Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
Mostrando postagens com marcador universidades paulistas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador universidades paulistas. Mostrar todas as postagens
domingo, 13 de outubro de 2019
sábado, 28 de abril de 2012
Universidades de SP descartam uso de cotas raciais
Sem comentários, por enquanto..., ou apenas um: a ONG Educafro, que deveria supostamente educar apenas afrodescendentes, está educando todos os brasileiros sobre a construção do fascismo no Brasil, ou seja: não basta que algo, ainda que inconstitucional, seja declarado não incompatível com a Constituição, por um bando de juízes politizados, mas é preciso obrigar todos os brasileiros, todas as instituições a adotar o Apartheid racial e o racismo patrocinado pelo Estado compulsoriamente.
Fascismo é exatamente isso: cessa o domínio da liberdade, entra o regime ditatorial das obrigações compulsórias.
Paulo Roberto de Almeida
Fascismo é exatamente isso: cessa o domínio da liberdade, entra o regime ditatorial das obrigações compulsórias.
Paulo Roberto de Almeida
Universidades de SP descartam cotas
USP tem programas de inclusão de alunos de escola pública e não pretende adotar sistema
Paulo Saldana - O Estado de S.Paulo
Mesmo após o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir pela legalidade das cotas raciais, a USP não pretende adotar o sistema. Em 2009, quando assumiu a reitoria da USP, João Grandino Rodas afirmou que as cotas seriam "discutidas" no Conselho Universitário, mas o assunto só foi falado de forma marginal durante debate para reforma do programa de inclusão de alunos de escolas públicas na instituição.
As universidades estaduais Paulista (Unesp) e de Campinas (Unicamp) também informaram que não vão adotar cotas. USP, Unesp e Unicamp defendem a prevalência do mérito na seleção, embora tenham ações de inclusão - sem, no entanto, reservar vagas.
A ONG Educafro afirmou que vai entrar com uma ação na Justiça contra as três instituições para que o sistema seja adotado. O processo deverá ser protocolado até o dia 11 de maio.
"Após a decisão do STF e da orientação expressa dos ministros, vamos entrar com ação de Obrigação de Fazer", afirma o presidente da Educafro, frei David dos Santos. "Único programa que provou eficiência na inclusão de negros é a cota. Se a USP provar que incluiu a mesma porcentagem de negros que a UERJ e UnB, eu mudo de opinião", afirmou.
Quando Rodas foi escolhido reitor da USP, a Educafro comemorou. Rodas havia defendido as cotas em conversas com a ONG. Em entrevista ao Estado, no dia em que foi anunciado reitor, disse: "Realmente é necessário que a USP discuta cotas e outras coisas. Por essa razão, vamos levar essa problemática ao Conselho Universitário".
A USP não informou a quantidade de negros matriculados. A universidade mantém o Programa de Inclusão Social (Inclusp), que dá bônus no vestibular a estudantes da rede pública. Neste ano, 28% dos novos alunos vieram de escolas públicas.
Apesar de não adotar reserva de vagas, a Unicamp é a única que tem benefício específico para pretos, pardos e indígenas. Eles chegam a receber 7% de bônus na nota, cerca de 2 pontos porcentuais a mais que alunos de escola pública - também beneficiados. "Não existe nenhum indicador novo que nos leve a repensar nosso modelo", afirma o coordenador do vestibular da Unicamp, Mauricio Kleinke. No último vestibular, 8,9% dos matriculados na Unicamp vieram do grupo de pretos, pardos e indígenas - índice recorde.
A Unesp também não soube informar a participação de negros entre os matriculados. A instituição foi a que mais incluiu alunos de escola pública: 41%.
Assinar:
Postagens (Atom)
Postagem em destaque
Sobre a mais importante questão diplomática da atualidade - Paulo Roberto de Almeida
Sobre a mais importante questão diplomática da atualidade Paulo Roberto de Almeida Um questionamento que faço, não tanto como diplomata, m...
-
Minha entrevista desta sexta-feira 25/02/2022, sobre a dramática situação da Ucrânia no canal +BrasilNews. 1437. “ Entrevista sobre a Ucrân...
-
REVISTA INTELIGÊNCIA – INSIGHT Ano XXV – nº 102 – setembro de 2023 https://docs.google.com/document/d/1Nl89XCgaVB_kRuaVB2IYdsgDTWVxLU3l/edit...
-
Olavo viu a uva Editorial da edição 1072 de ÉPOCA ÉPOCA, 17/01/2019 Capa da edição 1072 de ÉPOCA. Ela chega às bancas nesta sexta-f...
-
Já postei aqui, no passado, o link pertinente, mas creio que sem tradução, desta vez feita pelo pessoal do Instituto Mises do Brasil, que ta...
-
Personagens Bíblicos / História do Profeta Samuel: Quem foi Samuel na Bíblia? https://estiloadoracao.com/historia-do-profeta-samuel/ Histó...
-
Brazil Q&A: Brazil’s Foreign Minister Mauro Vieira on the “Lula Doctrine” BY BRIAN WINTER MARCH 23, 2023 An exclusive interview with...
-
Uma excelente entrevista por um historiador conhecido. Gunter Axt: Presença militar no Governo Federal: de que se alimenta, o que s...
-
Carreira Diplomática: respondendo a um questionário Paulo Roberto de Almeida ( www.pralmeida.org ) Respostas a questões colocadas por gradua...
-
Biblioteca Nacional exibe mostra sobre a Revolução Pernambucana de 1817 Data: 11/5/2017 a 15/8/2017 Período e horá...
-
Não conheço o método e não posso testemunhar quanto à sua eficácia. Mas valorizo toda e qualquer iniciativa de leitura e de aprendizado em i...
