Pergunta não tão inocente:
O que pode haver de mais dramático na vida de uma nação que não consegue perceber que seus dirigentes a estão conduzindo a um impasse quase permanente, ou até a um retrocesso bem visível aos olhos de vizinhos e de seus antigos parceiros? A pergunta não é retórica: estou me referindo concretamente aos casos do Brasil e dos EUA respectivamente, um estacionado no mesmo, o outro andando para trás rapidamente.
Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 3/05/2026
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