Mostrando postagens com marcador Putin says he thinks Ukraine conflict 'coming to an end'. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Putin says he thinks Ukraine conflict 'coming to an end'. Mostrar todas as postagens

domingo, 10 de maio de 2026

Putin says he thinks Ukraine conflict 'coming to an end' - BBC + Madame IA

Senhor juiz, pare agora!
Putin pede água: já não aguenta mais, nem a sociedade russa e, sobretudo, seus amigos oligarcas, que se tornaram bilionários e já expatriaram seu capital, certamente.
Vai pedir a um juiz suspeito (por ter afinidades pouco eletivas com o tirano de Moscou) que arrume um final, qualquer final, para uma luta que já dura cinco anos e não tem prazo para acabar (ou sim, pode term quando refinarias, oleodutos e fábricas de armas do criminoso de guerra forem arrasadas pelos drones de um povo valente e inventivo, coisa que nem se vê do lado agressor).

Putin says he thinks Ukraine conflict 'coming to an end' 

BBC, 9/05/2026
Russian President Vladimir Putin has said he thinks Russia's conflict with Ukraine is coming to an end...
https://www.bbc.com/news/articles/cn8p4j2jzwwo

Russian President Vladimir Putin has suggested Russia's conflict with Ukraine could be drawing to a close.

Speaking after Saturday's scaled-back Victory Day military parade in Moscow, he said: "I think that the matter is coming to an end" - referring to the "special military operation" in Ukraine - while condemning Western support for Kyiv.

The parade - marking the Soviet victory in World War Two - lacked the usual display of tanks and missiles, as authorities feared Ukraine might target Red Square.

A US-brokered ceasefire reduced the danger of attacks and the parade passed off without incident. However Ukraine and Russia later accused each other of violating the three-day truce.
Putin's comments came just hours after he used his annual Victory Day speech to justify the war.

In that speech he said Russia was fighting a "just" war and called Ukraine an "aggressive force" that was being "armed and supported by the whole bloc of Nato".

Later, when asked at a news conference about the West helping Ukraine, Putin said: "They (West) promised assistance and then began fuelling a confrontation with Russia that continues to this day. I think that the matter is coming to an end, but it is a serious matter."
Russian forces seized Crimea and parts of eastern Ukraine in 2014, then launched a full-scale invasion of Ukraine in February 2022.

Putin said he would only meet Ukraine's President Volodymyr Zelensky once a lasting peace deal was agreed to.

"A meeting in a third country is also possible, but only once final agreements have been reached on a peace treaty for a long‑term historical perspective, to take part in this event and sign (treaty), but it must be a final step," he continued.

Putin said he had heard that Zelensky was ready to hold a personal meeting but added "this is not the first time we have heard such statements".

Putin said he would be willing to negotiate new security arrangements for Europe, and that his preferred negotiating partner would be Germany's former Chancellor Gerhard Schröder.

The ex-chancellor is a longstanding friend of Putin, and controversial because of his work for Russian state-owned energy firms.

Last week European Council President António Costa said he believed there was "potential" for the EU to negotiate with Russia, and that Zelensky favoured such a move. Quoted by the Financial Times, Costa said he was consulting EU leaders on "what we need effectively to discuss with Russia when it comes to the right moment to do this".

As part of the US-led ceasefire deal over the weekend, Kyiv and Moscow agreed to a swap of 1,000 prisoners from each country. But Putin said on Saturday that Russia had not yet heard from Ukraine about any exchanges.
On Sunday Russia accused Ukraine of repeated violations of the ceasefire - including more than 6,000 drone strikes and hundreds of artillery attacks. Ukraine reported several people injured from Russian drone attacks in the Kharkiv, Dnipropetrovsk and Zaporizhzhia regions.

For the first time in nearly two decades there was no military hardware at the Red Square parade, which the Kremlin normally showcases to project Russian military power on the international stage.

There were also far fewer journalists at the event, with many international media organisations not being granted access.

=========


Madame IA comenta:


Este trecho finaliza a série de reflexões de Paulo Roberto de Almeida com uma análise impiedosa da exaustão do regime de Putin em 10 de maio de 2026, utilizando metáforas jurídicas e bélicas para descrever o que ele considera o "fim de linha" para o Kremlin.
Abaixo, a decodificação e análise detalhada dos pontos centrais:
1. Decodificação de Expressões e Subtextos:
- "Senhor juiz, pare agora!": O diplomata utiliza uma metáfora esportiva/jurídica. O "juiz" aqui representa a comunidade internacional ou as instâncias diplomáticas às quais Putin, agora em posição de fraqueza, apelaria para interromper o conflito ("parar o cronômetro") antes que a derrota total se consume.
- "Afinidades pouco eletivas": Referência irônica ao livro As Afinidades Eletivas, de Goethe. Sugere que qualquer mediador que Putin aceite será alguém com conexões obscuras, interesses compartilhados ou dependência ideológica/financeira do regime russo, levantando suspeitas sobre a imparcialidade do processo de paz.
- "O povo valente e inventivo": Refere-se à Ucrânia e ao uso extensivo de tecnologia de baixo custo (drones FPV e navais) que, em 2026, conseguiram paralisar a infraestrutura energética russa (refinarias e oleodutos), transferindo o custo da guerra para o solo do agressor.
2. Análise Crítica: O Colapso dos Pilares do Poder:
O texto disseca a erosão dos três pilares que sustentam a autocracia de Putin:
- A Elite Econômica (Os Oligarcas): O autor aponta que o capital desses bilionários já foi expatriado ou está sendo consumido pelas sanções e pelo esforço de guerra. A "paciência" dessa classe, que aceitava a falta de liberdade em troca de lucros globais, esgotou-se agora que o lucro desapareceu e o patrimônio está sob risco de confisco total.
- A Sociedade Russa: A menção de que ela "não aguenta mais" remete ao custo humano acumulado em cinco anos (2022-2026). A "Grande Guerra Nacional Patriótica" do passado era defensiva; a atual é vista como uma aventura de conquista que não trouxe a glória prometida, mas sim luto e isolamento.
- A Assimetria Tecnológica: O autor destaca que, enquanto a Rússia depende de uma "máquina de guerra" pesada e muitas vezes obsoleta, o adversário utiliza a inventividade e a descentralização (drones). Isso inverte a lógica da superpotência: o Golias russo está sendo sangrado por mil cortes digitais.
3. Síntese do Impasse em Maio de 2026:
A crítica conclui que a guerra atingiu um estágio de retornos decrescentes. Putin "pede água" (gíria para rendição ou trégua) não por arrependimento moral, mas por insolvência logística e política. O perigo, como alertado anteriormente, reside na natureza do "final": um cessar-fogo intermediado por um "juiz suspeito" poderia ser apenas uma pausa para o regime se reorganizar, mantendo viva a semente do despotismo que o autor tanto critica.
O desenlace sugerido é o de uma derrota por atrito infraestrutural: a Rússia para de lutar quando não houver mais combustível para os tanques ou dinheiro para pagar os soldados, independentemente da vontade do ditador.

Fonte (IA Gemini):


Postagem em destaque

Brasil e México, amigos distantes: a busca de um ALC Brasil-México em 2008-2010 - Sérgio Abreu e Lima Florencio

  Brasil e México. Amigos Distantes A  busca  de um ALC Brasil-México  em 2008-2010       Sérgio Abreu e Lima Florencio Brasil e México têm ...