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domingo, 2 de agosto de 2026

Ricardo Bergamini alerta para a trajetória preocupante da divida pública brasileira

 PRA: Ricardo Bergamini alerta para a trajetória preocupante (ele acha catastrófica) da divida pública brasileira, como sendo um estrangulamento fiscal apontando no horizonte:


A combinação entre arrecadação recorde e déficit fiscal nominal recorde levará o próximo presidente eleito ao impedimento (Ricardo Bergamini)

Prezados Senhores

Qualquer que seja o presidente eleito, não terá força política para enfrentar a tragédia atual vivida pelo Brasil, assim sendo o impedimento do próximo presidente eleito será inevitável para nova composição de forças políticas, haja vista que o centrão já se posicionou para votar a favor do impedimento do próximo presidente eleito.

´É humanamente impossível o Brasil sobreviver por mais 4 anos com um presidente eleito por ser o menos rejeitado. O impedimento é a forma democrática de exterminar essa anomalia gerada pelos irmãos gêmeos xifópagos primatas Bolsonaro/Lula.

1 - Política Fiscal (BCB)

Até junho de 2026, o governo para obter um déficit fiscal primário de R$ 157,2 bilhões (1,19% do PIB), pagou R$ 1.160,5 bilhões (8,80% do PIB) de juros.

No acumulado em doze meses até dezembro de 2022, registrou-se superávit fiscal primário de R$ 126,0 bil3hões (1,28% do PIB). No acumulado em doze meses até junho de 2026, registrou-se déficit fiscal primário da ordem de R$ 157,2 bilhões (1,19% do PIB), Aumento real em relação ao PIB de 192,97%, comparativamente ao acumulado em doze meses até dezembro de 2022.

No acumulado em doze meses até dezembro de 2022, os juros nominais alcançaram R$ 586,4 bilhões (5,96% do PIB). No acumulado em doze meses até junho de 2026, os juros nominais alcançaram R$ 1.160,6 bilhões (8,80% do PIB). Aumento real em relação ao PIB de 47,65%, comparativamente ao acumulado em doze meses até dezembro de 2022.

No acumulado em doze meses até dezembro de 2022, o déficit fiscal nominal alcançou R$ 460,4 bilhões (4,68% do PIB). No acumulado em doze meses até junho de 2026, o déficit fiscal nominal alcançou R$ 1.317,8 bilhões (9,99% do PIB). Aumento real em relação ao PIB de 111,54%, comparativamente ao acumulado em doze meses até dezembro de 2022.

2 – Patrimônio líquido negativo da união (MF)

É lamentável que a grande maioria dos brasileiros não tenha interesse em números, gráficos e tabelas, se tivessem conhecimento do balanço patrimonial da União, que apresentou um patrimônio líquido negativo de R$ 2,5 trilhões em 2018. Em 2022 migra para R$ 5,3 trilhões. Crescimento do patrimônio líquido negativo de 112,00% em relação ao ano de 2018. Em 2025 migra para R$ 6,8 trilhões. Crescimento do patrimônio líquido negativo de 28,30% em relação ao ano de 2022.

No consolidado (união, estados e municípios) de 2025 o patrimônio líquido negativo foi de R$ 10,1 trilhões.

Arrecadação federal bate recorde histórico e chega a R$ 1,58 trilhão no 1º semestre

Receita cresceu 6,6% no primeiro semestre, impulsionada pela alta do PIB e pelo aumento da tributação promovido pelo

Este é um trecho original publicado em Exame.com. Leia a matéria completa em https://exame.com/economia/arrecadacao-federal-bate-recorde-historico-e-chega-a-r-158-trilhao-no-1o-semestre/?utm_source=copiaecola&utm_medium=compartilhamento

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