O Brasil entre a segurança internacional e a sua própria segurança cidadã: resposta da IAGemini, via Airton Dirceu Lemmertz
Em comparação a outros países [em especial as potências estrangeiras], por que o Brasil ignora a segurança nacional?
https://www.youtube.com/watch?v=rt0fx1wS0Fc (https://www.youtube.com/watch?v=ZuX-GAToMhg , https://www.youtube.com/watch?v=2wfDC2xjYN8 , https://www.youtube.com/watch?v=1WvIjjcmDos)
A percepção de que o Brasil "ignora" a segurança nacional em relação às grandes potências (EUA, China, Rússia) decorre de uma priorização histórica de questões internas, embora dados de 2025 e 2026 mostrem uma mudança de postura com novos investimentos estratégicos.
1. Foco em Segurança Pública vs. Segurança Nacional
Enquanto potências globais focam em projeção de poder e contenção externa, a prioridade brasileira é a segurança pública.
Prioridades da Sociedade: Em 2026, a segurança é a segunda maior preocupação dos brasileiros, focada em combater o crime organizado, milícias e a violência urbana.
Desvio de Recursos: Problemas como desigualdade social e corrupção drenam recursos que potências estrangeiras destinariam à defesa externa.
2. Disparidade de Investimento
O Brasil não possui o mesmo fôlego financeiro que as potências mundiais para manter uma máquina de guerra global.
Orçamento: Enquanto os EUA estimam gastos de US$ 895 bilhões em defesa para 2025/2026, o orçamento total militar mundial atingiu US$ 2,7 trilhões.
Recuperação Brasileira: Apesar da disparidade, o Brasil subiu para a 11ª posição no ranking global de poder militar em 2025. Até 2026, o país projeta injetar R$ 113 bilhões em projetos estratégicos, como o submarino nuclear, blindados modernos e caças Gripen.
3. Neutralidade e Entorno Regional
Diferente das potências que enfrentam ameaças diretas de outros Estados, o Brasil opera sob uma lógica de "zona de paz".
Diplomacia: O país historicamente evita conflitos diretos, embora a nova Política Nacional de Defesa (2025) alerte para o risco de o Brasil ser arrastado por conflitos de vizinhos na América do Sul ou pela competição entre grandes potências.
Vulnerabilidade de Fronteiras: A maior ameaça externa é a porosidade das fronteiras, que servem como rotas para o tráfico de drogas e armas, impactando a segurança interna.
4. Novos Desafios Tecnológicos (2026)
Em 2026, a segurança nacional brasileira está sob alerta devido a ameaças que independem de poder de fogo tradicional:
Ataques Cibernéticos: 2026 é projetado como o ano mais crítico para ciberataques no Brasil, visando setores de tecnologia e infraestrutura.
Interferência Estrangeira: A Abin emitiu alertas graves sobre a possibilidade de desinformação (deepfakes) e interferência externa nas eleições de 2026, o que coloca a soberania nacional sob risco digital.
* Em suma, o Brasil não "ignora" a segurança, mas a molda para enfrentar o crime organizado interno e a dependência tecnológica, em vez de se preparar para guerras convencionais de larga escala.
Fonte (IA Gemini):