Primeiro vou postar as considerações de Madame IA sobre minhas posições.
Depois formulo meu julgamento final (e prescindo de qualquer comentário adicional de Madame IA)
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Gostaria de, em primeiro lugar, agradecer meu correspondente diário nestes exercícios que venho conduzindo aqui sobre a diplomacia brasileira, o Direito Internacional e a guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia, Airton Dirceu Lemmertz, por submeter a Gemini IA [a IA do Google] meus questionamentos sobre exatamente a postura brasileira nessa guerra atroz.
A questão principal é exatamente essa, mas ela ainda não foi tocada por Gemini IA, que ficou à margem do apoio OBJETIVO do Brasil a Putin e à Rússia, sob argumentos capciosos, primeiro o da neutralidade (que NÃO EXISTE) entre as "duas partes" (que NÃO SÃO IGUAIS) para, teoricamente, poder mediar negociações de paz (o que NÃO VAI OCORRER), depois o da suposta necessidade, e dependência, do Brasil, de importar fertilizantes e combustíveis (dependência QUE NÃO EXISTE, pois há várias outras possibilidades de fornecimento), tudo em nome de um "pragmatismo" brasileiro (que NÃO EXISTE), que de fato é um apoio à Rússia, por DUAS RAZÕES principais: o antiamericanismo esquerdista de Lula que se casa com o antiamericanismo direitista de Putin, e os compromissos assumidos desde o início de seu primeiro mandato no âmbito do BRIC e sobretudo sua amizade com Putin.
O Brasil, de acordo com a Carta da ONU, não precisa fornecer armas à Ucrânia, mas deveria EXIMIR-SE de ajudar a parte agressora, pois não apenas essa postura é contrária à Carta da ONU, como é MORALMENTE INDECENTE.
Não sou especialista em Direito Internacional, apenas um sociólogo, refletindo sobre posturas diplomáticas em acordo com tratados internacionais e, sobretudo, com o sentimento de que o Brasil IGNORA posturas que derivam dos fundamentos da doutrina jurídica do Brasil, DESDE ANTES da Carta da ONU, a decisão profundamente política, mas apoiada nessa doutrina, de NÃO RECONHECER A USURPAÇÃO TERRITORIAL PELA FORÇA, o que não fizemos em 1939 (quando da invasão da Polônia pela Alemanha nazista e pela URSS totalitária), nem em 1940, quando Stalin invadiu e anexou os países bálticos, o que NÃO RECONHECEMOS, e continuamos a manter relações diplomáticas com os três Estados bálticos (desde 1921), até 1961.
Ocorreu uma RUPTURA dessa doutrina quando a Rússia invadiu e anexou ilegalmente a península ucraniana da Crimeia, em 2014, e a diplomacia lulopetista (sob Dilma) sequer emitiu qualquer posição a respeito.
Gemini IA, como já disse, precisa voltar à Carta da ONU e a outros princípios elementares do Direito Internacional, para voltar a considerar a posição da atual diplomacia lulopetista de APOIO OBJETIVO à Rússia, e deixar de lado essa hipocrisia da neutralidade, que não existe.
CONSIDERANDO O CONJUNTO DE INFORMAÇÕES DOS PARÁGRAFOS ACIMA (CONSTITUINDO UMA UNIDADE TEXTUAL), ANALISE DE MODO DETALHADO E CRÍTICO TAL TEXTO.
A questão principal é exatamente essa, mas ela ainda não foi tocada por Gemini IA, que ficou à margem do apoio OBJETIVO do Brasil a Putin e à Rússia, sob argumentos capciosos, primeiro o da neutralidade (que NÃO EXISTE) entre as "duas partes" (que NÃO SÃO IGUAIS) para, teoricamente, poder mediar negociações de paz (o que NÃO VAI OCORRER), depois o da suposta necessidade, e dependência, do Brasil, de importar fertilizantes e combustíveis (dependência QUE NÃO EXISTE, pois há várias outras possibilidades de fornecimento), tudo em nome de um "pragmatismo" brasileiro (que NÃO EXISTE), que de fato é um apoio à Rússia, por DUAS RAZÕES principais: o antiamericanismo esquerdista de Lula que se casa com o antiamericanismo direitista de Putin, e os compromissos assumidos desde o início de seu primeiro mandato no âmbito do BRIC e sobretudo sua amizade com Putin.
O Brasil, de acordo com a Carta da ONU, não precisa fornecer armas à Ucrânia, mas deveria EXIMIR-SE de ajudar a parte agressora, pois não apenas essa postura é contrária à Carta da ONU, como é MORALMENTE INDECENTE.
Não sou especialista em Direito Internacional, apenas um sociólogo, refletindo sobre posturas diplomáticas em acordo com tratados internacionais e, sobretudo, com o sentimento de que o Brasil IGNORA posturas que derivam dos fundamentos da doutrina jurídica do Brasil, DESDE ANTES da Carta da ONU, a decisão profundamente política, mas apoiada nessa doutrina, de NÃO RECONHECER A USURPAÇÃO TERRITORIAL PELA FORÇA, o que não fizemos em 1939 (quando da invasão da Polônia pela Alemanha nazista e pela URSS totalitária), nem em 1940, quando Stalin invadiu e anexou os países bálticos, o que NÃO RECONHECEMOS, e continuamos a manter relações diplomáticas com os três Estados bálticos (desde 1921), até 1961.
Ocorreu uma RUPTURA dessa doutrina quando a Rússia invadiu e anexou ilegalmente a península ucraniana da Crimeia, em 2014, e a diplomacia lulopetista (sob Dilma) sequer emitiu qualquer posição a respeito.
Gemini IA, como já disse, precisa voltar à Carta da ONU e a outros princípios elementares do Direito Internacional, para voltar a considerar a posição da atual diplomacia lulopetista de APOIO OBJETIVO à Rússia, e deixar de lado essa hipocrisia da neutralidade, que não existe.
CONSIDERANDO O CONJUNTO DE INFORMAÇÕES DOS PARÁGRAFOS ACIMA (CONSTITUINDO UMA UNIDADE TEXTUAL), ANALISE DE MODO DETALHADO E CRÍTICO TAL TEXTO.
O texto apresenta uma crítica contundente e fundamentada à atual política externa brasileira em relação à invasão da Ucrânia, estruturando-se sobre três pilares: a ruptura doutrinária, a contestação do pragmatismo econômico e a análise das motivações ideológicas.
Abaixo, uma análise detalhada e crítica dos pontos levantados:
1. A Ruptura com a Tradição Jurídica Brasileira:
O argumento central mais robusto é a invocação do princípio de não reconhecimento de conquistas territoriais pela força. Historicamente, a diplomacia brasileira, influenciada por nomes como Rio Branco e as teses de Rui Barbosa em Haia, consolidou a defesa da integridade territorial e da solução pacífica de controvérsias.
- Crítica: O texto acerta ao apontar que o silêncio ou a ambiguidade em relação à Crimeia (2014) e à invasão de 2022 fere a tradição de "não reconhecimento" que o Brasil manteve mesmo em períodos conturbados, como no caso dos Estados Bálticos. A "neutralidade" mencionada pelo governo muitas vezes colide com o Artigo 4º da Constituição Federal de 1988, que rege as relações internacionais do Brasil sob os princípios da autodeterminação dos povos e do repúdio ao terrorismo e à guerra.
2. Desconstrução do Pragmatismo e da Dependência Econômica:
O autor desafia a narrativa oficial de que o Brasil estaria "preso" à Rússia por necessidade vital de fertilizantes e combustíveis.
- Análise: Embora o Brasil seja o quarto maior consumidor global de fertilizantes e importe cerca de 23% da Rússia, o texto argumenta que a dependência é uma escolha política, não uma fatalidade técnica. Existemalternativas de mercado (Canadá, Marrocos, Oriente Médio) e potencial de produção interna negligenciado. Portanto, rotular a postura como "pragmatismo" seria, na visão do autor, um eufemismo para encobrir um alinhamento político deliberado.
3. O Componente Ideológico e Pessoal:
O texto identifica uma "simbiose" de antiamericanismos — o de esquerda (Lula) e o de direita/nacionalista (Putin).
- Perspectiva Crítica: Esta é uma análise sociopolítica perspicaz. Sugere que a diplomacia brasileira não está apenas buscando a paz, mas operando dentro da lógica do Multilateralismo de Coalizão (via BRICS), onde o enfraquecimento da hegemonia ocidental é visto como um objetivo estratégico superior à condenação de uma violação do Direito Internacional. A "amizade" citada e os compromissos de bloco pesariam mais do que a adesão estrita à Carta da ONU.
4. A Dimensão Moral e o Papel da Mediação:
O autor classifica a postura como "moralmente indecente" ao colocar agressor e agredido em patamares de equivalência para fins de negociação.
- Contraponto Diplomático: Na visão do Itamaraty, para ser um mediador (o "peace broker"), é necessário manter canais abertos com ambos os lados. Contudo, o texto rebate essa lógica afirmando que tal mediação é uma quimera (não vai ocorrer) e serve apenas como escudo retórico para evitar a condenação objetiva da agressão russa.
* Conclusão da Análise:
O texto é uma provocação necessária à "IA" e aos formuladores de política externa. Ele expõe uma contradição fundamental: o Brasil tenta se posicionar como um líder moral global e defensor da ordem baseada em regras, mas, ao não condenar de forma inequívoca e material a usurpação de território ucraniano, fragiliza os mesmos princípios que garantiram sua própria integridade e relevância histórica.
A crítica do autor sobre a "neutralidade hipócrita" ressoa com a doutrina de que, em casos de agressão clara, a neutralidade não é ausência de posição, mas sim um auxílio indireto ao agressor, ao desidratar a eficácia das normas internacionais que proíbem a guerra de conquista.
Fonte (IA Gemini):
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Volto: A postura do governo Lula sobre a guerra de agressão de um criminoso de guerra contra a Ucrânia é INDECENTE!
PRA
Ponto!
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