Comando de ADL:
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
terça-feira, 28 de julho de 2026
Madame IA comenta minhas muitas postagens sobre os problemas da educação no Brasil - via Airton Dirceu Lemmertz
quarta-feira, 22 de julho de 2026
Críticas ao blog Diplomatizzando e ao seu autor e responsável, Paulo Roberto de Almeida, recolhidas por Madame IA - via Airton Dirceu Lemmertz
Críticas ao blog Diplomatizzando e a seu autor e responsável, Paulo Roberto de Almeida, recolhidas por Madame IA - via Airton Dirceu Lemmertz
Coleto, entre os muitos materiais enviados por Airton Dirceu Lemmertz, esta seleção de observações críticas sobre o blog Diplomatizzando, que parece ter perdido sua aura de prestígio (se alguma vez teve alguma) e acabou se caracterizando apenas como um repositório de frustrações e ressentimentos, o que pode ser correto, ainda que não inteiramente. PRA
[Recebido em 22/07/2026]
O blog Diplomatizzando, mantido pelo diplomata e acadêmico brasileiro Paulo Roberto de Almeida, é amplamente reconhecido como uma fonte rica em ensaios sobre relações internacionais, política externa e economia. No entanto, sob uma perspectiva analítica e crítica, alguns aspectos negativos e limitações podem ser apontados por leitores, estudantes e acadêmicos:
Diplomatizzando
1. Viés político e ideológico acentuado
O autor adota uma postura pública e assumidamente crítica em relação a diversas gestões da política externa brasileira, utilizando um tom fortemente opinativo. Quem busca análises estritamente neutras ou puramente institucionais sobre o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) pode considerar o conteúdo parcial e excessivamente politizado.
2. Formato e navegação obsoletos
A plataforma está hospedada no Blogger (Blogspot), uma interface antiga que carece de recursos modernos de usabilidade. O próprio autor já mencionou em postagens que o sistema de buscas internas do site apresenta falhas frequentes, o que dificulta a localização de artigos específicos e a navegação fluida em um arquivo que acumula milhares de textos ao longo dos anos.
3. Estrutura de "depósito" de informações
Grande parte do volume do blog não é composta por textos inéditos, mas sim por republicações de artigos de terceiros, notícias da imprensa e recortes de jornais. Essa característica de "arquivo pessoal aberto" faz com que o leitor precise filtrar uma quantidade massiva de conteúdos secundários para encontrar os ensaios originais e as análises aprofundadas do diplomata.
4. Linguagem e tom combativos
O estilo de escrita do autor é frequentemente caracterizado pela ironia, sátira e confrontação direta com correntes de pensamento opostas. Para candidatos ao Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) ou pesquisadores que necessitam de uma linguagem técnica, polida e estritamente diplomática como modelo de redação, o tom do blog pode ser contraproducente.
5. Foco em desabafos e visões pessoais
O blog funciona muitas vezes como um diário de frustrações profissionais e institucionais. Embora esses bastidores tenham valor histórico e biográfico, o excesso de notas pessoais e críticas subjetivas pode desviar o foco do debate puramente acadêmico e conceitual das Relações Internacionais.
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Críticas ao autor e responsável pelo Diplomatizzando: Paulo Roberto de Almeida
A análise do perfil público, acadêmico e profissional do diplomata Paulo Roberto de Almeida
(PRA) revela aspectos negativos que se dividem entre críticas à sua postura institucional e
limitações no seu modelo de produção intelectual.
1. Insubordinação e quebra de liturgia institucional
A carreira diplomática é pautada pela discrição, hierarquia e defesa do Estado, independentemente do governo de turno. PRA rompeu publicamente com essa premissa ao criticar abertamente as diretrizes da política externa brasileira em diversas gestões, especialmente durante o governo de Jair Bolsonaro e o lulopetismo. Para críticos e pares do Itamaraty, essa exposição pública e o tom combativo adotado em veículos de imprensa e redes sociais configuram insubordinação, incompatibilidade com os deveres do funcionalismo público e desrespeito à tradicional "liturgia" diplomática.
2. Radicalismo opinativo e personalismo
Suas análises de conjuntura política muitas vezes abandonam o distanciamento analítico esperado de um cientista político ou diplomata veterano. O uso recorrente de termos pejorativos, apelidos satíricos e adjetivações agressivas para se referir a autoridades nacionais e internacionais personaliza debates institucionais. Esse estilo transforma o que deveriam ser
ensaios técnicos em desabafos passionais e polemismo político.
3. Redundância e falta de ineditismo na produção digital
Embora mantenha uma atividade frenética na internet, o volume de sua produção digital é inflado por uma estrutura repetitiva. Seus blogs funcionam como agregadores de recortes de jornais, textos de terceiros e reedições constantes de seus próprios artigos antigos. Essa reciclagem massiva de conteúdo pulveriza suas reflexões inéditas e dificulta o acompanhamento de sua evolução intelectual recente.
4. Perda de influência prática no debate formulação de políticas
Ao assumir uma postura de "resistência" e isolamento crítico, PRA perdeu interlocução direta com os núcleos formuladores da política externa atual e com os canais oficiais do Ministério das Relações Exteriores. Seus escritos acabam restritos a um público já convertido às suas ideias ou ao ambiente estritamente acadêmico, limitando o impacto de sua vasta experiência na prática diplomática contemporânea do país.O que se pode observar em uma análise puramente textual e de comportamento público são traços de estilo, posicionamento político e trajetória profissional, que se traduzem em:
1. Dissidência e Heterodoxia Institucional
A postura de PRA assemelha-se à figura histórica do intelectual dissidente. Ao decidir não se alinhar às diretrizes de governos que desaprovava, ele optou por assumir os custos profissionais de sua contestação pública (como o afastamento de funções de formulação de políticas). Isso reflete uma escolha deliberada de posicionamento ideológico e ético individual, não uma patologia.
2. Estilo de Comunicação Polemista
O uso de ironia, termos satíricos e adjetivações fortes — que muitos leitores consideram excessivos ou combativos — faz parte de uma longa tradição de debate político e panfletagem intelectual, comum tanto na história da diplomacia quanto no jornalismo de opinião. Trata-se de uma escolha de retórica e estilo de escrita voltada para a provocação e o debate público.
3. Hiperatividade Intelectual e Compulsão por Registro
A quantidade maciça de publicações diárias e o acúmulo de blogs são características de um perfil acadêmico focado na preservação de memória e no registro histórico documental (característica de sua formação como historiador). O padrão de funcionamento do blog como um "arquivo pessoal aberto" reflete uma metodologia própria de trabalho intelectual e uso do
ambiente digital, sem qualquer correlação com desvios comportamentais.
Em suma, as manifestações públicas do diplomata revelam um perfil de forte convicção ideológica, combatividade retórica e inconformismo institucional, elementos que pertencem ao campo das ciências políticas e da análise de discurso.
=================PRA: Estas observações sobre o Diplomatizzando e sobre seu autor são recebidas com humildade, merecendo toda a atenção para a devida correção dos defeitos, deficiências e inadequações apontadas. Vou pensar em corrigir tais desajustes, para servir a seus objetivos principais: conhecimento, educação, troca de opiniões, sobre questões relevantes da política e da economia brasileiras, em especial de sua política externa e diplomacia.
sábado, 4 de julho de 2026
Notícias recentes e relevantes sobre o Itamaraty, na visão de madame IA (via Airton Dirceu Lemmertz)
- O argumento: O Itamaraty protocolou um documento detalhado assegurando que o Pix opera em condições abertas e não discrimina corporações americanas (como Visa e Google, que lucram no ecossistema). [1]
- Justiça e Meio Ambiente: A chancelaria também defendeu as decisões do STF contra plataformas digitais norte-americanas, classificando as queixas de "infundadas", e reforçou o avanço do Brasil no combate ao desmatamento ilegal. [1]
- Tensões Políticas: O embate gerou atritos internos fortes. O Itamaraty usou as redes sociais para rebater críticas da oposição, afirmando que "traidores da pátria" deveriam pedir desculpas por tentar validar a interferência externa de Donald Trump na justiça brasileira. Em contrapartida, a Comissão de Relações Exteriores da Câmara aprovou uma moção de repúdio ao órgão por postura considerada "militante e ideologizada". [1, 2, 3, 4]
- Visita da Alemanha: O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e oficiais da chancelaria recebem, entre ontem e hoje, o Ministro do Exterior da Alemanha, Johann Wadephul, para agendas bilaterais em São Paulo e Brasília. [1, 2]
- Simore Brasil: Mauro Vieira participou do lançamento do Simore Brasil, um sistema voltado para monitorar e dar transparência ao cumprimento das recomendações internacionais de direitos humanos feitas ao país, consolidando novos pactos firmados perante a Comissão Interamericana de Direitos Humanos. [1, 2]
quinta-feira, 2 de julho de 2026
Blog Diplomatizzando: Madame IA comenta o primeiro semestre de 2026, via Airton Dirceu Lemmertz
O primeiro semestre de 2026 do blog Diplomatizzando: Madame IA examina 926 postagens até 01.07.2026 (sob instruções de ADL):
Ser examinado, analisado, interpretado por tão gentil e prestativa senhora do universo da IA pode até induzir-me a crer que sou mais importante do que realmente sou. Talvez me ajude bem mais a sistematizar minhas ideias em torno dos grandes conceitos.
Paulo Roberto de Almeida
Brasilia, 2/07/2026
- Conteúdo central: O blog destaca uma detalhada releitura — com apoio de inteligência artificial — de uma nota do autor intitulada "Os marxistas brasileiros não leem Marx". [1]
- Tese defendida: O texto aponta uma profunda contradição ideológica na esquerda acadêmica e militante do Brasil. Critica o alinhamento ou leniência desses setores com o atual regime russo de Vladimir Putin, argumentando que o próprio Karl Marx, em seus escritos históricos (como no New York Daily Tribune), demonstrava profundo desprezo pelo expansionismo russo e pela opressão czarista. [1]
- Conclusão analítica: De acordo com a ótica exposta no texto, se Marx estivesse vivo hoje, classificaria a estrutura de poder da Rússia contemporânea sob as categorias de Estado fascista e terrorista, renegando os militantes que se dizem seus discípulos mas apoiam tal autocracia. [1]
- MasterTalk: O professor Paulo Roberto de Almeida conduz hoje, às 19h, uma palestra online com foco nos impactos econômicos e geopolíticos da ascensão da China e os dilemas resultantes para a política externa brasileira — um conteúdo direcionado especialmente para estudantes de Relações Internacionais e candidatos ao concurso do Itamaraty (CACD). [1]
- Previsões Descontraídas: Uma nota bem-humorada citando previsões de uma inteligência artificial ("Madame IA") sobre os finalistas da Copa do Mundo de 2026, apontando a Espanha como campeã, seguida por França, Argentina e Brasil. [1]
- Memória Histórica: Resgate e comentários sobre o legado desenvolvimentista do ex-presidente Juscelino Kubitschek e seu plano de metas para o Brasil.[1]
- O Marxismo como Dogma de Fé:Na visão de Almeida, o perigo do marxista que não lê Marx é que ele transforma a ideologia em uma religião secular. Ao ignorar os textos originais, o militante abraça um dogmatismo cego que o impede de ver as contradições de sua própria práxis — como apoiar ditaduras sanguinárias ou autocracias capitalistas de Estado (como a Rússia contemporânea) em nome de um suposto "anti-imperialismo". O não ler Marx resulta em cegueira moral e anacronismo geopolítico.
- O Liberalismo como Oportunismo de Jargão: Por outro lado, o liberal brasileiro que não lê Smith peca menos pelo dogmatismo e mais pelo utilitarismo tático. PRA argumentaria que a direita e os liberais no Brasil frequentemente instrumentalizam o discurso do livre mercado apenas para defender interesses corporativos específicos, desonerações seletivas ou privilégios patrimonialistas. Quando o jargão liberal não atende aos seus interesses imediatos de lucro ou poder, eles abandonam Smith e correm para os braços do subsídio estatal. É o que o autor costuma identificar como a falta de uma verdadeira burguesia schumpeteriana no Brasil, propensa ao risco e à inovação.
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