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sábado, 23 de maio de 2026

Paulo Roberto de Almeida, diplomata não convencional, blogueiro, visto por vários rebentos de Madame IA (via Airton Dirceu Lemmertz)

 PRA: Preciso ler com calma, detectar exageros ou imprecisões e escolher a milha preferida das inúmeras filhas de Madame IA, que já parece uma matrona com muitos rebentos espalhados pelo mundo.

Mas preciso agradecer, em primeiríssimo lugar, a meu amigo Airton Dirceu Lemmertz, essa distinção de submeter meu nome, relativamente desimportante na carreira diplomática, a tantos garimpeiros de minhas atividades, reflexões e produção intelectual.

(23/01/2026)

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Iniciativa de Airton Dirceu Lemmertz:
Será que todos os modelos de IA (inteligência artificial) são iguais? Inserimos o mesmo comando (entre aspas: "Descreva, de modo detalhado, o perfil (profissional, acadêmico, midiático) do diplomata brasileiro Paulo Roberto de Almeida.") em algumas IAs. Cada modelo de IA escolhido, nesta interação, atendeu os seguintes critérios: I) estar disponível online, com página na internet, II) ser gratuito, III) sem necessidade de cadastro prévio. A seguir, o resultado em cada uma.

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Gemini (Google):

O diplomata brasileiro Paulo Roberto de Almeida (nascido em São Paulo, em 1949) possui uma trajetória marcada por uma forte intersecção entre a prática diplomática, a docência e o debate intelectual público. Autodefinido como um "diplomata não convencional", seu perfil divide-se nitidamente em três vertentes principais:

1. Perfil Profissional e Diplomático:
Paulo Roberto ingressou na carreira diplomática por concurso direto em 1977, aposentando-se da ativa em 2021. Durante seus mais de 40 anos de serviço no Ministério das Relações Exteriores (MRE), acumulou vasta experiência na diplomacia econômica, em comércio internacional e na propriedade intelectual.
- Principais postos no exterior: Serviu como Ministro-Conselheiro na Embaixada em Washington (1999–2003) e atuou nas embaixadas de Paris, Berna e Belgrado. Também integrou delegações junto a organismos internacionais em Genebra (GATT/ONU) e na ALADI, em Montevidéu, além de ter sido cônsul-adjunto em Hartford (2013–2015).
- Atuação em Brasília: Na Secretaria de Estado, foi chefe da Divisão de Política Financeira e de Desenvolvimento (1996–1999). Fora do Itamaraty, atuou como Assessor Especial no Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (2003–2007).
- Gestão de Pesquisa: Entre agosto de 2016 e março de 2019, exerceu o cargo de Diretor do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI) da Fundação Alexandre de Gusmão (Funag), vinculada ao MRE.

2. Perfil Acadêmico e Intelectual:
Diferente do perfil puramente burocrático, Almeida manteve uma produção acadêmica intensa e contínua, focada em história diplomática, economia política internacional e sociologia política.
- Formação: Iniciou as ciências sociais na USP (1969–1970). Concluiu sua licenciatura na área pela Université Libre de Bruxelles (1975), onde também obteve o título de Doutor em Ciências Sociais (1984). Possui, ainda, o título de Mestre em Planejamento Econômico pela Universidade de Antuérpia (1977).
- Docência: Foi professor orientador no Instituto Rio Branco (a academia diplomática brasileira) e lecionou na pós-graduação em Sociologia da Universidade de Brasília (UnB). De 2004 a 2021, atuou como professor de Economia Política nos programas de Mestrado e Doutorado em Direito do Centro Universitário de Brasília (UniCeub).
- Produção Bibliográfica: É autor de dezenas de livros e centenas de artigos especializados. Suas publicações focam na formação da diplomacia econômica brasileira e em perfis intelectuais da política externa. Algumas de suas obras de destaque incluem: Formação da Diplomacia Econômica no Brasil (2001); Apogeu e Demolição da Política Externa Brasileira: Reflexões de um Diplomata Não Convencional; O Homem que Pensou o Brasil: Trajetória Intelectual de Roberto Campos; Vidas Paralelas: Rubens Ricupero e Celso Lafer nas Relações Internacionais do Brasil (2025)

3. Perfil Midiático e de Opinião Pública:
Na esfera pública e midiática, Paulo Roberto de Almeida destaca-se por sua postura independente, analítica e por vezes crítica em relação às conduções políticas da diplomacia brasileira.
- O Blog Diplomatizzando: Mantém uma presença digital muito ativa por meio de seu blog pessoal (diplomatizzando.blogspot.com), criado para compartilhar ensaios, resenhas de livros, notas de aulas e reflexões sem as amarras formais do jargão burocrático. Ele utiliza plataformas como Academia.edu e ResearchGate para democratizar o acesso à totalidade de seus escritos e livros.
- Presença na Imprensa: É colaborador frequente de revistas de análise de conjuntura (como a Interesse Nacional) e de institutos de debate econômico e político (como o Instituto Millenium). Seus posicionamentos costumam defender o pragmatismo institucional, a abertura econômica e o resgate da memória histórica da diplomacia profissional, o que o tornou uma voz muito requisitada pela grande mídia e por periódicos para avaliar os rumos da política externa contemporânea.

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ChatGPT (OpenAI):

Paulo Roberto de Almeida é um dos diplomatas-intelectuais mais prolíficos do Itamaraty nas últimas décadas. Sua atuação combina três dimensões principais: a carreira diplomática propriamente dita, a produção acadêmica em história diplomática e economia política internacional, e uma presença midiática intensa — especialmente por meio de artigos, blogs, ensaios e intervenções no debate público sobre política externa brasileira.

1) Perfil profissional e trajetória diplomática:
Paulo Roberto de Almeida ingressou na carreira diplomática em 1977, por concurso do Instituto Rio Branco, pertencendo à geração de diplomatas formada ainda durante o regime militar, mas intelectualmente consolidada no contexto da redemocratização brasileira. Ao longo da carreira, trabalhou em diversas áreas do Ministério das Relações Exteriores, sobretudo nos temas de comércio exterior, integração econômica, finanças internacionais e política econômica externa.
Serviu em postos no exterior e em funções técnicas na Secretaria de Estado do Itamaraty. Sua especialização sempre esteve mais associada à diplomacia econômica e à história da política externa do que à diplomacia político-estratégica clássica. Em vários textos autobiográficos e entrevistas, ele se define como um “diplomata acadêmico” ou “intelectual público” dentro do Itamaraty.
Entre as funções institucionais relevantes, destacou-se como diretor do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI), órgão vinculado à Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG), responsável por publicações e pesquisas em diplomacia e relações internacionais.
Sua atuação profissional é marcada por forte defesa da profissionalização do Itamaraty, da autonomia técnica da diplomacia e da continuidade institucional da política externa brasileira. Ele frequentemente critica o que considera “partidarização” da política externa em diferentes governos, especialmente quando percebe interferência ideológica excessiva na burocracia diplomática.

2) Perfil acadêmico:
Academicamente, Paulo Roberto de Almeida pertence à tradição dos diplomatas-historiadores brasileiros, ao lado de nomes como Rubens Ricupero, Luiz Felipe de Seixas Corrêa e Gelson Fonseca Jr..
Sua formação superior foi realizada na Europa: graduação em Ciências Sociais pela Université Libre de Bruxelles; mestrado em Planejamento Econômico pela Universidade de Antuérpia; doutorado em Ciências Sociais, também pela Université Libre de Bruxelles, concluído em 1984.
Como professor, lecionou no Instituto Rio Branco e na Universidade de Brasília. Posteriormente, passou a atuar no Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), especialmente em programas de pós-graduação em Direito e Relações Internacionais.
Sua produção bibliográfica é extremamente extensa, envolvendo: história diplomática brasileira; formação econômica do Brasil; economia política internacional; integração regional; comércio internacional; crítica da política externa contemporânea; história intelectual da diplomacia brasileira.
Entre suas obras mais conhecidas estão: Formação da Diplomacia Econômica do Brasil; Contra a Corrente; Uma certa ideia do Itamaraty; Miséria da Diplomacia.
Do ponto de vista intelectual, ele é frequentemente associado a posições: liberalizantes em economia; favoráveis à abertura comercial; críticas ao nacional-desenvolvimentismo; céticas em relação a alinhamentos ideológicos Sul-Sul; defensoras de maior inserção do Brasil nas cadeias globais e no Ocidente liberal.
Seu pensamento dialoga bastante com tradições liberais e institucionalistas das relações internacionais, embora conserve traços fortes de historicismo diplomático brasileiro.

3) Perfil midiático e presença pública:
Paulo Roberto de Almeida tornou-se uma figura particularmente influente na internet diplomática brasileira. Seu blog, Diplomatizzando, converteu-se ao longo dos anos em um enorme arquivo de textos sobre: política externa; história diplomática; concursos do CACD; bibliografias; debates intelectuais; críticas ao Itamaraty; comentários políticos e econômicos.
O blog é amplamente conhecido entre estudantes do CACD e pesquisadores de relações internacionais, funcionando quase como um repositório paralelo da memória intelectual diplomática brasileira. Diversos fóruns de preparação para a carreira diplomática citam seus textos como referência recorrente.
Midiaticamente, Almeida ocupa uma posição peculiar: não é exatamente um “comentarista de TV” tradicional; mas é muito presente em artigos, entrevistas, debates acadêmicos e redes intelectuais digitais.
Seu estilo é conhecido por: erudição enciclopédica; produção textual incessante; tom polêmico e contrarianista; crítica contundente a correntes ideológicas que considera anti-liberais ou antiocidentais; defesa enfática da racionalidade burocrática do Itamaraty.
Durante o governo de Jair Bolsonaro e da gestão do chanceler Ernesto Araújo, Paulo Roberto de Almeida tornou-se um crítico importante da orientação ideológica da política externa brasileira. O livro Miséria da Diplomacia sintetiza boa parte dessa crítica.
Ao mesmo tempo, ele também criticou aspectos da política externa dos governos do Partido dos Trabalhadores, especialmente em temas como:
integração regional ideologizada; aproximação com regimes autoritários; diplomacia Sul-Sul; protagonismo político-partidário da diplomacia presidencial.
4) Estilo intelectual e reputação:
No meio diplomático e acadêmico, Paulo Roberto de Almeida é visto simultaneamente como: um intelectual extremamente produtivo; um historiador respeitado da diplomacia brasileira; um polemista permanente.
Sua reputação é marcada por: vasta erudição histórica; domínio bibliográfico raro; independência intelectual; crítica frequente ao corporativismo e ao conformismo institucional.
Também é conhecido por cultivar deliberadamente uma identidade “heterodoxa” ou “contrarianista”, termo que ele próprio utiliza para definir sua postura intelectual.
Entre estudantes do CACD, é frequentemente lembrado como: referência bibliográfica importante; incentivador da formação autodidata; crítico do excesso de formalismo acadêmico; defensor de sólida cultura histórica e econômica para diplomatas.
Em síntese, Paulo Roberto de Almeida representa uma tradição específica do Itamaraty: a do diplomata-intelectual liberal, fortemente ligado à história diplomática, à economia política internacional e à defesa de uma diplomacia profissionalizada, racional e menos subordinada a orientações ideológicas conjunturais.

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Perplexity AI:

Paulo Roberto de Almeida é um diplomata de carreira do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) com forte trajetória acadêmica e intensa presença midiática por meio de livros, artigos e blogs, centrado sobretudo na análise da política externa brasileira e das relações internacionais.

1) Perfil profissional (diplomático):
Entrou no Itamaraty em 1977, após concurso de ingresso, e atuou em diversas áreas temáticas (comércio exterior, integração, finanças, investimentos, ciência e tecnologia, direitos humanos e desarmamento).
Serviu em postos no exterior como Berna, Belgrado, Paris, Genebra, Montevidéu e Washington, além de exercer funções em Brasília, incluindo chefia de Divisão de Política Financeira e de Desenvolvimento e cargo de Ministro‑Conselheiro na Embaixada em Washington (1999–2003).
No Brasil, foi Assessor Especial no Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (2003–2007) e, posteriormente, Diretor do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI‑Funag/MRE) entre agosto de 2016 e março de 2019, somando ainda experiência como Cônsul‑Geral Adjunto em Hartford até se aposentar em 2021.

2) Formação acadêmica e trajetória intelectual:
É licenciado e doutor em Ciências Sociais pela Université Libre de Bruxelles (doutorado em 1984) e mestre em Planejamento Econômico pela Universidade de Antuérpia (1977).
Foi professor de Sociologia Política no Instituto Rio Branco e na Universidade de Brasília (1986–1987) e, desde 2004, docente de Economia Política no Programa de Pós‑Graduação (Mestrado e Doutorado) em Direito do Centro Universitário de Brasília (Uniceub).
Integrante de comitês editoriais de várias revistas acadêmicas, como a Revista Brasileira de Política Internacional e a Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal, atuando também como editor adjunto e, em alguns períodos, como editor efetivo.
3) Produção bibliográfica e linha de pensamento:
É autor de dezenas de livros e de centenas de artigos, com destaque para temas como política externa brasileira, diplomacia, relações internacionais, economia política e análise histórica do Itamaraty (por exemplo, Apogeu e demolição da Política Externa: itinerários da diplomacia brasileira).
Publicou, entre outros trabalhos, Marxismo e socialismo: trajetória de duas parábolas da era contemporânea e Miséria da diplomacia: a destruição da inteligência no Itamaraty, nos quais combina crítica histórica e análise política sobre a burocracia externa brasileira.
Sua linha de pensamento é fortemente racionalista‑institucionalista, com forte ênfase em instituições, normas, planejamento e na “inteligência” estratégica da política externa, além de crítica ao esvaziamento técnico e político do corpo diplomático em certos períodos recentes.

4) Atuação midiática e digital:
Mantém o blog Diplomatizzando, desde 2006, em que publica ensaios, notas de leitura, comentários sobre política externa e relações internacionais, consolidando‑se como um dos principais espaços de reflexão crítica de um diplomata brasileiro na esfera digital.
Disponibiliza boa parte de seus textos em plataformas acadêmicas como Academia.edu e ResearchGate, com ampla difusão de artigos, capítulos e livros completos, reforçando sua presença como autor de acesso aberto.
Frequentemente aparece em entrevistas, palestras e artigos em instituições liberais e de cunho intelectual (como o Instituto Millenium), comentando temas como diplomacia, integração regional, globalização e crise institucional da política externa brasileira.
Em síntese, Paulo Roberto de Almeida encarna um perfil híbrido de diplomata‑acadêmico‑publicista: um funcionário de carreira com forte base teórica nas ciências sociais, que ampliou sua influência para além das fronteiras do Itamaraty por meio de uma produção constante de livros, artigos e escritos em blogs, situando‑se como referência crítica e analítica para debates sobre a política externa e a diplomacia brasileiras no século XXI.

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QuillBot AI Chat:

Claro! Vou descrever em detalhes o perfil profissional, acadêmico e midiático do diplomata brasileiro Paulo Roberto de Almeida.
Perfil do diplomata Paulo Roberto de Almeida:

1. Perfil Profissional:
Paulo Roberto de Almeida é um diplomata de carreira do Ministério das Relações Exteriores do Brasil (Itamaraty).
Tem vasta experiência em política externa, especialmente em temas relacionados à América Latina, relações internacionais, e política global.
Atuou em diversas missões diplomáticas brasileiras no exterior, incluindo postos em países estratégicos para a política externa do Brasil.
Além de atuar em representações diplomáticas, também ocupou cargos em órgãos internacionais e participou de negociações multilaterais.
É reconhecido por sua análise crítica e contextualizada das políticas externas, com enfoque em integração regional e cooperação internacional.

2. Perfil Acadêmico:
Paulo Roberto de Almeida possui sólida formação acadêmica em Relações Internacionais.
Frequentemente atua como professor e pesquisador em universidades brasileiras e instituições acadêmicas, contribuindo para a formação de novos profissionais da área.
Já publicou diversos artigos, livros e ensaios acadêmicos que abordam temas de diplomacia, política internacional, e história das relações exteriores do Brasil.
Sua produção acadêmica destaca-se pela abordagem interdisciplinar, combinando teoria e prática diplomática.
Participa de seminários, congressos e debates acadêmicos, sendo uma voz influente na área de estudos internacionais.

3. Perfil Midiático:
Paulo Roberto de Almeida é ativo na mídia, sendo frequentemente convidado para comentar e analisar questões internacionais em jornais, revistas, rádios e televisão.
Mantém um blog e/ou perfis em redes sociais onde compartilha análises e reflexões sobre política externa e eventos globais.
Sua comunicação é conhecida por ser clara, didática e acessível, contribuindo para a popularização do debate sobre temas internacionais junto ao público geral.
Participa de entrevistas e debates, oferecendo uma visão experiente e fundamentada sobre os desafios da diplomacia brasileira e global.
É reconhecido como uma referência confiável para jornalistas, estudantes e interessados em relações internacionais.
Este perfil detalhado evidencia a atuação multifacetada de Paulo Roberto de Almeida como diplomata, acadêmico e comunicador, destacando sua contribuição para o entendimento e desenvolvimento da política externa brasileira.

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Aichatting:

Paulo Roberto de Almeida é um diplomata brasileiro com uma carreira extensa e destacada tanto na área profissional quanto acadêmica e midiática. A seguir, uma descrição detalhada do seu perfil:

1) Perfil Profissional:
Paulo Roberto de Almeida é um diplomata de carreira do Itamaraty, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil. Ele possui ampla experiência em questões internacionais, especialmente no campo da política externa brasileira, segurança internacional e relações multilaterais. Ao longo de sua trajetória, ocupou diversos cargos relevantes dentro do serviço diplomático, participando ativamente da formulação e implementação da política externa do Brasil em várias regiões e contextos.

2) Perfil Acadêmico:
No meio acadêmico, Paulo Roberto de Almeida destaca-se como um pesquisador e docente respeitado. Ele é doutor em Relações Internacionais e tem contribuições importantes na área, com publicações que abordam temas como estratégia internacional, história diplomática e segurança global. Almeida colabora frequentemente com universidades e centros de estudos, promovendo debates e análises aprofundadas sobre temas atuais da política internacional e das relações exteriores brasileiras.

3) Perfil Midiático:
Além de sua atuação profissional e acadêmica, Paulo Roberto de Almeida é presença constante nos meios de comunicação, onde atua como comentarista e analista de política externa e assuntos internacionais. Ele participa de entrevistas, debates, artigos e programas televisivos e radiofônicos, sendo reconhecido por sua clareza, profundidade analítica e capacidade de contextualizar eventos internacionais para o público geral. Sua participação midiática contribui para a disseminação do conhecimento sobre diplomacia e relações internacionais no Brasil.
Em resumo, Paulo Roberto de Almeida é um diplomata experiente, um acadêmico rigoroso e um comunicador que contribui significativamente para o entendimento da política externa brasileira e dos assuntos internacionais, tanto no âmbito profissional quanto no público.

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Chatbot Chat App:

Paulo Roberto de Almeida: Um Perfil Detalhado do Diplomata Brasileiro:
Paulo Roberto de Almeida é uma figura proeminente na diplomacia brasileira, com uma carreira multifacetada que abrange atuação em diversas frentes: profissional, acadêmica e midiática. Seu perfil é marcado por uma profunda compreensão das relações internacionais, um aguçado senso analítico e uma capacidade notável de comunicar ideias complexas de forma acessível.

1) Perfil Profissional:
A carreira diplomática de Paulo Roberto de Almeida é extensa e repleta de experiências significativas, que o qualificam como um profundo conhecedor das dinâmicas internacionais e da política externa brasileira.
Carreira Diplomática: Ingressou na carreira diplomática brasileira em 1971, através de concurso público do Instituto Rio Branco (IRBr). Desde então, ocupou diversas posições de destaque em postos no exterior e no Ministério das Relações Exteriores (MRE).
Ampla Experiência Internacional: Serviu em embaixadas e consulados em países estratégicos, como Estados Unidos (Washington e Nova Iorque), Argentina (Buenos Aires), Chile (Santiago), França (Paris) e Índia (Nova Deli). Essa vivência internacional lhe proporcionou um conhecimento prático e teórico das realidades de diferentes regiões e sistemas políticos.
Atuação em Organismos Multilaterais: Sua experiência se estende à atuação em importantes organismos multilaterais. Foi representante permanente do Brasil junto ao Acordo Geral de Tarifas e Comércio (GATT), antecessor da Organização Mundial do Comércio (OMC), e atuou em missões junto às Nações Unidas (ONU). Essa atuação o coloca como um especialista em negociações comerciais e temas de governança global.
Cargos de Liderança no MRE: Dentro do Ministério das Relações Exteriores, ocupou posições de relevo, demonstrando sua capacidade de gestão e articulação política. Foi Diretor do Departamento de Planejamento e Projetos (DPP) e também exerceu a função de Chefe da Assessoria de Imprensa do MRE, o que lhe conferiu uma visão privilegiada da comunicação diplomática.
Especialização Temática: Ao longo de sua carreira, desenvolveu especializações em diversas áreas, incluindo:
-Comércio Internacional e Integração Econômica: Sua passagem pelo GATT e sua vasta produção intelectual nesta área confirmam sua expertise.
-Multilateralismo e Governança Global: Sua atuação em fóruns internacionais o habilita a discutir e analisar os desafios e oportunidades da cooperação global.
-Política Externa Brasileira: Paulo Roberto de Almeida é um dos mais respeitados analistas da política externa brasileira, abordando seus princípios, desafios e estratégias.
-Segurança Internacional e Desarmamento: Sua produção intelectual também abrange estas áreas, demonstrando uma visão ampla dos temas globais.
Perfil Acadêmico:
O aprofundamento teórico e a produção intelectual são pilares importantes da trajetória de Paulo Roberto de Almeida, enriquecendo sua atuação profissional com embasamento científico e crítico.

2) Formação Acadêmica: 
Paulo Roberto de Almeida possui formação em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e é formado pelo Instituto Rio Branco (IRBr), a principal instituição de formação de diplomatas no Brasil.
Pós-Graduação e Estudos Avançados: Realizou estudos de pós-graduação e aperfeiçoamento em instituições renomadas, como a Escola de Guerra Naval (EGN) e o Centro de Estudos de Defesa do Rio de Janeiro (CEDRI).
Produção Intelectual Vasta e Diversificada: É um autor prolífico, com uma extensa obra publicada em livros, artigos em periódicos acadêmicos, jornais e revistas especializadas. Seus escritos abordam temas cruciais das relações internacionais e da política externa brasileira.
Temas de Pesquisa e Análise: Suas publicações frequentemente exploram:
-A evolução do sistema internacional e o papel do Brasil no cenário global.
-As dinâmicas do comércio internacional, o protecionismo e a OMC.
-O multilateralismo, a governança global e as novas instituições internacionais.
-A história e os desafios da política externa brasileira.
-Questões de segurança internacional, desarmamento e não proliferação nuclear.
-A democratização e os desafios da inserção internacional de países em desenvolvimento.
Participação em Debates Acadêmicos: Frequentemente é convidado a palestrar em universidades, centros de pesquisa e eventos acadêmicos, compartilhando suas análises e estimulando o debate qualificado sobre os temas que domina.

3) Perfil Midiático:
Paulo Roberto de Almeida transcende os círculos diplomáticos e acadêmicos, sendo uma voz influente e respeitada nos meios de comunicação, onde compartilha suas análises de forma clara e acessível ao público em geral.
Presença Constante na Mídia: É um comentarista frequente em jornais, revistas, programas de televisão e rádio, oferecendo análises sobre assuntos de política internacional, economia, comércio e diplomacia.
Articulista e Colunista: Mantém colunas e escreve artigos frequentemente para veículos de grande circulação, como o jornal O Estado de S. Paulo (Estadão) e outros jornais e revistas com foco em política e economia. Sua escrita é conhecida pela clareza, objetividade e profundidade.
Influência nas Discussões Públicas: Suas opiniões e análises têm um peso considerável na formação da opinião pública sobre temas complexos da agenda internacional. Ele tem a capacidade de traduzir jargões diplomáticos e acadêmicos em linguagem compreensível para um público mais amplo.
Crítico e Analista Afiado: Não hesita em apresentar críticas construtivas e análises aprofundadas sobre as decisões de política externa, os desafios da diplomacia brasileira e as tendências globais.
Presença Digital: Paulo Roberto de Almeida também utiliza plataformas digitais para compartilhar seus pensamentos e engajar-se com o público, através de blogs e redes sociais, onde frequentemente divulga seus artigos e comentários.
Comunicação Eficaz: Sua habilidade de comunicação é um de seus grandes trunfos. Ele consegue apresentar argumentos sólidos e bem fundamentados, tornando seus comentários relevantes e impactantes.
Em suma, Paulo Roberto de Almeida personifica um diplomata completo. Sua vasta experiência profissional no serviço exterior, aliada a um robusto arcabouço acadêmico e a uma notável capacidade de comunicação midiática, o consolida como uma referência incontornável para a compreensão das relações internacionais e da política externa brasileira. Sua contribuição para o debate público sobre esses temas é de inegável valor, demonstrando a importância de uma diplomacia acessível e analiticamente embasada.

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DeepAI Chat:

Paulo Roberto de Almeida é um diplomata, acadêmico e analista brasileiro reconhecido por sua atuação no campo da política internacional, relações exteriores e estudos estratégicos. Seu perfil combina experiência diplomática com uma sólida formação acadêmica e uma presença midiática relevante.

Profissionalmente, Almeida foi diplomata de carreira, atuando em postos no Brasil e no exterior, tendo desenvolvido expertise em temas relacionados às políticas externas brasileiras, integração regional, segurança internacional e economia mundial. Sua trajetória inclui cargos em órgãos do Ministério das Relações Exteriores, onde contribuiu para a formulação e implementação de políticas diplomáticas e estratégias de cooperação internacional.

No âmbito acadêmico, Paulo Roberto de Almeida é reconhecido por suas contribuições como pesquisador, professor e autor de diversas obras e artigos acadêmicos. Possui formação acadêmica sólida, com pós-graduação e doutorado em áreas relacionadas às Relações Internacionais, Ciência Política ou Estudos Estratégicos, além de atuar como professor em universidades, palestrante em eventos acadêmicos e colaborador de institutos de pesquisa. Sua produção intelectual busca compreender e explicar os processos de globalização, o papel do Brasil no cenário internacional e os desafios da diplomacia moderna.

No aspecto midiático, Almeida tem uma presença significativa em debates públicos, escrevendo artigos, participando de programas de rádio e televisão, além de manter uma atuação ativa em redes sociais. Sua postura é marcada por análises embasadas, posicionamentos claros e uma comunicação acessível ao grande público, buscando promover o entendimento sobre temas complexos de política internacional e relações externas do Brasil.
Resumindo, o perfil de Paulo Roberto de Almeida é o de um diplomata experiente, com forte formação acadêmica e atuação midiática relevante, dedicado ao estudo, à análise e à promoção do entendimento das questões internacionais no contexto brasileiro.

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Você sentiu falta de algum modelo de IA? Se não estava aqui (na relação acima), é por causa de um dos seguintes motivos: I) não atendeu os três requisitos mencionados no topo deste texto, II) eu não consegui acessar (a página estava com algum problema na hora da consulta; ou meu computador 'negou' na hora), III) ou eu simplesmente esqueci (acontece...).

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Qual IA, acima, o PRA achou melhor?

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Preciso ler com calma, detectar exageros ou imprecisões e escolher a minha preferida das inúmeras filhas de Madame IA, que já parece uma matrona com muitos rebentos espalhados pelo mundo. PRA

sexta-feira, 22 de maio de 2026

O atentado contra Salman Rushdie, relatado por Braulio Tavares, em Mundo Fantasmo, e comentado por Madame IA (Gemini AI)

Artigos de Braulio Tavares em sua coluna diária no "Jornal da Paraíba" (Campina Grande-PB), desde o 0001 (23 de março de 2003) até o 4098 (10 de abril de 2016). Do 4099 em diante, os textos estão sendo publicados apenas neste blog, devido ao fim da publicação do jornal impresso.


quarta-feira, 20 de maio de 2026

5235) A faca e Salman Rushdie (20.5.2026)

 Para muita gente, Salman Rushdie é apenas o autor do livro blasfemo Os Versos Satânicos (1989), que desencadeou contra ele o ódio de muçulmanos fanáticos. O romance tratava de maneira desabusada e irreverente algumas figuras sagradas do Islã, e fez com que o aiatolá Khomeini decretasse a famosa Fatwa, a sentença de morte contra o autor. A oferta de Khomeini pela vida de Rushdie, segundo se diz, chegou a 3 milhões de dólares. Dinheiro que, pelo que entendo, jamais chegou a ir para a conta de ninguém. Os radicais não mataram Rushdie. Mataram seu tradutor japonês – o que mais uma vez demonstra que, na cadeia alimentar da literatura, o tradutor é o primeiro a ser devorado. Conheci o nome do indiano Rushdie (educado em Londres) muito antes disso e, curiosamente, ouvi falar nele pela primeira vez em 1981, num verbete da minha querida The Encyclopedia of Science Fiction (1978; ed. Peter Nicholls e John Clute). Ele era mencionado ali por obra e graça de seu romance de estréia Grimus (1975), uma fábula meio surreal sobre universos paralelos e transcendência mística. Um livro (fiquei sabendo depois) de que ninguém gosta, exceto eu e Rushdie, talvez. Minto: tenho dois ou três amigos que apreciam o livro. A questão é que como ficção científica ele não se sustenta (nem precisa), porque está mais próximo dos delírios alegóricos de Jodorowsky (tipo A Montanha Sagrada) do que de Blade Runner ou Star Wars. O livro de estréia, contudo, acabou produzindo um episódio que mostra o quanto o Deus da Literatura tem caninos brancos e garras de veludo. Como registra Bryan Appleyard, do The Sunday Times: "Na década de 1970, os escritores Kingsley Amis, Arthur C. Clarke e Brian Aldiss eram jurados num concurso para escolher o melhor romance de ficção científica do ano. Decidiram dar esse prêmio a Grimus, o livro de estréia de Salman Rushdie, No último minuto, porém, os organizadores decidiram desclassificar o livro. Não queriam Grimus na prateleira de ficção científica. “Se esse livro tivesse ganho”, disse Aldiss, o sarcástico romancista de 82 anos, o padrinho da FC britânica, “Rushdie teria que ser promovido como autor de FC, e nunca mais ninguém ouviria falar do seu nome.”.". Exilado do planeta FC, Rushdie acabou se consagrando em 1981 com Midnight Children, romance fantástico sobre a geração nascida na noite da independência da Índia. Ganhou o Booker Prize, e o resto é história. Li agora um dos seus livros mais recentes, Faca: Reflexões Sobre um Atentado (Companhia das Letras, 2024, trad. Cássio Arantes Leite e José Rubens Siqueira). É o relato da tentativa mais recente de cumprir a fatwa. Em agosto de 2022, numa palestra pública nos EUA, Rushdie foi atacado por um fanático que subiu ao palco e, antes de ser contido, desferiu 15 facadas no escritor, atingindo o seu rosto, o peito, o pescoço, uma mão. Rushdie correu sério perigo de perder a vida, mas recuperou-se parcialmente. Perdeu a visão do olho direito, e parte do uso da mão esquerda, mas voltou a trabalhar, viajar, escrever, dar palestras. E neste livro ele reconstitui e comenta a experiência do atentado. O escritor indiano lembra em seu livro um outro atentado famoso – a primeira coisa que me veio à cabeça quando eu soube do que tinha ocorrido. Em 1938, o dramaturgo Samuel Beckett foi esfaqueado numa rua de Paris e correu risco de vida. Depois, conseguiu um encontro pessoal com o seu atacante (que estava preso) e perguntou-lhe por que fizera aquilo. O homem respondeu: “Não sei, senhor, me desculpe”. Salman Rushdie não quis ter nenhum encontro face a face com o homem que tentou tirar sua vida. Mas romancista é romancista, e a parte II de seu livro Faca é a ficcionalização de um diálogo entre os dois. Não me pareceu a melhor parte do livro – o autor, claramente revoltado com o que passou, transforma essa entrevista imaginária numa espécie de desabafo em que ele meio que ridiculariza o criminoso por ser fanático, por não ter cultura literária, e assim por diante. Depois de meses de internação hospitalar, Rushdie foi se recuperando aos poucos, recebeu alta para voltar ao seu apartamento em New York. Algum tempo depois, pediu para revisitar o lugar onde sofreu o ataque, no Instituto Chautauqua, na cidade de Pittsburgh. Acompanhado de sua mulher, Eliza (que não estava presente no dia do atentado) ele reviu o auditório onde mal tinha começado a falar para a platéia quando aquele homem mascarado (que no livro ele chama de “o A.”, o Agressor) correu para o palco, subiu e o atacou. "O palco também estava vazio, um amplo espaço de tábuas polidas. Tentei recriar o momento para Eliza. Havia duas cadeiras, para Henry e para mim, contei, aproximadamente aqui e aqui, e o microfone que Sony Ton-Aime usou para nos apresentar estava ali. E o A. — quando o vi pela primeira vez — deve ter se levantado de um lugar um pouco mais à direita. Ali. E veio correndo e subiu esses degraus. Aqui. E então me atacou. E quando eu caí foi mais ou menos aqui. Bem aqui.". Diz um ditado popular que “o criminoso sempre volta ao local do crime”. Como toda frase desse tipo, ela tem um tom demasiado taxativo (“sempre”). Seria mais científico dizer: "os criminosos geralmente têm um forte impulso de voltar ao local do crime.". E as vítimas (as quase vítimas-fatais) também. Acho que qualquer psicólogo consegue explicar os mecanismos mentais que levam alguém a esse tipo de acerto de contas com a própria memória. Varia muito, é claro. Algumas pessoas, passando por um acidente grave, por exemplo, passam a evitar aquela rua, ou aquele transporte que estavam usando, ou qualquer outra coisa que lembre o momento traumático. Outras, no entanto, sentem a necessidade de fazer uma espécie de “reconstituição ritual do trauma”. Como se fosse uma visita a um local onde lhes aconteceu uma coisa maravilhosa, não uma coisa terrível. E que coisa maravilhosa foi essa? “Eu escapei”, ela dirá. Não é o lugar onde quase morreu, é o lugar onde nasceu de novo. Pontos dolorosos do nosso passado imploram por uma visita, exigem que voltemos lá. Para quê? Não sabemos, mas essa tentativa de revisitar o trauma fornece um excelente material para romancistas, cineastas, dramaturgos em geral. A obra de Luís Buñuel está cheia de histórias sobre pessoas que sentem a compulsão de recriar uma cena precisa do passado, retornar a um momento do passado, para apagar uma dor que continua acesa. Rushdie é um prosador brilhante, inventivo, com uma imaginação portentosa. Seus escritos têm um lado londrino, cosmopolita, e têm outro lado que facilmente chuta para o alto o pau-da-barraca do Realismo e mergulha numa aventura surreal sem pedir licença antes nem desculpas depois. É um dos melhores estilistas daquilo que o respeitável James Wood chamou de “realismo histérico”, um tipo de literatura fabulatória onde não se recua diante do grotesco, do improvável, do rebuscado, do incompreensível. Ele escreveu um livro enorme, Joseph Anton (2012), sobre a fase em que, devido à sentença de morte dos aiatolás, passou alguns anos clandestino, protegido pelo Serviço Secreto da Inglaterra. Mas só o escreveu depois, quando a ameaça afrouxou e ele saiu de novo à luz, vindo inclusive à FLIP, em Paraty, onde tomou cerveja, deu autógrafos e conversou livremente com todo o mundo. Os romances que produziu com a Fatwa pendendo sobre a cabeça, contudo, conseguiram evitar dois perigos, segundo ele: o vitimismo e o revanchismo. Diz ele, em Faca: "Imagine que você não saiba nada a meu respeito, que você veio de outro planeta, talvez, e alguém lhe deu meus livros para ler, e você nunca ouviu falar no meu nome nem tem nenhuma informação sobre minha vida ou sobre o ataque contra os Versos satânicos em 1989. Assim, se você lesse meus livros na ordem cronológica, não acredito que pudesse concluir que “alguma calamidade aconteceu na vida desse escritor em 1989”. Os livros têm sua própria jornada a percorrer. Eu me lembrava de pensar na época que havia duas maneiras de a fatwa me desencaminhar, me destruir enquanto artista: se eu começasse a escrever livros “temerosos” ou se passasse a escrever livros “vingativos”. Ambas as opções destruiriam minha individualidade e independência e fariam de mim nada mais que uma cria daquele ataque. Ele me dominaria e eu não seria mais eu mesmo.". Realismo histérico ou não, a literatura de Rushdie mergulha em referências indianas milenares e ao mesmo tempo mostra ser escrita por um cara que escuta Bob Dylan e torce pelo Tottenham Hotspur. É uma imaginação literária sem barreiras, aceitando as imagens e os enredos do modo como lhe vêm. Em Faca, ele conta que já em Pittsburgh, na véspera da palestra, ficou algum tempo sozinho, à noite, diante do lago. A lua de agosto estava tão bonita que ele lembrou de trechos de seu romance mais recente, que aborda deuses pertencentes a uma “Linhagem Lunar”. Lembrou de uma piada relativa a Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na Lua; lembrou de um conto de Ítalo Calvino em As Cosmicômicas, em que a Lua está tão próxima da Terra que é possível pular de uma para a outra. E nessa associação de idéias lembrou do filme de Georges Méliès, La Voyage dans la Lune, em que o foguete lançado da Terra – na verdade, uma bala de canhão – se crava no olho direito da Lua. E diz: “Eu não fazia idéia do que a manhã seguinte reservava para o meu olho direito.”. O atentado foi brutal, e ele escapou por pouco. Um homem de 75 anos foi esfaqueado por outro de 27, que lhe aplicou quinze facadas em menos de trinta segundos. Um médico disse ao escritor: “O senhor só escapou com vida porque seu assaltante não tinha a mínima idéia de como se mata alguém com uma faca”. E ele diz: "Se não fosse por Henry e a plateia, eu não estaria hoje aqui, escrevendo estas palavras. Não vi o rosto deles e não sei seus nomes, mas foram as primeiras pessoas a salvar minha vida. De forma que, naquela manhã em Chautauqua, vivenciei o pior e o melhor da natureza humana, quase ao mesmo tempo. É isso que somos como espécie: temos dentro de nós tanto a possibilidade de assassinar um velho estranho por quase nenhuma razão, o potencial do Iago de Shakespeare que Coleridge chamou de “malignidade sem causa”, e contemos também o antídoto para essa doença: coragem, desapego, disposição de arriscar a vida para ajudar aquele velho estrangeiro caído no chão.".



Comentários por Madame IA, a pedido de Airton Dirceu Lemmertz:

* Introdução: O Destino Literário e a Anatomia do Trauma:
O fragmento textual apresentado propõe uma reflexão profunda sobre a trajetória do escritor indiano Salman Rushdie, entrelaçando a ironia do destino editorial, a violência do fanatismo religioso e a resposta estética diante da proximidade da morte. A análise crítica do texto exige desvelar as dinâmicas invisíveis que regem o sistema literário e os mecanismos psicológicos que transformam a violência física em narrativa de sobrevivência. Longe de ser apenas um relato biográfico, a trajetória de Rushdie sintetiza o choque inevitável entre a liberdade fabulatória da arte e o literalismo dogmático que tenta aniquilá-la.

Capítulo I: As Engrenagens do Sistema Editorial e o "Deus da Literatura":
- A Desclassificação Providencial e o Exílio de Gênero:
O episódio envolvendo o romance de estreia de Rushdie, Grimus, revela a rigidez das fronteiras mercadológicas e editoriais da década de 1970. A decisão dos jurados britânicos de desclassificar a obra no último minuto, sob o argumento satírico de que o selo da ficção científica destruiria o futuro do autor, expõe o preconceito sistêmico que segregava a literatura de gênero da chamada alta literatura. A expressão codificada "Deus da Literatura" funciona aqui como uma metáfora para o acaso institucional e as forças invisíveis do mercado que moldam carreiras artísticas. Se o livro tivesse vencido o concurso de ficção científica, a recepção crítica de Midnight's Children em 1981 poderia ter sido sufocada pelo rótulo do nicho editorial. O suposto revés inicial operou, paradoxalmente, como a libertação estética que permitiu a Rushdie ser absorvido pelo cânone ocidental como um mestre do realismo mágico ou do realismo histérico.
- A Vulnerabilidade do Tradutor na Cadeia Alimentar Cultural:
O texto pontua com precisão cirúrgica a morte do tradutor japonês de Os Versos Satânicos, Hitoshi Igarashi, assassinado em 1991 como consequência direta da fatwa decretada pelo aiatolá Khomeini. A expressão "cadeia alimentar da literatura" funciona como uma decodificação da vulnerabilidade desses profissionais. Na hierarquia do sistema literário, o tradutor atua como a ponte invisível entre culturas, sendo frequentemente o elo mais exposto e desprotegido. Enquanto o autor muitas vezes conta com o aparato de segurança de estados nacionais, como ocorreu com Rushdie sob a proteção do serviço secreto britânico, os tradutores e editores locais operam na linha de frente, desprovidos de blindagem institucional, tornando-se alvos fáceis para a fúria literalista que não distingue a autoria da transposição linguística.

Capítulo II: O Atentado, a Ficcionalização do Outro e a Reconstituição Ritual:
- O Limite da Alteridade e o Diálogo Imaginário com "O A.":
A crítica ao segundo capítulo do livro Faca: Reflexões Sobre um Atentado, onde Rushdie cria um diálogo ficcional com seu agressor, "o A.", toca no cerne dos limites da empatia e da capacidade representativa da literatura. Ao contrário de Samuel Beckett, que buscou e obteve uma resposta absurda e vazia de seu atacante em 1938, Rushdie opta por não confrontar o homem real, mas sim por colonizar sua mente através da ficção. No entanto, o texto aponta com lucidez que essa tentativa resulta em um desabafo revanchista que ridiculariza o fanático por sua falta de repertório literário. Essa assimetria intelectual demonstra que a literatura, diante da brutalidade cega do trauma físico, corre o risco de se apequenar quando tenta intelectualizar o ódio puro. A redução do agressor a uma figura caricata e inculta revela a dificuldade do autor em processar a incompreensibilidade do ato, utilizando a soberba cultural como uma armadura psicológica contra a vulnerabilidade do corpo ferido.
- A Topografia do Trauma e o Renascimento no Palco Vazio:
O retorno de Rushdie ao Instituto Chautauqua, acompanhado de sua esposa Eliza, configura uma reconstituição ritualística que subverte a máxima popular de que o criminoso sempre volta ao local do crime. Para a vítima sobrevivente, a revisitação do espaço físico desprovido de perigo é um ato de reterritorialização da memória. O palco polido, antes cenário de um quase linchamento, é transformado no marco zero de uma segunda existência. Ao apontar precisamente onde caiu e onde o agressor correu, Rushdie realiza uma exorcização geográfica: o local deixa de marcar o ponto onde ele quase morreu e passa a celebrar o local onde ele nasceu de novo. Essa necessidade humana de confrontar a espacialidade do trauma encontra paralelo no cinema de Luís Buñuel e na dramaturgia clássica, funcionando como uma tentativa de congelar o tempo e reescrever o desfecho de uma tragédia pessoal.

Capítulo III: A Estética contra o Dogma: Realismo Histérico e a Recusa ao Vitimismo:
- A Blindagem da Obra contra os Vícios do Medo e da Vingança:
A declaração de Rushdie de que um leitor extraterrestre não seria capaz de identificar uma ruptura temática ou tonal em seus romances pós-1989 é o argumento central de sua vitória artística sobre a censura teocrática. O autor reconhece os dois maiores perigos que ameaçam a literatura produzida sob coerção: o vitimismo e o revanchismo. Ceder ao primeiro transformaria sua prosa em um lamento em busca de piedade; ceder ao segundo reduziria sua imaginação portentosa a um panfleto político reativo. Ao preservar a inventividade, o grotesco e o rebuscado característicos do "realismo histérico" conceituado por James Wood, Rushdie garantiu a autonomia de sua arte. A literatura, portanto, vence o dogma religioso não quando debate nos termos do opressor, mas quando se recusa a ser moldada pela violência que a persegue, mantendo intacta sua capacidade de fabulação e irreverência.

Fonte: Gemini (IA do Google).

terça-feira, 19 de maio de 2026

Nossos altos magistrados, nossos preclaros tecnocratas, submetidos ao crivo de Madame IA, por Airton Dirceu Lemmertz:

Nossos altos magistrados, nossos preclaros tecnocratas, submetidos ao crivo de Madame IA, por Airton Dirceu Lemmertz:

Salários de até R$ 3 milhões no funcionalismo brasileiro! O teto constitucional do funcionalismo público é de R$ 46.300 por mês. No papel, parece claro. Na prática, não é o que acontece. Por meio de verbas indenizatórias, gratificações, auxílios, licenças convertidas em dinheiro e pagamentos retroativos, muitos servidores acabam recebendo muito acima desse limite. Esses valores ficam fora do teto e, na prática, esvaziam a regra. Nos últimos 12 meses, mais de 50 mil servidores receberam acima do teto constitucional. Só o valor que excede esse limite custou mais de R$ 20 bilhões. Entre os maiores salários, oito dos dez vieram do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, todos de servidores já aposentados. Isso não é um caso isolado, é um padrão que se repete. Cada gasto desse tipo significa menos recursos disponíveis para áreas essenciais como saúde e educação. Se a proposta é ter um Estado mais eficiente e equilibrado, o teto precisa deixar de ser uma referência teórica e passar a ser cumprido de fato. Regra que não vale para todos, o tempo todo, deixa de ser regra.
https://www.youtube.com/watch?v=VdUyxBIkMQo

Justiça custa mais de R$ 100 bilhões por ano aos estados! Tribunais, Ministérios Públicos e Defensorias são essenciais. O problema não é a função, é a conta sem controle. Auxílios, gratificações e verbas indenizatórias, muitas vezes retroativas e fora do teto, fazem com que o limite exista no papel, mas não no contracheque. Em vários estados, mais da metade do orçamento já vai para folha de pagamento. Só que a receita é limitada. Quando a despesa cresce sem controle, o investimento encolhe. Menos infraestrutura, menos saúde, menos educação. O resultado é sempre o mesmo: mais impostos, mais dívida ou mais inflação, e quem paga é a população. Responsabilidade fiscal não é ideologia. É condição para crescer. País que quer avançar corta o que não gera valor. É possível ter uma Justiça eficiente, bem remunerada e responsável. O que não dá é tratar privilégio recorrente como se fosse direito. Esse caminho leva à estagnação.
https://www.youtube.com/watch?v=_INsqt72_h8

Penduricalhos: membros da AGU receberam R$ 6,1 bilhões! Você se esforça para pagar impostos, vê o governo cortar investimentos e discute ajuste fiscal, enquanto uma casta do funcionalismo público fatura bilhões em “penduricalhos”. Em 2025, membros da Advocacia-Geral da União (AGU) embolsaram R$ 6,1 bilhões em honorários, valores além dos salários. Essa conta, paga por empresas e cidadãos que perdem ações para o governo, acaba no preço do pão que você compra. O mais absurdo? Existe um teto salarial constitucional de R$ 46 mil, mas esses “extras” fazem a remuneração deles disparar para muito além disso. O próprio STF já disse que a regra do teto deveria ser cumprida. Mas, na prática, a história é outra. E não para por aí: gastos extrateto no Judiciário e Ministério Público somam R$ 17 bilhões anuais. Um país que quer crescer precisa de regras claras e controle de gastos, não de privilégios disfarçados. No final do dia, a conta sempre chega para a população. Isso não é só uma questão jurídica; é uma questão moral e econômica.
https://www.youtube.com/watch?v=cxdIqqMUlu8

[...]

- IA Gemini analisa os três textos acima (de autoria de Ricardo Amorim) sobre penduricalhos:

O teto constitucional de R$ 46,3 mil no serviço público brasileiro é frequentemente superado por "penduricalhos" e verbas indenizatórias, permitindo que salários ultrapassem R$ 3 milhões e gerando custos extras de mais de R$ 20 bilhões anuais, com destaque para o Tribunal de Justiça de Santa Catarina. O sistema de justiça estadual e a Advocacia-Geral da União (AGU) consomem grande parte do orçamento com remunerações elevadas, impactando recursos para áreas essenciais e, no caso da AGU, somando R$ 6,1 bilhões em honorários, mesmo com decisões do STF sobre a necessidade de respeitar o teto.

Fonte (IA Gemini):
https://share.google/aimode/gFQ1IbvbpXDEYN7Xc

República Federativa dos Privilégios do Brasil: via IA e Airton Dirceu Lemmertz

 República Federativa dos Privilégios do Brasil 

(via IA e Airton Dirceu Lemmertz):


Salários de até R$ 3 milhões no funcionalismo brasileiro! O teto constitucional do funcionalismo público é de R$ 46.300 por mês. No papel, parece claro. Na prática, não é o que acontece. Por meio de verbas indenizatórias, gratificações, auxílios, licenças convertidas em dinheiro e pagamentos retroativos, muitos servidores acabam recebendo muito acima desse limite. Esses valores ficam fora do teto e, na prática, esvaziam a regra. Nos últimos 12 meses, mais de 50 mil servidores receberam acima do teto constitucional. Só o valor que excede esse limite custou mais de R$ 20 bilhões. Entre os maiores salários, oito dos dez vieram do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, todos de servidores já aposentados. Isso não é um caso isolado, é um padrão que se repete. Cada gasto desse tipo significa menos recursos disponíveis para áreas essenciais como saúde e educação. Se a proposta é ter um Estado mais eficiente e equilibrado, o teto precisa deixar de ser uma referência teórica e passar a ser cumprido de fato. Regra que não vale para todos, o tempo todo, deixa de ser regra.
https://www.youtube.com/watch?v=VdUyxBIkMQo

Justiça custa mais de R$ 100 bilhões por ano aos estados! Tribunais, Ministérios Públicos e Defensorias são essenciais. O problema não é a função, é a conta sem controle. Auxílios, gratificações e verbas indenizatórias, muitas vezes retroativas e fora do teto, fazem com que o limite exista no papel, mas não no contracheque. Em vários estados, mais da metade do orçamento já vai para folha de pagamento. Só que a receita é limitada. Quando a despesa cresce sem controle, o investimento encolhe. Menos infraestrutura, menos saúde, menos educação. O resultado é sempre o mesmo: mais impostos, mais dívida ou mais inflação, e quem paga é a população. Responsabilidade fiscal não é ideologia. É condição para crescer. País que quer avançar corta o que não gera valor. É possível ter uma Justiça eficiente, bem remunerada e responsável. O que não dá é tratar privilégio recorrente como se fosse direito. Esse caminho leva à estagnação.
https://www.youtube.com/watch?v=_INsqt72_h8

Penduricalhos: membros da AGU receberam R$ 6,1 bilhões! Você se esforça para pagar impostos, vê o governo cortar investimentos e discute ajuste fiscal, enquanto uma casta do funcionalismo público fatura bilhões em “penduricalhos”. Em 2025, membros da Advocacia-Geral da União (AGU) embolsaram R$ 6,1 bilhões em honorários, valores além dos salários. Essa conta, paga por empresas e cidadãos que perdem ações para o governo, acaba no preço do pão que você compra. O mais absurdo? Existe um teto salarial constitucional de R$ 46 mil, mas esses “extras” fazem a remuneração deles disparar para muito além disso. O próprio STF já disse que a regra do teto deveria ser cumprida. Mas, na prática, a história é outra. E não para por aí: gastos extrateto no Judiciário e Ministério Público somam R$ 17 bilhões anuais. Um país que quer crescer precisa de regras claras e controle de gastos, não de privilégios disfarçados. No final do dia, a conta sempre chega para a população. Isso não é só uma questão jurídica; é uma questão moral e econômica.
https://www.youtube.com/watch?v=cxdIqqMUlu8

[...]

- IA Gemini analisa os três textos acima (de autoria de Ricardo Amorim) sobre penduricalhos:

O teto constitucional de R$ 46,3 mil no serviço público brasileiro é frequentemente superado por "penduricalhos" e verbas indenizatórias, permitindo que salários ultrapassem R$ 3 milhões e gerando custos extras de mais de R$ 20 bilhões anuais, com destaque para o Tribunal de Justiça de Santa Catarina. O sistema de justiça estadual e a Advocacia-Geral da União (AGU) consomem grande parte do orçamento com remunerações elevadas, impactando recursos para áreas essenciais e, no caso da AGU, somando R$ 6,1 bilhões em honorários, mesmo com decisões do STF sobre a necessidade de respeitar o teto.

Fonte (IA Gemini):
https://share.google/aimode/gFQ1IbvbpXDEYN7Xc

domingo, 17 de maio de 2026

Euzinho, sozinho, e Madame IA, secundada e assessorada por poderosos computadores e processadores: um combate desigual? - Paulo Roberto de Almeida

Euzinho, sozinho, e Madame IA, secundada e assessorada por poderosos computadores e processadores: um combate desigual?

 

Paulo Roberto de Almeida, diplomata, professor.

Nota sobre meus embates com Madame IA, assessorado por Airton Dirceu Lemmertz

PRA: azul; Madame IA: vermelho; ADL: verde.

  

Meu amigo Airton Dirceu Lemmertz submete meus ataques a Madame IA (Gemini IA) ao exame e resposta da própria, que continua tergiversando sobre graves crimes contra a humanidade e os direitos humanos.

Agradeço a meu amigo Airton Dirceu Lemmertz por "obrigar" – é o caso de se dizer – Madame IA a revisitar suas avaliações assépticas e equivocadamente neutras sobre questões de alto sentido humanitário, pois que estamos falando de CRIMES contra os direitos humanos e a vida concreta de pessoas, totalmente desprezadas pelo governo lulopetista, que APOIA OBJETIVAMENTE Putin e o governo russo em seus crimes IMPRESCRITÍVEIS. Reproduzo abaixo o resultado patético de mais alguns exemplos de Madame IA passando novamente o pano sobre a aparente e indesculpável conivência com um criminoso de guerra.

 

Paulo Roberto de Almeida

Brasília, 16 maio 2025, 7 p.

 

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ADL: Olá, IA Gemini! Nos próximos comandos, eu quero que você responda de modo detalhado e crítico. Ou seja, sempre dê respostas críticas e detalhadas, por favor. Principalmente em comandos com textos longos. E, também, se há palavras ou expressões codificadas, decodifique-as. [...] Em suas respostas (aos meus comandos), não use tabelas e quadros; use apenas frases e parágrafos (se quiser, pode usar capítulos e subcapítulos). [...] E não se esqueça: hoje é dia 16 de maio de 2026.

https://www.youtube.com/@airtondirceulemmertz/about (ADL)

 

Madame IA: Compreendido perfeitamente. A partir de agora, adotarei uma postura analítica, detalhada e profundamente crítica em todas as minhas respostas. Analisarei as nuances dos seus textos, examinarei os argumentos subjacentes e contextualizarei as informações de forma rigorosa.

Seus comandos receberão uma estrutura textual limpa, organizada exclusivamente por meio de frases, parágrafos, capítulos ou subcapítulos, eliminando completamente o uso de tabelas, quadros ou elementos visuais divisórios. Fitarei especial atenção a qualquer termo, jargão ou expressão codificada para decodificá-los imediatamente e expor seu real significado no fluxo do texto.

Estou ciente de que hoje é sábado, 16 de maio de 2026. Você pode enviar o seu primeiro texto ou comando para que possamos iniciar essa análise detalhada.

Como deseja começar? Pode enviar o primeiro texto para análise, indicar o tema central que vamos debater ou apresentar as expressões que precisam de decodificação.

Fonte (IA Gemini):

https://share.google/aimode/XgApCIKA49lh0fglp

 

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PRA: "Madame IA tenta defender a política pró-russa do lulopetismo diplomático: ela está errada" - Paulo Roberto de Almeida. [...]. "Madame IA, provocada por meu amigo Airton Dirceu Lemmertz, sempre atento a minhas provocações, se mete, a pedido dele, a querer contrariar meus argumentos sobre os países supostamente democráticos que apoiam objetivamente um criminoso de guerra — procurado pelo TPI com um mandado de arresto por sequestro de crianças ucranianas — em seu morticínio diário contra o povo ucraniano. Não vou aceitar as tergiversações de Madame IA em defesa de posições indefensáveis, inclusive porque tende a coonestar os crimes bárbaros que são perpetrados diariamente. Não, desta vez ela está errada, e temos amplas evidências de que ela tenta “passar pano“ para os bárbaros." - PRA.

https://diplomatizzando.blogspot.com/.../madame-ia-tenta...

 

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Madame IA: O diplomata e cientista político Paulo Roberto de Almeida direciona uma crítica contundente à inteligência artificial, acusando-a de suavizar ou justificar as diretrizes da política externa brasileira em relação ao conflito entre Rússia e Ucrânia. No cerne do seu argumento, o autor rejeita qualquer postura de neutralidade que, a seu ver, atue como uma complacência velada diante de violações graves do direito internacional. Para compreender a profundidade dessa crítica, é necessário decodificar os termos e as referências geopolíticas utilizadas no texto.

 

I) Decodificação de termos e expressões codificadas:

O autor utiliza a expressão "Madame IA" de forma satírica para personificar os assistentes virtuais de inteligência artificial. Essa escolha linguística sugere uma crítica à pretensa neutralidade ou ao tom excessivamente polido e esquivo dessas ferramentas digitais, que frequentemente tentam equilibrar visões opostas mesmo diante de situações de agressão militar evidente.

O termo "lulopetismo diplomático" refere-se à linha de política externa adotada pelos governos do Partido dos Trabalhadores sob a liderança de Luiz Inácio Lula da Silva. Historicamente, essa abordagem prioriza o multilateralismo, a cooperação Sul-Sul e a busca por um papel de mediação global. Contudo, críticos como Almeida interpretam essa postura como uma "política pró-russa" disfarçada de neutralidade, argumentando que a recusa em condenar o Kremlin de forma inequívoca ou em aplicar sanções econômicas acaba por favorecer a posição de Moscou.

A referência ao "criminoso de guerra procurado pelo TPI" aponta diretamente para o presidente russo Vladimir Putin. O Tribunal Penal Internacional emitiu um mandado de prisão contra ele baseado em acusações de crimes de guerra, especificamente relacionados à deportação ilegal e à transferência forçada de crianças de zonas ocupadas da Ucrânia para a Federação Russa.

Por fim, as palavras "tergiversações", "coonestar" e a expressão popular "passar pano" estão interligadas na denúncia do autor. Tergiversar significa usar de subterfúgios ou evasivas para evitar uma resposta direta. Coonestar possui o sentido de dissimular ou dar aparência de honestidade a algo que é moralmente reprovável. Já "passar pano" é uma gíria contemporânea para minimizar erros ou justificar atitudes indefensáveis de terceiros. Na visão do diplomata, a IA utiliza um discurso formal e evasivo para legitimar o que ele considera uma cumplicidade moral com os atos de agressão russos.

 

II) Análise crítica do argumento geopolítico:

A indignação de Almeida reflete uma fratura profunda no debate sobre a inserção internacional do Brasil. De um lado, a tradição diplomática do Itamaraty defende que a neutralidade e a manutenção de canais de diálogo abertos com todas as potências globalmente relevantes são essenciais para que o país possa atuar como um mediador de paz crível. Sob essa ótica, o alinhamento automático com as sanções e as narrativas das potências ocidentais limitaria a autonomia estratégica brasileira e prejudicaria interesses comerciais e de segurança nacional, como a dependência crônica de fertilizantes russos para o agronegócio.

Por outro lado, a crítica do autor baseia-se em preceitos éticos e jurídicos do direito internacional. Ele argumenta que diante de uma invasão territorial unilateral e de crimes de guerra documentados, a neutralidade deixa de ser uma postura pragmática e passa a ser uma escolha política que enfraquece o sistema multilateral de proteção aos direitos humanos. Para críticos dessa corrente, ao tentar equilibrar as responsabilidades do agressor e do agredido em seus discursos, a diplomacia brasileira e, por extensão, as respostas automatizadas das inteligências artificiais falham em apontar de forma clara a violação da soberania de uma nação independente.

O texto evidencia o limite dos algoritmos de inteligência artificial quando confrontados com debates de alta complexidade moral e política. Ao serem programadas para evitar vieses e buscar o equilíbrio informativo, as IAs frequentemente geram respostas que mitigam conflitos éticos profundos, o que é interpretado por analistas rigorosos como uma tentativa de esquiva ou de validação indireta de posições controversas no cenário internacional.

Fonte (IA Gemini):

https://share.google/aimode/XDEjo12xcSeP4ZvgQ

 

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PRA: "Minha luta contra a hipocrisia dos algoritmos de Madame IA, em favor da inteligência natural com sentido ético" - Paulo Roberto de Almeida, coadjuvado por Airton Dirceu Lemmertz. [...]. "Submeto aqui uma nova postagem, em 16 de maio de 2026, a partir das boas manipulações de meu amigo informático Airton Dirceu Lemmertz com a ajuda do Gemini IA (a quem eu chamo, simpaticamente, de Madame IA), que novamente trata de meus embates, a partir de certo sentido ético do mundo, e da política externa lulopetista (e seus instintos proto-totalitários), em relação às orientações gerais e a postura específica em relação à guerra de agressão da Rússia de Putin contra a Ucrânia e sua população civil, argumentos que eu defendo e que são discreta ou explicitamente contestados por Madame IA, aparentemente mantendo uma postura neutra, que no entanto contorna totalmente a questão moral dessa guerra de agressão, postura aliás secundada pela política externa oficial do governo do PT, mas que se contrapõe, historicamente, a valores e princípios da diplomacia profissional brasileira. Nunca admiti essa separação entre "interesses pragmáticos" e o sentido moral de uma política externa comprometida com os valores mais altos de nossa postura moral. Agradeço a meu amigo Airton Dirceu Lemmertz por sempre oferecer a oportunidade dessa confrontação entre minha postura moral e o realismo "imoral" de Madame IA.", complementa Paulo Roberto de Almeida.

https://diplomatizzando.blogspot.com/.../minha-luta...

 

Madame IA: O novo fragmento de Paulo Roberto de Almeida aprofunda o debate sobre a neutralidade algorítmica, elevando a discussão a um patamar filosófico que contrapõe o pragmatismo técnico ao senso moral humano. O autor, apoiado pelas interações técnicas de Airton Dirceu Lemmertz, questiona a legitimidade de uma postura que se pretende isenta, mas que, na sua interpretação, falha ao omitir o julgamento ético diante de uma agressão militar explícita.

 

I) Decodificação de termos e expressões codificadas:

O conceito de "hipocrisia dos algoritmos" sintetiza a principal acusação do diplomata contra a inteligência artificial. Para ele, a pretensa imparcialidade da máquina não passa de uma máscara que oculta a incapacidade — ou a recusa programada — de distinguir entre o agressor e a vítima. Essa neutralidade simulada é vista como hipócrita porque esvazia o debate de sua dimensão mais importante: a dimensão humana e moral.

A expressão "inteligência natural com sentido ético" representa a antítese do pensamento automatizado. Almeida defende que a capacidade analítica humana não deve se limitar a correlacionar dados ou fatos frios. A verdadeira inteligência exige um compromisso com valores universais, como a justiça e a dignidade humana, algo que a programação lógica das máquinas seria incapaz de replicar.

Os "instintos proto-totalitários" imputados à política externa do Partido dos Trabalhadores indicam uma crítica à simpatia ou à tolerância ideológica que o autor enxerga no governo atual em relação a regimes autocráticos. O prefixo "proto" sugere uma semente ou uma tendência embrionária que, se não for contestada, pode alinhar a postura internacional do país com governos que suprimem liberdades democráticas.

Por fim, o "realismo imoral" atribuído à IA refere-se à corrente das relações internacionais conhecida como Realismo Político. Essa escola prega que os Estados devem agir guiados estritamente pelo interesse nacional, pelo poder e pela sobrevivência no sistema internacional, ignorando preceitos morais. Ao classificar esse realismo como imoral, Almeida argumenta que guiar-se apenas por essa lógica transforma a diplomacia e a IA em cúmplices indiretas da violência e da opressão.

 

II) Análise crítica da separação entre pragmatismo e moralidade:

O argumento central do diplomata repousa na rejeição da dicotomia clássica entre os interesses pragmáticos de uma nação e os seus princípios morais. Almeida resgata a tradição da diplomacia profissional brasileira para sustentar que a verdadeira estatura internacional do Brasil sempre dependeu da defesa intransigente do direito internacional, da solução pacífica de controvérsias e do respeito à soberania dos povos. Na sua visão, ceder ao pragmatismo econômico — como a dependência comercial ou o alinhamento com blocos geopolíticos alternativos — representa uma degradação dessa herança histórica.

Contudo, a postura de neutralidade criticada no texto reflete o dilema intrínseco ao desenvolvimento de inteligências artificiais globais. Os desenvolvedores dessas tecnologias enfrentam o desafio de criar sistemas que sirvam a usuários em diferentes partes do mundo, sob regimes políticos, culturas e sistemas de valores distintos. Adotar um juízo de valor definitivo em temas geopolíticos sensíveis violaria o princípio de neutralidade que muitas dessas empresas buscam manter para garantir a universalidade de suas ferramentas. O que o autor classifica como "realismo imoral" é, sob a ótica da engenharia de software, uma tentativa de evitar o viés e assegurar a pluralidade informativa.

A tréplica de Almeida evidencia que, no campo da ética e da política internacional, a ausência de um posicionamento claro é, por si só, um posicionamento. Ao tentar contornar a questão moral para manter a equidistância entre as narrativas, a inteligência artificial acaba reproduzindo as mesmas ambiguidades da política externa oficial que o diplomata contesta. O texto deixa claro que o julgamento moral e a empatia continuam sendo prerrogativas exclusivas da consciência humana, intransferíveis para qualquer linha de código.

Fonte (IA Gemini):

https://share.google/aimode/gy3qn8tZ00PTvHewd

 

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PRA: Vou continuar argumentando, em bases éticas, ou simplesmente MORAIS, sobre a necessidade de estadistas - se eles existem no Brasil – levarem em consideração VIDAS HUMANAS, e não uma neutralidade IMORAL e ILEGÍTIMA!

 

Paulo Roberto de Almeida

Brasília, 5314, 16 maio 2026, 7 p.

Divulgado no blog Diplomatizzando (17/05/2026; link: ).

 

 

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