ANALISE, DE MODO DETALHADO E CRÍTICO, CADA UM DOS DEZ PONTOS CONSIDERADOS COMO CARACTERÍSTICAS DE DECADÊNCIA DE UM PAÍS OU DE UMA SOCIEDADE.


Os dez pontos apresentados oferecem uma estrutura para diagnosticar a decadência de uma sociedade ou país. Abaixo, segue uma análise detalhada e crítica de cada um deles:

* Análise Detalhada e Crítica
 
Ponto 1: O sentimento de mal-estar se torna generalizado na sociedade, ainda que possa ser difuso.
Análise: Um sentimento difuso de mal-estar é um indicador psicológico e sociológico crucial. Sugere uma perda de confiança coletiva no futuro e nas instituições.
Crítica: Embora importante, o "mal-estar" é subjetivo e pode ser manipulado politicamente. Pode refletir crises temporárias ou expectativas irreais, não necessariamente uma decadência sistêmica. Culturas diferentes reagem a crises de formas distintas.
 
Ponto 2: Os avanços econômicos são lentos, ou menores, em relação a outros povos e sociedades.
Análise: O desempenho econômico relativo é um indicador objetivo de competitividade e dinamismo. A estagnação em relação a pares sugere ineficiência ou falta de inovação.
Crítica: A "decadência" não é sinônimo de crescimento relativo. Uma sociedade pode escolher priorizar a qualidade de vida ou a sustentabilidade em detrimento do crescimento do PIB a todo custo, o que não é necessariamente decadência. Focar apenas na comparação pode desconsiderar o bem-estar interno.
 
Ponto 3: Os progressos sociais são igualmente lentos ou repartidos de maneira desigual.
Análise: A desigualdade crescente e a estagnação social corroem a coesão e a legitimidade do sistema. A ausência de mobilidade social é um sinal de alerta para a estabilidade a longo prazo.
Crítica: "Progresso social" pode ser definido de várias maneiras. Concentrar-se apenas na velocidade ou igualdade da distribuição pode ignorar a importância de garantir um mínimo para todos. Pode haver um conflito entre igualdade e mérito, que precisa ser analisado.
 
Ponto 4: A lei passa a não ser mais respeitada pelos cidadãos ou pelos próprios agentes públicos.
Análise: O Estado de Direito é o pilar de uma sociedade funcional. A erosão do respeito pela lei, especialmente por parte das autoridades, indica corrupção sistêmica e injustiça, minando a confiança no sistema.
Crítica: O "respeito pela lei" deve ser matizado. Leis injustas podem e devem ser contestadas (desobediência civil). A questão não é o respeito cego, mas a justiça e a aplicabilidade universal da lei.
 
Ponto 5: As elites se tornam autocentradas, focadas exclusivamente no seu benefício próprio.
Análise: Elites que falham em considerar o bem comum perdem sua função social e legitimidade. Esse comportamento leva à extração de recursos em vez da criação de riqueza compartilhada.
Crítica: O "interesse próprio" é um motor da economia, como argumentado por Adam Smith. A crítica deve focar no parasitismo e na extração de privilégios, em oposição ao empreendedorismo legítimo. A definição de "benefício próprio" precisa ser clara.
 
Ponto 6: A corrupção é disseminada nos diversos canais de intermediação dos intercâmbios sociais.
Análise: A corrupção sistêmica introduz ineficiência, injustiça e desconfiança. É um indicador clássico de falha de governança e moral pública em declínio.
Crítica: Todos os países têm alguma corrupção. O ponto crítico é o seu nível de disseminação e se o sistema tem mecanismos eficazes para combatê-la. A percepção da corrupção também pode aumentar com a maior transparência.
 
Ponto 7: Há uma desafeição pelas causas nacionais, com ascensão de corporatismos e particularismos.
Análise: O declínio do senso de propósito comum ou identidade nacional pode levar à fragmentação social, onde grupos priorizam seus interesses de nicho sobre o bem-estar coletivo.
Crítica: O "nacionalismo" pode ser perigoso e levar ao conflito. A ascensão de particularismos pode, por outro lado, representar um progresso na valorização da diversidade e dos direitos das minorias. O equilíbrio entre coesão e diversidade é complexo.
 
Ponto 8: A cultura da integração na corrente nacional é substituída por reivindicações exclusivistas.
Análise: Semelhante ao ponto 7, aborda a erosão do consenso e o surgimento de grupos que se veem fora, ou contra, a sociedade majoritária, minando a solidariedade.
Crítica: O que é a "corrente nacional"? Muitas vezes, essa "integração" reflete a hegemonia de um grupo dominante. As reivindicações "exclusivistas" podem ser lutas legítimas por reconhecimento e justiça social.
 
Ponto 9: A geração corrente não se preocupa com a seguinte, nos planos fiscal, ambiental ou outros.
Análise: Este ponto aborda a sustentabilidade e a responsabilidade intergeracional. O endividamento excessivo, a degradação ambiental e a miopia política indicam uma falha ética e prática em garantir o futuro.
Crítica: É um dos pontos mais consensuais em termos de decadência. A crítica principal é a dificuldade de medir o "nível de preocupação" e a complexidade das políticas necessárias para equilibrar as necessidades presentes e futuras.
 
Ponto 10: Ocorre a degradação moral ou ética nos costumes, a despeito mesmo de “avanços” materiais.
Análise: Sugere que o progresso material não é suficiente e que uma sociedade precisa de um arcabouço moral ou ético para se sustentar.
Crítica: A "moral" e a "ética" são altamente relativas e mutáveis ao longo do tempo. O que um grupo vê como "degradação", outro pode ver como libertação ou progresso (ex: direitos LGBTQIA+). Este é o ponto mais subjetivo e ideológico da lista.

Fonte (IA do Google):
https://www.google.com/search?q=%22Pode-se+saber+que+um+pa%C3%ADs%2C+ou+uma+sociedade%2C+est%C3%A1+em+decad%C3%AAncia+quando%3A+1.+O+sentimento+de+mal-estar+se+torna+generalizado+na+sociedade%2C+ainda+que+possa+ser+difuso.+2.+Os+avan%C3%A7os+econ%C3%B4micos+s%C3%A3o+lentos%2C+ou+menores%2C+em+rela%C3%A7%C3%A3o+a+outros+povos+e+sociedades.+3.+Os+progressos+sociais+s%C3%A3o+igualmente+lentos+ou+repartidos+de+maneira+desigual.+4.+A+lei+passa+a+n%C3%A3o+ser+mais+respeitada+pelos+cidad%C3%A3os+ou+pelos+pr%C3%B3prios+agentes+p%C3%BAblicos.+5.+As+elites+se+tornam+autocentradas%2C+focadas+exclusivamente+no+seu+benef%C3%ADcio+pr%C3%B3prio.+6.+A+corrup%C3%A7%C3%A3o+%C3%A9+disseminada+nos+diversos+canais+de+intermedia%C3%A7%C3%A3o+dos+interc%C3%A2mbios+sociais.+7.+H%C3%A1+uma+desafei%C3%A7%C3%A3o+pelas+causas+nacionais%2C+com+ascens%C3%A3o+de+corporatismos+e+particularismos.+8.+A+cultura+da+integra%C3%A7%C3%A3o+na+corrente+nacional+%C3%A9+substitu%C3%ADda+por+reivindica%C3%A7%C3%B5es+exclusivistas.+9.+A+gera%C3%A7%C3%A3o+corrente+n%C3%A3o+se+preocupa+com+a+seguinte%2C+nos+planos+fiscal%2C+ambiental+ou+outros.+10.+Ocorre+a+degrada%C3%A7%C3%A3o+moral+ou+%C3%A9tica+nos+costumes%2C+a+despeito+mesmo+de+%E2%80%9Cavan%C3%A7os%E2%80%9D+materiais.%22.+ANALISE%2C+DE+MODO+DETALHADO+E+CR%C3%8DTICO%2C+CADA+UM+DOS+DEZ+PONTOS+CONSIDERADOS+COMO+CARACTER%C3%8DSTICAS+DE+DECAD%C3%8ANCIA+DE+UM+PA%C3%8DS+OU+DE+UMA+SOCIEDADE.&rlz=1C2GCEA_enBR1094BR1098&sca_esv=34fb7e70802b3bda&sxsrf=AE3TifPRdquw3-78Rs_3sxJP6qHzCXyS_Q%3A1765591502987&source=hp&ei=zsk8acrvOaDb1sQPv7_l-Q8&iflsig=AOw8s4IAAAAAaTzX3rmzWriJbYgJrJWMUqJ9rC0fCpJa&aep=22&udm=50&ved=0ahUKEwjKjujyvLmRAxWgrZUCHb9fOf8QteYPCBI&oq=&gs_lp=Egdnd3Mtd2l6IgBIAFAAWABwAHgAkAEAmAEAoAEAqgEAuAEByAEAmAIAoAIAmAMAkgcAoAcAsgcAuAcAwgcAyAcAgAgA&sclient=gws-wiz&mstk=AUtExfAEHPPL9ceHA-QbKGldfp8TzIz2nfl4mLw3kV_d4uKXlOyVNecU48ts9x22C8K75Fo2_F0mdcM4WIDdySYUtEkNkHfM1jrAF-f6zNkANtojFwFvQEfB4eobeRoPXWJzBHbVcufR2fDfB9Gh85XFE_viUVv6cLNGPnw9SvELh_IeNFO8q0N-0ecoR8E-A1ZdYHeG-aBBX5OEdSNo11LQHaGqIIki-xZS8XBAiApWDj3gRfyx1Q2NYByMmIxCkbaEOwA0q1blmE7i6Czit1hJfe8rQEpgYU0gLW4&csuir=1&mtid=fMo8adCbF8fe1sQP2NnZoAM 

 

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