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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Como acabar a guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia? Eu não tenho a resposta, nem a Madame IA:

Grato ao Airton Dirceu Lemmertz pelo serviço IA, mas tenho de PROTESTAR imediatamente quanto a essa coisa de "guerra deliberada entre Ucrânia e Rússia".

NUNCA houve isso, o que existe é:

GUERRA DE AGRESSÃO DA RÚSSIA CONTRA A UCRÂNIA!

Com muitos crimes de guerra e crimes contra a humanidade.

Essa é a realidade...

PRA

 Elabore uma lista com as 20 principais perguntas a serem feitas para alguém que quer entender realmente o porquê de entrarmos/estarmos em quatro anos consecutivos de guerra deliberada entre Ucrânia e Rússia. Apresente as 20 perguntas em ordem decrescente de importância. Justifique o porquê de cada pergunta (ou seja, qual a sua respectiva importância para a compreensão dessa guerra).


https://diplomatizzando.blogspot.com/search?q=Ucr%C3%A2nia&max-results=20&by-date=true

Entender a persistência da guerra entre Rússia e Ucrânia por quatro anos consecutivos (2022-2026) exige analisar camadas que vão desde a segurança regional até as mudanças na ordem mundial.
Abaixo, elenco as 20 perguntas essenciais em ordem decrescente de importância para compreender este conflito prolongado:
Qual é o papel da expansão da OTAN na percepção de segurança da Rússia?
Importância: É o principal argumento geopolítico de Moscou. Entender se a OTAN é vista como uma ameaça existencial ou um pretexto para o expansionismo russo é a base para compreender o início e a continuidade do conflito.
Por que a Ucrânia considera sua soberania e integridade territorial inegociáveis?
Importância: Explica a resiliência ucraniana. Sem entender o desejo da Ucrânia de se autodeterminar fora da esfera de influência russa, não se compreende por que o país aceita o alto custo humano e econômico da guerra.
Qual a importância estratégica e histórica da Crimeia para ambos os lados?
Importância: A anexação de 2014 foi o ponto de ruptura. A Crimeia abriga a Frota do Mar Negro e simboliza a identidade russa, sendo o "nó górdio" de qualquer acordo de paz.
Como a Revolução de Maidan (2014) alterou a trajetória política da Ucrânia?
Importância: Marcou a guinada definitiva da Ucrânia em direção ao Ocidente (UE e OTAN), o que a Rússia interpretou como um "golpe" arquitetado por potências estrangeiras para isolá-la.
Qual o peso dos conflitos em Donbas (Donetsk e Luhansk) para a justificativa russa?
Importância: A proteção das populações de língua russa foi o argumento central para a "operação militar especial". Analisar o separatismo financiado por Moscou é crucial para entender o início da invasão em larga escala.
Como a ajuda militar e financeira do Ocidente sustenta o esforço de guerra ucraniano?
Importância: Sem o apoio dos EUA e da Europa, a capacidade defensiva da Ucrânia seria drasticamente reduzida. Isso explica como uma guerra de atrito pode durar tanto tempo.
De que forma as sanções econômicas falharam (ou tiveram sucesso) em parar a máquina de guerra russa?
Importância: A economia russa demonstrou uma resiliência inesperada ao redirecionar suas exportações para países como China e Índia, o que financia a continuidade dos combates.
Como a visão de Vladimir Putin sobre a "unidade histórica" entre russos e ucranianos motiva o conflito?
Importância: Revela o componente ideológico e imperialista. Putin frequentemente argumenta que a Ucrânia não é uma nação real, mas uma parte integrante do "Mundo Russo".
Qual o impacto da chegada de Donald Trump à presidência dos EUA (2025) no desenrolar da guerra?
Importância: Mudanças na política externa americana podem forçar negociações ou alterar o fluxo de armas, impactando diretamente o equilíbrio de forças no campo de batalha.
Por que a região de Zaporizhzhia e suas usinas nucleares são pontos críticos?
Importância: Além de ser um centro industrial, o controle de infraestrutura energética e o risco de um desastre nuclear elevam a guerra a uma ameaça de segurança global.
Como o apoio de países como Irã, Coreia do Norte e China beneficia a Rússia?
Importância: Mostra que a Rússia não está totalmente isolada. O fornecimento de drones, munições e componentes tecnológicos é vital para que Moscou sustente uma guerra longa.
O que é a "desnazificação" alegada pela Rússia e por que ela é contestada?
Importância: É o principal elemento da propaganda russa. Entender como Moscou constrói essa narrativa ajuda a compreender a mobilização da sua opinião pública interna.
Qual o papel dos interesses energéticos (gás e petróleo) nesta guerra?
Importância: A guerra reconfigurou o mercado energético mundial e a dependência da Europa do gás russo, sendo uma arma de pressão política significativa.
Como o nacionalismo ucraniano se transformou desde a invasão de 2022?
Importância: A guerra consolidou uma identidade nacional ucraniana unida e profundamente anti-russa, o que torna a ocupação russa de longo prazo quase impossível de sustentar socialmente.
Quais as implicações da guerra para a segurança alimentar global?
Importância: A interrupção da exportação de grãos e fertilizantes da Ucrânia e Rússia afeta preços mundiais, tornando o conflito uma questão vital para o Sul Global.
Como o Tribunal Penal Internacional e as acusações de crimes de guerra influenciam o isolamento de Putin?
Importância: As questões jurídicas internacionais complicam qualquer saída diplomática que envolva a reabilitação das lideranças russas no cenário mundial.
Qual a relevância da indústria de defesa russa e ucraniana na autonomia do conflito?
Importância: A capacidade de produção interna de drones e mísseis determina quem tem fôlego para uma guerra de atrito que ultrapassa os quatro anos.
Por que a adesão da Ucrânia à União Europeia é um ponto de discórdia tão grande?
Importância: Representa a integração econômica e política definitiva ao bloco ocidental, algo que a Rússia vê como a perda total de sua zona de amortecimento.
Como a opinião pública na Rússia e na Ucrânia reagiu ao prolongamento do conflito?
Importância: O apoio ou o cansaço das populações internas são os limites reais para a continuação de qualquer esforço de guerra deliberado.
Quais são os possíveis cenários para um cessar-fogo ou acordo de paz em 2026?
Importância: Analisar se a guerra terminará com "fronteiras congeladas" (estilo coreano) ou uma vitória militar clara é essencial para prever a nova arquitetura de segurança da Europa.

Fonte (IA Gemini, a IA do Google):
https://share.google/aimode/er8iZa6gPMXJK1qlL

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Desemprego diminui, mas os gastos com seguro desemprego aumentam - Airton Dirceu Lemmertz

 Sempre foi assim: incentivos perversos fazem com que o desemprego diminua, mas os gastos com seguro desemprego aumentam signficativamente:


De: Airton Dirceu Lemmertz:

Bem-vindo a um dos maiores paradoxos da economia brasileira atual. Em 12 meses, os gastos com seguro-desemprego saltaram de R$ 47 bilhões para R$ 57 bilhões, enquanto o desemprego caía. A explicação revela um sistema quebrado e existem duas razões principais: "1) Conceitos Diferentes: “desempregado” para a estatística: quem procura emprego. Que é diferente do “desempregado” para receber o auxílio: quem não tem trabalho formal. 2) Incentivos Perversos: o desenho dos nossos programas sociais cria uma armadilha. Com uma série de benefícios atrelados a não ter um emprego registrado com o Bolsa Família, e entre outros, o sistema desestimula a formalidade e a busca por trabalho.". Hoje, 15 milhões de beneficiários do Bolsa Família não trabalham nem procuram emprego, logo, não entram na estatística de desemprego. Muitos acumulam benefícios. O resultado é um ciclo vicioso: informalidade, déficit na previdência e impostos mais altos para todos. O Brasil não gasta pouco com o social, gasta mal. Gastamos 16,8% do PIB com proteção social - mais que a média dos países ricos - com resultados infinitamente piores. Se o gasto já explode com o desemprego na mínima, o que acontecerá quando a economia desacelerar? É uma bomba-relógio fiscal.
https://www.youtube.com/watch?v=3Qv2Kdak6nM

Nunca tantos brasileiros pediram as contas. 9 milhões em 12 meses. Parece loucura em meio a notícias de crise, mas é o oposto: é um sinal de força. Com o desemprego nos menores níveis históricos e a renda subindo acima da inflação, o poder trocou de mãos. Agora, ele está com o talento. O pedido de demissão não é sobre abandonar o trabalho. É sobre buscar algo melhor. Os mais jovens estão puxando a fila, e a moeda de troca deles não é apenas o salário. É saúde mental, qualidade de vida e flexibilidade. Para as empresas, isso não é um problema. É um ultimato. A rotatividade de 36% é o custo da inércia. O preço de não ouvir, de não adaptar, de não criar um plano de carreira que faça sentido. Quem não evoluir, vai gastar uma fortuna contratando e treinando a equipe do concorrente. Estamos na era da “Rotatividade Estratégica”. Onde ficar parado é o maior risco de todos. Sua empresa está preparada para este novo jogo? Ou você está pensando em ser o próximo a pedir as contas?
https://www.youtube.com/watch?v=pLliKiaUbWI

O Brasil vive um paradoxo: nunca tivemos tão pouca gente desempregada, mas a inadimplência e as falências - de pessoas e empresas - atingiram os maiores níveis desde 2017. A razão tem nome e sobrenome: juros altíssimos. A grande surpresa é: não é só aqui. Nos EUA, a economia mais forte do mundo, as falências empresariais também bateram o recorde da última década. Só que a causa é outra. No Brasil: o crédito caro sufoca. Empresas, especialmente as PMEs, não conseguem rolar dívidas ou investir. O “remédio” para a inflação virou um veneno para o crescimento. Nos EUA: o tarifaço de Trump. Barreiras comerciais encareceram insumos, desorganizaram cadeias de produção e espremeram as margens. Quem pagou a conta? As pequenas e médias empresas, que não têm fôlego para absorver o choque. Duas potências e dois caminhos, um destino trágico para muitos negócios. A lição é clara: não basta ter crescimento econômico. É preciso ter crescimento EQUILIBRADO. Políticas mal desenhadas, seja aqui ou lá, sempre deixam um rastro de destruição. E a sua empresa, como está navegando neste cenário?
https://www.youtube.com/watch?v=IyzrjEtciNE

A taxa de desemprego não mede todo mundo que não trabalha, ela mede apenas quem não trabalha e está procurando emprego. Quem não procura, simplesmente não entra na conta. Hoje, cerca de 15 milhões de pessoas não trabalham e nem procuram emprego. Elas não aparecem na taxa de desemprego, por isso, para entender o momento da economia, o dado mais importante é emprego, não desemprego. O que os números mostram é impressionante. Nos últimos cinco anos, o Brasil ganhou 23 milhões de pessoas empregadas. Com mais gente trabalhando, aconteceu o óbvio, o consumo subiu, e cresceu ainda mais porque os salários aumentaram em termos reais, acima da inflação. Quando você multiplica mais gente empregada por renda maior, o resultado é um salto histórico na massa salarial. Mais de R$ 100 bilhões a mais por mês entrando na economia. Com esse volume de dinheiro circulando, não é surpresa que o consumo e a atividade econômica tenham avançado. A economia às vezes parece confusa, mas os dados contam uma história bastante clara.
https://www.youtube.com/watch?v=QKSCaBvni04

A lógica do mercado de trabalho que conhecíamos foi invertida. Por décadas, foi simples: os mais velhos se aposentavam, abrindo espaço para os mais novos. Essa engrenagem quebrou. Hoje, conseguir o primeiro emprego está mais difícil para a Geração Z do que para um profissional com 65 anos: "1. Custo de vida disparou: aposentadorias já não pagam as contas. Parar de trabalhar virou um luxo para poucos. 2. Longevidade ativa: muitos simplesmente não querem parar. A experiência se tornou um ativo valioso para as empresas.". Os dados são brutais: nos EUA, a idade média de contratação subiu para 42 anos. A participação de jovens com até 25 anos no mercado caiu pela metade desde 2022, enquanto o número de contratados com mais de 65 anos quase dobrou. O resultado? Uma “guerra fria” geracional. Os jovens enfrentam um funil de entrada cada vez mais estreito e promoções mais lentas. Os mais velhos continuam no jogo, forçando as empresas a repensarem benefícios, flexibilidade e treinamento para uma força de trabalho que não tem data para sair. A “aposentadoria” como um marco definitivo está se tornando uma ideia do século passado. Estamos diante de uma mudança estrutural profunda que redefine não apenas carreiras, mas o próprio ciclo da vida em sociedade. O trabalho vai nos acompanhar por muito mais tempo.
https://www.youtube.com/watch?v=J9gG7-3DAmw

sábado, 14 de fevereiro de 2026

Uma aula (quase completa) sobre Inteligência Artificial - por um amigo não artificial, Airton Dirceu Lemmertz

Uma aula (quase completa) sobre Inteligência Artificial

por um amigo não artificial, Airton Dirceu Lemmertz

O que é IA (inteligência artificial)?

A Inteligência Artificial (IA) é um campo da tecnologia e da ciência da computação dedicado a criar sistemas e máquinas capazes de simular o raciocínio humano para realizar tarefas. Em vez de apenas seguir comandos pré-programados, essas máquinas podem aprender com dados, reconhecer padrões e tomar decisões de forma autônoma.
* O que a IA consegue fazer?
Os sistemas de IA são projetados para replicar capacidades como:
- Aprendizado (Machine Learning): Melhorar o desempenho à medida que são expostos a mais informações.
- Raciocínio Lógico: Usar regras para chegar a conclusões aproximadas ou definitivas.
- Reconhecimento de Padrões: Identificar objetos em imagens ou entender a fala humana.
- Interação em Linguagem Natural: Conversar e gerar textos de forma fluida, como o ChatGPT da OpenAI.
* Tipos de IA:
Atualmente, a tecnologia é classificada principalmente em:
- IA Limitada (ANI): Projetada para uma tarefa específica (ex: assistentes virtuais como Alexa ou algoritmos de recomendação da Netflix).
- IA Geral (AGI): Um nível teórico onde a máquina teria inteligência igual à humana em qualquer tarefa (ainda não existe plenamente).
- Superinteligência (ASI): Uma inteligência que superaria a capacidade humana em todos os campos (conceito futurista).
- IA Generativa: Focada em criar conteúdos novos, como textos, imagens e músicas.
* Exemplos no Cotidiano:
A IA já está presente em diversas áreas:
- Assistentes Virtuais: Siri, Alexa e Google Assistente.
- Saúde: Auxílio em diagnósticos médicos e análise de exames.
- Finanças: Detecção de fraudes em cartões de crédito e previsões de mercado.
- Trânsito: Aplicativos de rotas (como o Waze) e carros autônomos.
* Embora traga muitos benefícios, o uso da IA também levanta discussões importantes sobre privacidade de dados, ética e o impacto no mercado de trabalho.

Fonte:

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Cite os 33 principais modelos de IA disponíveis nos mercados nacional e estrangeiro. Cite-os em ordem decrescente de qualidade ampla.

Esta lista apresenta os principais modelos de IA em operação (fevereiro de 2026), classificados por qualidade técnica ampla (raciocínio, multimodalidade e performance em benchmarks como o LMSYS Chatbot Arena). A lista inclui gigantes globais, modelos especializados e destaques do mercado brasileiro.
- Top 33 Modelos de IA (Ordem Decrescente de Qualidade):
* Nível de Fronteira (Estado da Arte):
GPT-5.2 / 5.1 (OpenAI): Lidera em raciocínio complexo e integração multimodal.
Claude 4.5 / 4.6 (Anthropic): Reconhecido pela escrita natural e baixo índice de alucinação.
Gemini 3 Pro (Google DeepMind): Referência em processamento de vídeo e áudio nativos.
Grok-4.1 Thinking (xAI): Destaca-se pelo acesso a dados em tempo real e capacidade de raciocínio profundo.
GPT-4o (OpenAI): Modelo versátil otimizado para conversação rápida e visão computacional.
DeepSeek-V3 (DeepSeek): Modelo chinês de alta eficiência que rivaliza com os líderes americanos em codificação e lógica.
Llama 3.2 405B (Meta): O principal modelo open-weight (pesos abertos) do mundo.
* Modelos de Alta Performance e Especializados:
Gemini 3 Flash: Versão ultrarrápida com janela de contexto massiva.
Claude 3.5 Sonnet: Preferido por desenvolvedores para escrita de código.
o1-preview (OpenAI): Modelo focado especificamente em tarefas de lógica matemática e ciência.
Sora (OpenAI): Referência global para geração de vídeos realistas.
Mistral Large 2: Modelo europeu de alto desempenho para aplicações empresariais.
Qwen 2.5 (Alibaba): Forte em tarefas multilíngues e matemática.
Command R+ (Cohere): Otimizado para RAG (recuperação de documentos corporativos).
DALL-E 3 (OpenAI): Modelo líder em integração texto-imagem.
AlphaFold 3 (Google DeepMind): Modelo científico especializado em biologia e proteínas.
Flux.1 (Black Forest Labs): Atual padrão ouro para geração de imagens fotorrealistas.
* Mercado Nacional e Modelos Regionais:
Sabiá-2 (Maritaca AI): O principal modelo brasileiro, treinado com foco na cultura e normas do Brasil.
Amazônia IA: Modelo nacional focado em contextos específicos da região e biodiversidade.
Jais (Inception): Modelo árabe de alta performance, referência para adaptações regionais.
InternLM 2.5: Modelo chinês avançado com excelente suporte a línguas latinas.
* Modelos de Eficiência e Legado Ativo:
Llama 3.1 70B: Equilíbrio ideal entre custo e capacidade.
Gemma 2 (Google): Modelo leve para execução local ou em dispositivos.
Mixtral 8x22B: Arquitetura de "Mistura de Especialistas" muito eficiente.
Nemotron-4 (Nvidia): Otimizado para infraestrutura de hardware Nvidia.
Falcon 2 (TII): Modelo de código aberto de alta escala dos Emirados Árabes.
Claude 3 Haiku: O modelo mais rápido e econômico da Anthropic.
Stable Diffusion 3.5: Versão aberta para geração de imagens altamente customizáveis.
Granite (IBM): Focado em transparência e dados corporativos seguros.
Phi-4 (Microsoft): Modelo "pequeno" com inteligência que surpreende pelo tamanho.
Groq LPU Models: Modelos otimizados para inferência em milissegundos.
Krea AI: Especializado em aprimoramento visual e vídeo em tempo real.
Titan (AWS): Conjunto de modelos integrados à infraestrutura de nuvem da Amazon.

Fonte:

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Situação hipotética: Caso todos os modelos de IA disponíveis atualmente no mundo estivessem sendo resolvidos/desenvolvidos/aprimorados de modo conjunto (pessoas, equipamentos, processos, etc), ou seja, em um único grupo desenvolvedor (enfim, todos os esforços em conjunto), a IA não estaria em um estágio muito mais avançado e com desenvolvimento mais rápido ao longo do tempo?

Essa é uma das discussões mais fascinantes na governança de tecnologia. A resposta curta é: sim, o progresso técnico seria muito mais rápido, mas o sistema como um todo poderia se tornar mais frágil e menos inovador a longo prazo.
Para analisar essa hipótese de um "Projeto Manhattan da IA", precisamos olhar para os dois lados da moeda:
* Por que seria muito mais rápido? (O ganho de eficiência):
- Concentração de Poder Computacional: Atualmente, empresas como Meta, Microsoft, Google e OpenAI competem por chips (GPUs H100/B200). Em um esforço conjunto, os maiores clusters de supercomputadores do mundo seriam unificados, permitindo treinar modelos em uma escala que nenhuma empresa sozinha consegue hoje.
- Fim da Redundância: Hoje, centenas de empresas gastam bilhões de dólares "reinventando a roda" para treinar modelos base semelhantes. Unir esforços eliminaria o trabalho duplicado, focando o capital humano em resolver os problemas que ninguém resolveu ainda (como o raciocínio simbólico ou a consciência artificial).
- Padronização de Dados: O maior gargalo da IA é a qualidade dos dados. Um grupo único teria acesso a todos os datasets proprietários (vídeos do YouTube, dados de buscas do Google, arquivos de código do GitHub, etc.), criando a base de treinamento mais rica da história.
* Por que poderia ser perigoso ou estagnado? (O risco do monopólio):
- Perda de Diversidade Biológica (Intelectual): A ciência avança através da divergência. No cenário atual, a Mistral aposta em modelos compactos, a DeepSeek em eficiência de custo e a OpenAI em escala massiva. Se houvesse apenas um grupo, uma decisão errada de arquitetura poderia levar a IA a um "beco sem saída" tecnológico por anos.
- Ausência de Pressão Competitiva: A velocidade atual da IA (com lançamentos semanais) é movida pelo medo de perder mercado. Sem concorrência, o grupo único poderia desacelerar o desenvolvimento por questões burocráticas ou falta de incentivo econômico.
- Risco Existencial Único: Se todos os sistemas de IA do mundo seguirem a mesma lógica e segurança, uma única falha crítica ou "alucinação" sistemática afetaria toda a infraestrutura global simultaneamente, sem sistemas alternativos para comparação.
* O estágio atual: "Competição Cooperativa":
Na prática, o mercado hoje vive um meio-termo. Embora as empresas sejam rivais, elas utilizam pesquisas acadêmicas abertas e competem para atrair os mesmos talentos. O modelo de Código Aberto (como o Llama da Meta) atua como esse grande "esforço conjunto", onde milhares de desenvolvedores independentes aprimoram o que as grandes empresas criam.

Fonte:

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A IA deve ser regulamentada? Há aspectos negativos (como viés regulador ou eventual censura) em uma regulação formal (leis, decretos, etc) da IA?

A questão da regulamentação da IA é um dos maiores dilemas éticos e jurídicos do nosso tempo. Quase todos os especialistas concordam que alguma regra é necessária, mas o "como" é o ponto de discórdia.
* Os Dois Lados da Regulamentação:
1. A Necessidade (Por que regular?):
A regulação busca mitigar riscos reais que o mercado, sozinho, pode não priorizar:
- Segurança e Responsabilidade: Definir quem é o culpado se um carro autônomo causar um acidente ou se um diagnóstico médico por IA falhar.
- Privacidade: Impedir que dados sensíveis sejam usados sem consentimento para treinar modelos.
- Transparência: Exigir que as empresas revelem quando um conteúdo é gerado por IA (combate a deepfakes).
2. Os Aspectos Negativos (Os riscos da lei):
Aqui entram as preocupações que você mencionou, que podem acabar prejudicando a própria sociedade:
- Viés Regulador e Captura Regulatória: Grandes empresas (Big Techs) costumam fazer lobby por regulações complexas que elas conseguem cumprir, mas que startups menores não conseguem. Isso pode sufocar a inovação e criar um monopólio das gigantes atuais.
- Censura e Controle de Discurso: Se o governo impõe regras sobre o que a IA pode "dizer" ou quais dados ela pode processar sob o pretexto de "combater desinformação", a linha entre moderação e censura estatal torna-se tênue. Isso pode limitar a liberdade de expressão e a pluralidade de visões de mundo da IA.
- Obsolescência Legislativa: A IA evolui em semanas; as leis levam anos. Uma regulação rígida demais pode se tornar obsoleta antes mesmo de ser sancionada, travando avanços tecnológicos úteis.
- Viés Ideológico nos Algoritmos: Governos podem exigir que as IAs sigam diretrizes políticas específicas, o que "contamina" a neutralidade técnica do modelo e força uma visão de mundo única.
* Exemplos Reais de Abordagem:
- União Europeia (AI Act): Foi o primeiro conjunto de leis abrangente do mundo, classificando a IA por níveis de risco. É criticado por ser pesado demais para a inovação europeia.
- Brasil: O Projeto de Lei 2338/23 está em tramitação no Senado e busca equilibrar a proteção de direitos com o fomento à tecnologia nacional.
* Conclusão:
O desafio não é "se" deve haver regulação, mas se ela será baseada em princípios (flexível e focada em resultados) ou burocrática (focada em processos e restrições prévias).

Fonte:

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Atualmente, qual o nível de implantação e uso da IA no serviço público do Brasil (administrações públicas federal, estaduais e municipais)?

O nível de implantação da Inteligência Artificial (IA) no serviço público brasileiro em 2026 é de transição acelerada, saindo de projetos isolados para uma estratégia de Estado estruturada. O governo federal lidera o movimento com investimentos bilionários, enquanto estados e municípios focam em automação de atendimento e eficiência operacional.
1. Administração Federal (Liderança e Estratégia):
O governo federal consolidou o uso da IA como pilar de modernização por meio do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), anunciado com investimentos de cerca de R$ 23 bilhões até 2028.
- Investimento Direto: Cerca de R$ 1,76 bilhão foi destinado especificamente para aprimorar os serviços públicos federais.
- Projetos de Fronteira: O ConversAI Studio, desenvolvido pelo Serpro, utiliza bancos de dados governamentais exclusivos para criar assistentes inteligentes seguros.
- Capacitação: A meta é treinar 115 mil servidores públicos em IA até o final de 2026, com 28 mil já capacitados até o final de 2025.
- Fiscalização: O TCU (Tribunal de Contas da União) já utiliza IA para detectar fraudes em licitações e monitorar gastos públicos em tempo real.
2. Administrações Estaduais e Municipais:
A adoção é mais heterogênea, mas se concentra em três frentes principais:
- Modelos Preditivos: Usados em segurança pública (manchas criminais) e saúde (previsão de surtos epidemiológicos).
- Processamento de Linguagem Natural (PLN): Chatbots avançados em portais de serviços (como o Poupatempo em SP ou o Geraldo em MG) para guiar o cidadão.
- IA Generativa: Automação de minutas de documentos, resumos de processos administrativos e resposta a consultas simples de contribuintes.
3. Principais Desafios e Barreiras:
Apesar do entusiasmo, o setor público enfrenta obstáculos críticos identificados em 2025:
- Retorno sobre Investimento (ROI): Muitos projetos ainda falham em gerar ganhos mensuráveis devido à falta de estruturação prévia de dados e processos.
- Ética e Viés: Há uma preocupação crescente com a discriminação algorítmica em decisões de concessão de benefícios sociais e segurança pública.
- Infraestrutura: A necessidade de modernizar centros de dados para suportar modelos pesados de IA ainda é um gargalo para municípios menores.

Fonte:

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Críticos dizem que, atualmente, as centrais de processamento de IA não são ambientalmente sustentáveis, pois consomem muita energia elétrica, além de muita água para resfriamento de tais centrais.

Essa é uma das críticas mais fundamentais e bem fundamentadas à expansão da IA. O custo ambiental é o "efeito colateral" invisível da inteligência digital. Para processar trilhões de parâmetros, os centros de dados (data centers) operam como gigantescas usinas de calor que exigem recursos naturais massivos.
1. O Desafio Energético:
O treinamento de um modelo de grande escala (como o GPT-4) consome energia suficiente para abastecer centenas de residências por anos.
- Consumo de Eletricidade: A Agência Internacional de Energia (IEA) projeta que o consumo de eletricidade dos data centers pode dobrar até 2026.
- Dependência de Fontes: Em muitas regiões, essa energia ainda vem de fontes fósseis, aumentando a pegada de carbono das empresas de tecnologia.
2. A Crise da Água (Resfriamento):
Este é o ponto mais crítico e menos debatido. Servidores de IA geram tanto calor que o resfriamento a ar muitas vezes não é suficiente, exigindo torres de resfriamento de água.
- Consumo Direto: Estima-se que, para cada 10 a 50 perguntas feitas a um modelo de IA, o sistema "beba" o equivalente a uma garrafa de 500ml de água para resfriar os servidores.
- Estresse Hídrico: Data centers instalados em regiões áridas competem diretamente com o abastecimento público e a agricultura.
3. O que está sendo feito para mitigar?
A indústria não ignora o problema, até por uma questão de custos operacionais:
- Eficiência de Algoritmos: Novas arquiteturas buscam fazer "mais com menos", reduzindo o número de cálculos necessários para a mesma resposta.
- Resfriamento Líquido de Circuito Fechado: Sistemas que reutilizam a água sem evaporá-la, reduzindo drasticamente o desperdício.
- Localização Estratégica: Construção de centros em países frios (como os nórdicos) ou no fundo do mar para usar o resfriamento natural.
- Energia Limpa: Gigantes como Google e Microsoft são os maiores compradores globais de energia renovável, embora a intermitência (sol/vento) ainda seja um desafio para centros que funcionam 24/7.
4. O Dilema Ético:
O paradoxo reside no fato de que a IA também é usada para otimizar redes elétricas e descobrir novos materiais para baterias, o que poderia, teoricamente, compensar seu próprio rastro ambiental no futuro.

Fonte:

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Considerando que a energia renovável (hidráulica, eólica, solar) no Brasil é abundante, muitas empresas estrangeiras que operam centrais de processamento de IA planejam se instalar por aqui, com o intuito de 'rotular' sua IA como sustentável. Quais os impactos para o Brasil? O poder público e a sociedade civil estão debatendo e se organizando adequadamente para algo que pode transformar a nossa nação?

O Brasil está, de fato, na mira das Big Techs como um "porto seguro verde". Esse fenômeno é chamado de "Green Hubbing" ou "Data Export". O país possui uma das matrizes elétricas mais limpas do mundo, o que permite que empresas como Microsoft, Google e AWS operem centros de dados com baixa pegada de carbono, algo essencial para suas metas de ESG (Ambiental, Social e Governança).
* Impactos para o Brasil:
Positivos (As Oportunidades):
- Investimento Estrangeiro Direto: Atração de bilhões em infraestrutura tecnológica e construção civil.
- Soberania de Dados: Ter os servidores em solo nacional reduz a latência e aumenta a segurança jurídica sobre os dados dos brasileiros.
- Estímulo às Renováveis: A demanda constante dos data centers (carga base) pode viabilizar novos parques eólicos e solares, trazendo estabilidade ao setor elétrico.
Negativos (Os Riscos):
- Exportação de Energia "Virtual": O Brasil usa sua água e vento para processar dados que beneficiam economias estrangeiras, muitas vezes sem gerar muitos empregos locais qualificados após a construção.
- Pressão Hídrica: Data centers em regiões de estresse hídrico podem competir com o consumo humano, como já ocorre no Chile e no Uruguai.
- Custo da Energia: O aumento massivo da demanda pode encarecer a conta de luz para o cidadão comum se a expansão da oferta não acompanhar o ritmo.
* Organização do Poder Público e Sociedade Civil:
O debate no Brasil ainda está em estágio de maturação, com avanços e lacunas claras:
Poder Público:
- Estratégia Nacional: O Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA) prevê o uso de energia renovável como vantagem competitiva, mas ainda carece de regulamentações específicas sobre o uso de água por essas centrais.
- Incentivos: Governos estaduais (como SP, CE e RS) têm criado polos tecnológicos, mas muitas vezes focam apenas no benefício fiscal, sem exigir contrapartidas ambientais rigorosas.
Sociedade Civil e Academia:
- Alertas Críticos: Grupos de pesquisa e ONGs começam a questionar o "extrativismo de dados" e a necessidade de que esses centros de dados promovam transferência de tecnologia real, e não apenas ocupem espaço físico e consumam recursos.
- Debate Ético: A discussão sobre quem pagará a conta ambiental dessa infraestrutura está começando a ganhar corpo em fóruns como o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).
Conclusão: O Brasil tem a "faca e o queijo na mão" para ser o líder mundial em IA sustentável, mas corre o risco de ser apenas um fornecedor de recursos brutos (energia e água) para o processamento alheio.

Fonte:

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Quais os principais modelos de IA desenvolvidos no Brasil? Cite o mínimo de 22 modelos nessa condição. Para cada modelo, diga as principais utilidades dele.

O desenvolvimento de IA no Brasil é vibrante, embora mais voltado para nichos específicos (Jurídico, Agronegócio, Saúde e Linguagem) do que para modelos de propósito geral massivos como os do Vale do Silício.
Abaixo, listo 22 modelos e sistemas de IA desenvolvidos em solo nacional ou por instituições brasileiras, focando em suas utilidades:
* Modelos de Linguagem e Processamento (LLMs):
Sabiá-2 (Maritaca AI): O principal LLM brasileiro. Otimizado para o português, entende gírias e o contexto cultural e jurídico do Brasil.
Albertina (Universidade de Lisboa e USP): Modelo de linguagem de alta performance focado na variante do português brasileiro e europeu para tarefas acadêmicas.
Brazillian BERTimbau (NIC.br): Um modelo BERT treinado exclusivamente em textos em português para tarefas de classificação e análise de sentimentos.
Cabrita (LLaMA-fined-tuned): Uma adaptação do Llama da Meta ajustada para responder melhor a comandos em português brasileiro.
Geraldo (Governo de MG): Modelo de atendimento ao cidadão que processa demandas de serviços públicos estaduais.
* Setor Jurídico e Administrativo (O "Forte" Brasileiro):
Victor (STF): Analisa processos que chegam ao Supremo Tribunal Federal, identificando temas de repercussão geral para acelerar julgamentos.
Elis (TJPE): Utilizada para agilizar processos de execução fiscal, triando petições e identificando irregularidades.
Athos (STJ): Monitora o surgimento de novos temas jurídicos e identifica processos repetitivos para uniformizar decisões.
Livia (PGR): Auxilia na análise de denúncias e na organização de dados investigativos do Ministério Público Federal.
Hórus (Justiça Federal): Modelo de visão computacional para análise de documentos e extração de dados em processos digitais.
Bernardo (Justiça Federal): Sugere minutas de decisões baseadas no histórico de sentenças do magistrado.
* Saúde e Biotecnologia:
RadVid-19 (InRad/USP): Desenvolvido na pandemia para identificar padrões de COVID-19 em exames de imagem (raios-X e tomografias).
Laura (Robô Laura): IA que monitora dados de pacientes em tempo real para prever riscos de sepse (infecção generalizada) em hospitais.
Iara (Hospital Sírio-Libanês): Modelo para otimização de fluxos hospitalares e auxílio em protocolos clínicos.
* Agronegócio (Agrotechs):
Arabyka (Embrapa): Modelo de visão computacional para identificar pragas e doenças em plantações de soja e milho.
Taranis (Brasil/Israel): IA de monitoramento de safra via imagens aéreas de altíssima resolução para agricultura de precisão.
Cromai: IA especializada na identificação de ervas daninhas em canaviais, permitindo a aplicação localizada de herbicidas.
* Outros e Setor Privado:
Aura (Vivo): IA de atendimento ao cliente que utiliza processamento de linguagem natural para resolver problemas técnicos e faturamento.
BIA (Bradesco): Uma das IAs de atendimento bancário mais robustas do mundo, focada em transações e suporte por voz.
Duda (iFood): IA generativa e preditiva usada para personalizar recomendações de pratos e otimizar rotas de entrega.
CyberCook IA: Modelo que sugere receitas baseadas nos ingredientes que o usuário tem disponíveis, evitando desperdício.
Nuvem (Plataforma Nuvem): IA brasileira focada em análise de crédito para microempreendedores com base em comportamento digital.
* O Brasil se destaca especialmente na IA Jurídica, sendo um dos países com o judiciário mais automatizado do mundo. No entanto, a maioria desses modelos depende de infraestrutura de nuvem estrangeira para rodar.

Fonte:

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Os modelos de IA estão sendo usados indevidamente para criar, impulsionar e recriar mentiras (fake news) através de textos, imagens, áudios, vídeos, bots (robôs), etc? Como identificar essas mentiras geradas por IA?

Sim, os modelos de IA estão sendo amplamente utilizados de forma indevida para criar e disseminar desinformação. No Brasil, a circulação de conteúdos falsos gerados por IA cresceu 308% entre 2024 e 2025, atingindo especialmente temas políticos e figuras públicas.
O perigo reside na facilidade e velocidade com que a IA produz textos articulados, áudios clonados, vídeos (deepfakes) e bots que simulam o comportamento humano, tornando as mentiras mais convincentes e virais.
* Como identificar mentiras geradas por IA:
Identificar conteúdos sintéticos exige um misto de atenção a detalhes técnicos e verificação de fatos.
1. Sinais Visuais e Auditivos (Imagens e Vídeos):
- Anomalias Físicas: Procure por dedos extras, mãos deformadas ou orelhas assimétricas. Embora modelos de 2026 como Midjourney tenham melhorado, falhas em texturas de pele e dentes muito perfeitos ainda ocorrem.
- Inconsistência de Iluminação: Sombras artificiais, luzes que piscam ou texturas estranhas em vídeos.
- Dessincronia (Mismatch): Em vídeos, o movimento dos lábios pode não bater perfeitamente com o som produzido (fenômeno chamado de Phoneme-Viseme Mismatch).
- Contexto de Fundo: Elementos borrados, objetos que aparecem e somem, ou ruídos de fundo que não condizem com a cena (ex: sons de natureza em uma cidade barulhenta).
2. Sinais em Textos e Sites:
- Erros do Sistema: Alguns artigos gerados por IA mantêm frases de erro da própria ferramenta, como "não consigo atender a este pedido devido às políticas de uso".
- Linguagem Genérica: Títulos de sites muito vagos ou textos com repetições e estrutura excessivamente polida, mas sem substância.
- Falta de Fonte: Se uma notícia bombástica não é replicada por veículos de imprensa tradicionais ou canais oficiais, é provável que seja falsa.
3. Ferramentas e Práticas Recomendadas:
- Busca Reversa de Imagem: Utilize ferramentas do Google ou TinEye para ver se a imagem original foi alterada ou se já foi desmascarada.
- Detectores de IA: Sites como Copyleaks, GPTZero e Originality.ai ajudam a identificar se um texto foi gerado por máquinas.
- Agências de Checagem: No Brasil, consulte plataformas como Lupa e Aos Fatos, que monitoram ativamente desinformação gerada por IA.
- Denúncia: Utilize os recursos das redes sociais para denunciar conteúdos suspeitos, marcando-os como "informação falsa".
Lembre-se: A regra de ouro é desconfiar de conteúdos que causam reações emocionais extremas, como repulsa ou euforia imediata, e sempre verificar a procedência antes de compartilhar.

Fonte:

14/02/2026

domingo, 8 de fevereiro de 2026

Madame IA (via Airton Dirceu Lemmertz) se mete a me dar lições de diplomacia, esquecendo de ler a Carta da ONU - Paulo Roberto de Almeida

 Madame IA, invocada pelo sempre atento Airton Dirceu Lemmertz a minhas postagens provocadoras, está sempre "passando pano", ou sendo politicamente correta, para contestar minhas posições.

Essa coisa de ser neutro, de pedir que as causas "dialoguem pacificamente", de "não fornecer armas para não agravar o número de mortos", a quem está sendo agredido por uma força maior, unilateralmente, é, me desculpe Madame IA, de uma covardia impar. Fico com os meus argumentos, e recorro à Carta das Nações Unidas que admite, plenamente, que os Estados membros adotem ações, mesmo à margem do CSNU, para a defesa de uma parte agredida por um agressor que violou os princípio e as disposições da Carta, o que implicitamente significa que qualquer membro tem o direito e o DEVER MORAL de vir em socorro da parte agredida: 

ARTIGO 2: (...)

2. Todos os Membros, a fim de assegurarem para todos em geral os direitos e vantagens resultantes de sua qualidade de Membros, deverão cumprir de boa fé as obrigações por eles assumidas de acordo com a presente Carta.

3. Todos os Membros deverão resolver suas controvérsias internacionais por meios pacíficos, de modo que não sejam ameaçadas a paz, a segurança e a justiça internacionais.

4. Todos os Membros deverão evitar em suas relações internacionais a ameaça ou o uso da força contra a integridade territorial ou a dependência política de qualquer Estado, ou qualquer outra ação incompatível com os Propósitos das Nações Unidas.

5. Todos os Membros darão às Nações toda assistência em qualquer ação a que elas recorrerem de acordo com a presente Carta e se absterão de dar auxílio a qual Estado contra o qual as Nações Unidas agirem de modo preventivo ou coercitivo.

ARTIGO 51 - Nada na presente Carta prejudicará o direito inerente de legítima defesa individual ou coletiva no caso de ocorrer um ataque armado contra um Membro das Nações Unidas, até que o Conselho de Segurança tenha tomado as medidas necessárias para a manutenção da paz e da segurança internacionais. As medidas tomadas pelos Membros no exercício desse direito de legítima defesa serão comunicadas imediatamente ao Conselho de Segurança e não deverão, de modo algum, atingir a autoridade e a responsabilidade que a presente Carta atribui ao Conselho para levar a efeito, em qualquer tempo, a ação que julgar necessária à manutenção ou ao restabelecimento da paz e da segurança internacionais.

Acho que Madame IA deveria reler a Carta da ONU e aplicá-la ao caso da Ucrânia, por exemplo. Alías, o Brasil também.

Paulo Roberto de Almeida

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Agora vem a parte de Madame IA: 

"Pense um pouco… Pense num povo sacrificado pelos seus próprios dirigentes: sacrificado tanto pela via econômica, quanto por enviar seus soldados a uma morte sem sentido, e mais ainda, por atirar e matar o seu próprio povo! Pensou? Descobriu de quais países, de quais dirigentes estou falando? Não é difícil descobrir. Pessoas, centenas, milhares, milhões no total, que fogem da miséria, da repressão, da falta de qualquer esperança de melhoria, que fugiram da falta de alimentos, de remédios, de cuidados, de segurança. Pense em Cuba, na Venezuela, em outros países governados por ditaduras. Centenas, milhares de soldados, profissionais, recrutados, criminosos engajados, mercenários estrangeiros, atraídos por contratos fraudulentos, enganosos, todos enviados às frentes de combate, para morrer, numa ofensiva sem sentido, sem qualquer objetivo nacional. Pense na Rússia. Pense em manifestantes saídos às ruas e às praças, para protestar contra uma situação intolerável, recebidos a balas, atingidos por fuzis, deliberadamente, para matar, a todos, indiscriminadamente. Pense no Irã, nos aiatolás, nos guardas armados da ditadura teocrática islâmica. Pense em tudo isso. Depois pense na postura do governo brasileiro em face de todos esses exemplos. Apenas pense…". ANALISE DE MODO DETALHADO E CRÍTICO O CONJUNTO DE INFORMAÇÕES DO TEXTO ACIMA, ENTRE ASPAS.


O texto apresentado é um artigo de opinião de caráter argumentativo e retórico, construído para induzir o leitor a uma conclusão crítica específica sobre a política externa do atual governo brasileiro. Ele utiliza a técnica da analogia por acumulação, conectando diferentes crises geopolíticas sob um denominador comum: o autoritarismo.
Abaixo, apresento uma análise detalhada e crítica dividida por eixos temáticos:
1. Estrutura Retórica e Apelo Emocional:
O autor utiliza a interpelação direta ("Pense um pouco...", "Descobriu?") para engajar o leitor em um processo de descoberta guiada. A linguagem é carregada de termos de forte impacto emocional ("morte sem sentido", "miséria", "repulsão", "contratos fraudulentos"), o que visa criar uma resposta moral imediata antes mesmo da análise factual.
2. Análise dos Recortes Geopolíticos:
O texto agrupa quatro nações com problemas distintos sob a mesma moldura de "sacrifício do povo":
- Cuba e Venezuela (Crise Socioeconômica): O texto foca na crise migratória venezuelana e nas dificuldades econômicas de Cuba. A crítica foca na incapacidade desses regimes de prover necessidades básicas, resultando no êxodo populacional.
- Rússia (Guerra e Mobilização): A referência aos "contratos fraudulentos" e "ofensiva sem sentido" remete diretamente à Invasão da Ucrânia. Aqui, a crítica é sobre o sacrifício de soldados e o uso de mercenários (como o antigo Grupo Wagner) em uma guerra de agressão.
- Irã (Repressão e Teocracia): O trecho sobre manifestantes "recebidos a balas" refere-se aos protestos iniciados pela morte de Mahsa Amini, onde a repressão estatal foi documentada por órgãos internacionais como a Anistia Internacional.
3. Crítica à Política Externa Brasileira:
O cerne do texto é o "silêncio" ou a "postura" do governo brasileiro. A crítica implícita é de que o Brasil adotaria uma ambiguidade estratégica ou uma "neutralidade benevolente" em relação a esses regimes.
- Contraponto Crítico: Analistas de relações internacionais, como os do Conselho Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI), frequentemente debatem se a postura do Brasil é uma busca por mediação diplomática (pragmatismo) ou uma conivência ideológica. O texto assume a segunda interpretação.
4. Limitações e Viés:
Embora os fatos mencionados (crise na Venezuela, guerra na Rússia, repressão no Irã) tenham base em relatórios de direitos humanos, o texto é unilateral:
- Falta de Nuance: Não menciona as sanções internacionais que também impactam as populações desses países.
- Generalização: Coloca regimes muito distintos (uma autocracia ortodoxa, uma teocracia islâmica e ditaduras de esquerda) no mesmo "pacote", ignorando as complexidades históricas de cada região. 
* Conclusão:
O texto funciona como uma peça de persuasão política. Ele não busca uma análise acadêmica da geopolítica, mas sim denunciar o que considera uma "hipocrisia moral" da diplomacia brasileira ao manter laços ou evitar condenações enfáticas contra governos acusados de violar direitos humanos.

Fonte (IA Gemini):

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

O que aconteceria na política externa e na diplomacia se os antiglobalistas voltassem ao poder? Paulo Roberto de Almeida e Madame IA (intermediada por Airton Dirceu Lemmertz)

 Madame IA discute, a pedido de Airton Dirceu Lemmertz, meu alerta sobre o horror que seria uma volta da tropa esquizofrênica, patética, submissa, no campo da política externa, decorrente de eventual vitória nas eleições de outubro de 2026 e sua volta ao poder em 2027, a partir das considerações que efetuei, todas altamente depreciativas, a respeito da "dipromacia" olavo-bolsonarista, e seu festival de absurdos como o antiglobalismo, a sujeição ao destruidor do multilateralismo econômico, o megalomaníaco desequilibrado, narcisista maligno, psicopata, paranoico e sádico (alguém tem outros qualificativos?), que recebeu um "I Love You" do golpista hoje preso merecidamente:

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Minha postagem original:
Pouca gente, hoje, se lembra dos despautérios que foram, no domínio da política externa, os anos do bolsonarismo diplomático. Eu divulguei quatro livros contra os amadores que destruíram a nossa política externa, nomeadamente os seguintes:
1) Miséria da diplomacia: a destruição da inteligência no Itamaraty (2019);
2) O Itamaraty num labirinto de sombras (2020);
3) Uma certa ideia do Itamaraty: a reconstrução da política externa e a restauração da diplomacia brasileira (2020);
4) O Itamaraty sequestrado: a destruição da diplomacia pelo bolsolavismo (2021).
Mas, no meio de todo aquele horror nas relações exteriores do Brasil, um colega anônimo ofereceu uma série de crônicas desabusadas, sob o pseudônimo de “Ereto da Brocha”, que eu coletei e editei num volume da série humor diplomático, digamos assim: "Memorial do Sanatório ou Ernesto e seus Dragões no País de Bolsonaro", por Ereto da Brocha, Ombudsman do Itamaraty. Convido todos a lerem essas crônicas: depois de minhas análises cáusticas conduzidas naqueles livros, nada como um pouco de diversão para aliviar as agruras daqueles anos sombrios. (PRA: Procurem no meu blog, acharão.)

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Pedido a Madame IA:

DE MODO DETALHADO E CRÍTICO, RESPONDA A SEGUINTE INDAGAÇÃO:
Se a Direita ganhar [as eleições brasileiras] em outubro [de 2026], vamos ter um retorno aos horrores que foram, na diplomacia, os anos do Capitão hoje preso por golpismo incompetente?
[PRA:] https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/02/se-direita-ganhar-em-outubro-vamos-ter.html

Essa é uma indagação que toca no cerne do debate sobre a resiliência das instituições brasileiras. A análise do período que você tão bem documentou em suas obras — o "sequestro" do Itamaraty pelo pensamento olavista e a ruptura com a tradição do barão do Rio Branco — serve como o principal parâmetro para projetarmos o futuro.
Para responder se um eventual governo de direita em 2026 repetiria o "Memorial do Sanatório", precisamos distinguir entre a Direita Institucional e o Bolsonarismo Ideológico.
1. O Risco da Reedição: O Modelo "Antidiplomático":
Se a vitória em 2026 representar o retorno do grupo que governou entre 2019 e 2022, o risco de retorno ao isolacionismo é elevado. Os pilares desse "horror" diplomático foram:
- Ideologização Messiânica: A substituição do pragmatismo comercial e geopolítico por uma "cruzada ocidentalista" contra o multilateralismo.
- Ataque às Instituições de Carreira: O esvaziamento da inteligência do Itamaraty em favor de influenciadores e assessores paralelos.
- Alinhamento Automático e Unilateral: A abdicação da soberania decisória em favor de potências estrangeiras (especificamente a ala Trumpista dos EUA), sem reciprocidade tangível.
Nesse cenário, o Brasil voltaria a ser o "pária internacional", perdendo assentos em fóruns decisivos e comprometendo acordos comerciais vitais (como o Mercosul-UE) por questões puramente retóricas.
2. A "Direita Civilizada": Uma Alternativa de Continuidade Institucional:
Existe, contudo, uma ala da direita (composta por governadores e líderes do Legislativo) que observa a diplomacia sob um prisma liberal-pragmático. Caso esse setor prevaleça, a política externa tenderia a:
- Focar em Mercados, não em Costumes: Priorizar a OCDE e acordos bilaterais sem o componente de "guerra cultural".
- Recuperar o Profissionalismo: Devolver o protagonismo aos diplomatas de carreira para limpar a imagem do país no exterior, visando atrair investimento direto estrangeiro.
- Pragmatismo Ambiental: Entender que a pauta climática não é apenas um "complô globalista", mas uma barreira não-tarifária que o Brasil precisa superar para exportar.
3. O Fator "Aprendizado" e as Amarras Institucionais:
Dificilmente veríamos uma repetição exata dos anos de Ernesto Araújo por dois motivos críticos:
- O Custo do Erro: O agronegócio e a indústria brasileira sentiram o peso do isolamento e do conflito desnecessário com a China. Esses setores hoje exercem uma pressão muito mais organizada para evitar que "amadores" assumam o leme.
- O Judiciário e o Legislativo: Após o trauma democrático recente, os mecanismos de controle sobre a política externa e as nomeações diplomáticas tendem a ser mais rigorosos.
* Perspectiva Crítica:
O "retorno aos horrores" depende menos da vitória da direita em si e mais da natureza da coalizão que chegará ao poder. Se o vencedor for um herdeiro direto do "bolsolavismo", a diplomacia voltará a ser um teatro de sombras e crônicas satíricas. Se for uma direita de matiz conservadora-liberal clássica, o Brasil pode manter sua tradição de Estado, ainda que com uma mudança de prioridades econômicas.
O perigo reside na "vontade de destruição" que você apontou em seus livros: se o objetivo for novamente destruir a inteligência para reinar sobre as cinzas, o Itamaraty sofrerá uma nova e profunda cicatriz.

Fonte (IA Gemini):
https://www.google.com/search?q=Pouca+gente%2C+hoje%2C+se+lembra+dos+despaut%C3%A9rios+que+foram%2C+no+dom%C3%ADnio+da+pol%C3%ADtica+externa%2C+os+anos+do+bolsonarismo+diplom%C3%A1tico.+Eu+divulguei+quatro+livros+contra+os+amadores+que+destru%C3%ADram+a+nossa+pol%C3%ADtica+externa%2C+nomeadamente+os+seguintes%3A+1%29+Mis%C3%A9ria+da+diplomacia%3A+a+destrui%C3%A7%C3%A3o+da+intelig%C3%AAncia+no+Itamaraty+%282019%29%3B+2%29+O+Itamaraty+num+labirinto+de+sombras+%282020%29%3B+3%29+Uma+certa+ideia+do+Itamaraty%3A+a+reconstru%C3%A7%C3%A3o+da+pol%C3%ADtica+externa+e+a+restaura%C3%A7%C3%A3o+da+diplomacia+brasileira+%282020%29%3B+4%29+O+Itamaraty+sequestrado%3A+a+destrui%C3%A7%C3%A3o+da+diplomacia+pelo+bolsolavismo+%282021%29.+Mas%2C+no+meio+de+todo+aquele+horror+nas+rela%C3%A7%C3%B5es+exteriores+do+Brasil%2C+um+colega+an%C3%B4nimo+ofereceu+uma+s%C3%A9rie+de+cr%C3%B4nicas+desabusadas%2C+sob+o+pseud%C3%B4nimo+de+%E2%80%9CEreto+da+Brocha%E2%80%9D%2C+que+eu+coletei+e+editei+num+volume+da+s%C3%A9rie+humor+diplom%C3%A1tico%2C+digamos+assim%3A+%22Memorial+do+Sanat%C3%B3rio+ou+Ernesto+e+seus+Drag%C3%B5es+no+Pa%C3%ADs+de+Bolsonaro%22%2C+por+Ereto+da+Brocha%2C+Ombudsman+do+Itamaraty.+Convido+todos+a+lerem+essas+cr%C3%B4nicas%3A+depois+de+minhas+an%C3%A1lises+c%C3%A1usticas+conduzidas+naqueles+livros%2C+nada+como+um+pouco+de+divers%C3%A3o+para+aliviar+as+agruras+daqueles+anos+sombrios.+DE+MODO+DETALHADO+E+CR%C3%8DTICO%2C+RESPONDA+A+SEGUINTE+INDAGA%C3%87%C3%83O%3A+Se+a+Direita+ganhar+%5Bas+elei%C3%A7%C3%B5es+brasileiras%5D+em+outubro+%5Bde+2026%5D%2C+vamos+ter+um+retorno+aos+horrores+que+foram%2C+na+diplomacia%2C+os+anos+do+Capit%C3%A3o+hoje+preso+por+golpismo+incompetente%3F&rlz=1C2GCEA_enBR1094BR1098&sca_esv=f8674ab91ffef830&sxsrf=ANbL-n4emmMiUQ9ndHeTWVAV5bvW_BK5Tg%3A1770229063122&source=hp&ei=R42Dac6kBLeY5OUPmozZ8As&iflsig=AFdpzrgAAAAAaYObV_zRCfUX2FGtWEQ09o_1dHnpOFfz&aep=22&udm=50&ved=0ahUKEwiO5OaTucCSAxU3DLkGHRpGFr4QteYPCBc&oq=&gs_lp=Egdnd3Mtd2l6IgBIAFAAWABwAHgAkAEAmAEAoAEAqgEAuAEByAEAmAIAoAIAmAMAkgcAoAcAsgcAuAcAwgcAyAcAgAgA&sclient=gws-wiz&mstk=AUtExfCdHCKsto7MwIRaDdAzZm6eZpL3V9RIhvrNC3jEtWvyCjAIuSfBh1fiqN2E4AvNvwQEC_qiUzhQKy2Ex5sVUnadsFOEczNs4ILIbxkdhOJF2QlKEhVDbTIWAJRSc86xNRnkK8Wtc9-bySd4jG_ASaWGLll4BWot9_apvh3Zd-V00vx7KWzDPO0EY08ztrGiIfkTSqXm_KJXWXJAdhOc4O272ksrpHaonq_qt3ZJMdzWcJTPtY9ivRvHMZ9rqENJrtJX6tSSpn0JwOAAEyyS-UwVcnVTqYiMx3M&csuir=1&mtid=co6DaceDJb-B5OUPpdTkmA0

sábado, 24 de janeiro de 2026

Diplomatizzando sobre Lula e os petistas, entre 2006 e 2015 - Paulo Roberto de Almeida

Airton Dirceu Lemmertz selecionou postagens minhas no Diplomatizzando sobre Lula, o PT e as aventuras petistas no poder, de 2009 até 2015. PRA

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 - No blog Diplomatizzando, relembre algumas postagens atreladas a Lula e/ou aos companheiros:


Ele era informante do governo na ditadura brasileira?

Sindicalistas pagam mercenários para engrossar manifestação por greve:

"Gabinete do ódio" da esquerda. E usando estrutura pública:

O "gabinete do ódio" ataca novamente:

Crime de Estado por quem está no Estado:

Ameaças às instituições democráticas e a seus membros:

Ele chantageou um Ministro do STF?! E as instituições democráticas reagiram?
https://diplomatizzando.blogspot.com/2012/05/frase-da-semana-falta-alguem-em.html

Simpatizantes aos quadrilheiros do Mensalão ameaçam o STF e seus ministros:

Notícias deprimentes em 2015:

Lula sabia do Mensalão, diz Mujica:

As ramificações do Petrolão:

Petrolão: a refinaria de Pasadena.

Prisão de empreiteiros:

Marolinha?

A morte da economia brasileira:

Argentina x Brasil: companheiros se entendem bem.

Desconstrução do Brasil:

Em 2006, o Brasil queria retaliar a China?

As joias da Arábia Saudita? Não, essa não foi [aparentemente] a primeira vez 'disso' em Brasília. Outro mandatário "fez algo parecido"?

O governo brasileiro ajudou a Venezuela a sufocar protestos na Bolívia?

Ditadores? Se for de esquerda, tudo bem.

A Venezuela em 2014:

Mafiosos no Brasil e em Brazil:

A 'escravidão moderna' dos médicos cubanos:

A fome em Cuba - culpa de quem: do governo americano ou do cubano?

Um livro de Paulo Roberto de Almeida:

Postagem em destaque

Livro Marxismo e Socialismo finalmente disponível - Paulo Roberto de Almeida

Meu mais recente livro – que não tem nada a ver com o governo atual ou com sua diplomacia esquizofrênica, já vou logo avisando – ficou final...