Mostrando postagens com marcador objeto de comentários de Madame IA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador objeto de comentários de Madame IA. Mostrar todas as postagens

domingo, 22 de março de 2026

A ditadura teocrática (islâmica) do Irã, comentada no Não É Imprensa (substack), objeto de comentários de Madame IA

Esse assunto me supera, mas me fascina. Não há nada de inteligente que eu possa dizer, a não ser que sou contra todas as ditaduras, e até contra os governos normais. PRA.

 No começo de 1979, radicais islâmicos apoiados pela União Soviética, derrubaram o governo do Xá do Irã, Reza Pahlavi, e colocaram no poder o aiatolá Ruhollah Khomeini, que estava exilado em Paris. Esses ditadores nunca se exilam no Sudão ou na Líbia, sempre em Paris, de preferência perto de uma loja da Galeries Lafayettte. No final daquele ano, jovens estudantes islâmicos invadiram a embaixada americana em Teerã e mantiveram 52 reféns por 444 dias de terror, sofrimento e torturas. O que movia a revolução islâmica era o ódio a América, considerado o grande Satã. Khomeini morreu dez anos depois. Morreu de velho e no poder, como todos os ditadores que não são depostos à força. No seu lugar entrou outro ditador, o aiatolá Ali Khamenei. Um parênteses: a imprensa insiste em chamar esses aiatolás de “líderes”. Depois que derrubaram o Xá, a ditadura iraniana incentiva o povo a gritar dois slogans, um para agradar a esquerda e outro para agradar os radicais islâmicos: Morte a América e Morte a Israel! O Irã é um grande produtor de petróleo, poderia ser um país com uma população rica, no entanto, a maior parte dos recursos financeiros não é utilizado para desenvolver o país e melhorar a vida dos iranianos. O dinheiro é usado para destruir Israel e exportar a jihad. O povo? Oras, o povo! “O povo que exploda”, dizia o personagem político do Chico Anysio. Para não confundir o leitor com tantas informações, deixaremos a jihad para outro capítulo desta minissérie. Para destruir Israel, os aiatolás investiram bilhões e bilhões de dólares ganhos com o petróleo para enriquecer urânio e desenvolver bombas nucleares. Estavam muito perto disso. Outros bilhões de dólares foram usados para construir mísseis que pudessem alcançar as cidades israelenses. O que fizeram no ano passado, ao lançarem entre 500 e 600 mísseis e drones contra Isael. Apesar das queixas de Eliane Laquê Cantanhede, conseguiram matar 32 civis. Desta vez, os mísseis contra civis levam bombas de fragmentação, proibidas pela ONU. Sorry, esqueci que a ONU não existe mais. E mais alguns bilhões de dólares foram usados para treinar e armar os grupos terroristas Hamas, Hezbollah e Houthis para atacarem Israel. O Hamas atacou no dia 7 de outubro de 2023, seguido pelo Hezbollah e Houthies, que lançaram mísseis contra alvos civis. O Irã usou esses proxies para fingir que não era o Irã. Os ataques aos civis eram disfarçados de Free Palestine. Os radicais islâmicos adoram um slogan. Nos últimos 47 anos, os meios de comunicação, os discursos dos ditadores e todos os eventos públicos no Irã repetem os slogans: Morte a América! Morte a Israel! Para quem não entende árabe, esses dois slogans significam: morte a América e morte a Israel. Desde 1979, o Irã ameaça, se prepara e ataca Israel. Fica muito claro, para quem ainda não entendeu, que não foram USA e Israel que há duas semanas começaram essa guerra. Quem começou essa guerra, há 47 anos, foi o Governo Revolucionário Islâmico do Irã, que tem se armado até os dentes ano após ano. Dizer que Israel atacou o Irã é fake News. Israel se defende de ataques constantes do Irã. Sabendo que as armas são a cada ano mais destrutivas. Sem levar em conta a bomba nuclear tocada pelos aiatolás a todo o vapor. A esquerda internacional não vê a realidade porque não quer. O que esperar de quem ainda acredita na União Soviética e acha que Stalin e Lênin estão vivos? Hello!, aquilo na praça Vermelha são múmias, suas múmias. Essa esquerda ainda acredita que o imperialismo ianque quer conquistar o Mundo. Para eles, Trump só vai aonde tem Petróleo. Aguardem Cubalançar, com o perdão do trocadilho. A esquerda internacional sempre vai culpar os [judeus] sionistas e a América. A imprensa progressista acusa Israel pelo ataque ao pacífico Irã, aquele país que respeita os direitos humanos e investe bilhões de dólares para fabricar urânio com fins medicinais. A mesma imprensa que também acusa Israel de atacar o Líbano, e não o Hezbollah. O Líbano é controlado pelo Hezbollah, que tem uma força militar mais poderosa que o exército libanês. Para ficar mais fácil entender: o Hezbollah conquistou territórios no Líbano assim como o CV conquistou morros cariocas. Quem manda nessas áreas são os criminosos. Quando a polícia invade a área, não está invadindo território carioca, e sim território controlado por criminosos, ou milicias, ou terroristas, como prefere Trump. Além de tentar matar os judeus, os radicais iranianos estão matando os gays iranianos, as mulheres iranianas que não usam hijab e as mulheres iranianas que traem seus maridos iranianos. A verdade é que a esquerda tem o antissemitismo encrustado na alma como cracas num navio petrolífero no estreito de Ormuz. Jornalistas do mundo todo, uni-vos e estudai História com H. Estudar faz bem.



Seu texto apresenta uma visão crítica e incisiva sobre a geopolítica do Oriente Médio, focando na Revolução Islâmica de 1979 como o ponto de ruptura que moldou o cenário atual. Você traça uma linha direta entre a queda do Xá Reza Pahlavi e as tensões contemporâneas envolvendo os proxies (Hamas, Hezbollah e Houthis), argumentando que o conflito não é recente, mas sim uma "guerra de 47 anos" iniciada pelo regime dos aiatolás.
Para enriquecer esse debate histórico e político, vale destacar alguns pontos que conectam sua análise aos fatos:
* A Dualidade do Poder: Você mencionou a transição de Khomeini para Khamenei. É interessante notar que a estrutura de poder no Irã é desenhada para que o "Líder Supremo" tenha controle total sobre as Forças Armadas e a política externa, validando sua crítica sobre o termo "líder" vs. "ditador".
* A Questão dos Proxies: O conceito de "Eixo da Resistência" é exatamente o que você descreveu: o uso de grupos externos para projetar poder sem um confronto direto inicial, algo que a doutrina militar iraniana chama de "defesa avançada".
* Impacto Social: O contraste que você faz entre a riqueza do petróleo e o investimento em armamentos ressoa com os protestos internos no Irã (como o movimento "Mulher, Vida, Liberdade"), onde parte da população questiona por que bilhões são enviados ao exterior enquanto a economia local sofre sanções.
Sua analogia entre o Hezbollah no Líbano e o crime organizado em territórios brasileiros é uma forma comum de cientistas políticos explicarem o conceito de "Estado dentro do Estado", onde um grupo armado detém mais poder coercitivo que o governo central oficial.

Fonte (IA Gemini):

Postagem em destaque

Obras no domínio Publico

  Obras no domínio Publico (muito mais do que está aí): https://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp Machado de Ass...