sábado, 19 de setembro de 2026

Madame IA (via ADL) interpreta uma postagem sobre a natureza profunda da Rússia despótica

 15/09/2026, 20:53 Diplomatizzando: The war did not change Russia. It revealed Russia.- Rihards Kols

“A guerra não mudou a Rússia. Ela revelou a Rússia -  Rihards Kols

Rihards Kols, membro letão do Parlamento Europeu, discursando na sessão plenária da #RigaConf2026 intitulada

"Preparando-se para uma Rússia remodelada pela guerra"

.

“É importante fazermos uma correção nesta sala. A guerra não mudou a Rússia. Ela revelou a Rússia. E é precisamente

isso, e vou reiterar, que durante anos alguns de nós nesta região dissemos isso claramente, e nos disseram que

estávamos exagerando. Há quem ainda diga que nós, dos países bálticos, nossa região, estamos exagerando, que somos

prisioneiros da nossa própria história. Portanto, a guerra não criou uma nova Rússia. Ela eliminou as desculpas que

permitiam às pessoas fingir que a antiga Rússia estava se transformando em outra coisa. E isso é algo que está se

espalhando pela Europa. Já foi mencionada a dinâmica do dia a dia. Quais são as mudanças nos esforços de guerra, na

economia de guerra? E, obviamente, podemos reiterar os números. Obviamente, a Rússia hoje gasta cerca de 7 a 8% do

PIB e cerca de 40% do orçamento federal em defesa e segurança. E essa é a maior porcentagem desde o colapso

soviético. E isso deve ser observado. Mas, além disso, o que é mais alarmante, é que a igreja, a mídia estatal, os currículos

educacionais, a indústria, os tribunais, tudo foi fundido em uma única máquina cujo produto é...

” o esforço de guerra. E isso

precisa ser registrado. E, de fato, não se enganem. Isso não é mobilização em tempo de guerra no sentido que

entendemos em democracia, quando falamos de um redirecionamento temporário de recursos para um objetivo externo. É

o oposto. A guerra se tornou o princípio organizador do próprio Estado, e o Estado organizou tudo o mais em torno de

sustentá-la.

Então, quero ser bem direto, porque acho que esta sala aguenta ver rostos familiares. A Rússia não é um Estado que por

acaso é governado por um homem forte que saiu da KGB. A Rússia é um Estado construído e operado por serviços de

segurança, para serviços de segurança como condição permanente.

Putin não é uma aberração situada no topo do aparato estatal normal. Ele é produto desse aparato, assim como qualquer

um que o suceda. Nós, frequentemente, perguntamos, e neste formato também, em anos anteriores, o que acontece

depois de Putin? Estamos fazendo a pergunta errada. A pergunta certa é o que acontece com o sistema cuja lógica

fundamental é a detecção, repressão e controle de ameaças, independentemente de quem ocupe o cargo mais alto.

Indivíduos saem voluntariamente, por meio de janelas ou depois de tomarem chá demais. Os serviços, as redes, a lógica

operacional, esses permanecem.

E existe uma narrativa reconfortante nas capitais ocidentais de que os russos comuns são silenciosamente contra esta

guerra, que a repressão está impedindo a maioria latina de agir, a qual faria uma escolha diferente se tivesse a

oportunidade. Eu não acredito nisso e, francamente, as evidências não corroboram essa ideia. Se houvesse uma demanda

real e organizada da maioria por mudanças dentro da Rússia, nós a veríamos. Não porque os russos sejam

excepcionalmente passivos – a história prova o contrário quando as condições são favoráveis. Mas porque, quando uma

maioria geralmente deseja uma mudança, ela encontra uma maneira de torná-la visível, custosa de ignorar e difícil de

suprimir indefinidamente.

Portanto, a conclusão lógica, simples e incômoda, é esta: a ausência de uma demanda visível e massiva por mudanças é,

em si, a prova disso. A insatisfação passiva que nunca se traduz em consequências políticas não é resistência, é

acomodação.

E há um ponto em que quero que as pessoas reflitam. Não se pode acordar alguém que está apenas fingindo dormir. Uma

sociedade que se beneficia silenciosamente do império, que desfruta silenciosamente da mobilização do vitimismo e da

queixa que o Kremlin lhe vende, não precisa ser despertada. Ela precisa ser confrontada com custos que não pode ignorar.

“É aqui que quero questionar parte do otimismo que tenho ouvido nas capitais europeias sobre um fim negociado para esta

guerra. Então, o que um cessar-fogo hoje realmente traria? Se a Rússia for obrigada a parar de lutar amanhã, sob pressão,

exausta e sem reservas, a economia de guerra não se desliga simplesmente e o Estado construído para sustentá-la não se

dissolve simplesmente.

Continuaremos a lidar com um Estado de serviços de segurança agora endurecido pela guerra, uma indústria reestruturada

para a produção bélica, mais dependente de Pequim do que nunca, e com a população interna condicionada a aceitar a

hostilidade permanente em relação à Europa como um status quo.

Um cessar-fogo congela a guerra. Não reverte a transformação que a guerra produziu. Essa é a distinção que a Europa

continua a ignorar: a distinção entre o fim dos combates e o fim das ameaças.

Então, onde isso nos deixa em relação à questão das sanções, alguém perguntará, certo? As sanções nunca fariam os

russos comuns se revoltarem. Essa nunca foi a premissa honesta, e quem vendeu essa ideia deve um pedido de

desculpas a todos. A verdadeira premissa é mais complexa. Negar a Moscou os componentes, a receita e a tecnologia de

que essa máquina precisa para funcionar.

As reservas estão quase esgotadas, as receitas energéticas caíram drasticamente e o crescimento estagnou. Isso não é

um colapso, é um Estado sob o jugo de um serviço de segurança que está ficando sem espaço e que, em vez de reformar,

irá intensificar suas ações, pois reforma nunca fez parte de seu vocabulário.

A tarefa da Europa não é esperar que a Rússia mude por dentro. Ela não mudará, não em nenhum prazo que seja

relevante para a Ucrânia ou para nós. O plano para a Rússia que esta guerra produziu é, na verdade, pior, mais repressivo,

mais dependente de Pequim e não menos hostil. Isso, eu diria, não é pessimismo, é realismo, e o realismo é a única coisa

que já manteve esta região segura. Portanto, construímos nossa arquitetura partindo do pressuposto do pior sobre Moscou

e provamos estar certos todas as vezes, e não vejo razão para parar agora. Essa é a minha resposta.


https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/09/the-war-did-not-change-russia-it.html


Como diria o chefe da irredutível aldeia dos gauleses (na série Asterix): que le ciel ne nous tombe pas sur nos têtes...

Alguém aposta decisivamente num resultado mais à direita (e bota direita nisso) ou mais à esquerda (desmilinguida) no próximo dia 4 de outubro, ou no final do mês, em caso de segundo turno?

Acredito que nem os MELHORES ESPECIALISTAS do mercado de sondagens ousam cravar um resultado CERTO no primeiro ou no segundo turno das eleições mais imprevisíveis de nossa história política pós-ditadura militar, isso após uma campanha eleitoral das MAIS MISERÁVEIS em toda a nossa história republicana.

 
Eu também não ouso apontar um resultado para a direita ou para a esquerda.
Só tenho uma ÚNICA CERTEZA: os quatro anos, de 2027 a 2030, serão os mais desesperantes, angustiantes, desafiadores de nossa história econômica, política, cultural, mental, espiritual, pois não sabemos o que pode ocorrer, tanto em função de nossas próprias misérias, em todas essas frentes, como também como resultado de um demente que se crê o imperador hemisférico, e que já desmantelou o sistema multilateral de comércio, ao lado de um outro ditador, criminoso de guerra, que já desacreditou 80 anos de sistema político onusiano.

 
Se não bastassem as ameaças internas, made in Brazil, ainda teremos os desafios externos, de um lado, pela briga personalista de dois dirigentes, de outro lado pela submissão calhorda e vergonhosa ao dito imperador hemisférico.
Ou seja, qualquer que seja o resultado, em 4 de outubro, ou. no final do mês, nosso itinerário a partir de janeiro de 2027 será dos mais difíceis. É tudo o que posso prever...

 
Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 19 setembro 2026.

Com atraso de quase dois anos, quero agradecer aos amigos os cumprimentos pelos meus 75 anos - Paulo Roberto de Almeida

 Registro aqui as reações de meus amigos a uma postagem que fiz por ocasião dos meus 75 anos, reproduzida aos 76, mas sem que pudesse agradecer enfaticamente os cumprimentos, o que faço agora de maneira coletiva:


quarta-feira, 3 de junho de 2026

Três quartos de século já passados: o que eu tenho, o que vem pela frente? - Paulo Roberto de Almeida (2024) + Madame IA

Ao final de tudo, Madame IA, sempre provocada por Airton Dirceu Lemmertz, se pronuncia sobre esta minha nota. 

 Mensagem aberta aos leitores do Diplomatizzando nos meus 75 anos

Brasília, 3 junho 2026, 8 p.  

        De vez em quando, pulam na tela coisas de priscas eras, ou de períodos mais recentes, como é o caso do texto abaixo, feito no dia em que eu completava 75 anos, três quartos de século, um ano e meio atrás. Não creio que eu vá completar mais um quarto de século, portanto tenho de me preparar para a diminuição dos anos que tenho pela frente. Como apareceu na minha tela, reproduzo aqui novamente, pois parece servir inteiramente para os tempos atuais (e para os que me restam). Aproveito para reproduzir abaixo, os comentários que foram postados nesta postagem, de 2024, e também para agradecer, sinceramente, e me desculpar, envergonhadamente, por não ter respondido a todos, sequer agradecido devidamente, o que faço agora. Uma razão para esta descortesia: devo ter um fluxo diários de centenas de msgs, pelos diversos canais, e quando consigo repassar tudo o que me chega, constato que já são 3hs da madrugado e o cansaço bate forte, assim como os apelos conjugais para deixar o computador e ir descansar. MUITO OBRIGADO A TODOS, e prometo novas reflexões sobre as atividades no último ano e meio (este texto recebeu o número 4792, uma numeração serial que uso para os meus registros e controles dos trabalhos, pois de outra forma eu me perderia; hoje, 3 junho de 2026, já estou no trabalho 5338, ou seja, neste intervalo "apareceram" 546 trabalhos a mais, com algum Lavoisier...).

Abraço a todos

Brasília, 3/06/2026 


5338. “Mensagem aberta aos leitores do Diplomatizzandonos meus 75 anos”, Brasília, 3 junho 2026, 8 p. Reprodução de um texto (4792), de 19 de novembro de 2024, revisando um pouco do que fiz nestes três quartos de séculos, de muita leitura, muita busca de conhecimento, uma atividade docente intensa, e uma carreira diplomática um tanto turbulenta, dado meu “contrarianismo” voltado para o aperfeiçoamento (nem sempre bem compreendido e aceito). Postado no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/tres-quartos-de-seculo-ja-passados-o.html).

 


Três quartos de século, três gerações 
 
Paulo Roberto de Almeida, diplomata, professor.
19 novembro 2024 
 
        Nota sobre a passagem do tempo, dedicada a Carmen Lícia Palazzo, que me acompanhou pela maior parte desta trajetória de vida, tendo lido muito mais livros do que eu, sendo bem mais inteligente do que eu, e que me confortou, assim como a todos da família, em todos os momentos de uma vida nômade e repleta de boas surpresas intelectuais.
(...)
Cortei o texto principal aqui, que pode ser lido no link abaixo:  
        
Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 4792, 19 novembro 2024, 3 p.
4792. “Três quartos de século, três gerações”, Brasília, 19 novembro 2024, 3 p. Nota sobre a passagem do tempo, o meu próprio. Divulgado no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2024/11/tres-quartos-de-seculo-tres-geracoes.html).  
 
Comentários: 
Walmyr Buzatto
Feliz aniversário, professor e modelo de conduta nas redes sociais. Parabéns pela lucidez de suas postagens, gostei especialmente do ‘contrarianist’!
Resp. PRA: 
Paulo Roberto de Almeida
Walmyr Buzatto : Esse contrarianist eu confesso que roubei do Christopher Hitchens, um feroz critico do Kissinger, que morreu precocemente. Antes eu me classificava apenas como um cético sadio.
Walmyr Buzatto
Paulo Roberto, no mínimo a gente mostra a outra face da moeda, mas arrisca ser chamado de chato, não é mesmo?
 
 
Jorge Henrique Cartaxo
Parabéns, Paulo Roberto. Inteligência,cultura, produção intelectual extraordinária, elegância e cidadania exemplar. Vida longa, amigo!
 
Vitoria Alice Cleaver
Parabéns, felicidades, Paulo Roberto, em seu dia e sempre. Muita saúde, alegrias e contínua produtividade intelectual que a todos nós deleita.
 
Daniel Mascarenhas
"...mais frequentemente agora bisnetos, mas é bem mais raro."
Certamente será mais um quarto de século produtivo, que desejo seja feliz.
 
Paulo Sérgio Bozzi
Parabéns, Paulo.
 
Nilton Cerqueira Filho
Parabéns !!!!
 
Gustavo Maia Gomes
Parabéns, caro Paulo. Continue nos brindando com as reflexões de sua mente privilegiada.
 
Jefferson Boechat
Parabéns, amigo, sobretudo, pela garra de continuar lutando pelo que acha certo! 
Ana Beltrame
Parabéns Paulo, confio que vc continuará sendo um leitor voraz, um professor atento e um colega de primeira linha!
 
Manuel Jose Forero Gonzalez
Muitas felicidades Paulo.
 
Carlos Alberto Lopes Asfora
Parabéns, Paulo. Que o próximo quarto de século seja profícuo e você continue sua fértil cruzada intelectual, que contribui para iluminar nossa vida política.
 
Zilah Jesus
Parabéns pelo dia de aniversário e que o novo ciclo seja tão bom quanto os outros e com muito mais sabedoria!
Livia Barreto
Parabens parabéns e obrigada!
Maria Cristina Cacciamali
Obrigada por çompartilhar
 
Cesario Melantonio Neto
Parabéns e muitas felicidades Paulo Que o seu trabalho continue a iluminar a sua vida e as nossas saudoso abraço
 
Carmen Lícia Palazzo
Maridão Paulo Roberto de Almeida , que você tenha muitos anos mais com saúde e alegrias na vida e que possamos continuar nossas aventuras pelas estradas afora, curtindo tudo o que gostamos.
Resp.PRA:  Paulo Roberto de Almeida
Carmen Lícia Palazzo : Confesso que falho algumas vezes em levantar os olhos de um livro ou retirá-los da tela…
Carmen Lícia Palazzo
Paulo Roberto de Almeida mas ainda bem que somos ambos corujas 🦉 e só dormimos de madrugada.
 
Silvia Maria Oliveira Mattos
Que vida produtiva e feliz! Cumprimentos!
 
 Lena Lessa
Parabéns e felicidades!
 
Arnaldo Barbosa Brandão Brandão
Uma bela história de vida.
 
Lucia Melchert
O senhor é o máximo ! Parabéns !!!
Maria Das Gracas Goes
Parabéns pelo dia do seu aniversário. Muitos anos de dedicação aos estudos sócio-político do Brasil e das Relações Internacionais.
 
Debora Lattouf
Parabéns !!!
 
Gustavo Bezerra
Parabéns pelo aniversário, Professor! Felicidades!
 
José Truda Palazzo Jr.
Viva! 🙌  
Maria Luiza Feitosa Souza
Parabéns pela vida, pela luta e pela disposição de transmitir um legado tão importante. 
Muita saúde para curtir o seu tempo, junto aos que ama e que o acompanham nessa trajetória. 
Auguri!
 
Lucilia Harrington
Parabéns 🎊🎉🍾. Saúde,
Sorte 🍀 e ainda mais sucesso!
Grande abraço, embaixador!
Fernando Werneck Magalhães
Sorte nossa, Paulo, por tê-lo em perfeito estado de conservação - física e mental ! Até breve ! Saudações !
 
Scott Tollefson
Parabéns!
 
Pedro Motta Veiga
Parabéns, Paulo.
 
Nalu Machado
Parabéns!!!! Saúde e Paz!!
Nelson Franco Jobim
Parabéns!
 
Maria Helena Tachinardi
Parabéns, Paulo Roberto! Seus ensinamentos são fecundos.
 
Aurea Maldaner
Bravo, Embaixador! 👍👍👍 
 
Fabiano Vargas
Parabéns 😀 ! Ainda mais saúde e paz além de muitos anos para desfrutá-los 🎂 🥂
 
Rita Frizzo
Parabéns! Muitos e Felizes anos!
 
Rui Samarcos Lora
Parabéns, professor. Muita saúde, alegrias e estudos mais!
 
Fernando Aguilera
Parabéns, Paulo!
Muito obrigado por espargir conhecimento, filosofia e amor.
Até porque quem partilha e compartilha sabedoria e sapiência, tem nisso tudo uma grande parte de um coração enorme. 
Fique bem e em Paz!
Mesmo sabendo que não podemos dar conta de tudo, tenhamos a consciência tranquila. 
Há outros mundos melhores que este.
Aqui não é o começo, nem o Fim.
É só passagem.
 
Henrique Rzezinski
Parabéns meu caro Paulo. Temos mais uma afinidade. Fazemos aniversário no mesmo dia. Acabo de completar 78 anos de idade. Receba um fortíssimo abraço. Henrique
 
Renata Sanches
Parabéns, querido professor ! Muita saúde, alegrias e amor para muitos ano de vida longa e feliz com a maravilhosa Carmen Lícia Palazzo , filhotes e netinhos.
E minha eterna gratidão pela generosidade de sempre compartilhar reflexões e sensatez com todos.
🌟🎊🍸🍾🎂  
 
Gelson Fonseca
Parabéns e obrigado pela sua sempre criativa contribuição intelectual para o conhecimento da realidade brasileira e internacional. Que assim continues. Abraços
 
Paulo Roberto de Almeida
Desculpem todos e todas. Estou em deslocamento e sem conexão adequada. Depois retomo.
 
Luis Bacchi
Parabéns e muitas felicidades ! Bom ter no mundo uma pessoa tão rara, solidária e especial ! Que voce tenha toda a felicidade que o mundo possa lhe proporcionar!
Enrique Carlos Natalino
Parabéns, Paulo Roberto. Muitas felicidades e alegrias!
Rolf Kuntz
Cumprimentos, Paulo Roberto.
 
Luiz Braconnot
Excelente observação da vida e da trajetória pessoal especialmente fecunda! Parabéns!
 
José Roberto Procopiak
Parabéns por sempre nos proporcionar momentos de sabedoria, lucidez e inspiração. Muitas felicidades e boa saúde.
 
Nota em 3/06/2026:  
Muitas respostas minhas, esporádicas, não estão reproduzidas aqui, por absoluta falta de tempo, e de energia, para repassar todas as msgs e responder devidamente.  
Sorry, mille excuses, pardon...
 



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