Diplomatizzando

Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).

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quinta-feira, 23 de abril de 2020

Zizek-Araujo: debate entre dois malucos

Um é um maluco da extrema-direita, o outro é um doido varrido da esquerda. Entre dois loucos, melhor não se meter...
Paulo Roberto de Almeida


O chanceler brasileiro não entendeu a questão', responde Zizek após Araújo falar em 'comunavírus'

Filósofo foi citado por ministro das Relações Exteriores, que disse que pandemia é 'o primeiro passo em direção ao comunismo' no mundo
Bolívar Torres
O Globo, 22/04/2020


Slavoj Zizek é considerado um dos neomarxistas mais proeminentes da atualidade Foto: Matt Carr
Slavoj Zizek é considerado um dos neomarxistas mais proeminentes da atualidade Foto: Matt Carr



O filósofo esloveno Slavoj Zizek afirmou que o chanceler Ernesto Araújo "não entendeu a questão" quando disse que ele estaria tentando promover o comunismo às custas da pandemina do novo coronavírus.
Zizek respondeu à interpretação que Araújo fez do seu novo livro, publicado no Brasil pela editora Boitempo com o título “Pandemia – Covid-19 e a reinvenção do comunismo”, no qual o filósofo aponta que o coronavírus demonstrou a insustentabilidade do atual modelo econômico, exigindo um pensamento além do mercado financeiro e do lucro.
Em texto publicado em seu blog pessoal , Aráujo disse que Zizek deixa claro no livro que o "globalismo substitui o socialismo como estágio preparatório ao comunismo” .
"O chanceler brasileiro me acusou de usar a epidemia do coronavírus como uma desculpa para introduzir outro vírus, o 'comunavírus'. Infelizmente, ele não entendeu a questão", disse Zizek em resposta a um pedido de comentário feito pelo GLOBO.
“Não quero impor nada, apenas observo que até governos conservadores estão lidando com a crise sanitária e econômica provocada pela epidemia. Estão introduzindo medidas que, seis meses atrás, seriam inimagináveis e vistas como um sonho comunista”, escreveu o filósofo na mensagem.
Segundo Zizek, esses governos conservadores “estão sendo compelidos a agirem como comunistas, dando preferência ao bem comum em vez de mecanismos de mercado”. Com isso, adotam medidas como distribuir “gratuitamente bilhões para que os novos desempregados sobrevivam” e ordenar que a indústria produza equipamentos de saúde, além de admitirem que “precisamos não apenas de um serviço universal de saúde como também de um serviço global de saúde”.
No texto em seu blog, Araújo denuncia um suposto “plano comunista” que pretenderia tirar proveito da pandemia da Covid-19 para implementar sua ideologia por meio de organismos internacionais, como a Organização Mundial da Saúde. A coordenação global realizada pela OMS para fazer frente à crise, segundo Araújo, seria “o primeiro passo em direção ao comunismo” de um “projeto globalista”.

Intitulado “Chegou o comunavírus”, o texto do chanceler diz que o medo causado pela nova doença “nos faz despertar novamente para o pesadelo comunista” – projeto que, segundo ele, já vinha sendo executado “no climatismo ou alarmismo climático”, no “imigracionismo”, no "cientificismo" e no “antinacionalismo”. Para Araújo, isso faz com que o “comunavírus” seja mais perigoso que a Covid-19.
O presidente Jair Bolsonaro e parte de seus aliados têm atacado o chamado “globalismo”, termo usado por setores da direita para se referir a instituições multilaterais. Nesta semana, o Brasil foi um dos apenas 14 dos 193 países da ONU a não copatrocinarem uma resolução sobre a cooperação contra a pandemia.
Confira na íntegra a resposta de Zizek a Ernesto Araújo:
"O cancheler brasileiro me acusou de usar a epidemia do coronavírus como uma desculpa para introduzir outro vírus, o 'comunavírus'. Infelizmente, ele não entendeu a questão.
Não quero impor nada, apenas observo que até governos conservadores estão lidando com a crise sanitária e econômica provocada pela epidemia. Estão introduzindo medida que, seis meses atrás, seriam inimagináveis e vistas como um sonho comunista.
Esses governos estão violando as regras básicas do mercado, distribuindo gratuitamente bilhões para que os novos desempregados sobrevivam. Estão ordenando o que a indústria deve produzir (equipamentos de saúde) e admitindo que precisamos não apenas de um serviço universal de saúde como também de um serviço global de saúde. Estão pensando em como prever fome maciça como uma consequência da pandemia...
Em que outra época se viu conservadores se sentindo compelidos a agirem como comunistas, dando preferência ao bem comum em vez dos mecanismos do mercado?"
Slavoj Zizek : Coronavírus trará socialismo VIP, capitalismo de desastre ou algo novo?
Coronavírus :  Perguntas e respostas sobre a Covid-19
Desigualdade : Coronavírus reforça preconceito contra minorias religiosas e étnicas no mundo
às abril 23, 2020 Nenhum comentário:
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Marcadores: chanceler Ernesto Araújo, comunavirus, coronavirus, debate esquizofrênico, malucos beleza, Slavoj Zizek

sábado, 28 de maio de 2011

Slavoj Zizek: idiotas completos precisam ser chamados de idiotas... (e bota idiota nisso)

Normalmente eu jamais colocaria aqui um post para falar sobre um idiota. Não é meu estilo.
Tenho certa alergia à burrice e à estupidez, descontando os que não tiveram oportunidade de estudar, claro, mas sem condescendência com os que puderam fazê-lo e continuaram estúpidos (como certo líder que continua incomodando por aí).
Mas isso é o de menos, pois tenho mais horror ainda da desonestidade intelectual.
Pois bem, esse tal de "filósofo marxista Slavoj Zizek", como é sempre chamado, combina essas três características ao mesmo tempo e no mais alto grau, provavelmente elevado à 10a. potência.
Como tal, ele jamais mereceria um post neste blog, que como dito no frontspício se dedica a ideias inteligentes para pessoas inteligentes, e decididamente esse filósofo marxista não entra nessa categoria, não por ser marxista (o que acontece e é aceitável), mas simplesmente por ser burro, estúpido e desonesto intelectualmente.
Mas, decidi colocar um artigo do economista liberal Rodrigo Constantino sobre ele aqui por uma razão muito simples.
Imagino que muitos alunos sejam (ou serão) torturados por professores malucos, que virão falar da "última novidade" na frente anticapitalista (ou seja, esse idiota), e até obrigarão os coitados a ler algo dele, o que seria propriamente intragável. Outro dia eu até encontrei um aluno de RI cujo professor torturou com um livro de outro idiota completo, o alemão Robert Kurz. Fico com pena desses alunos, mas ao mesmo tempo penso que eles precisam de algum antídoto contra esses idiotas, tanto o dito cujo como os professores que se dedicam a esse tipo de tortura intelectual.
Feita esta introdução, deixo vocês com a leitura deste texto...
Termino reiterando (e desculpem a insistência): o Slavoj Zizek é um idiota completíssimo...
Paulo Roberto de Almeida

Marxista pop e o novo comunismo
Rodrigo Constantino
Blog RC, 28/05/2011

A esquerda festiva carioca entrou em polvorosa estes dias, com a visita do filósofo marxista Slavoj Zizek, que atacou a democracia representativa liberal em palestra no Odeon. O caderno Proza & Verso do jornal O Globo entrevistou o filósofo esloveno e traz matéria de capa hoje com o título “A novidade do comunismo”. Como se a mais ultrapassada ideologia de todas pudesse ter realmente alguma novidade...

Zizek defende as “causas perdidas”, e lamenta a perda do espírito revolucionário da esquerda. Ele não tem tempo para angústias e dúvidas, típicas dos liberais que reconhecem a complexidade da vida em sociedade: “Penso que existe a verdade, que existe a verdade universal, e que ela pode mesmo ser vista politicamente”. Claro que esta verdade seria... a sua. Como disse Bertrand Russell, o problema no mundo é que os tolos e fanáticos estão sempre tão certos de si mesmos, mas as pessoas mais sábias estão repletas de dúvidas.

Para Zizek, o problema de Hitler é que ele não foi violento o bastante. Calma, ele explica: não é que ele deveria ter matado mais judeus; é que ele não foi violento o bastante na revolução, em que violência significa “transformação das relações sociais”. Gandhi é que teria sido mais violento como revolucionário, pois organizou um movimento de massa com o objetivo de impedir o funcionamento do Estado colonial inglês na Índia. Alguém sente o cheiro, ainda que de leve, do duplipensar orwelliano aqui? Paz é guerra. Verdade é mentira.

O filósofo não defende, portanto, a violência. A revolução deve vencer no “dia seguinte”. Agora, como ninguém é de ferro, ele confessa: “Se aqueles no poder resistem, é claro que deve haver alguma violência, mas apenas como forma de defesa”. Entenderam? Sou contra a violência, mas se os demais não concordarem com minha revolução, que afinal de contas é a pura encarnação da verdade absoluta, e disso tenho certeza, então sim, posso usar violência como meio, em legítima defesa. Não é fantástico?

Revolução, para Zizek, não é um estado de emergência, mas apenas “mudança radical”. Ele explica melhor: “Revolução para mim é mudança nas relações sociais de poder”. O filósofo acredita que esta “revolução” não se dá com eventos isolados, midiáticos, com massas nas ruas tacando fogo em carros, mas sim de forma lenta e gradual. Um trabalho árduo, diário, paciente. Quem compreendeu isso foi o comunista italiano Antonio Gramsci, que criou um verdadeiro estratagema de tomada de poder em doses homeopáticas, pelas vias culturais principalmente. Nada novo aqui também.

Como em toda seita, há a esperança no dia da redenção. Para Zizek, “o comunismo vai vencer ou estaremos todos na merda” (na verdade, todos onde o comunismo venceu é que ficaram sempre na merda). Ele reconhece que o resultado geral do comunismo no século XX foi um fiasco, e que a social-democracia está hoje em crise. Mas Zizek ainda defende o comunismo, pois o capitalismo liberal global, em que ele curiosamente inclui a China, não tem condições de resolver os problemas atuais, como a questão ambiental, biogenética e propriedade intelectual. E ele não se considera um utópico. Para Zizek, a única utopia é “acreditar que as coisas podem seguir indefinidamente seu curso atual”.

Aqui ele resgata o pessimismo malthusiano para justificar seu ponto: “É claro por exemplo que se a China continuar se desenvolvendo na escala atual haverá uma demanda materialmente impossível de atender”. Será mesmo? Desde muito tempo que os pessimistas alegam que o crescimento populacional não será acompanhado pelo progresso material, mas os dados insistem em prová-los errados. A qualidade de vida material aumentou e muito no mundo de forma geral, e graças justamente ao progresso capitalista. O mercado tem essa mania de inovar, de aumentar a eficiência e produtividade, ou seja, fazer mais com menos. Os recursos naturais não mudaram muito no planeta, mas atualmente temos bilhões de habitantes, e o petróleo não vai acabar em breve! O problema da China não é o crescimento acelerado, mas a falta de liberdade econômica. O lado ruim é justamente a herança comunista, não as pitadas de capitalismo que fizeram milhões saírem da miséria.

Por fim, resta mencionar quem foi o “filósofo” brasileiro que ajudou a divulgar o evento com Zizek: Emir Sader. Para quem não lembra, Sader é aquele que até hoje defende o regime cubano, a mais longeva ditadura do mundo, responsável pela morte de milhares de inocentes. Talvez seja a tal violência necessária para as mudanças sociais, que um dia ainda hão de chegar! Sader escreveu um artigo para enaltecer a vinda de Zizek, em que diz: “Sua nova vinda ao Brasil será, sem dúvida, um grande acontecimento intelectual e político. É um provocador, no melhor sentido da palavra – de provocar o debate, a revisão de clichês, de saber se situar contra a corrente, de enfrentar temas que outros abandonaram, sob a pressão da mídia conservadora. Vale sempre a pena ler e ouvir Zizek, interlocutor obrigatório de quem não tem medo da realidade do presente, do passado e do futuro”.

Como vocês podem ver, é o “novo comunismo”, sem nenhuma ligação com aquele velho, carcomido e putrefato junto com os milhões de cadáveres que produziu. Quem for louco o suficiente que compre estas novas embalagens para os mesmos sonhos utópicos de antes, que deixaram apenas um enorme rastro de sangue e miséria. De minha parte, fico com este “maldito” liberalismo democrático, que tem seus defeitos sim, como qualquer modelo de sociedade com seres humanos imperfeitos, mas que é infinitamente mais justo e eficiente, como a história mostrou. Reformas e mudanças, sempre! Afinal, trata-se de um modelo vivo, uma sociedade aberta, que deve progredir gradualmente, por tentativa e erro. Mas “soluções” mágicas, ainda mais o resgate do mais que ultrapassado comunismo, isso nem pensar!

O filósofo e psicanalista Zizek costuma encantar as esquerdas. É o marxista pop, como alguns já o chamaram. Ser popular com a esquerda festiva que adora viajar a Paris e com jovens revolucionários que odeiam “tudo que está aí” e querem destruir o “sistema” não é mérito algum para mim. Prefiro todos os anônimos ou impopulares que lutam diariamente para construir, de fato, um mundo melhor e mais justo, com respeito às liberdades alheias e, por tabela, repúdio ao comunismo, novo ou velho.
às maio 28, 2011 9 comentários:
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Uma reflexão...

Recomendações aos cientistas, Karl Popper:
Extratos (adaptados) de Ciência: problemas, objetivos e responsabilidades (Popper falando a biólogos, em 1963, em plena Guerra Fria):
"A tarefa mais importante de um cientista é certamente contribuir para o avanço de sua área de conhecimento. A segunda tarefa mais importante é escapar da visão estreita de uma especialização excessiva, interessando-se ativamente por outros campos em busca do aperfeiçoamento pelo saber que é a missão cultural da ciência. A terceira tarefa é estender aos demais a compreensão de seus conhecimentos, reduzindo ao mínimo o jargão científico, do qual muitos de nós temos orgulho. Um orgulho desse tipo é compreensível. Mas ele é um erro. Deveria ser nosso orgulho ensinar a nós mesmos, da melhor forma possível, a sempre falar tão simplesmente, claramente e despretensiosamente quanto possível, evitando como uma praga a sugestão de que estamos de posse de um conhecimento que é muito profundo para ser expresso de maneira clara e simples.
Esta, é, eu acredito, uma das maiores e mais urgentes responsabilidades sociais dos cientistas. Talvez a maior. Porque esta tarefa está intimamente ligada à sobrevivência da sociedade aberta e da democracia.
Uma sociedade aberta (isto é, uma sociedade baseada na idéia de não apenas tolerar opiniões dissidentes mas de respeitá-las) e uma democracia (isto é, uma forma de governo devotado à proteção de uma sociedade aberta) não podem florescer se a ciência torna-se a propriedade exclusiva de um conjunto fechado de cientistas.
Eu acredito que o hábito de sempre declarar tão claramente quanto possível nosso problema, assim como o estado atual de discussão desse problema, faria muito em favor da tarefa importante de fazer a ciência -- isto é, as idéias científicas -- ser melhor e mais amplamente compreendida."

Karl R. Popper: The Myth of the Framework (in defence of science and rationality). Edited by M. A. Notturno. (London: Routledge, 1994), p. 109.

Uma recomendação...

Hayek recomenda aos mais jovens:
“Por favor, não se tornem hayekianos, pois cheguei à conclusão que os keynesianos são muito piores que Keynes e os marxistas bem piores que Marx”.
(Recomendação feita a jovens estudantes de economia, admiradores de sua obra, num jantar em Londres, em 1985)

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