Foreign Affairs, April 1st, 1948 Each Sunday this summer, we’re sharing an essay from the archives that provides a rare first-person account of history as it unfolded. This week, we’ve chosen a 1948 essay by Eleanor Roosevelt on the hard work of uniting the world behind a shared commitment to human rights. In 1945, when the United Nations was founded, the world was reeling from the devastation of World War II. There was strong public support for a new international institution that could help prevent countries from starting wars and foster global cooperation on the problems plaguing the world. Its name originated with Eleanor Roosevelt’s husband, U.S. President Franklin Delano Roosevelt, who used the term in 1942 to describe the 26 nations fighting the Axis Powers. FDR died in April 1945, and did not live to see the signing of the UN Charter in San Francisco in June of that year. Several days after her husband’s death, Eleanor Roosevelt told reporters, “The story is over.” But that was hardly the case. In December 1945, President Harry Truman asked if she would join the first U.S. delegation to the United Nations. At first, Roosevelt declined—but eventually she accepted, becoming the first woman to represent the United States at the UN. Her work there began as the international community struggled to make sense of the horrors of the Holocaust and the existential threat of the atomic bomb. She became a central player in the global human rights movement, chairing the UN commission tasked with drafting the Universal Declaration of Human Rights. In this 1948 essay, she describes the difficult, and often tedious, bureaucratic work of uniting the world behind a shared commitment to human security and dignity. The commission was made up of representatives from all over the world, with the aim of including diverse political and cultural points of view. “We mapped out our work very carefully,” she wrote, and “feeling ran high.” But the commission remained united by a common aspiration: “Many of us thought that lack of standards for human rights the world over was one of the greatest causes of friction among the nations, and that recognition of human rights might become one of the cornerstones on which peace could eventually be based.” The end result of this work—the Universal Declaration of Human Rights—was a milestone in global human rights, freedom, and equality. Adopted shortly after Roosevelt’s essay was published, it marked the first time that the world agreed on the rights and freedoms deserving of universal protection. It remains the most sweeping human rights statement ever to be endorsed on a global scale.
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Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
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domingo, 2 de julho de 2023
The Promise of Human Rights - Eleanor Roosevelt (Foreign Affairs, 1948)
domingo, 8 de novembro de 2015
Eleanor Roosevelt, uma primeira-dama exemplar; morta em 7/11/1962
NESTA DATA
Eleanor Roosevelt, uma primeira-dama exemplar
Casada com Franklin D. Roosevelt, Eleanor mostrou pela primeira vez que uma primeira-dama pode fazer mais do que enfeitar a Casa Branca, influenciando os rumos do país
7 nov, 2015
Nascida em Nova York em 1884, Eleanor Roosevelt, sobrinha de
Theodore Roosevelt, foi uma das primeiras-damas mais influentes a morar
na Casa Branca. Ela se casou com Franklin D. Roosevelt, um primo
distante, em 1905. Durante a presidência do marido, dava coletivas de
imprensa e escrevia uma coluna de jornal. Após a morte de Roosevelt,
Eleanor assumiu um cargo na ONU para avançar os direitos humanos e a
igualdade dos gêneros.
Eleanor foi a primeira-dama que morou mais tempo na Casa Branca, de 1933 a 1945, durante os quatro mandatos de seu marido. O casal teve seis filhos, mas, apesar da vida familiar movimentada, Eleanor sempre se manteve ativa na vida pública. Trabalhou na Cruz Vermelha durante a Primeira Guerra.
Depois que Roosevelt sofreu um ataque de pólio em 1921, Eleanor tomou as rédeas da carreira política do marido, mudando drasticamente o papel associado à primeira-dama. Não satisfeita em servir apenas como enfeite da Casa Branca, Eleanor mostrou ao país que uma primeira-dama podia ser peça-chave da política americana. Ela defendia causas importantes, como os direitos humanos, da mulher e da criança, se esforçou no combate à pobreza, se posicionou contra a discriminação racial e, durante a Segunda Guerra, viajou para o exterior para encorajar as tropas americanas.
Eleanor foi criticada por muitos por sua iniciativa na política. Outros a elogiavam, no entanto, e hoje ela é amplamente vista como uma das principais líderes do movimento pelos direitos civis da mulher, assim como uma das primeiras figuras públicas a usar as mídias em massa para divulgar causas importantes.
Quando Roosevelt morreu em 1945, Eleanor chegou a dizer que se afastaria da vida pública, mas o que aconteceu foi exatamente o contrário. Ela se tornou uma diplomata na Assembleia Geral da ONU e presidente da Comissão de Direitos Humanos, onde ajudou a redigir a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Além da vida política, Eleanor escreveu vários livros de memórias.
Ela morreu de câncer no dia 7 de novembro de 1962, aos 78 anos.
Fontes:
Biography - Eleanor Roosevelt
Eleanor foi a primeira-dama que morou mais tempo na Casa Branca, de 1933 a 1945, durante os quatro mandatos de seu marido. O casal teve seis filhos, mas, apesar da vida familiar movimentada, Eleanor sempre se manteve ativa na vida pública. Trabalhou na Cruz Vermelha durante a Primeira Guerra.
Depois que Roosevelt sofreu um ataque de pólio em 1921, Eleanor tomou as rédeas da carreira política do marido, mudando drasticamente o papel associado à primeira-dama. Não satisfeita em servir apenas como enfeite da Casa Branca, Eleanor mostrou ao país que uma primeira-dama podia ser peça-chave da política americana. Ela defendia causas importantes, como os direitos humanos, da mulher e da criança, se esforçou no combate à pobreza, se posicionou contra a discriminação racial e, durante a Segunda Guerra, viajou para o exterior para encorajar as tropas americanas.
Eleanor foi criticada por muitos por sua iniciativa na política. Outros a elogiavam, no entanto, e hoje ela é amplamente vista como uma das principais líderes do movimento pelos direitos civis da mulher, assim como uma das primeiras figuras públicas a usar as mídias em massa para divulgar causas importantes.
Quando Roosevelt morreu em 1945, Eleanor chegou a dizer que se afastaria da vida pública, mas o que aconteceu foi exatamente o contrário. Ela se tornou uma diplomata na Assembleia Geral da ONU e presidente da Comissão de Direitos Humanos, onde ajudou a redigir a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Além da vida política, Eleanor escreveu vários livros de memórias.
Ela morreu de câncer no dia 7 de novembro de 1962, aos 78 anos.
Fontes:
Biography - Eleanor Roosevelt
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